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domingo, 22 de setembro de 2013

TCC (Tô Com Cristo)

Depois das férias que tive, já sabia e tinha avisado à todos que o tempo passaria muito mais rápido. E está passando. O último módulo que tivemos foi sobre como se fazer um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). Foram 4 dias - mais do que corridos - de aula.

Na semana seguinte ao término da aula, comecei a cuidar em fazer o meu, pelo menos o básico do básico. Não queria deixar tudo pra cima da hora. Fiz todas as primeiras folhas e hoje tô continuando a introdução, que já havia pesquisado e começado semana passada. O pior é que quanto mais escrevo, parece que demora mais para pular para a próxima folha. Tô aqui no meio dessa formatação, focado aos detalhes e, claro, off no facebook. Melhor assim, falar somente com os amigos de sala, ou para pedir ajuda a alguém. Pelo menos essa rede social me ajuda com isso. Além disso, skype está com status ocupado, se alguém falar comigo, não sou obrigado a responder, já que a pessoa tem consciência que não estou ali a disposição.

No mais, apareci aqui para justificar o meu sumiço e dizer que jamais deixarei aqui de lado. Espero que depois de novembro, a devolução do TCC corrigido seja de poucos erros.

Me desejam boa sorte! /\'

#TôComCristo

domingo, 11 de agosto de 2013

ANIVERSÁRIO 2.3

Quase uma semana depois do meu aniversário, resolvo aparecer aqui pra registra-lo. Esqueci de digitar aqui não pelo fato de ainda estar comemorando, mas por ter esquecido mesmo, pois o dia nem foi tão legal assim - acho mesmo que a velhice me deixa sem graça.

O  meu facebook estava meio parado e quando recebias as felicitações era somente com "parabéns!" e pronto. Houve frases bonitinhas e sinceras também, mas foi minoria. Mesmo assim, no comecinho do dia seguinte, ou seja, após 00h, comecei a responder todos individualmente.

Não vivi a manhã do meu dia, já que passei, como sempre, toda ela dormindo. Já que não tinha nada pra fazer e eu tinha dormido muito tarde, como frequentemente, perdi essa parte. Ao acordar, que dia era aquele? Dia normal. A mãe veio me dar os parabéns e algumas pessoas daqui do meu convívio. Nem parecia que era o meu dia.

À tarde, na aula, nada de surpresa - ainda bem que nem esperava por isso. Mas todos me abraçaram e isso me fez ficar feliz. Gostei também das palavras com um ótimo humor do Maycon que às vezes me faz rir. Foi muito engraçado! Ainda bem também que não teve o "com quem será?".

Querendo de alguma forma registrar aquele dia, tirei uma foto com todos:

ELETROS - curso de eletromecânica

E nessa mesma tarde, Gabi combinou com todos para ir à sorveteria comemorar esse meu dia, inclusive o professor Alex.

A gente foi em uma sorveteria que inaugurou há poucos dias aqui na cidade. Tudo lá era novo, mas não queria tomar sorvete caro que não me alimentasse o bastante. Esperamos todos chegarem para decidirmos se ficaríamos ali ou iríamos para outra que renderia mais e sairia mais barato. Desdobramos e saímos de lá sem que ninguém nos visse.

Ficamos conversando muito por lá...

Momento na sorveteria com Larissa Osório

Após o sorvete, uns foram embora, mas como sorvete não me deixou satisfeito, sugeri que fossemos a um lugar onde vende salgado. Imaginei que o salgado de lá seria do preço dos de Teresina, mas não. Junto de Larissa, Monalyza, professor Alex, Gabi e Luan, devorei quatro salgados com um refrigerante horrível.

Depois, nos despedimos e cada um foi pra sua casa. O dia passou e só depois lembrei que não havia derramado uma lágrima sequer como nos anos anteriores. É a idade! ¬¬' 

AHHH! Não poderia esquecer de registrar o que ganhei, né?! Meio que ganhei um camisa preta do boneco assassino Chucky; Um fone de ouvido, eu ganhei do Dalton e um mouse pad personalizado com as minhas fotos. Adorei de verdade os três.

Só!

segunda-feira, 1 de abril de 2013

ANIVERSÁRIO TROLL

São 19h42 e estou aqui um pouco com a consciência pesada, então resolvi preparar este post e deixar programado para postar às 23h30, pois creio que já estarei dormindo a uma hora dessas.

Primeiramente queria pedir desculpas por todo esse troll, mas confesso que não ficaria conformado em dizer só uma mentira simples nesse 1º de abril.

Nunca tinha tido ideia mais brilhante, mas confesso que no fundo, no fundo, não me senti bem fazendo isso. Juro, em vez de fazer os outros ficarem com vergonha após eu dizer que não era meu aniversário e sim que era mentira que fazia parte do dia 1º de abril, quem ficou com vergonha foi eu.

Pela manhã, tive essa ideia de mudar a minha data de nascimento no facebook, mas o meu intuito era de "testar" os meus amigos mais próximos. Todos os meus amigos sabem que dia e mês faço aniversário, portanto, acreditaria que ninguém me decepcionaria. De qualquer forma, fiz isso também pra saber realmente que é meu amigo de verdade.

Minutos após eu mudar a data de nascimento, quase 10h, já fui logo recebendo felicitações na TL. Resolvi deixar o bate-papo off para que ninguém pudesse me perguntar algo a respeito, mas isso não impediu de alguns perguntarem, embora já vendo lá, se era o meu aniversário. Deixei todos com esse mistério, então, segui. Ahh! Além de receber essas mensagens por inbox das pessoas perguntando sobre o meu aniversário, recebi também de outras me elogiando, dizendo que eu sou o "cão" em mentir para todos. Até então, eu ria demais de tudo e de todos.

Quando penso que não, para a minha surpresa, compartilham um link comigo marcado:


Desculpa, Raphael, mas ri demais quando vi isso - rs. Ainda mais quando tu me compartilhou ainda dizendo aquela frase: "Eu jamais poderia deixar de esquecer essa data meu querido! Parabéns!" - HAHAHAHAHA. Mesmo assim, achei digno demais de eu ser um post no blog dele pela segunda vez, no qual é conhecido demais na cidade. Gostei de verdade das palavras, mas, NÃO... E foi daí que começou todo aquele sentimento ruim brotando de mim, pois, mesmo sendo o dia da mentira, sei o quanto é chato enganar alguém. Logo eu, que odeio mentiras.

