Mostrando postagens com marcador clube. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador clube. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

RESUMO DOS ÚLTIMOS DIAS

Sei que estou muuuuuuuuuito sumido daqui, mas não por minha ausência na internet, pois estou aqui todos os dias. Na verdade, eu sinto um pouco de preguiça de organizar todos os fatos e registrar aqui, mesmo tendo toda a certeza de que quanto mais eu deixo de parecer aqui, mais as coisas vão acontecendo e se acumulando e consequentemente o post vai ficando enorme e eu caio no esquecimento. Além do mais, tenho o blog do Batalha dos Elementos pra cuidar e os meus outros, mais pessoal que esse. Fui convidado há alguns dias, atrás do meu blog mais que pessoal, para escrever em num outro blog, o qual estou até em atraso por lá - ambos não divulgarei. Me mandaram um e-mail elogiando a forma que eu escrevo e fazendo o convite e lógico que não tinha como rejeitar. Sei que não ganharei nada com isso, mas o meu prazer em postar é grande. Ahh, e eu meio que estou com desgosto daqui, ainda mais depois que mudamos o designer do blog do Batalha, achei lá tão massa que fico mais desestimulado em escrever aqui nesse designer antigão. Mas mudarei em breve com a ajuda do Marllon.

Enfim, melhor começar a registrar o que aconteceu nos últimos dias, né? Não vou contar tudo em detalhes, vou logo dizendo.

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

FEIRA MULTIDISCIPLINAR EM CAXIAS - MA (30/11/2012)

Desde o começo do nosso curso já sabemos que isso iria acontecer, e foi quase um mês trabalhando em cima dessa feira. Às vezes eu ficava um pouco tenso, achando que não poderia ajudar, pois não sou muito ligado nessas coisas de montar uma experiência. Eu até sei que se eu me dedicar e colocar pra funcionar, funciona, mas até que o tempo estava pouco para a minha lerdeza. Mas a união fez tudo dar certo.

Nem preciso falar das coisas negativas que aconteceram, mas tudo no final acaba dando certo.

Na sexta-feira, saímos daqui ao meio-dia e chegamos por lá umas 14h, eu acho. Ao chegar, fomos lanchar o pastelão que o (professor) Karllyson tinha falado pra gente. Eu estava super ansioso por esse pastel e na hora ele nem estava tão bom quanto eu imaginava estar. Sei lá, acho que foi o queijo catupiri colocado em exagero. Enfim, mas curtimos demais essa hora.

Turma no segundo andar antes de comer o pastelão

A feira estava prevista para começar às 15h e um pouco mais do que isso chegamos no SESI/SENAI. Vimos todas as equipes arrumadas e andando pra lá e pra cá. Eu achava que teria muita gente lá, que iríamos cansar de apresentar, mas não, foi tudo tranquilo e na medida.

Não tinha começado ainda e assim eu ainda tive tempo de tomar banho e me arrumar. Foi tudo muito rápido.

Começou a apresentação da administração. A Michelle, responsável pela gente, falou um pouco da nossa turma e da nossa cidade e assim seguimos. Teve uma apresentação lá de uns meninos, uma mistura de swingueira, pop e outras coisas que eu nem sei mais. Isso até foi filmado por mim, eu até tenho o vídeo aqui, mas tô com aquela preguiça de upar.

A turma da tarde se dividiu e apresentamos o nosso trabalho, sendo que às vezes a gente rodava por lá vendo as outras apresentações. Eu vi poucas, mas foi legal. Conheci um amigo que fiz na internet, no qual faz parte da administração do Senai, mas lá ele não me deu muita atenção o que me deixou com um pouco de raiva, mas entendi que ele estava "trabalhando". Conheci também alguns visitantes que até me acharam no facebook mais tarde.

