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segunda-feira, 27 de junho de 2022

UM FINDI NORMAL

Todas as vezes que é uma segunda-feira após eu ter passado um final de semana em Teresina, chego com a sensação de que acordei de um sonho. Eu não sei explicar muito bem, mas parece que tudo que vivi em poucos dias fez parte de um outro mundo, sabe. Eu não sei explicar de verdade essa sensação que só sinto aqui.

Na madrugada, não consegui dormir direito. O frio do ar condicionado me incomodava juntamente com o fato de ter que compartilhar a cama com alguém. Eu em um sono normal já me mexo, imagine quando estou ansioso... Havia colocado o despertador, como em todo domingo pra voltar, às 4h30. No intervalo de 22h até esse horário, fiquei acordando pra verificar o celular... O meu medo era do despertador tocar e acordar não só a gente, como a toda vizinhança. 🤯

Com a calma de sempre, consigo cronometrar o tempo certinho: acordar, tomar banho, colocar uma roupa, comer algo (quando tem fácil), mexer no celular um pouco e depois pedir Uber. O Uber é bem difícil nas madrugadas, mas até que nas ultimas três vezes, consegui com certa rapidez.

Cheguei em Timon e peguei o ônibus um pouquinho próximo de 6h, que é justamente o horário que ele parte para Coelho Neto. Nessas ultimas vezes também ele tem atrasado a sair, bem estranho, mas penso que tudo no tempo de Deus e é sempre Ele agindo.

Como em viagem não consigo dormir, meu pensamento vai a mil. Eu tenho muita gratidão e penso com carinho nas pessoas que me fazem bem. Geralmente tenho um flashback de como conheci as pessoas, como elas representam pra mim e nisso meus olhos vão enchendo de lágrimas. Me seguro e busco “curtir” a viagem. Ao mesmo tempo, penso nas pessoas que me sentia na obrigação de ficar perto pra não me sentir sozinho, mas é aí que a estupidez fala mais alto. Sou tão rancoroso e isso acaba passando por cima do bem, mesmo sendo quase raro, que as pessoas fizeram por mim. Amizade é uma troca, e não só de favores.

Ao chegar em casa, um pouco mais de 8h20, só tirei o calção e pus uma calça para trabalhar. Cheguei cansado, mas dei conta do que tinha que fazer. Ao chegar em casa, um pouquinho antes de meio-dia, coloquei o despertador para 14h30 e apaguei. O sono foi pesado mesmo, mas ainda assim acordei antes do despertador.

Ah, já ia esquecendo... Lá em Teresina vi os tios do Pedro que vieram de Portugal, Edivan e Fabricia. Percebi que Edivan continuava do mesmo jeito e Fabrícia estava mais ativa, conversadeira e carinhosa – não que ela não fosse, mas foi a primeira vez que a vi assim. O nosso encontro foi bem rápido. Nos encontramos às 22h do sábado e fomos embora um pouquinho mais de 23h. O shopping estava fechando, as barracas de comida também e o parque de diversões que eu queria tanto... Ainda assim, por sorte, comi um brownie e bebi água. Eu estava morrendo de fome!!! 

Foi basicamente isso. Tive uma folguinha aqui e resolvi registrar um pouco o meu final de semana. Nada de mais, mas tudo bem especial e fora da casinha, fora da casinhaaaaaa... 🎵

domingo, 27 de março de 2022

MAIS UM TÉDIO

O final de semana passou bem mais rápido do que imaginei, e tenho certeza que foi porque eu trabalhei ontem pela manhã. Isso acaba nem sendo uma reclamação, afinal, eu, atualmente, não gosto dos finais de semana. Sempre fico no tédio, com pensamentos ruins e com aquela vontade louca de chorar, criando uma pressão de que o tempo passa e não estou fazendo nada, assim perdendo ele. 💔

Os fds que tenho ido a Teresina têm sido maravilhosos e tento aproveitar o máximo, porém vejo que está sendo criado lá uma rotina. Sempre fico em casa, depois saio pra ir ao cinema ver algum filme, depois volto pra casa, como, durmo, vivendo uma preguiça sem fim... É como se em alguns momentos mesmo estando lá, estou por aqui.