Achando que todos da minha turma sabiam que não era hoje meu aniversário, pois ainda pela manhã, antes de trocar a minha data na rede e antes de chegar na aula, havia postado o ELETROS (nosso grupo no facebook) o seguinte:

Achei que o boato fosse se espalhar logo e que em cima disso, dos comentários e da minha maldade, eles iam mentir pra mim também, já que vivi o meu aniversário passado próximo de alguns deles e consequentemente eles já deveriam saber. Lá, recebi poucos abraços, abraços esses que me fez revelar todo a mentira, pois senti que Marcelo e Charles me xingaram internamente, fora a cara de vergonha que ambos ficaram. Me botei no lugar deles e achei que dali tinha que acabar com isso.

Ao chegar na outra sala, avisei logo que não era o meu aniversário e usamos essa ideia para "trolarmos" o professor. Conseguimos! Cantamos os parabéns pro Adilson e Reinaldo e demos um ovo de páscoa que estava ali por acaso como se fosse presente de aniversário. A mentira ainda ficou mais completa porque no mural da sala que mudamos hoje tinha no calendário Adilson e Reinaldo fazendo aniversário no dia 1º de setembro, só que não tinha o mês setembro em destaque. Isso foi prato cheio pra nós!

Pausa para foto dos "aniversariantes" do dia.

Pensa que acabou por aí? Não! Quando eu desci do ônibus aqui na cidade, um amigo, até então de facebook, me cumprimenta na rua e acrescenta "Parabéns!". Ele estava do outro lado da rua, então só respondi "valeu" com um sorriso amarelo. A minha vontade era de dizer que era mentira, mas não tinha como. Se estiver lendo isso, desculpa aí, B.M.! :-(

Aproveito o final deste post para pedir desculpa a todos que me felicitaram hoje pelo meu "aniversário troll". Eu adorei ler as mensagens, algumas eu fiquei pensando que a pessoa nem poderia estar passando por essa mentira, mas... é dia da mentira. Espero que tenham se divertido de verdade com essa minha ideia maligna. Tô mal, muito mais mesmo neste exato momento, mas nem que eu quisesse, não posso mais mudar a data, pois o facebook não deixa - lá não se pode trocar a data de nascimento toda hora, pois tem algo a ver com os termos de uso.

De coração, me desculpem de verdade. Espero que entendam que isso era pra divertir e não causar desânimo. Me diverti bastante em alguns momentos, e em outros aprendi o meu limite de mentira. Mesmo no dia da mentira, não consigo mentir por muito tempo. Prometo que não repetirei isso mais nunca na minha vida.

Um abração a todos! :-)

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

RESUMO DOS ÚLTIMOS DIAS

Sei que estou muuuuuuuuuito sumido daqui, mas não por minha ausência na internet, pois estou aqui todos os dias. Na verdade, eu sinto um pouco de preguiça de organizar todos os fatos e registrar aqui, mesmo tendo toda a certeza de que quanto mais eu deixo de parecer aqui, mais as coisas vão acontecendo e se acumulando e consequentemente o post vai ficando enorme e eu caio no esquecimento. Além do mais, tenho o blog do Batalha dos Elementos pra cuidar e os meus outros, mais pessoal que esse. Fui convidado há alguns dias, atrás do meu blog mais que pessoal, para escrever em num outro blog, o qual estou até em atraso por lá - ambos não divulgarei. Me mandaram um e-mail elogiando a forma que eu escrevo e fazendo o convite e lógico que não tinha como rejeitar. Sei que não ganharei nada com isso, mas o meu prazer em postar é grande. Ahh, e eu meio que estou com desgosto daqui, ainda mais depois que mudamos o designer do blog do Batalha, achei lá tão massa que fico mais desestimulado em escrever aqui nesse designer antigão. Mas mudarei em breve com a ajuda do Marllon.

Enfim, melhor começar a registrar o que aconteceu nos últimos dias, né? Não vou contar tudo em detalhes, vou logo dizendo.

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FEIRA MULTIDISCIPLINAR EM CAXIAS - MA (30/11/2012)

Desde o começo do nosso curso já sabemos que isso iria acontecer, e foi quase um mês trabalhando em cima dessa feira. Às vezes eu ficava um pouco tenso, achando que não poderia ajudar, pois não sou muito ligado nessas coisas de montar uma experiência. Eu até sei que se eu me dedicar e colocar pra funcionar, funciona, mas até que o tempo estava pouco para a minha lerdeza. Mas a união fez tudo dar certo.

Nem preciso falar das coisas negativas que aconteceram, mas tudo no final acaba dando certo.

Na sexta-feira, saímos daqui ao meio-dia e chegamos por lá umas 14h, eu acho. Ao chegar, fomos lanchar o pastelão que o (professor) Karllyson tinha falado pra gente. Eu estava super ansioso por esse pastel e na hora ele nem estava tão bom quanto eu imaginava estar. Sei lá, acho que foi o queijo catupiri colocado em exagero. Enfim, mas curtimos demais essa hora.

Turma no segundo andar antes de comer o pastelão

A feira estava prevista para começar às 15h e um pouco mais do que isso chegamos no SESI/SENAI. Vimos todas as equipes arrumadas e andando pra lá e pra cá. Eu achava que teria muita gente lá, que iríamos cansar de apresentar, mas não, foi tudo tranquilo e na medida.

Não tinha começado ainda e assim eu ainda tive tempo de tomar banho e me arrumar. Foi tudo muito rápido.

Começou a apresentação da administração. A Michelle, responsável pela gente, falou um pouco da nossa turma e da nossa cidade e assim seguimos. Teve uma apresentação lá de uns meninos, uma mistura de swingueira, pop e outras coisas que eu nem sei mais. Isso até foi filmado por mim, eu até tenho o vídeo aqui, mas tô com aquela preguiça de upar.