Nosso stand visto de cima

A apresentação da gente foi legal e ter visto novamente os instrutores foi melhor ainda. Nem preciso falar que dei altas risadas com o José Andrade, matei a saudade do Joelmir - no sério - e reencontrei o Franco, Wanderson e me entrosei um pouco mais com o Junielson, que também foram aprendizes um dia. A maioria da gente queria ficar para a festa, a banda Garagem Nacional iria tocar lá, mas não, não deu. Tudo bem, nem liguei muito mesmo.

Wanderson, Franco e Junielson - ex aprendizes e atuais instrutores do Senai

Não lembro muito bem a hora que chegamos em CN, mas sei que foi em uma hora exata e debaixo de muita chuva.

Foi muito legal estar lá, ter viajado com toda a nossa turma e ter vivido esse momento juntos. Espero que esse não seja o primeiro e único. Que venham mais viagens e mais coisas importantes para que façam com que a nossa união prevaleça.

CONFRATERNIZAÇÃO NO NASSAU (14/12/2012)

Uma ideia simples e legal vista pelo (professor) Karllyson de montarmos uma confraternização e despedida pra ele neste mês. Ele passou um bom tempo com a gente e seria bom mesmo ficarmos gratos a tudo através de uma diversão. Então, decidimos que iríamos ao Clube Nassau, pela piscina, claro, e pelo espaço amplo para as brincadeiras.

Detalhe: montei uma camisa para mim, para ser usada especialmente neste dia.

Fabrícia
Aproveitei pra empinar pipa
Todos aproveitando a piscina

Passei um pouquinho de raiva, mas montei algumas atividades (bingo, maratona...) e aproveitei a pipa, a piscina, os meus amigos e o dia como se fosse o último.

Teve amigo oculto, dança do Luan (Little Jackson) e outras coisas.

Foi legal e sem mais.

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Acho que só isso que aconteceu mesmo, pelo menos que eu lembre agora.

Até!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

ANIVERSÁRIO 2.2

E mais uma vez estou aqui, graças à Deus, registrando mais um ano em minha vida.

No sábado tentei dormir cedo, mas de tão acostumado a dormir lá pras 3h, o sono não chegou. Então, fiquei lendo o Serial Killer - Made In Brasil - cujo até comecei a fazer uma seção aqui, publicando sobre, na medida em que for lendo. Eu estava lendo sobre o Vampiro de Niterói (em breve publico aqui sobre ele) e não vi a hora passar. Eu até que ia sendo interrompido pelas sms que iam chegando, mas li muito sobre ele, mais do que a metade do capítulo falando sobre ele. Não fiquei com medo, mas haviam coisas que me deixou impressionado...

Recebi várias sms, antes de 00h e até muito depois. Fiquei super feliz com algumas engraçadas e respondi com todo aquele meu humor. Senti falta de ligações, até quando o Thalys ligou: com voz grossa de que estava dormindo e colocou o celular pra despertar só pra me dar os parabéns. Agradeci, claro, e engatamos em um papo de mais ou menos vinte minutos. Foi bom ter conversado com ele.

Continuei respondendo as sms, lendo o livro... e não cansava com isso.

Mais ou menos 1h30, Dalton e Dalila me ligaram do número da Dalila. Ao ver o nome dela chamando, rejeitei a chamada e retornei, pois isso já é costume de quem é tim beta. Ao retornar, só ouvi o "já!" bem baixinho e começaram a cantarolar o "parabéns a você!". Eu ri e ao mesmo tempo comecei a chorar. A voz da Dalila alta me fazia rir, mas o que ela falava me fazia chorar. O Dalton falou em cima da voz dela e foi aí que eu chorei mesmo. Mas, até agora, foi a única vez em que chorei.

Depois disso, fiquei trocando sms com mais três amigos: um que desabafava um acontecimento que lehe deixou revoltado, um que me fazia rir e outro que me fazia ficar tenso - rs. Nisso, acho que fui dormir mais de 03h. Quando eu pegava no sono, chegava uma mensagem, então resolvi deixar o celular no silencioso para que eu não acordasse espantado.