Ando me sentindo tão sozinho esses dias. As redes sociais estão me fazendo mal novamente, me mostrando, sim, que o meu tempo está sendo perdido. Queria ter amigos verdadeiros, que pudessem me aceitar do jeito que eu sou, ou que pelo menos entendessem e me guiassem de uma forma discreta e sutil para alguns caminhos legais e divertidos. Tudo anda bem mais distante e eu sei que sou culpado por isso.

Essa semana tive uma crise meio chata... Chorei um pouquinho, mas nada como das vezes passadas. Procurei a distração em coisas simples e o trabalho tem me ajudado muito nisso, na diversão.

Todos os dias olho se as disciplinas da pós graduação foram liberadas, pra pelo menos ter essa meta de conclusão... Só pra ver o meu desespero pra fugir do tédio e da preguiça.

E essa semana mais uma vez fiz um trabalho acadêmico e cobrei por ele. Ok, não recebi a grana ainda, mas pelo menos me senti útil e inteligente. Já é a quarta vez que recebo por fazer trabalhos assim. Vejo que as pessoas não se colocam mesmo pra fazer as coisas, fico triste, mas ganhando por isso, tudo bem, pode vir. 😉 Ah, também fiz uma avaliação de segunda chamada de um colega meu da faculdade 🤫 e, embora fosse uma disciplina que considero ruim, ele foi aprovado e me agradeceu, já está pronto pra se formar. Estou correndo atrás de outro colega que ainda não fez o estágio e ainda tem seis avaliações de segunda chamada pra fazer. Ele já disse que vai acertar comigo, eu confio, então... 🤑 Que venha!!!

Também me distrai vendendo umas pulseirinhas que a irmã do DG está fazendo. Comprei três, cada uma com uma palavra (American, Horror e Story), para ajudar. Ofereci para as pessoas do meu trabalho e todas compraram. Pronto! Não estou ganhando nada em troca, mas só de ver que alguém está fazendo um trabalho envolvendo arte já me deixa super feliz. Em alguns momentos, até acompanhei a confecção. Se tivesse esse pensamento primeiro, pode ter certeza que também ganharia uma boa grana por isso. Inclusive, preciso de uma renda extra pra poder me ajudar a pagar a fatura altíssima do cartão de crédito. Oremos!

Fiquei de baixar um filme hoje, mas preferi dormir. Na minha cabeça, eu não iria dar conta de assistir um filme, pois sei que dormiria no meio dele. Sendo assim, preferi dormir logo de vez, o que pode me causar um arrependimento depois de 00h, pois com certeza vou ficar sem um pingo de sono.

As férias chegarão em menos de um mês e não estou um pingo ansioso. Já tenho um destino, já tenho a grana, mas não tô naquela vontade grande, sabe!? Estou procurando pensar no avião, nas roupas que usarei e as pessoas que conhecerei pra poder me dar esse gás de empolgação, mas ando triste, triste... Preciso anotar no bloquinho as coisas.

Acho que é isso. Volto depois! 🙂

segunda-feira, 27 de maio de 2019

CARTA PRA VOCÊ #11

Talvez essa seja a carta do fim!

Já que agora isso não é mais segredo, nem sei bem o que registrar por aqui por vergonha. Na verdade, eu sei, mas não queria expor tanto essa situação.

O fato é que depois de mais de um ano me sinto bem melhor depois desse final de semana. Sim, eu estava nervoso, mas não queria estragar aquele momento somente falando, brigando ou tomando satisfação. Em todo esse período em que eu buscava a verdade, prometi tantas coisas a mim. Inclusive, prometi que, quando essa oportunidade chegasse, ficaria calado e que ouviria até a última palavra dita. E, como você sabe, foi assim que fiz.