A turma da tarde se dividiu e apresentamos o nosso trabalho, sendo que às vezes a gente rodava por lá vendo as outras apresentações. Eu vi poucas, mas foi legal. Conheci um amigo que fiz na internet, no qual faz parte da administração do Senai, mas lá ele não me deu muita atenção o que me deixou com um pouco de raiva, mas entendi que ele estava "trabalhando". Conheci também alguns visitantes que até me acharam no facebook mais tarde.

Nosso stand visto de cima

A apresentação da gente foi legal e ter visto novamente os instrutores foi melhor ainda. Nem preciso falar que dei altas risadas com o José Andrade, matei a saudade do Joelmir - no sério - e reencontrei o Franco, Wanderson e me entrosei um pouco mais com o Junielson, que também foram aprendizes um dia. A maioria da gente queria ficar para a festa, a banda Garagem Nacional iria tocar lá, mas não, não deu. Tudo bem, nem liguei muito mesmo.

Wanderson, Franco e Junielson - ex aprendizes e atuais instrutores do Senai

Não lembro muito bem a hora que chegamos em CN, mas sei que foi em uma hora exata e debaixo de muita chuva.

Foi muito legal estar lá, ter viajado com toda a nossa turma e ter vivido esse momento juntos. Espero que esse não seja o primeiro e único. Que venham mais viagens e mais coisas importantes para que façam com que a nossa união prevaleça.

CONFRATERNIZAÇÃO NO NASSAU (14/12/2012)

Uma ideia simples e legal vista pelo (professor) Karllyson de montarmos uma confraternização e despedida pra ele neste mês. Ele passou um bom tempo com a gente e seria bom mesmo ficarmos gratos a tudo através de uma diversão. Então, decidimos que iríamos ao Clube Nassau, pela piscina, claro, e pelo espaço amplo para as brincadeiras.

Detalhe: montei uma camisa para mim, para ser usada especialmente neste dia.

Fabrícia
Aproveitei pra empinar pipa
Todos aproveitando a piscina

Passei um pouquinho de raiva, mas montei algumas atividades (bingo, maratona...) e aproveitei a pipa, a piscina, os meus amigos e o dia como se fosse o último.

Teve amigo oculto, dança do Luan (Little Jackson) e outras coisas.

Foi legal e sem mais.

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Acho que só isso que aconteceu mesmo, pelo menos que eu lembre agora.

Até!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

FAZENDO O MAL E ME SENTINDO BEM? NÃO. ϟ

Durante toda a minha vida escolar fiz jus a minha idade, tão tal que não me arrependo de nadinha que fiz, mas mais do que não fiz, pois acredito que tudo tem o seu tempo certo. Por várias vezes, fui daqueles que levava um tapa na cara e permitia que o outro lado fosse dado também, não literalmente. E foi assim que fui amadurecendo e vendo como são diferentes as pessoas. Eu aprendi muito na escola e ainda estou aprendendo, claro, a vida é um eterno ensinamento.

Um ensinamento pelo qual percebi nesses últimos dias é que trato as pessoas que mais gosto da forma que elas não mereciam ser tratadas e trato com mais calma e paciência as pessoas que menos gosto, ou que quase não falo. Certo ou errado? Não sei, mas fiquei horas pensando sobre isso.

E nessa semana passei por uma situação que não contarei de fato como foi, mas que fiquei indignado, triste e preocupado: Indignado por ter sido em frente a muitas pessoas, era como se eu estivesse sendo desafiado naquela hora, ou talvez mostrassem que fosse melhor do que eu. Que fique bem claro que não sou melhor do que ninguém; Triste pela situação, por tudo aquilo estar acontecendo comigo e eu não pude fazer nada, a não ser ficar calado e sair do lugar de cabeça baixa; E preocupado porque isso partiu de um grande amigo meu, pelo qual sei que posso contar sempre.

Eu entendo a adrenalina que estamos passando, mas sempre fui a favor do trabalho em equipe. Quando eu pensei que estava ajudando, foi aí que levei um tapa. Sou ser humano, demorou pra eu reconhecer meus erros e aceitar a opinião dos outros, mas mudei, como vivo em uma constante mudança. Mas o que fazer quando me deparo com o meu eu de antes? Fui o mais calmo possível e entendi, porém grifando que não exageraria em uma situação que ficasse feio pra mim. Sim, apesar do que aconteceu, não ficou feio pra mim, mas sim pra quem gerou a situação.

Me senti baixo e percebi que o arrependimento do lado de lá brotou, mas foi impedido de crescer por não querer insistir em sua opinião própria, ou seja, popularmente, por não querer dar o braço a torcer. Eu entendo, mas como já disse aqui, a vida ensina e acredito que ensinará o ser causador disso.

E foi daí que surgiu uma frase que publiquei no facebook ontem, no qual, ainda na situação, recebi de uma amiga via sms, que caiu como uma luva naquele momento: "Nunca discuta com uma pessoa burra, pois elas vão arrastar você ao nível delas e ganhar de você por terem experiência em ser ignorante". E foi através dela que me fez refletir e fazer o certo.

Pedir perdão pelo que fez? Acho que não existe isso na cabeça da pessoa, ou até exista, mas sempre é impedida de sair. Pode ser quem for, mas eu estando errado, peço desculpas, sim, como fiz por várias vezes nos últimos dias. E é isso que eu estou esperando, uma solicitação de desculpas, simples e sincero. Não estou querendo que ninguém se humilhe para mim, só quero isso e que me escute. Lógico que irei perdoar, pois creio que essa situação foi mínima para não ser perdoada. Mas, enquanto isso, vou fazer o que odeio: negar a palavra. Hoje mesmo fiz isso, mas já me colocando na situação, pois eu me sinto muito mal quando alguém me nega a palavra e me deixa no vácuo, ainda mais quando é no meio de gente. Com uma dor no coração, mas estou fazendo.