Acordei umas 10h30 com uma sms, porque como eu já estava acordando, senti e ouvi a vibração do celular que estava ao meu lado. Era uma amigo dizendo pra eu ligar pra ele. Liguei. E conversamos muito, dei várias risadas com o que ele me desejou. Sendo assim, o papo durou e fiquei quase meia hora pendurado no telefone. Um pouco antes de desligar a mãe apareceu e deu meus parabéns, e ainda me beijou. Quando ela me beija, sei que é sinceridade, é a maior prova de amor dela, já que não anda fazendo isso frequentemente com a gente, filhos dela.

Minutos depois, após o banho, recebi a ligação da Flávia e fiquei feliz por ela ter ligado. Aproveitamos a oportunidade e conversamos um pouco, estava bem no final de algo sério que estava contando pra ela quando Larissa Osório e Zenith apareceram aqui em casa. Tive que desligar. Elas me deram um abraço duplo, pediram água e começamos a conversar ali mesmo na calçada de casa. O papo estava indo normal, mas eu sempre com aquele ar de desconfiança. Com um papo meio estranho, Larissa tira um venda de TNT laranja do bolso e diz que precisa me vendar. "Vendar?", falei achando a ideia esquisita. Não topei, fiquei com medo de algo acontecer ali mesmo, no meio da rua. Vi que a Larissa não gostou, mas estava tentando desfaçar e, mesmo assim, saímos de moto. Paramos no Banco do Brasil, ela entrou e ficamos esperando na rua ao lado.

De lá, fomos em direção a casa da Monalyza, e lá eu comecei a sorri, já sacando tudo. Um pouco antes, até  twittei umas besteiras para depois terem prova, caso duvidassem. A Larissa, então, disse: "Ah, Funnie, agora vou ter que te vendar!", e deixei. Eu fiquei escutando os cochichos do Adilson, da Fabrícia e um pouquinho da voz da Gabi - rs. Já estava ciente do que ia acontecer. Andei um pouco sendo guiado pela Larissa e... "Parabéns pra você...", começaram a cantar. Um pouco antes de tirar a venda, senti algo na minha cabeça, tinha deduzido que era um chapéu de aniversário, mas não imaginava que seria um personalizado, lindo, com o Doug. *-*

Ugly de chapéu Dougado

O mini bolo também me surpreendeu muito. Não pelo meu nome, mas pela velinha: mais uma vez do Doug. Até que não ficou tão parecido, mas adorei.


Juntei os três pra tirar uma foto:


Bacana, né?

Fiquei tão feliz com esses desenhos dele que fiquei com vontade de usar a camisa que chegou pelo correio no dia 24 de julho, dado pelo meu amigo de internet Murilo. Sem ele saber, fiquei dias admirando aquela camisa, como se fosse um troféu de orgulho por ter feito alguma coisa. Ah, vou usar amanhã (hoje) ela na aula à tarde.


Um pouco antes de se servirem o almoço, quis tirar uma foto com todos eles já jurando postar aqui. Lógico, isso não poderia faltar.


Fiquei muito feliz por ver eles lá. Na foto acima estão, da esquerda para a direita: Zenith, Larissa Osório, Charles, Luan de Abreu, Jamison (atrás), Gabriella, Durval (atrás), Larissa Emily, Monalyza e Fabrícia (sentada). O Adilson não quis sair na foto! ¬¬'

Depois disso, partiram para a comida. A comida era simples, mas estava muito gostosa. Não sei por que, mas não comi muito. No primeiro prato, já estava cheio, e ainda tinha que aguentar a musse que o Adilson havia preparado e o mini bolo também. Experimentei um pouco de cada. Enquanto isso, Jamison me passou o telefone dele, era o Maycon, que usou palavras fortes e sinceras que me deixou feliz.

Alguns foram embora sem se despedir de mim e isso me deixou um tanto quanto chateado, mas não queria ligar.

Larissa Osório 

Soube o que tinha acontecido nos "bastidores", mas não disse nada. Sempre vai ter que haver problemas. Isso é um bom sinal, pois cada um mostrou que tem uma personalidade diferente quanto a decidir o que tiveram que fazer pensando em mim. Desde já, obrigado por isso.

