quarta-feira, 10 de março de 2010

POSTS PENDENTES


Preparei essa postagem o mais rápido que pude!
Vou postando aqui as postagens do outro blog que foi excluído. Como sou precavido, ainda bem que tinha salvado todas as minhas postagens no meu FUN-DRIVE (pen drive) que me deixou uns dias na mão por causa de sua gripe virtualina. Então, eis que seguem aqui o ANEXO:

Dia 27/02 – NOVO BLOG:

“Olá, leitores, bem-vindos ao meu novo diário virtual!

Eu já estava planejando há muito tempo migrar pra cá, mas estava com algumas dificuldades com esse Blogger. Eu não tinha muita paciência pra trocar cor, de arrumar os espaços e tal, mas agora estou aqui. o/

Comentei no meu blog anterior (www.flogao.com.br/andersonfunie) que tive essa ideia de ficar por aqui, por ter mais cara de blog e por ser conhecido como tal. Falei também que eu não estava mais aguentando as “mordomias” do flogão, pois ele já não é o mesmo: ele quer postar só quando quer, pelas carinhas que não eram as mesmas, por postar texto só com foto, e, principalmente por não ser um blog de verdade. Na verdade, eu que acabei transformando o flog em blog, quando nem sei o que de fato o flogão é.

Espero ficar aqui por muito mais tempo, de poder fazer as minhas postagens rápidas sem me preocupar que o anterior poderá ficar pra trás, pois um dos principais motivos de está aqui também é que, ao contrário do flog, aqui não tem que ter a preocupação de procurar em páginas diferentes as postagens anteriores.

Quero receber bastante comentário e também quero virar leitores de alguns. Quem sabe aqui posso até conseguir mais amigos. Quero, sobretudo, poder compartilhar os meus momentos com todos. Esperam que todos entendam o que eu estou passando e que, se puderem me ajude dando conselho, fazendo algumas piada e tal... Só não quero que deixem de comentar, pois adoro ler todos.

Espero que gostem do meu, como diz a BS (Bruna Surfistinha): novo “cantinho virtual”, que, dessa vez, está sendo preparado pra vocês, meu leitores. Não se preocupem, pois não deixarei de atualizar por aqui.

Muito obrigado pelos comentários do blog anterior.

Novidades virão!
Abraço”

Dia 02/03 - HISTÓRIA DA “MINHA PAIXÃO”

“Há meses estou com um sintoma pelo qual comentei até no meu ex-blog: o amor. Não sei ao certo, mas pelo menos o que sinto no meu corpo (mãos tremendo, aceleramento no coração...) se batem pelo mesmo sentimento. Não estou mais aguentando ficar com esse “problema” só pra mim, daí vim aqui para desabafar, para abrir logo o jogo, e divulgar quem é essa minha paixão. Mas antes, contarei toda a nossa história.

Bom, tudo começou na ultima vez que fui ao circo, lembram? Não? Pois copiei uma parte para refresca-lhes a memória:

(...) ...me despia com os olhos. Às vezes ela me encarava, mas sempre eu tirava os olhos. Só teve uma hora em que eu deixei a vergonha de lado e mandei brasa... Olhei no fundo, mas no fundo mesmo dos olhos dela e fiquei a encarando. Ela tem o olho claro, claríssimo, lindo os olhos. Também já tinha a observado. Agora lá vem o detalhe: ela é namorada de um amigo meu. Será se ela gosta do namorado dela? – rs. Pensei em dizer pro meu amigo, mas não queria criar uma confusão entre namorados, ainda mais me envolvendo no meio. (...)

Não sei por que a encarei daquela forma, acho que estava empolgado de vê-la dando bola pra mim. Lembrando que antes, eu odiava não gostava dela por alguns motivos que não contarei aqui, pois não quero lembrar disso. Eu a rotulava sem conhecer como uma pessoa desgraçada, do tipo que procura confusão e não dispensa mostrar que está fazendo O barraco ou algo para provocar ciúmes. Não gosto muito de pessoas assim.