A imagem acima expressa um pouco antes dessa situação desagradável acontecer, porém não tendo nada a ver com quem estar comigo na foto. Posso estar sendo errado em estar publicando isso aqui, mas preciso registrar as minhas mudanças. Sei que isso vai passar, mas enquanto isso, paciência. Briga com Adilson.

sábado, 20 de outubro de 2012

FIM DE CAMPEONATO

Em abril, mais precisamente no dia 20, fui assistir ao primeiro treino dos aprendizes. Com muito esforço, conseguímos um horário para nosso time treinar à noite na quadra de esporte Uiran Sousa às sextas-feiras. Como nesse dia não tem nada pra fazer, comecei a "bater cartão" em todos os treinos. Mais Monalyza e eu, claro.

Aprendizes treinando 

Zenith, Larissa Osório e Monalyza (eu tirei a foto)

Após o treino, íamos comer minipizza enquanto conversávamos besteiras sobre a nossa turma.

De lá pra cá, comecei a frequentar todos até surgir a ideia de um torneio entre os setores da fábrica onde eu trabalho/estudo. E a competição começou em outro lugar, sempre no Sintriad. Por mais que esse lugar seja praticamente no começo da cidade, estava sempre em companhia da Monalyza. Às vezes eu não tinha saco pra assistir aos jogos, mas às vezes eu vibrava com ele. Alguns aprendizes da minha turma também apareciam por lá, mas não frequentemente como Monalyza e eu.

Após todos esses meses ganhando, empatando, se cansando e discutindo, chegamos a final que foi hoje contra o time mais pesado de toda a fábrica: a portaria. Eles são "estrompas" e uma bolada deles é fatal, principalmente se for do goleiro deles. Sério, nunca tinha visto um chute na bola tão forte como vi o dele, é realmente de se machucar admirar.

Na sala, à tarde, chamei todos para assistirem ao último jogo, já que os anteriores quase ninguém se interessava. Eu queria uma galera realmente grande, até pra fazer jus aos apitos caros que comprei ontem (antes de ontem) e uma vuvuzela emprestada da Fabrícia que a Gabi usou. Achei que fossem ficar envergonhados, mas após distribuir os apitos, o juiz teve que pedir para paramos de apitar, pois estava atrapalhando o apito dele - rs.

Um parte do nosso time:
De pé: Gabriel, Reinaldo, Doriel, Sousa, Klécio. Aguachado: Mário, Adilson e Wellygton 

Um pouco da torcida munida de apitos e vuvuzela:
Luan, Larissa Osório, eu, Monalyza, Gabriella e Wiliane

O primeiro tempo foi tenso demais, o time adversário só fazendo gols e a gente sem nada. O pior que quem está assistindo que fica ruim, pois se vê melhor e o ponto de vista e tensão aumenta. Por um momento eu não escutava ninguém e nem piscava, ficava concentrado de verdade, sem perder a chance de ver um gol - do nosso time, claro.

Pausa: intervalo para o segundo tempo. Ficamos conversando, o time se juntava no banco de reserva e certamente combinava alguma coisa. E então, as trocas de lado. Nesse intervalo, dei a ideia de fazermos uma promessa, algo que fosse besta, mas ao mesmo tempo séria para que se o nosso time ganhasse pudéssemos cumprir. E eis que a Monalyza lançou uma ideia legal: "Se o nosso time ganhar, todos aqui que estão na torcida terão que colocar 'Francisco(a)' como primeiro nome no facebook", disse ela, mas não com essas palavras. Gostei muito da ideia e perguntei individualmente se todos concordavam e topariam fazer. Todos concordaram. E foi assim que nos tornamos Franciscos e Franciscas. Segredo revelado! ;-)








Mas por que "Francisco(a)"? - vocês devem estar se perguntando.

Como estamos no mês de festejo de São Francisco e muitas pessoas pagam promessa, se vestem de marrom (a cor da roupa dele) e vão à cidade dele, decidimos fazer isso; mas até que nem tanto pensando nisso, levando mais para o lado de ser um nome comum em todo o país e que causa certo humor. Percebi isso após fazer a atualização no meu perfil, pois muitas pessoas me mandavam mensagem no bate-papo me chamando de "Chico" ou perguntando o porquê do nome. Fazer isso foi até mais um sentindo na pele, pois só assim senti como rola um pouco de ironia e preconceito com este nome.

Mas voltando ao jogo... Pela promessa cumprida acima já deu pra sacar que ganhamos, né? Mas, mesmo assim, vou continuar contando...

Após o segundo tempo, os gols para o nosso lado dispararam. Foi praticamente um jogo atrás do outro e eu torcia para que terminasse logo, enquanto estávamos na frente. E assim, terminou. GANHAMOS!!! \o/ Não sei ao certo se foi de 5 a 3, ou 5 a 4. Os apitos e a vuvuzela não pararam. Juro, eu parei e fiquei pensando rápido em tudo que rolou por esses meses em que nosso time ganhou, em que foram atrás de "equipes" (uniformes), já que não temos um, nas discussões, nos risos em quadra... Passou como se fosse um filme rápido na minha cabeça.

De lá, a premiação. Com orgulho, o troféu de 1º lugar (desculpa aê!) foi entregue! \o/

Gabriel, Reinaldo, Doriel, Adilson, Wellygton e Klécio

Filmei com meu smartfunnie o momento de entrega do troféu e premiação para o capitão do time, Adilson Junior. *-*


Fiquei muito orgulhoso e gostei de ver que valeu a pena tudo que se passou. Gostei de ver no rosto do Adilson a felicidade e o orgulho, quando era o que mais se preocupava e dava suor, literalmente, para o time. Gostei daquele clima feliz que estava por ali.

E que venha mais jogos e que sejamos campeão novamente.

GO ELETROS!!! \o/

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

OI?

Só passei mesmo aqui pra dizer que esses últimos dias estão sendo os melhores. Estou, sinceramente, muito feliz em estar feliz. Acabou um pouco aquele tédio - mesmo estando sempre na internet - aqui em casa e todo aquele mau humor, que vinha do nada. Estamos mais próximos, estou mais próximo e conhecendo mais a mim e aos outros. Em se tratando de nossa turma, como líder, estou super orgulhoso, de verdade. Está sendo legal esses dias de união. E que venha dias melhores!