Todos de barriga cheia, decidimos ir ao Clube Nassau. Lá estava tendo pagode, mas o que eu queria mesmo era cair e ficar de molho na piscina, afinal, tinha que aproveitar esse meu único dia de uma forma que eu ficasse muito mais feliz. Mas ao chegar lá, NA-DA. Não podíamos entrar na piscina, haviam seguranças e não queríamos arriscar em passar vergonha. Nem estava muito divertido lá mesmo, nem fez falta a piscina - MENTIRA!!! Fiquei p*to demais.

Sentamos numa mesa embaixo de uma sombra e ficamos papeando. O sol não estava tão desagradável e o vento nem vinha quente, como nos últimos dias. Ficamos na coca-cola e nada de mais. Foi divertido, a conversa estava boa e embora não curtindo as músicas, curti o movimento.

Saímos de lá e voltamos para a casa da Monalyza buscar a Fabrícia que não tinha ido ao Clube e comi um pouco do que sobrou do almoço. Estava boa demais, mas não sei o que houve com a minha barriga que não estava aceitando mais nada novamente. Enquanto comíamos, Monalyza me contava sobre os "bastidores" e eu ri tanto quando ela imitou um acontecimento lá que acabei babando.

Voltei pra casa no final da tarde, estava satisfeito por ter amigos como eles, que completam a ausência de outros. Curti demais esse meu dia, foi melhor do que eu estava pretendendo fazer: ficar o dia todo dormindo.

Agora à noite, olha só:


Obrigado, Raphael Duarte, pela homenagem.

Obrigado, meus amigos! 

sexta-feira, 8 de junho de 2012

O CHOQUE HUMANO

Hoje (ontem) à noite aconteceu algo que não sai da minha cabeça. Estou tentando saber como pode ser, por que tudo aconteceu daquele jeito? Tô tão impressionado que sinto obrigação de registrar aqui.

Pois bem, hoje (ontem) à noite, saí a tarde com o Adilson, Fabrícia e Gabriella, havíamos combinado de ir assistir ao treino da Monalyza e ver também a Fabrícia participando do treino. Chegamos minutos antes da partida começar e, depois de adular muito para que a Fabrícia tirasse a calça para ficar de short para jogar, sentamos na arquibancada para assistimos ao jogo. Foi engraçado ver a Fabrícia, mesmo não sabendo, jogando:

Gabriella

Adilson

Queda da Fabrícia

Como na foto acima, a Fabrícia me fez rir muito, ainda mais quando não parava de "assassinar" as jogadoras adversárias ao tentar tomar a bola. Coitada de uma lá, foi empurrada por ela, bateu a cabeça no chão e depois foi ferida na canela por essa doida da Fabrícia. Mas, no final, deu tudo certo. A Fabrícia, embora não sabendo jogar, foi convidada para ser a titular - se não me engano - do time das meninas. No entanto, ela acabou sendo elogiada pela garra e jeito louco de jogar.

Após isso, no comecinho da noite, rodamos pelas ruas atrás de alguma coisa pra comer. Fomos em alguns lugares, mas nada estava do nosso agrado - quando não era o preço muito alto, era a ausência de comida. Assim, Gabi deu a ideia de comer espeto e assim fomos em direção ao Assim Assado.

Agora vem o interessante! No caminho, no meio do final da minha rua, o Adilson me levando na moto dele, ao lado da Fabrícia, que guiava a moto da Gabi levando as duas, brincou de pegar na mão da Fabrícia enquanto pilotavam. Quando triscaram, os dois soltaram rápido e deram um grito. Eu achava que era mais uma brincadeira boba deles, como se ele tivesse machucado a mão dela naquele momento só pra ela gritar... Não entendi aquilo até quando escutei a Fabrícia dizendo "deu choque!". Adilson, então, repetiu o mesmo com a Monalyza que, consequentemente, gritou também. Achei que tudo aquilo era besteira, que a Monalyza havia entrado na brincadeira da Fabrícia e Adilson, até que, involuntariamente, duvidando, claro, Gabi e eu estendemos os braços ao mesmo tempo e nos triscamos nas mãos. Nossa!!! Nem gosto de lembrar. Soltamos na mesma hora. Sério, levamos um choque, parecido aqueles de tomada. Por que isso? - me perguntei.