No entanto, nesse dia tudo ficou contrário, em vez de eu me distanciar, nem sequer olhar, fiquei mais próximo e a encarei. Ela estava distante de mim, mas não tanto. Enquanto ela comia pipoca junto de uma criança, rindo das palhaçadas do picadeiro, eu só ficava a observando. Via que a forma em que ria era linda, mas eram principalmente seus olhos que me fascinavam. Sempre gostei de olhos claros, e ela tinha. Senti algo forte por ela, o que eu pensava ser olhadas de ódio, virou paixão – sem muito exagero.

Quando ela percebeu que eu não parava de encará-la, em vez de nem ligar, me correspondeu. Ficamos todo o espetáculo trocando olhares. Quando ela me olhava, eu ficava com vontade de rir, pois a situação era muito engraçada, mas procurei me manter sério pra ela não imaginar que eu estava fazendo aquilo por pura zoação. Quando os olhares estavam mais intensos, ela resolveu piscar os dois olhos. Aí sim, percebi que estava sendo mais correspondido ainda. De vez em quando, para ninguém perceber, visto que ela tem namorado, ela piscava sempre que desse, e eu pirava com aquilo.

Teve um dia em que ouvi de longe o barulho de seu carro e fui até a calçada dar um jeito de ela me ver:

(...) ...após às 23h, enquanto conversava com a Nayenne pelo celular, ouvi o barulho (já conhecido) do carro da ### (ops, já ia mostrando o apelido dela) passando, um pouco antes da minha casa, na rua. Eu, louco como sou, quis que ela me visse, então, fiquei no famoso “meio-fio” da calçada. Sabe o aconteceu para a minha surpresa? Ela buzinou para mim – rs. Logo após não contive minhas risadas, deixando a Nayenne – que continuava falando comigo pelo telefone – com vários pontões de interrogação. (...)

Após isso, já tinha ela em meu Orkut, mas não nos comunicávamos. Se eu não gostava dela, então por que ela estava no meu Orkut, e por que tínhamos que nos comunicar!? Daí teve um dia, em que ela me deixou uma visita. No mínimo, ela estava curiando as minhas fotos, então fiz o mesmo: fui em seu Orkut, olhei sua página de recados - que inclusive tinha recados de seu namorado -, olhei suas fotos, e de quebra roubei seu MSN e adicionei:

(...) Assim que a adicionei, rápido, ela fala comigo. Ficamos conversando besteiras como: a prova do Enem, seu trabalho, etc... Enfim, a conversa foi muito proveitosa, pois, embora não demonstrando, percebi que rolava certa afinidade entre nós. A nossa conversa encerou quando o meu tempo acabou. Droga! Sempre digo que em lan house o tempo é dinheiro. Enfim, nos despedimos, mas não com um adeus, nos prometemos falar o mais rápido possível. Por enquanto, não trocamos telefones, mas aposto que não vai demorar muito para isso. (...)

Dias após isso, não a vi mais, mas aconteceu um probleminha em dezembro, que, por ironia do destino, fez com que nós aproximássemos. Eu não fiz nenhuma postagem falando sobre esse fato e nem vou comentar aqui como foi, pois não precisam saber o que houve. Só adianto que não vale muito a pena contar aqui, pois foi uma besteira - pra não dizer coisa seria -, que ficará guardada só comigo, portanto, desculpem.

Passado alguns dias, ela me ligou por diversas vezes. Como ela conseguiu meu número? No mínimo ela foi à agenda do celular do meu amigo - e namorado dela - e simplesmente pegou. O papo rolava, ou melhor, sempre rolou muito bem. Não temos motivos para brigar e eu sempre procurava evitar falar de seu namorado, mas em algumas situações era inevitável comentar sobre tal.

Ele é um cara legal, mas contém, já que ninguém é perfeito, alguns defeitos. O principal fato é que ele não a ama, tenho certeza disso. Ele sempre agiu forçadamente, acho que só engana a ela. Vejam só, não vou atrás de boatos dele, mas soube que ele já a traiu em outra cidade, que até teve algumas atitudes que, se ela soubesse, se decepcionaria. Ouvi burburinhos também que, um tempo desses, havia terminado com sua atual namorada, mas no dia seguinte, já estavam juntos novamente. Haja paciência para aturá-lo, hein!?