Foi bom saber de tudo, percebendo que os princípios passados continuam vivendo em você. Que a sua personalidade não foi afetada, a inteligencia continua forte e as coisas que "me incomodam"  (!) também. Esse é você!

Uma das coisas mais difíceis que prometi a mim mesmo foi de não chorar. Viver aquilo não fez somente eu chorar, mas deixar o meu coração do menor tamanho possível. Eu não queria ter chorado e até me surpreendi por ter aguentado o máximo. Minha vida não está bem e me surpreender dessa forma foi a demonstração de que, sim, eu tenho força sobre mim.

Ouvi tudo que eu tinha que ouvir e, nesse decorrer, algumas palavras foram enfiadas no coração, porém não queria demonstrar que aquilo me machucava. E ainda tenho algumas cicatrizes das horas desse dia, infelizmente.

Além disso, prometi que falaria toda a verdade, pensando que poderia ser confundido com drama, mas eu queria falar. Eu não preciso mentir sobre os meus sentimentos, quando isso nunca foi segredo e não é nada de mais, que faz parte da minha vida. Eu estava muito tenso e intenso e por alguns momentos não conseguia nem sorrir quando algo dentro de mim falava que aquilo iria me fazer bem.

Não sei quantas horas passaram ali, mas acho que foi o fim. Não sei exatamente o que a vida me reserva, mas acho que foi o fim - torcendo para que não seja... Ou seja.

Não consegui entender o meu sentimento depois de tudo isso. Se eu fosse colocar em uma balança de sentimento entre felicidade e tristeza, as duas estariam em equilíbrio. Por um instante eu pensava nas coisas boas, em outras em quanto me machuquei e me deixei machucar.

Como foi dito, a vida não para, ela segue. E acho que estamos seguindo, com todas as nossas diferenças, distância e aprendizados. Sabe pra quem eu entrego todo esse futuro? Deus! Só Ele que pode me guiar ou nos guiar.

Erivan Geraldo

sexta-feira, 26 de maio de 2017

FINAL DE SEMANA FT. DAVID ABREU

Faz tempo que não trato aqui como diário...

Talvez eu tenha amadurecido um pouco, ou até mesmo ficado com mais preguiça de ser frequente, ainda mais por não achar a minha vida tão interessante a ponto de deixar grande parte dela registrada.

Dramas à parte, queria mencionar que meu final de semana foi ótimo. Sabe quando tudo dá certo? Pois foi desse jeito. Eu fiquei naquela expectativa de algo dar errado, afinal, sempre acontece, mas dessa vez não, deu tudo certinho, como seguindo um roteiro.

Na quinta (18), informei a minha chefe que precisaria viajar no dia seguinte, repito: no dia seguinte, sendo que sempre informo uma semana antes ou alguns dias. Sempre fico naquela tensão de como perguntar, e quando brota a coragem eu falo logo. Algumas vezes ela até fica meio receosa, entendo, mas dessa vez ela foi muito boa, sem me questionar, apenas confirmando com um “joinha”.

Na sexta (19), empolgado, sai no final da tarde rumo a Teresina, tendo que parar na rodoviária de Timon. Eu já imaginava como faria para ir a casa do Dalton, sendo que já havia combinado com ele de me pegar na casa de sua madrinha, próximo ao shopping, em Teresina. De Timon para a casa da madrinha dele eu teria que pegar um moto-táxi e isso me custaria um dinheirão, fora o desconforto e medo de chegar ao local passando por ruas desconhecidas e estranhas.

No ônibus, indo para Timon, Milene sentou ao meu lado e seguimos toda a viagem conversando. Nem vimos o tempo passar. Uma outra amiga estava nas poltronas da frente, a Katllís, onde havíamos nos cumprimentado de longe.

Ao chegar em Timon, irmã da Katllís, a Gfayne, (sim, nomes bem diferentes do normal!) estava a esperando, junto com a filha e marido dela. Ainda dentro do ônibus, fui reconhecido e Gfayne acenou. Até comentei com a Milene de não ir lá falar com ela, porque poderia parecer interesse por uma carona. Quem me conhece sabe que eu não gosto de parecer ser interesseiro, o que muitas vezes é confundido como orgulhoso.

