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terça-feira, 11 de setembro de 2012

THE O.C. FINALIZADO :'-(

Deixei pra ver The OC nos finais de semana, já que durante a semana eu sentia preguiça ou estava ocupado. Lógico, mas não deixei de ver quando não tinha nada pra fazer durante a semana. Nos finais de semana, principalmente à tarde, assistia a vários, acho que uns três ou quatro.

Um amigo meu do curso, o Luan Vieira, no qual me emprestou a primeira temporada, me falou que a última temporada não era lá essas coisonas, pois na terceira... OPS, já ia falando. Então, mesmo assim, comecei, claro. Eu já tinha visto da primeira a terceira, então não deixaria de assistir a quarta temporada por esse simples comentário dele, até porque eu queria saber como tudo acabaria.

Ryan, Taylor, Sandy, Summer, Seth e Kirsten 

Pra falar a verdade, no começo até que estava meio chato mesmo, achei que meu amigo tivesse mesmo a razão. Para mim, nada estava com nexo e até passei vários dias sem querer assistir com aquela preguicinha sem esperança de melhora, sabe. Mas acabei cedendo a ele. E fui assistindo. Passei algumas raivas, pensei besteira como o fato de querer ter escrito a série, pois os autores dos episódios já estavam fazendo uma b*sta. Adorei os episódios de Natanukkah, sobretudo o da primeira e última temporada e fiquei triste em vários momentos. Mais triste do que feliz.

E hoje (ontem) terminei tudo. Só me restavam três episódios da última temporada e, deitado na cama, assisti a todos em sequencia. Me surpreendi muito e pensei que seria bem melhor eu ter assistido a série quando ela estava sendo lançada, pois assistindo agora já sabia de alguns fatos em conversas com amigos.

Lógico, não posso esquecer da trilha de abertura. Quantas vezes ao assistir os episódios cantei junto: "California, Carliforniaaaa, here we cooooooome..." Sem falar que me surpreendi no episódio de Natanukkah da última temporada, que foi ela em uma versão lenta e triste, pela qual até já tinha escutado, afinal, baixei todos os cds da série.

Foram amores, brigas, ódio, intrigas, aprendizado, momentos tensos, felizes, surpresas, fatalidades, enfim, a série foi tudo de bom. Conclui ao final do último episódio, chorando demais como se fosse uma despedida pra sempre de amigos, que quando for mais velho assistirei novamente, só que ao lado de uma pessoa especial, que com certeza já está me aguardando no futuro. Fico me imaginando assistindo novamente daqui a vários anos, com uma companhia, na cama, compartilhando a série, chorando juntos e vivenciando isso tudo que estou passando agora.

É com um aperto no coração que deixo de falar sobre a série aqui. Mas continuo super indicando. Pra quem é carente e está afim de se emocionar, a série acaba viciando e fazendo você se tornar mais frágil do que é.

Obs.: Espero que o Anderson do futuro leia isso já ao lado da pessoa amada.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

THE OC - MUITO TRISTE

É incrível como um série faz com que você fique achando que é tudo real, que de alguma forma você está enfurnado dentro dela. Portanto, aqui estou eu com sentimento de raiva, tristeza, pena e com aquela quase vontade de chorar, o coração apertado... justamente por causa de O.C - Um estranho no paraíso. Quem acompanhou por aqui já sabe o quanto tô viciado nela e o quanto ela tem suprido a minha carência, fazendo eu ficar diferente sentimentalmente.

Ontem antes de ontem - rs -, terminei de assistir a terceira temporada e me "surpreendi" (entre aspas mesmo, pois, por vacilo, li sem querer na internet o que aconteceria mais ou menos no último episódio dessa temporada).

PARA QUEM NÃO VIU AINDA A SÉRIE E NÃO GOSTA DE QUEM CONTE, POR FAVOR, NÃO LEIA ABAIXO!

domingo, 24 de junho de 2012

A CARENCIA

Não sei o que está acontecendo comigo hoje. Estive ouvindo algumas músicas, vendo O.C... Sei que isso é comum e ainda mais que o que estou sentindo agora é fase, mas é tão ruim, mas tão bom. Eu quero ter alguém, quero sentir ciúmes, eu quero me apaixonar, quero sentir um cheiro na noite toda, quero me divertir, rir, conseguir ser feliz. Além de tudo, quero o meu coração apertado, não de tristeza, mas de alegria. Quero algo que eu possa dizer que é meu, que posso sentir...

Algumas horas atrás, estava conversando com a Kayane na praça. Eu queria alguém pra desabafar e mesmo com a minha empolgação de quando a gente estava trocando sms para se ver, disse ao encontrá-la que estava mal, muito mal, e que o motivo era o pior de todos: a maldita carência.