Daí por diante, continuamos a nos comunicar só por contato virtual. Nunca marcávamos de sair e tampouco conversávamos pessoalmente, o máximo que podia acontecer era uma olhada discreta na rua ou troca de sorrisos. Já até disse pra ela que ela parece não ser a mesma pessoa do telefone, pois quando a vejo na rua, ela está com um aspecto mais formal, mais séria, do tipo que não consegue sair do clima do trabalho, sabe. Fico até pensando mil coisas a seu respeito.

No começo de fevereiro, mantivemos mais contatos. Certo dia, eu estava saindo do supermercado, com um biscoito na mão quando de repente a vi de longe. Ela estava passando de moto. Com pensamentos rápidos, baixei a cabeça e por um segundo pensei em não olhar. Mas olhei. Ela estava centrada para frente, mas seus olhos estavam virados para mim. Com um pouco de vergonha, e tímido ao mesmo tempo, não abri totalmente o sorriso, deixando a boca entreaberta. Quando fiz isso, no momento em que ela buzinou, piscou os dois olhos como havia feito no circo - acho até que é uma marca dela.

Lembro também que quando cheguei em casa, comecei a rir daquela situação e pegando no celular, disquei o seu numero somente para dar um “toque de sobrevivência”. No momento em que eu discava seu numero, a tela foi mudada aparecendo o seu numero chamando. Quando vi aquilo, mesmo com a boca cheia de biscoito que tinha acabado de comprar, corri para o quintal e a atendi sorrindo. Ela me perguntou por que estava tão alegre e respondi de fato o que era. Nisso, passamos praticamente o tempo todinho da chamada falando sobre nossa reação ao se falar na rua pela primeira vez.

No dia seguinte, estava indo para a lan house quando aconteceu à mesma coisa. Ela repetiu sua marca: olhou, piscou os dois olhos ao mesmo tempo em que buzinava a moto. Foi daí que comecei a sentir mais ainda os sintomas do amor. Minhas pernas começaram a tremer e meu coração compassado pelo prazer de vê-la não parava de acelerar.

Quando nós falávamos ao telefone, eu perguntava se seu namorado olhava as suas ligações e tal, e ela respondeu que sim, que ele não parava de olhar o seu celular. Como eu conheço esse namorado dela, por ser meu amigo, sei que ele só faz isso pra mostrar que está com ciúmes, quando na verdade aproveita a situação para cobrar algo, se é que vocês estão me entendem.

Nesse mesmo mês, assim que começou o carnaval, tive a prova desse “ciúme” incontrolável do namorado. Após ter dado um toque no celular dela, um pouco depois das 03h, pois havia sonhado com ela e queria naquele momento que ela retornasse a ligação pra que eu contasse o sonho antes que eu esquecesse, recebi a seguinte mensagem, que fui ver horas depois, já que tinha dado um cochilo: “Para DE ME LIGAR” (desse mesmo jeito que digitei: a primeira palavra estava escrita com letras minúsculas e as demais com letras maiúsculas). Pensei que “ela” estivesse dando ênfase nas ultimas palavras como se fosse pra ser entendido num tom de raiva, num grito. Mas me enganei. Na manhã seguinte, sem pedir explicações, saquei que quem me mandou essa mensagem foi o seu namorado. Por quê? Porque simplesmente quando a namorada dele quer falar comigo, não me manda mensagem e, sim, me liga.

Mesmo assim, mandei uma mensagem pedindo desculpas e tal pra dona do celular, que, por sua vez, não sabia de nada... Eu quis me fazer de desentendido. Fiquei intrigado com aquilo, mas foi só a desculpa pra eu poder ter um diálogo com ela. Pensei “se o namorado dela quer fazer com que deixamos de manter contato, agora que ele vai está nos aproximando ainda mais”. E foi assim que aconteceu.