Mesmo assim, irmã da Katllís me chamou e fui até lá. Em pouca conversa escutei um “vocês vão pra onde?”. Sem jeito, deixei pra que a Milene respondesse. Sem demora, “pois vamos, eu dou carona pra vocês!”. Que felicidade em não poder gastar o pouco dinheiro que eu tinha com moto-táxi.

Rápido, descemos na Frei Serafim, mais precisamente em frente ao Hiper Bom Preço, e agradecemos a carona.

Milene teria que esperar um ônibus dela para casa e eu o Dalton. Minutos depois, Dalton me liga pedindo pra eu olhar pra trás. Lá estava ele, na parte superior do supermercado. Milene foi comigo cumprimentar ele e, como estávamos indo pegar Pedro na Rodoviária, Dalton deu carona novamente pra ela. Não tinha como deixar ela em casa, mas deixamos em uma parada de ônibus mais próxima.

No caminho, liguei pro David, um amigo virtual de São Luís que chegaria em Teresina no mesmo dia para no domingo fazer uma prova seletiva de um concurso. Quando liguei, por whatsapp, pois temos o mesmo DDD do Maranhão, ele me disse que tinha acabado de chegar na rodoviária e que estava esperando alguém lhe buscar.


Formou!

“David, me espera! Não sai daí que tô indo buscar meu amigo aí na rodoviária também! Se chegarem, pede pra esperar, por favor, eu quero te ver!”, eu disse bem empolgado.

Chegando na rodoviária e ainda falando com David por telefone, o vi de longe. Como eu ainda estava em movimento, enquanto Dalton buscava um lugar para estacionar, avisei pra ele que já estava vendo, que ele estava se achando e ele ficou me procurando pelos lados.

Ansioso como estava, nem esperei Dalton sequer desligar o carro e fui saindo logo. Pedro já estava bem próximo, vindo em nossa direção, já tinha nos visto de longe, mas nem cumprimentei de imediato, eu acho. Só pedi pra ele esperar e fui às pressas ver o David.

Foi aí que vi o David, abracei ele e papeamos um pouco por ali. Ele me explicou a dificuldade que estava em sair dali, pois teria que pegar um Uber, moto-táxi... Nos aproximamos de Pedro e Dalton e o apresentei. Pedro já estava entrosado e perguntou onde ele iria ficar, que horas ficaram de buscar e outros questionamentos. No fim, “a gente te deixa lá, é no mesmo caminho, só que antes vamos passar em uma pizzaria, eu tô morrendo de fome!”, disse Pedro. Completei dizendo que também estava morrendo de fome e que o desejo por pizza aumentou ali.

Seguimos a uma pizzaria, enquanto David alternava a atenção para a cidade e celular.

Na pizzaria, conversei muito com David enquanto ele tentava resolver com quem iria buscar ele. Sempre falamos para que ele não se preocupasse, que estávamos ali caso não desse nada certo. O nosso papo foi bem agradável, como se fôssemos amigos de longas datas. Até brinquei com ele dizendo que somos, sim, mas que a nossa amizade só precisaria ser confirmada pessoalmente. Ainda no assunto, perguntei se ele me achou diferente das fotos, das chamadas e ele disse que não. Quer dizer, ele disse que não meio dizendo que sim, sabe!? - rs.


Em meio a uma situação chata por parte das pessoas que iriam buscar ele, quase 22h fomos deixar ele. Nos perdemos muito com a localização nos enviada, mas no fundo deu tudo certo.

Me despedi dele dizendo que no dia seguinte ele sairia comigo e que tentaríamos passear pela cidade, pelo menos nos pontos principais.

No sábado (20), acordei foi cedo, antes das 9h, com barulho de construção no andar de cima do prédio. Eram batidas e furadeira que não paravam mais. Não consegui mais dormir. Naquele calor, fiquei na sala, liguei a TV e fiquei mexendo no celular, enquanto Dalton dormia. Acabei até vendo uma live do David no Instagram. Mais tarde ele me disse que passou a manhã toda rodando o centro da cidade.