Na quarta-feira, no curso, entramos em um novo módulo, Eletricidade Básica e isso vai ser uma pergunta para se fazer amanhã (hoje) ao professor Joelmir. Espero que ele saiba me responder, já que não consegui entender pesquisando no google.

...

São 22h17 e como disse acima, levamos esse assunto para a sala de aula hoje. O Maycon respondeu às perguntas após o Adilson ter comentado o nosso fato seguidos de risadas e cara de impressão. Entendi mais ou menos o que houve com a gente, a questão de estarmos energizados e com ajuda do atrito. O professor nem deixou tão claro, mas deu pra entender mais ou menos e tirar o pontão de interrogação que estava em minha cabeça.

quinta-feira, 1 de março de 2012

SEU MADRUGA + TARDE NA AABB ϟ

Primeiramente, quero dizer que o meu sonho sempre foi se fantasiar de Doug (sim, o Funnie), mas no estilo Capitão Cordorna, que eu adoro, mas AINDA não deu.

Como comentei por aqui nos posts passado, estava ensaiando com um dos meus grupos um encenação. Não lembro se comentei se seria sobre a Turma do Chaves, mas foi.

Confesso que eu não estava nem um pouco animado, mas "fazer o quê?", pensava. Ensaiamos demais, acho que foi quase uma semana de ensaio, divertidos, por sinal. Eu até aproveitei essas oportunidades para tirar fotos e filmar. Para mim, o que vale não é dia da apresentação, mas, sim, os ensaios, pois os dias são divertidos e embora haja um pouco de impaciência da minha parte, tudo se torna gratificante quando nos demos como dever cumprido.

Foto do último ensaio. Em 27/02/2012

Hoje (ontem), então, fizemos essa apresentação para algumas pessoas que são especiais, do CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) da cidade. Havíamos divido os personagens, claro, e, mesmo não querendo, tive que entrar no meio também. Eu achava que só iria dirigir a peça, mas percebi que quem quer que as coisas sejam feitas bem feito, tem que fazer também. E lá foi eu ser o Seu Madruga - não sei porquê, mas toda vez que ouço "Seu Madruga", lembro do Vitor Hugo me chamando de "Madruguinha" no ensino médio.

Um pouco antes, o Durval ajudou a fazer o bigode pra depois eu tirar meus disfarce de Anderson Funnie:



Após alguns minutinhos: TÂNÂN!!!

"Quê que foi? Quê que foi? Quê que há!?"

Foi muito divertido. A caracterização de todos - o que eu não esperava - estava PERFEITA! Pensei que fosse ter vergonha de ser Seu Madruga, mas acho que já havia pedido ela há muito tempo. Sei lá, ver a cara de todos impressionados ao me ver foi super engraçado. Não direi que repetiria essa façanha, mas estou super orgulhoso por ter feito.

Turma do Chaves: Vanessa (D. Florinda), Charles (Nhonho), Amparo (Chiquinha), Maciele (Pati), Ivonete (Pópis), Jéssica (D. Clotilde), Raimundo (Chaves), Jamison (Prof. Girafales), Daniel (Quico) e eu (Seu Madruga). 

Apresentamos tudo e o que chegou em meus ouvidos sobre a apresentação foi que estava ótima. A nossa instrutora agradeceu à todos pelo trabalhou e lamentou - e eu mais ainda - sobre a mini maratona que eu tinha preparado. Tudo bem, o público mais alvo era crianças, mas ela bem que deveria ser feita para as pessoas especiais também. A instrutora, posso dizer que foi ela, quebrou minhas pernas, mas deixei pra lá, curti demais mesmo assim.

No momento da apresentação.