No dia do primeiro desfile dos blocos de carnaval, como ela já havia me dito que participaria do mesmo bloco que eu, fiquei atento para vê-la. Coloquei na minha cabeça que teria de perguntar sobre a suposta mensagem, mesmo já sabendo que não foi ela que me enviou. Na verdade eu só queria ter mais certeza e ganhar, de quebra, um diálogo mais próximo com ela. Então eu vi seu carro de longe e comecei a observá-lo. Fiquei o tempo da concentração dos blocos todinho batendo papo com os amigos e visualizando ao redor do carro. Estava com esperanças de que a via por ali. Mas não a vi, por enquanto. O bloco foi ao corredor e nada de eu vê-la, achei até que não era o meu dia de sorte.

Assim que acabou o desfile, indo para casa, fui pelo caminho onde estava estacionado o seu carro, mas continuei sem vê-la, não sei se por que eu saí com muita pressa do corredor, ou por que ela iria ficar no Corredor até a hora que fosse terminar.

Quase desistindo, fui em casa, tomei banho e me troquei pra voltar ao Corredor. Era a minha última chance, voltei pelo mesmo caminho onde seu carro estava estacionado. Quando cheguei perto, ela estava com seu namorado sentado numa calçada. Eu, cego, só tive olhos pra ela. Só fui me dar conta que seu namorado estava do lado quando já tinha a chamado.

Quando a chamei, ela não me conheceu, acho que pelo meu penteado diferente, então a chamei novamente. Pensei que eu iria ficar nervoso, com os mesmos sintomas que sentia quando a via quando passava na rua. Mas não, eu fiquei normal, normal. Enquanto ela vinha em minha direção, dei uma olhada rápida em “meu amigo” – que naquela hora já não era mais -, que acabou fazendo uma cara meio estranha, porém sem querer demonstrar muito.

Ao chegar perto dela, olhei no fundo dos seus olhos, que por sinal eram mais lindos à noite e disse: “Tu recebeu a minha mensagem?”. E ela: “Recebi.”. Pude perceber pela sua cara confusa que não estava entendendo que eu estava falando sobre a mensagem que eu estava pedindo desculpas e tal..., pois nesse mesmo dia em que tive esse dialogo com ela, mandei uma outra mensagem, um pouco mais cedo, por engano. Que depois pedi desculpas por não ter sido pra ela. Então, depois, vendo que ela não estava entendendo, perguntei de uma vez: “Ei, foi tu que me mandou aquela mensagem?” E ela: “Que mensagem?”. Por essa ultima frase entendi que não foi ela, pois até hoje ela nunca me mandou uma mensagem sequer. Eu apressado, não querendo atrapalhar o casal e temendo que seu namorado viesse saber o que era, pedi pra que ela ficasse na dela, que depois explicaria tudo. E assim fiz. Esperei que ela me ligasse e resolvemos, pelo celular mesmo, toda a questão.

Após o carnaval, olhando o Orkut na casa da minha prima, vi um depoimento do namorado dela pra mim. No depoimento, depois que me xingou, disse que se eu estivesse querendo ficar com sua namorada, que poderia ficar, pois ele não iria fazer nada comigo. Ele disse também que se ela não tivesse nem aí pra mim, que era pra eu catar coquinho – olha só o diálogo da criança - rs. Além disso, me falou que sempre viu os meus toques no celular dela – sendo que eu quase nunca ligo pra ela, já que é só ela que me liga. Disse pra eu parar de ser “iNdiota” – rs - e sair da vida deles, e, pra finalizar, disse também pra eu procurar quem me queira.

Ao ler isso não tive outra opção a não ser me acabar de rir daquela criancice que tinha acabado de fazer. Além disso, só no outro dia que fui perceber que ele também me excluiu do seu Orkut. Coitado! Do que adianta me apagar do Orkut e não me apagar da realidade? Pensei em fazer inúmeras coisas: em mandar um depoimento irônico de volta me fazendo de santinho e dizer que estava tudo bem, que não faria mais nada; em ligar pra ele me fingindo de medroso e pedir desculpa, que essa não era a minha intenção; de mandar simplesmente uma mensagem de texto pro celular dele dizendo: “kkkk Obrigado pelo depoimento, mas num esquente não, moço!”... Mas não fiz isso, aprendi, acho que com a BS, que o maior desprezo é o silêncio. Realmente estou percebendo esses dias que o silêncio vale mais do que mil palavras jogadas fora à toa, além de evitar muitas coisas que podem ser ditas no momento da briga ou da raiva, claro.