Está passando tudo muito rápido: a passagem das aulas práticas, a vinda dos substitutos que se tornaram meus amigos (Franco e Wanderson), a chegada de outubro, reuniões com candidato a vereador, a vinda do Karlysson, a ida do Josélio, as brincadeiras, os risos... Ufa! E com certeza virá mais.

NÃO (Karlysson) - SE VÁ, (eu) - (JOSÉLIO)  

Estou pronto pra qualquer parada.

GO ELETROS!!! 

domingo, 23 de setembro de 2012

SINAL DE VIDA

Sei que estou sumido daqui, mas quem não sabe ainda, tô no blog do filme BE#3 (Batalha dos Elementos 3) que sairá em breve. Lá, como já falei, narro como foram as gravações e me divirto bastante, garanto.

Não tenho muito o que falar por aqui, por isso vou ser breve.

As semanas que passaram foram de aperto, literalmente, pois estávamos tendo aula em uma lan house próxima da minha casa que era muito pequena. Haviam poucos computadores, mas foram o suficiente para que a gente conseguisse fazer algo, fora quem já tem notebook, que facilitou ainda mais a vida de quem não tem. Eram duas semanas de aulas, que, enfim, passaram mais rápido do que eu imaginava.

Huum...  não queria falar aqui, mas lá se estou eu em mais um amor platônico. Sem mais!

Hoje, às 17h30, irei ser jurado no I CONCURSO DE DANÇA DE COELHO NETO, a convite da mãe do Vitor, Irene Crateús. Até que não estou tão nervoso como da primeira vez que fui convidado para ser jurado em uma gincana, mas quando lembro já começo a ficar meio assim... Comentarei a experiência no próximo post.

Enfim, só isso!

Até! ;-)

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

ANIVERSÁRIO 2.2

E mais uma vez estou aqui, graças à Deus, registrando mais um ano em minha vida.

No sábado tentei dormir cedo, mas de tão acostumado a dormir lá pras 3h, o sono não chegou. Então, fiquei lendo o Serial Killer - Made In Brasil - cujo até comecei a fazer uma seção aqui, publicando sobre, na medida em que for lendo. Eu estava lendo sobre o Vampiro de Niterói (em breve publico aqui sobre ele) e não vi a hora passar. Eu até que ia sendo interrompido pelas sms que iam chegando, mas li muito sobre ele, mais do que a metade do capítulo falando sobre ele. Não fiquei com medo, mas haviam coisas que me deixou impressionado...

Recebi várias sms, antes de 00h e até muito depois. Fiquei super feliz com algumas engraçadas e respondi com todo aquele meu humor. Senti falta de ligações, até quando o Thalys ligou: com voz grossa de que estava dormindo e colocou o celular pra despertar só pra me dar os parabéns. Agradeci, claro, e engatamos em um papo de mais ou menos vinte minutos. Foi bom ter conversado com ele.

Continuei respondendo as sms, lendo o livro... e não cansava com isso.

Mais ou menos 1h30, Dalton e Dalila me ligaram do número da Dalila. Ao ver o nome dela chamando, rejeitei a chamada e retornei, pois isso já é costume de quem é tim beta. Ao retornar, só ouvi o "já!" bem baixinho e começaram a cantarolar o "parabéns a você!". Eu ri e ao mesmo tempo comecei a chorar. A voz da Dalila alta me fazia rir, mas o que ela falava me fazia chorar. O Dalton falou em cima da voz dela e foi aí que eu chorei mesmo. Mas, até agora, foi a única vez em que chorei.

Depois disso, fiquei trocando sms com mais três amigos: um que desabafava um acontecimento que lehe deixou revoltado, um que me fazia rir e outro que me fazia ficar tenso - rs. Nisso, acho que fui dormir mais de 03h. Quando eu pegava no sono, chegava uma mensagem, então resolvi deixar o celular no silencioso para que eu não acordasse espantado.

Acordei umas 10h30 com uma sms, porque como eu já estava acordando, senti e ouvi a vibração do celular que estava ao meu lado. Era uma amigo dizendo pra eu ligar pra ele. Liguei. E conversamos muito, dei várias risadas com o que ele me desejou. Sendo assim, o papo durou e fiquei quase meia hora pendurado no telefone. Um pouco antes de desligar a mãe apareceu e deu meus parabéns, e ainda me beijou. Quando ela me beija, sei que é sinceridade, é a maior prova de amor dela, já que não anda fazendo isso frequentemente com a gente, filhos dela.

Minutos depois, após o banho, recebi a ligação da Flávia e fiquei feliz por ela ter ligado. Aproveitamos a oportunidade e conversamos um pouco, estava bem no final de algo sério que estava contando pra ela quando Larissa Osório e Zenith apareceram aqui em casa. Tive que desligar. Elas me deram um abraço duplo, pediram água e começamos a conversar ali mesmo na calçada de casa. O papo estava indo normal, mas eu sempre com aquele ar de desconfiança. Com um papo meio estranho, Larissa tira um venda de TNT laranja do bolso e diz que precisa me vendar. "Vendar?", falei achando a ideia esquisita. Não topei, fiquei com medo de algo acontecer ali mesmo, no meio da rua. Vi que a Larissa não gostou, mas estava tentando desfaçar e, mesmo assim, saímos de moto. Paramos no Banco do Brasil, ela entrou e ficamos esperando na rua ao lado.

De lá, fomos em direção a casa da Monalyza, e lá eu comecei a sorri, já sacando tudo. Um pouco antes, até  twittei umas besteiras para depois terem prova, caso duvidassem. A Larissa, então, disse: "Ah, Funnie, agora vou ter que te vendar!", e deixei. Eu fiquei escutando os cochichos do Adilson, da Fabrícia e um pouquinho da voz da Gabi - rs. Já estava ciente do que ia acontecer. Andei um pouco sendo guiado pela Larissa e... "Parabéns pra você...", começaram a cantar. Um pouco antes de tirar a venda, senti algo na minha cabeça, tinha deduzido que era um chapéu de aniversário, mas não imaginava que seria um personalizado, lindo, com o Doug. *-*

Ugly de chapéu Dougado

O mini bolo também me surpreendeu muito. Não pelo meu nome, mas pela velinha: mais uma vez do Doug. Até que não ficou tão parecido, mas adorei.