Enquanto os demais grupos estavam fazendo sua parte, Adilson chega pra mim e comenta sobre a liberação do clube somente para nós, aprendizes, nessa tarde. Lógico, fiquei super animado e perguntei quanto seria. Ele disse o valor e pronto, perguntamos quem iria e juntamos a grana.

Às 14h, combinei de encontrar o Luan na praça, para de lá irmos ao Clube AABB. Antes, passei num supermercado, comprei um biscoito recheado básico e coloquei dentro da minha mochila, que contia uma bermuda e uma cueca, caso eu entrasse na piscina, já tinha um reserva.

Ao chegar no clube, vi alguns "aprendizes" da turma da manhã, e eu fiquei meio envergonhado. Tentei ser normal, falar com uns, mas eles também estavam distantes. Sei, aos poucos vamos entrosando os nossos turnos, então deixei pra lá.

A piscina estava sendo limpada por alguns funcionários, e quando terminou, alguns já foram tirando a camisa e se jogando dentro da água. Eu, envergonhado pela minha magreza, esperei que uma pessoa mais magra do que eu fosse entrar, ou alguém que fosse mago mergulhasse comigo. Demorei mais ou menos uma meia hora pra lá e pra cá, rodeando a piscina, vendo o quanto ela me chamava e o quando eu queria ela. Até que não aguentei, fui ao chuveiro e depois mergulhei nela. Eu, não acostumado, mergulhei verticalmente e meus pés bateram de uma vez só no chão da piscina. Eu nunca tinha sentido essa sensação ruim, era como se todos os ossos do meu corpo estivesse se batendo, rangendo como dente, nem sei explicar direito. Fiquei ruim por alguns segundos, mas passou, graças.

Enfim, caí na piscina com tudo, foi massa!!!

Larissa Emily, Gabriela, Adilson, Maycon, Amparo, Vanessa, Kaira, Durval, Luan, Charles, Raimundo e Reynaldo ao fundo em pé. Essa "tripa" do lado direito sou eu, tentando sair na foto pulando na piscina - rs. 

Eu e meu amigo - e leitor do meu blog - Luan de Abreu.

Maycon, Gabriela e eu. Atrás, um "aprendiz" que não sei o nome, da turma da manhã. Ele queria estragar nossa foto jogando água em cima da gente, mas a foto acabou saindo antes.

Não posso deixar de comentar mais um medo que eu perdi: o de descer de tobogã. Assim que colocaram esse tobogã no clube já coloquei logo na minha cabeça que jamais teria coragem. Lembro que no começo todos comentavam o quanto era massa escorregar lá de cima, mas o meu medo persistia. Fiquei observando meus amigos descendo lá de cima. Como não tem água própria caindo lá de cima para se escorregar com mais facilidade, subiam com um balde cheio de água e lá do topo jogam no mesmo instante em que desciam. Aquilo parecia divertido, mas não queria me atrever.

Quando todos estavam alheios, resolvi subir até a primeira curva, joguei água de lá e desci com tudo. Aquilo me pareceu divertido e cada vez mais eu ia subindo e subindo. Pronto, cheguei até o topo, com medo mais cheguei. Às vezes o tobogã balançava na medida em que as pessoas iam subindo, isso me deixava ficar parado um pouquinho.

A primeira experiência sozinho, do topo, foi massa. Daqui a pouco convidei alguns amigos para descermos juntos. Já estava viciado naquilo. Levei alguns baldes com água enquanto reversávamos entre nós. Eu estava parecendo uma criancinha descendo daquilo, eu não queria mais parar.



No mais, o meu dia foi ótimo. Agradeço por aqui a todos da peça teatral da Turma do Chaves que, além fazer com que eu me transformasse em Seu Madruga, a peça ainda aconteceu. Lamento pela chatice que houve por lá também, mas não é de minha conta. Ah, mesmo assim, pode ser que eu faça um post comentando sobre isso. Namorada do Jamison não parava de ligar, e foi atrás dele lá. Que merda é essa? Nada a ver! Ela tem uma merda de um ciúme fresco demais.
Valeu!