Depois que recebi esse depoimento, quando mais eu rezava mais assombração me aparecia: ele. Ao ir à parada pegar o ônibus pra trabalhar, o via transitando na rua. Quando ia à padaria, o via indo não sei pra onde. Quando estava num lugar em que não imaginaria que ele pudesse estar, estava. Nessas rápidas vezes quando nós víamos, olhávamos um para o outro e seguíamos o nosso caminho fingindo que ambos não tinham se visto. Parecia os dois temiam ou tinham vergonha do outro.

Três dias depois, impressionado com isso - o fato de vê-lo praticamente todo santo dia, para o meu azar –, sonhei com ele. No sonho ele havia me ligado e disse num tom de raiva que queria muito falar comigo. Daí, quando eu estava indo pra casa, o vi na esquina de longe em direção a mim. Eu fui direto entrando em casa e disse pra mãe dizer que eu não estava, mas ele não quis saber. Ao me esconder um pouco atrás da cortina, ele entra disparado e começa a tomar satisfação sobre sua garota. Só não me lembro o que ele me disse. Mas, no mínimo, não foi muita coisa, pois ele é errado pra pohha, afinal, não queria dizer aqui, mas ele está em minhas mãos.

Enfim, já sabem quem é a tal paixão? Mesmo se não fosse contar aqui, quem fosse esperto iria procurar os trechos no meu blog anterior e logo sacaria, mas pouparei esse trabalho contado. Ela é a CRA, lembram? Estou, exageradamente, sentindo algo que não poderia estar. Agora sim, nas próximas postagens saberão – em tempos reais – o que vai acontecer no decorrer dos dias.
Grande abraço!”

Dia 02/03 – Sobre a CRA

“Esses dias estão sendo tão complicados. Estou percebendo agora a falta que vai fazer do carinha que fica no trabalho comigo. Ele, mesmo sendo raridade, me ensina a fazer alguns trabalhos, me deixando a par de tudo. Acho que nesse mês, ou até mesmo nessa semana, ele vai vazar. Por enquanto ele está somente resolvendo uns problemas a respeito de sua saída, mas nada muito complicado.

Estou vendo que o meu trabalho vai ser dobrado. Tenho que correr atrás e procurar explorar as coisas. Vou me dedicar ao máximo, não só pensando em como o dinheiro vai ser bem vindo. O pai está me dando a maior força, está tentando me ajudar no que for possível pra eu aprender – estou percebendo isso.
Falando em pai, pai é coisa séria. Ele nunca tinha me feito ficar com tanta vergonha. Ele estava ao telefone falando com não sei quem quando disse pra essa pessoa do outro lado me soltar, pois sou muito tímido, além de bom digitador – segundo ele. Eita, era só o que faltava – rs.

Meus últimos dias estão sendo tão solitários – no sentindo de amor, pois amigo já tenho demais - rs. Estou em busca de um amor pra ver se eu esqueço da “minha paixão” (CRA). Ela continua me dando esperanças – não sei se é o jeito dela. Estou com tanto medo de ela ser como eu a rotulava, tenho muito medo também de me decepcionar, de cair em sua armadilha. Mas algo me diz que não – ou sim? Ai, fico doido com essas coisas. Só espero compartilhar esses momentos bons com ela.

Adorei quando ela me ligou logo cedo, nesta manhã. É tão bom acordar triste e se alegrar após ouvir a voz da amada. Falamos pouco, mas fez com que meu dia começasse bem, embora um pouco antes estivesse com o coração apertado, acho que por ter a visto na noite anterior com seu namorado próximo de casa. Foi uma tortura só.