Naquele mesmo dia, Dalton trabalharia às 13h e eu havia combinado com David ao meio-dia. Tudo certo! David já estava pronto e fomos buscar ele em uma parada de ônibus próximo de onde ele estava. De lá, fomos pegar um amigo do Dalton que também trabalharia e seguimos para o shopping.


No shopping, nos separamos e fiquei andando com David. Entramos em algumas lojas sem comprar nada (quem nunca? - rs) e demos uma pausa pra almoçar.

Não lembro quanto tempo ficamos ali almoçando, mas foi muito tempo mesmo. Foi muita conversa, muito riso besta... Estávamos esperando também o Pedro chegar para começarmos o mini tour pela cidade. Quase 15h ele chegou. Rimos mais ainda e esperamos o Dalton concluir o trabalho, já que sairia nesse mesmo horário.

Dalton almoçou e quase 16h começamos saímos de lá.

O primeiro lugar que quis levar o David foi o mirante da Ponte Estaiada. Tem dias que o elevador não funciona, mas, ainda bem, não foi nesse dia. Compramos o ingresso, recebemos o crachá e esperamos a nossa vez.


Pedi pro David preparar a câmera, pois a vista panorâmica do elevador mereceria ser registrada. Posicionei ele em um lugar estratégico no elevador, de frente para o vidro e ele começou a filmar a subida, mostrando surpresa.

No mirante, Pedro apresentou a cidade para o David mostrando os pontos principais: shopping, rio, ginásio... David continuou registrou tudo fazendo jus a sua presença turística ali.

Dez minutos depois, descemos e mostramos a parte inferior da ponte. Era muito básico ali e não tinha muito que ficar.

Seguimos para o Parque Potycabana. Eu queria água, queria sorvete, mas não encontramos por ali. Eles comeram dindin, mas eu nem estava afim. Para mim, água ou sorvete.

Acredito que David ficou encantando com o lugar, ainda mais pro prática de skate, patins e afins. Falei que numa próxima vez ele poderia traz o "long" dele pra aproveitar o lugar melhor.


Ficamos por mais ou menos meia hora lá. Tiramos algumas fotos e, quase no final da tarde, de lá, Pedro foi embora e fomos pro outro parque, Parque da Cidadania.

Eu continuava com sede e desejando um sorvete. Dentro do parque não tinha e eu não queria gastar mais energia pra poder encontrar um lugar. Do lado de fora, em um lugar que vende açaí, comprei um sorvete de chocolate – as únicas opções disponíveis eram chocolate e morango – que nem estava bom. Eu tomei mesmo porque já tinha comprado, mas não matou o meu desejo. David, aproveitando, pediu açaí. “Tu não gosta de açaí, Anderson!?”, foi o que eu ouvi dele.

Já à noite, um pouquinho mais de 19h, fomos pro apartamento do Dalton. Descansamos um pouco lá pra mais tarde deixar o David em casa.

Às 21h, eu acho, ele foi embora. Nos despedimos e prometemos um outro encontro, só que dessa vez eu indo para São Luis. Mesmo antes de conhecer ele pessoalmente já estava com esse plano mesmo.

No domingo voltei pra Coelho Neto com uma dor no coração. É tão ruim voltar a realidade. 😔

sábado, 28 de maio de 2016

CN → THE → REC → MCZ → PND #4

(...)

Foram um pouco mais de três horas de viagem. A cada quilômetro que passava eu ficava mais tenso, nervoso, imaginando que dali a algumas horas estaria transformando o virtual no real. Todas os cenários das fotos estariam não mais na tela do meu celular, mas na minha frente. Não estaria mais escutando áudios e sotaques apenas pelo celular, mas pessoalmente, vendo expressões e sorrisos do jeito que eu ainda não tinha visto.