Juntei os três pra tirar uma foto:


Bacana, né?

Fiquei tão feliz com esses desenhos dele que fiquei com vontade de usar a camisa que chegou pelo correio no dia 24 de julho, dado pelo meu amigo de internet Murilo. Sem ele saber, fiquei dias admirando aquela camisa, como se fosse um troféu de orgulho por ter feito alguma coisa. Ah, vou usar amanhã (hoje) ela na aula à tarde.


Um pouco antes de se servirem o almoço, quis tirar uma foto com todos eles já jurando postar aqui. Lógico, isso não poderia faltar.


Fiquei muito feliz por ver eles lá. Na foto acima estão, da esquerda para a direita: Zenith, Larissa Osório, Charles, Luan de Abreu, Jamison (atrás), Gabriella, Durval (atrás), Larissa Emily, Monalyza e Fabrícia (sentada). O Adilson não quis sair na foto! ¬¬'

Depois disso, partiram para a comida. A comida era simples, mas estava muito gostosa. Não sei por que, mas não comi muito. No primeiro prato, já estava cheio, e ainda tinha que aguentar a musse que o Adilson havia preparado e o mini bolo também. Experimentei um pouco de cada. Enquanto isso, Jamison me passou o telefone dele, era o Maycon, que usou palavras fortes e sinceras que me deixou feliz.

Alguns foram embora sem se despedir de mim e isso me deixou um tanto quanto chateado, mas não queria ligar.

Larissa Osório 

Soube o que tinha acontecido nos "bastidores", mas não disse nada. Sempre vai ter que haver problemas. Isso é um bom sinal, pois cada um mostrou que tem uma personalidade diferente quanto a decidir o que tiveram que fazer pensando em mim. Desde já, obrigado por isso.

Todos de barriga cheia, decidimos ir ao Clube Nassau. Lá estava tendo pagode, mas o que eu queria mesmo era cair e ficar de molho na piscina, afinal, tinha que aproveitar esse meu único dia de uma forma que eu ficasse muito mais feliz. Mas ao chegar lá, NA-DA. Não podíamos entrar na piscina, haviam seguranças e não queríamos arriscar em passar vergonha. Nem estava muito divertido lá mesmo, nem fez falta a piscina - MENTIRA!!! Fiquei p*to demais.

Sentamos numa mesa embaixo de uma sombra e ficamos papeando. O sol não estava tão desagradável e o vento nem vinha quente, como nos últimos dias. Ficamos na coca-cola e nada de mais. Foi divertido, a conversa estava boa e embora não curtindo as músicas, curti o movimento.

Saímos de lá e voltamos para a casa da Monalyza buscar a Fabrícia que não tinha ido ao Clube e comi um pouco do que sobrou do almoço. Estava boa demais, mas não sei o que houve com a minha barriga que não estava aceitando mais nada novamente. Enquanto comíamos, Monalyza me contava sobre os "bastidores" e eu ri tanto quando ela imitou um acontecimento lá que acabei babando.

Voltei pra casa no final da tarde, estava satisfeito por ter amigos como eles, que completam a ausência de outros. Curti demais esse meu dia, foi melhor do que eu estava pretendendo fazer: ficar o dia todo dormindo.

Agora à noite, olha só:


Obrigado, Raphael Duarte, pela homenagem.

Obrigado, meus amigos! 

terça-feira, 31 de julho de 2012

ANGRY BIRDS

Hoje (ontem) à tarde, no intervalo da aula, fiquei observando atentamente o que tanto os meus amigos jogavam em seus notebook e tablet. Eu sabia que era esse tal de Angry Birds, lembrei até que o Junior já tinha me mostrado ele, mas nem dei a mínima. Não sou fã de jogos, por isso não me interessei em saber como é, o que ganha e se passa o tempo.


Mas, sem nada o que fazer fiquei vendo no tablet do Durval ele jogando, mas logo fui interrompido por alguém precisando da minha ajuda. Ao voltar, fui ver o Jamison e Maciele torcendo e se lamentando pelas perdas. Fiquei, assim, tentando saber realmente se era divertido. E era!

Eu nem queria tanto, mas pedi para jogar um pouquinho pra saber qual era a sensação, e depois disso eu não queria mais parar. O jogo é muito instigante e a cada fase não passada, dá mais vontade de tentar pra passar. Sem falar no nível de dificuldade que vai aumentando, claro.

Joguei poucas vezes, e nessas poucas vezes já fiquei viciado.


Ao chegar em casa, lembrei que tinha instalado o aplicativo dele no meu navegador (chrome), mas nunca tinha tido paciência pra esperar carregar. E num é que dessa vez carregou rápido! - risos.

Juro, da hora que eu cheguei da fábrica até mais ou menos 01h, eu estava batalhando nele. Sem mentira, eu não senti coragem de banhar, de fazer xixi e de comer, o jogo não deixava. Eu sabia que isso poderia me prejudicar, mas eu queria passar de fase. E consegui por várias vezes avançar de episódio, chamado.

Há pouco, fui tomar banho e agorinha que comi alguma coisa. Por hora, não quero mais nem saber desse jogo, pois sei que se abrir, não dormirei. Mas enfim, gostei.

Pra quem ainda não jogou, cuidado, vicia mesmo.

sábado, 23 de junho de 2012

ARRAIAL DO SESI EM CAXIAS - FINAL #4

Seguimos com aquele sol de rachar para a rodoviária. Eu não sabia onde ela ficava, no entanto fiquei seguindo os demais. Coloquei os fones de ouvido e topei no volume mais alto, eu queria curtir um som enquanto via a cidade pra ver se o tempo passava logo e chegasse na rodoviária.

Durante o caminho, tirei algumas fotos pela cidade com a Gabi:

Acho que era na frente de uma escola


Tenho certeza que o Luan se chateou muito comigo durante o percurso. Sério, eu não sabia o que estava acontecendo comigo, cara. Não parava de cantar umas músicas do Justin Bieber e outras em inglês. Enquanto isso, eu atentava ele, ficava com a molecagem de sempre. Gabi, como sempre querendo se passar por "mãe" do Luan, ficou pedindo pra eu parar, mas nem liguei pro que ela dizia.