Ao sair do trabalho, passando pela praça, vi o namorado dela, que me causou um extremo medo e, consequentemente, uma dor no coração. Ao nos olharmos, preferi olhar pra o outro lado, desdobrando. Muito longe dele - com com aquele medo ainda na cabeça-, vi uma menina na minha frente de bota atravessando a rua. Os barulhos da bota fizeram com que o meu imaginário fosse mais longe. Imaginei que seria abordado por trás pelo namorado dela. Quase morro!”

Dia 02/03 – Medo

Nossa, dessa vez estou trabalhando de verdade. Só foi eu falar - na postagem anterior -, que o menino que trabalha, ou melhor, trabalhava aqui com o pai, saiu. Agora eu estou me esforçando mais ainda, pois tem que ter muita concentração e paciência pra fazer certas tabelinhas por aqui. Já aprendi a passar fax, fiz o caixa que tanto temia quando menino me explicava, pois é formula em cima de fórmula no Excel e as outras coisas que para mim já estão batidas.

Tudo aqui é interessante, embora o lugar não seja tão bom por causa do tédio, já que o lugar onde fico é meio distante de algumas coisas. Mas, vendo pelo lado bom, aqui é um ótimo lugar para se inspirar. Foi por aqui que dei início ao meu futuro livro, além de ser propicio também para fazer alguma leitura de livro.

Ops, acabei me contradizendo, mas deixa eu explicar. Como o menino havia me dito assim que cheguei aqui: “aqui não tem muito trabalho, e quando tem é mais pela parte da manhã”, então é por isso que o tédio fica um pouco mais no turno da tarde - que mais demora passar a hora.

Ontem à noite saí com alguns amigos. Levamos o UNO pra jogar na praça, mas não deu certo. Os assuntos fluíam tão bem que deixamos o jogo pra lá, afinal, nem sequer lembramos que estávamos ali só para jogar.
Após isso, às 23h e pouquinho o Hmr apareceu em casa e, aproveitando que tinha esquecido de entregar o Uno – que estava no meu bolso – pra Nayenne, resolvemos jogar. E fomos à casa dele.

Ao chegar à casa dele, vendo aquela garagem vazia e com espaços vagos, achei sinistro, fiquei bom tempo com aquilo (medo) na minha cabeça. Ele pegou a televisão e ficamos assistindo enquanto jogávamos, fazendo assim eu ficar mais calmo.

Num intervalo de tempo do jogo, no momento em que eu estava dividindo as cartas, algo de estranho me aconteceu: o meu pé ao triscar na mesa, se contraiu – e não era câimbra. Era como se alguém estivesse pegando ele e girando. Fiquei com muito medo essa hora, ainda com o medo que estava e já sendo mais de 01h.
Poucos minutos depois, caiu em folha de árvore no chão. Fez um barulho breve, porém tão estranho que pensei que alguém tinha jogado ela de propósito. Enquanto acontecia isso, o Hmr não parava de rir – acho que da minha cara de medo. Depois que vim perceber que o que mais estava me dando medo era a cara de espanto dele quando via que acontecia algo. Só não entendo até agora se ele fazia aquilo de propósito só pra ele poder me zoar.
Próximo das 02h, ouvimos vozes de mulheres brigando, falando alto e reclamando de alguma coisa pelo qual, se não estiver enganado, acho que era conosco. Eu as ouvia dizendo – sem muito alarme - que ia chamar a polícia, que já ia dar 02h da manhã e tal... O que mais me deixou tendo um pouco de certeza que era reclamando conosco, foi quando uma das vozes se referiu à algum jogo. Uno! Saquei!

Pra desdobrar um pouco – e também porque realmente ia dar 02h – demorei mais uns minutinhos e resolvi ir embora. E, ao chegar em casa, apaguei na cama.

Ah, já ia esquecendo, em breve tenho novidade sobre a BS comigo. Não vou contar aqui pra não perder a graça e porque nem sei, de fato, se vai dar certo. Aguarde!

No mais, só foi isso!
Abraço”


Nenhum comentário:

Postar um comentário