Acabei me abrindo pra ela. Falei algumas coisas, e ela me falou sobre o namorado, de como o conheceu, de como está sendo tudo, as preocupações e lado ruim que ela disse que tem, mas que eu não ligo. Falou muito, muito mesmo a ponto de dizer que precisava me ouvir, pois quem queria conversar com ela seria eu.

Embora a conversa rolasse somente sobre o namoro dela, dei meu ponto de vista e falei como estava me sentindo. Ela me compreendeu e acredito que algum momento a deixei pra baixo, pois a deixei se colocar na minha situação. Ela me disse pra sair. Mas com quem? Disse pra eu morar em Teresina. Mas não é tão fácil como parece.

Cadê esse tempo que não passa? Cadê o meu amor que não chega logo pra suprir toda a minha necessidade sentimental? Eu quero! Desesperadamente estou esperando.

Antes de tudo, no finalzinho da tarde, coloquei o primeiro álbum com as músicas da primeira temporada de O.C e fiquei passando as músicas, sem ouvi-las até o final. Enquanto isso, via outras partes em meu celular e fui inventar de assistir um vídeo que o Luan Vieira havia me passado com cenas de O.C, na quinta-feira. Todos esses dias e eu só fui me atentar a ver hoje. O vídeo que vi foi mais ou menos esse abaixo:


Ao assisti-lo, lembrei de tudo que o Ryan e Marissa haviam passado no episódio. Talvez quem assista só o trecho acima agora, não entenderá muito bem o que se passa, mas foi incrível até chegar aí.

A cena ficou ainda mais incrível com essa trilha da música Dice, de Finley Quaye. Ela tem uma sintonia muito boa e faz chorar. Como estou totalmente no fundo do poço, ela me faz chorar - e não tenho vergonha de falar isso. Para ouvi-la e acompanhar a letra e tradução, é só clicar aqui.

E é ouvindo ela que me despeço por aqui, morrendo por dentro.

Espero que o futuro seja justo comigo! :'-(

sábado, 9 de junho de 2012

THE OC - UM ESTRANHO NO PARAÍSO

Há algumas semanas, fazendo o trabalho da empresa fictícia Arttoy, conversando com o Luan Vieira sobre séries, ele me falou de The OC. Eu já tinha observado que o toque do celular dele era a trilha de abertura da série, mas nem me liguei que ele era tão fanático. Até então, lembro que quando passava no SBT só meu irmão mais velho que assitia. Eu não via graça, na época, em assistir aquilo, já que Smallville era o auge.

Conversa vai, conversa vem, ele acabou soltando que tinha a primeira temporada completa e original. Como não estava mais acompanhando nenhuma série - The Walking Dead agora só em outubro e a outra que acompanho está uma m*rda só - não medi palavras em pedir emprestado. E assim, no dia seguinte, como numa troca, já que eu emprestei a minha trilogia do De Volta Para o Futuro, ele levou para a turma The OC e me emprestou. Vi que eram muitos episódios e achei que não iria dar conta... Mas foi aí que me enganei.


Só me bastou o primeiro disco pra que eu percebesse que aquilo viciava, não diferente das séries existentes. Mas, assim como todas, a história tem diferencial pelo qual nunca vi antes. Uma verdadeira história de amor, brigas e um pouco de comédia. No entanto, às vezes eu chorava, ficava com muita raiva e sorria bastante. E assim seguiu por várias semanas. Ora eu via somente um por dia, ora via um disco praticamente todo.

Sinceramente, o Ryan é um cara do bem, que por mais que luta pelos seus direitos, tem cabeça. A Marissa além de ser linda, tem uma simpatia que prende quem assiste. O Seth (falando nele, acabei de ler uma informação no wikipédia que não era pra eu ter lido, droga!!!) e Summer são uns loucos, me diverti bastante com eles, posso dizer que eles são a comédia da série. Sandy e Kristen Cohen são demais e românticos... Além deles, há outros personagens ótimos, claro.

Enfim, agora há pouco, assisti ao último episódio. Resultado: chorei bastante. Não estou em um momento triste, deprê, mas ele me fez chorar de verdade. Sério, eu tenho que assistir a segunda temporada, preciso saber o que vai acontecer com Ryan, Marissa e principalmente com o pobre do Seth... nem gosto de lembrar. :'-(

Vou tentar baixar a segunda temporada, mesmo sabendo que vou fazer uma longa pesquisa para ver se encontro dublada, mesmo gostando legendada, já que assisti a primeira temporada dublada mesmo.

Ahh, lendo novamente no wikipédia, acabo de saber que a série foi ao ar no dia 5 de agosto de 2003, ou seja, quando estava fazendo 13 aninhos. *-*

Depois dessa, SUPER indico! ;-)