Só depois que chegamos na rodoviária que me toquei que não tinha irritado somente o Luan com o meu inglês desgramado, mas aos outros também. Às vezes eu via gente se distanciando de mim ou fazendo uma cara meio "esse daí que num tá ficando doido?".

Ao chegar na rodoviária, nos sentamos para depois procurar o que comer. A Fabrícia me surpreendeu comprando um picolé "prestígio" pra mim e um sorvete "prestígio" pra ela. Nunca tinha tomado um desses, só o biscoito mesmo e devorei como se fosse o único da minha vida.


Eu estava morrendo de fome e sabia que aquele picolé não era o suficiente. Caminhei com a Gabi procurando comida e nos deparamos com os aprendizes da manhã do outro lado da rodoviária tomando caldo de carne com ovos. Eu não sou muito fã, mas em última instancia, tomo, o que não aconteceu por lá. Eu estava afim de um salgado, coca-cola, mas por lá estava um pouco difícil.

Antes disso, tinha mandado umas sms pro professor Joelmir, avisando que estávamos aguardando o ônibus de 13h. Não tive resposta pelo celular, mas minutos depois ele apareceu por lá.

Ao chegar, foi logo nos convidando para ir mostrar um lugar diferente. Nisso, um cara encarregado nos futuros passageiros, acabou indo reclamar com ele, achando que ele estava nos roubando dele, sabe? Era como se o professor tivesse chegado lá pra nos levar de volta pra nossa cidade, entende?

Todos foram pra cima do carro e eu fui dentro, na cabine junto de Gabi e Larissa Emily.

Para chegar ao local, levamos uns cinco minutinhos, ou menos. Ele explicou que o lugar se chamava "Veneza" e que tinha um "banho" por lá. Falou também que lá tem uma lama onde as pessoas passam no corpo, algo milagrosa, que pode curar doenças, essas coisas... Além do "banho", havia bares, onde, em uma área a frente, na sombra de uma árvore, nos acomodamos.

Haviam meninos vendendo castanha e batatinha fria frita por lá. Como adoro castanhas, fui logo comprando. Gabi rachou uma batatinha comigo, só que nem comi muito por não estar quente.

Fabrícia e alguns na mesa estavam jogando um joguinho que estampava a mesa da Skol, um jogo mais para ser jogado em rodas de bebida. Era divertido ver eles jogando a tampinha e esperando saber o que tinha que fazer ou falar. Ficamos conversando, tomando refrigerante até aproximar da hora da chegada do ônibus.


Acabei nem tirando foto das pessoas banhando no lago. Nem me interessei, na verdade. Acho que ao fundo da foto acima dá pra ter noção de como era lá, né?

O professor além de bancar os refrigerantes, comprou um peixe enorme, assado. Como não gosto nem um pingo de peixe, só fiquei olhando enquanto todos devoravam. Ninguém me ofereceu, achei estranho, mas acho que pela minha cara já dava pra perceber o quanto eu não gostava.

Demoramos um pouco mais de meia hora por lá e o professor nos deixou de volta na rodoviária.

Nos despedimos e, claro, agradecemos pela grande assistência dele.

Ficamos acho que mais meia hora na rodoviária aguardando o ônibus chegar. Eu tava acabado, morrendo de sono e, sem vergonha, coloquei minha mochila de apoio na cabeça, como se fosse um travesseiro, os fones de ouvidos novamente e tentei tirar um cochilinho. Só tentei.


Na foto acima, tentei disfarçar a minha raiva de esperar e o meu sono, se bem que os meus olhos falam por mim. Tentei até dar um sorrisinho, mas ele não passou do que mostrou na imagem.

O ônibus chegou quando eu já estava quase descarregando. Pra sair da rodoviária e entrar dentro do ônibus fui, ou melhor, fomos obrigados a pagar uma taxa desgraçada de R$ 1,50. Quem mais ficou revoltada com isso foi a Fabrícia que já estava p* da vida, mas, como disse que fomos obrigados a pagar, pagamos.

A viagem foi tranquila e lá eu dormi, dormi, dormi, dormi... que nem percebi. Só fui me dar conta quando ouvi risadas alta do povo e quando me espantei e abri os olhos, muitas câmeras de celular estavam apontadas pra mim. Que ódio! Depois daí, nem consegui mais acalmar o meu juízo.

No mais, a viagem foi ÓTIMA!!! (palavra que escutei com muita frequência depois).

Aproveito aqui e agradeço ao professor Joelmir pela moral, força e assistência; sem ele estaríamos, de fato, perdidos. Ao pouco da manhã que estava lá: Gabriel, Fernando, Clécio e Adriano por ter nos dado espaço para amizade. A minha galerinha da tarde que me fez rir muito e que fez a viagem acontecer e, por fim, e não menos importante, claro, ao convite do Senai.

Obrigado!

sexta-feira, 22 de junho de 2012

ARRAIAL DO SESI EM CAXIAS - PARTE #3

Como falei no post anterior, não deixei ninguém dormir e nem dormi. Portanto, quando fui pegar um cochilo já estava tudo claro. Era mais ou menos umas 5h30 e apaguei após ter conversado muito com o Fernando.

Às 6h e pouquinho, a Gabi me triscava, me puxava e me empurrava, dizia que não era pra eu dormir e eu começava a criar ódio dela por isso. Mesmo torrando minha paciência, puxando meu lençol, e até esvaziando o colchão de ar, tentei pregar os olhos por pelo menos cinco minutinhos. Resultado: não consegui. Foi o jeito eu procurar algum lugar pra descansar ali, mesmo com o desconforto de estar morto-vivo, ou melhor, zumbi.

Resolvi ir tomar um banho, queria que fosse demorado, mas a fome acabou não deixado isso acontecer. Havíamos combinado que iríamos em busca de uma padaria pela cidade para tomar café, e assim fomos.