Ainda na estrada, paramos em um Mirante. As placas indicavam que a poucos metros teria um ali e na medida que chegávamos próximos, decidíamos se pararíamos ou não, visto que eu tinha medo de perder tempo e não aproveitar as horas em Penedo, imaginando que à noite os amigos de lá estariam na faculdade. Naquele momento, tempo era ouro.

Estacionamos o carro no acostamento em frente e vimos que era um restaurante. Atrás dele, o mirante era bem simples e colorido, parecia mais um brinquedo de parque de diversões. Nada de elevador e sim escadas em formato espiral. Pagamos apenas R$ 2,00 para subir e ficar uns cinco minutinhos tirando algumas fotos.


Poderíamos até ter ficado mais tempo lá, mas São Pedro foi meu best friend e mandou chuva, para que fôssemos correndo pro carro seguir mais estrada e ganhar tempo - rs.

Nas cidades próximas, assim que funcionava a cobertura de internet, chegava um monte de mensagem pra mim. O grupo que criei estava perguntando: "Cadê o Funnie?", "Já chegou?", além de mensagens no privado no mesmo caráter.

Acabei não respondendo, pois ainda estava enfadado da viagem. Não tinha almoçado ainda, não tinha tomado banho e precisava ficar de bem comigo mesmo pra confirmar a minha chegada.

Ao chegar em Penedo, ficamos maravilhados com as casinhas coloridas e com a arquitetura preservada da cidade. Como o Pedro mesmo disse, ainda na direção, "parece que voltamos pro século passado", onde digitei a mesma frase no grupo privado somente com os amigos desta cidade.

Algumas vezes ficamos perdidos e entramos na contramão, por termos dispensado o GPS. E seguimos procurando a Pousada que já tínhamos reservado há algumas semanas.

No caminho, não hesitei em tirar essa foto, ainda de dentro do carro, dessa rua estreitinha cheia de casas coloridas:


Ao chegarmos na Pousada Central, nem precisamos nos apresentar. A senhora dona de lá já estava nos aguardando. Muito educada e receptiva, nos explicou calmamente como funcionava lá e pediu para que eu assinasse em um caderno acrescentando a data - acho que isso foi o check-in - rs. Em seguida, me entregou a chave do quarto de número 8.

Os quartos ficavam no primeiro andar e embaixo funcionava um restaurante simples, com poucas mesas e cadeiras, com recipientes de self-service, o que deu mais certo ainda pra gente, que não precisava andar pela cidade em busca de almoço.

Deixamos as malas e bolsas no quarto e, como meus amigos estavam morrendo de fome, disse para que almoçassem enquanto eu tomava banho e me trocava. Com isso, eles desceram para almoçar e fui tomar banho.

O quarto que ficamos era super apertado. Nele tinha: ar condicionado; uma TV com receptor; um guarda-roupa pequeno com espelho na porta por dentro e com três edredons; uma beliche e uma cama de solteiro normal; um banheiro minúsculo e um chuveiro que era SUPER lerdo. Eu me conformo com tudo, mas aquele chuveiro me fez demorar demais no banho. A água descia bem fina, pouca... Que agonia! Não gosto nem de lembrar.

Muito aperreado, enquanto meu celular carregava para tirar fotos mais tarde, me vesti rápido e desci para almoçar mais rápido ainda. Enquanto isso, meu celular não parava de receber mensagens do povo que parecia mais ansiosos do que eu. Eu não gosto de comer mexendo no celular, mas fiz isso. A comida acabou esfriando e o suco rendeu demais. Não comi muito, mas me senti satisfeito.

Sem demora, seguimos para o "centro histórico".

Lembro que enquanto passava por lá, um bêbado dentro de um bar olhou pra mim e falou: "E aí, parceiro!? Como é que tá?". Por impulso, ainda o respondi: "Tudo beleza!", fazendo joinha pra ele.

CONTINUA AQUI...

quinta-feira, 26 de maio de 2016

CN → THE → REC → MCZ → PND #3

(...)

Chegamos no aeroporto de Recife no horário previsto para conexão e a viagem foi bem tranquila. Inclusive, foi a primeira vez que o Pedro viajou de avião, motivo que o deixou todo maravilhado.

Em Recife, esperamos um pouco mais de uma hora o avião seguinte. Andamos um pouco pelo aeroporto que achei bem apertado e estreito, porém enorme. Depois sentamos, tiramos umas fotos e aguardamos informar que o nosso avião já tinha pronto.

Na minha viagem para Goiânia não tive que pegar aqueles ônibus que nos transportam para o avião, mas dessa vez teve. Foi bem normal, mas ao mesmo tempo aquilo foi novidade pra mim.

O nosso avião para Maceió tinha hélices nas asas, o que me deixou um pouco preocupado - rs. Em um momento, quase próximo a aterrizagem em Maceió, ouvimos um barulho. Nessa hora Pedro e eu nos olhamos, mas depois constatamos que era somente o trem de pouso sacando - rs. Foi um pouco tenso, mas passou em segundos essa tensão.

A gente sempre alternava os assentos, então, nessa parte da viagem, a vez de estar na janela seria minha. E foi aí que fiz o vídeo abaixo da maravilhosa praia de Recife:



Chegamos no aeroporto de Maceió e fomos direto pegar no "nosso" carro. Desde o comandante, já percebemos o quanto as pessoas de lá são legais e de bem. Digo isso porque o comandante tem uma pitada de humor no padrão que ele tem que seguir durante o voo. As atendentes do guichê da Localiza nos atenderam super bem e bem atenciosas e educadas. Todas as instruções e detalhes foram passados ao Pedro. Repito, melhor atendimento do mundo. Incluo também o "motorista" (não sei se posso chamá-lo assim) que nos levou de van para o local onde o "nosso" carro estava.

Momento em que chegamos em Maceió

Admirando o Aeroporto de Maceió

Ao escolhermos o carro - sim, a gente escolhe entre as opções, o carro que a gente quer! -, demos aquela olhada em volta para ver se estava tudo certinho. Perguntamos também mais detalhes sobre. Dentro do carro, percebemos que a entrada USB do som estava quebrada, mas tudo foi resolvido quando avisamos ao funcionário que fez a troca imediata do som.

Sem demora, ativamos o GPS e... #PartiuPenedo! \o/

CN → THE → REC → MCZ → PND #2

(...)

Na quinta-feira, 19, fui cedo para Teresina. O voo estava marcado para o dia seguinte às 07h10 e para não deixar tudo pra cima da hora, na correria, resolvi chegar bem cedo.

Ainda pela manhã, arrumei toda a minha bolsa e sai riscando na lista de coisas para levar o que eu já estava guardando. Eu não queria esquecer de nada, com isso, por vezes, parava sozinho e forçava a mente a lembrar de algo que eu poderia estar esquecendo.


À tarde fui à um salão dar um trato no cabelo. Cheguei lá um pouco mais de 14h e saí bem no finalzinho da tarde. Ainda bem que fiquei satisfeito.

Selfie aleatório no Salão que mandei para os amigos

Quando cheguei em casa, Dalton estava trabalhando em meu notebook enquanto eu ficava à toa no celular aguardando Pedro chegar do Ceará.

Não demorou muito quando Pedro chegou. Fomos ao shopping comprar algumas besterinhas que faltavam e, ao retornar, ambos começaram a arrumar as malas. Eu estava tranquilo favorável, mas insistia que estaria esquecendo algo.


Não lembro mais o menos a hora que fomos dormir, mas foi mais cedo que de costume. Já tinha deixado a minha roupa separada, a bolsa, chaves, carteiras também, justamente para ganhar tempo.

No dia seguinte, acordamos mais cedo ainda. Como sou uma pessoa ansiosa, fui o primeiro a acordar. Fiquei alguns minutos ali, me espertando e fui tomar banho. Logo após, meus amigos acordaram e foram também. Não foi uma correria, mas eu já estava pronto havia um tempinho, enquanto eles ainda tomavam café. Eles tomaram café reforçado e eu apenas um suco de maracujá, imaginando que comeria as besteiras que dão no avião.

Nisso, a hora passou e quando chegamos no aeroporto para despachar a mala, o atendente super ignorante meio que gritou: "Rápido, senhores! Vocês já estão atrasados!". Realmente estávamos, mas precisava daquilo? Mesmo com aquela cara, o tratamos bem e agradecemos o seu trabalho.

Entramos no portão de embarque se olhando, comentando sobre o atendente ignorante. Passamos pelo detector e entramos no final da fila do nosso voo. As pessoas já estavam seguindo para o avião, mas não tinha desespero como eu imaginava. Imaginava que as pessoas poderiam estar com raiva por conta do nosso atraso, mas o tempo foi bem calculado.

Indo ao avião, tiramos uma selfie:


CN → THE → REC → MCZ → PND #1

Provavelmente estarei postando isso bem atrasado, mas queria aproveitar este momento enquanto ainda lembro de tudo em detalhes.

Onde eu estava? Penedo e Maceió – AL. o/

Não existe coisa melhor do que viajar. Melhor que isso, só conhecendo pessoas legais. Juntando a viagem e pessoas legais não tem melhor combinação.

No começo do ano penso logo onde passarei minhas férias. Eu vou meio que por eliminação e condição financeira, claro. Dessa vez, foi bem diferente. Não seria férias, não seria algo esperado e planejado de muito tempo, mas queria aproveitar o momento atual e oportuno que estava passando.

Em pesquisas em sites que oferecem passagens aéreas, dei uma olhadinha em Maceió. E foi aí que dei sorte! A passagem estava super barata e, não querendo perder, alertei dois amigos. Os chamei pra conversar no Skype e lá eles começaram a me "desanimar". Na verdade eles já estavam planejando em ir à Belém, tinham algo para fazer lá, mas... "O que tem em Belém? Em Belém não tem na-da!", questionei e afirmei à eles, não tendo ideia do que Belém pode oferecer. Eu queria mesmo era ir pra Alagoas e pronto!

Fui dormir desanimado, mas ainda com aquele resquício de esperança dentro de mim. Inclusive, pensei: "Se eles (meus amigos) não forem, vou só! Eu já fui pra Goiânia sozinho, então...".

No dia seguinte, do nada, Dalton me manda uma mensagem dizendo pra eu entrar no Skype porque precisaria falar comigo. Saquei!

Em uma conversa em grupo, decidimos que iriamos, sim; que pra já compramos a passagem, naquele medo de aumentar, visto que o valor normal é bem mais caro. Digamos que não pegamos uma promoção, mas tivemos uma sorte de estar menos da metade do preço normal.

Lógico, fiquei super feliz e já fui logo anotando tudo que precisaria levar e comprar.

Já que estaria bem próximo da cidade dos meus amigos virtuais de um grupo de Windows Phone que participo, avisei logo que queria ir pra lá também. Que caso eles não quisessem, eu iria sozinho, pois estaria muito próximo e não poderia perder essa oportunidade. No começo foi difícil convencê-los, mas deu tudo certo.

Não lembro a data certa que compramos a passagem, mas foi quase dois meses antes. Tínhamos todo o tempo para comprar o que faltasse, para reservar pousada e apartamento e, claro, aluguel do carro, para que não dependêssemos de ônibus/táxi, pois o gasto com certeza seria bem maior. Além do mais, teríamos que ter o dinheiro para os gastos pessoais, passeios e o que precisássemos por lá.

Foto discreta pra mostrar no grupo o "making of" da viagem.

Mais ou menos duas semanas que antecederam a viagem, tudo estava reservado e pago: o carro, o apartamento em Maceió com a cobertura pro mar e a pousada simples em Penedo. As pessoas podem pensar que tudo saiu caro, mas garanto que não. Fizemos muitas pesquisas, nos organizamos e dividimos.

CONTINUA AQUI...