No começo da caminhada: eu, Fernando, Clécio, Adriano e Luan

Percorremos toda essa avenida

Andamos demais. Lembro que as minhas panturrilhas estavam em desgraça. Não sei o que houve, eu nem tinha andado tanto na noite anterior, mas quando acordei, não estava aguentando ficar de pé. O Fernando se queixou também por isso, o que me deixou mais tranquilo. Não sei porquê se deu isso, se foi pelo fato de termos andado e não dormido, sei lá... Isso influencia? Vai saber, né?

Decidimos parar e procurar um supermercado, comércio ou algo do tipo. Encontramos um, só que não vendia muita coisa. Mesmo muito cedo, já tinha gente bebendo e fumando por lá. Um senhor que por lá estava nos informou que mais na frente tinha um supermercado onde poderíamos tomar café. E então fomos em direção.

No caminho, um carro de som passava e bem na hora que comentei com quem estava ao meu lado que ele poderia falar com a gente, ele falou. Nos cumprimentou usando o termo "rapaziada" e afirmou que estávamos no "Arraiá" do Sesi. Foi engraçado essa hora, fiquei besta.

Enfim, encontramos o tal supermercado. Ao fundo, havia pães, bolinhos de queijo, frios e outras coisas que todo supermercado tem. Fui logo até o freezer e agarrei um achocolatado. Já tinha bastante biscoito no Sesi me esperando, mas a minha vontade de comer não poderia sair dali. Com a caixinha de achocolatado na mão, morrendo de vontade de abrí-la, fui logo atrás de algo salgado, poderia ser algum salgado, mas não tinha. Vi uns bolinhos redondos de queijo e pedi para a atendente pegar logo dois pra mim. Sem cerimônia, fui ao caixa, paguei, e fui para esquina do supermercado sentar na calçada e começar a comer. Devorei ali mesmo, na companhia de Gabriel.

Voltamos ao Sesi, e após outro banho pra ver se melhorava do sono, cai na piscina. O sol resolveu não dar o ar da graça e depois que entrei na piscina, só poderia sair quando realmente não quisesse mais estar lá. Se fosse sair pra ficar na beirada batendo papo com alguém, morreria de frio.


Como só era a gente ali, nem hesitei em tirar o calção e banhar só de cueca. Já é a segunda vez que faço isso, já está na hora de comprar uma sunga, né, Anderson Funnie? - rs.

Nem fiquei muito tempo de molho lá, conversei um pouco com a Fabrícia lá dentro, mas resolvi sair um pouco antes do sol aparecer e começar a esquentar, a ficar com aquele clima que eu gosto quando estou dentro da água.

Como as meninas, Larissa E. e Gabi, estavam descansando debaixo de uma árvore, curtindo o vento frio da manhã com os olhos fechado, resolvi usar o auto time do meu celular pra tirar minhas fotos em alguns pontos dali. E assim comecei.

"A cara da riqueza!" - gritou Fabrícia da piscina

Antes de disparar a foto, Fabrícia aparece ao sair da piscina correndo

Piscina ao fundo

Quadra de madeira do Sesi

Nas arquibancadas

Ah, antes que eu esqueça, durante essas fotos, um gatinho sempre nos seguia. Eu já tinha dado fé dele logo na primeira foto em que tirei, a que estou nas escadas, acima. Enquanto meu celular estava no chão, com o auto time ligado e eu estava posicionado para quando disparasse, esse gatinho ia em direção ao celular saber o que era, tentar cheirar ou quem sabe comer - rs.

Após sair da quadra, com ele nos seguindo, posicionei a câmera do celular bem na frente dele e tirei a foto abaixo bem no momento em que ele estava vindo na direção do celular, estranhando o aparelho.


Talvez esse gatinho estava carente, perdido ou em busca de seu dono. Não poderia tirá-lo de lá e mesmo assim minutos depois o perdi de vista. Ainda falando em gato, ele já está no tumblr novo da @quinhadepipoca, se quiser vê-lo no catgram, é só clicar aqui.

A Fabrícia acabou caindo na piscina novamente, e ficou lá nadando com o Fernando. Enquanto isso, conversei um pouco com o Clécio, enquanto os meus pés estavam mergulhados dentro da água.


Fui ao banheiro tomar meu terceiro banho do dia e depois me troquei.

Muitos idosos que participavam de danças estavam lá, sentados, aguardando não sei quem. Quando ainda estava no banheiro, me vestindo, escutei músicas de boi, aquelas de bumba-meu-boi, sabe? E fui, curioso, ver como estava por lá.

Os idosos estavam sendo ensaiados. Era muito divertido vê-los ali, dançando. Sei lá, essas coisas eu não sei descrever direito, mas deu tipo uma emoção, vontade de chorar ao ver que eles estavam ali, depois de muito tempo, dançando, se divertindo e gritando.

Fabrícia participando um pouco do ensaio

Em especial, gostei de uma senhora que estava dançando de uma forma tão diferente, humilde, se posso usar essa palavra. Eu só a observava, via o quanto ela rodava, tímida, porém feliz. As mãos batendo palmas fora do ritmo, um pé na frente do outro, foi incrível ver essa cena. Imaginei que um dia ela foi como nós, jovem, que aproveitou e certamente tem muita história pra contar. Queria ter tirado uma foto só dela ali, mas não tive coragem. Discretamente, ela aparece na foto abaixo, quando a Gabi aparece participando um pouquinho do ensaio também.

Após a Gabi, a senhora de saia azul escuro, com a mão no rosto

Como disse, ver aquilo tudo foi incrível, mas acabou. Um senhor estava conversando com o Luan e só lembro dele dizendo ao se despedir: "Seja feliz!". Eu sempre gostei de escutar essa frase e para mim, vindo de uma pessoa vivida é essencial. O ensaio acabou e todos foram embora... A senhora a qual falei, se despediu das demais com um sorriso empolgado, que poderia transmitir a ansiedade para o próximo ensaio.

Tudo voltou a ficar em silêncio, e ali mesmo onde estava, deitei, fechei o olhos, enquanto curtia Coldplay.


Quase 12h30, já com as mochilas arrumadas e sala limpa e organizada, olhamos com ar de despedida para tudo que estava ali e saímos, após a foto de despedida do Sesi: