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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

NÓS TÁ VIVENDO

A minha intenção agora é vir aqui pelo menos uma vez por mês, pra ter pelo menos 12 posts por ano. Será que eu vou conseguir? 🤔

Já estamos um pouquinho mais da metade do mês, o Carnaval acabou, as pessoas já estão começando a voltar a trabalhar… Mas eu ainda estou vivendo os resquícios disso. 😁 Falo isso porque estou de home office enquanto espero concluir essa semana. Penso que voltar ao presencial por dois dias (quinta e sexta) é meio triste, não compensa, ainda mais na minha realidade. Então, mesmo sem falar pra minha chefe, estou aqui trabalhando de longe normalmente. 🤫

Juro que nem vi, literalmente, o Carnaval passar. Aqui no CE, fiquei em casa curtindo frio, TV e livro, e não consegui ouvir nenhum “bate lata” por aí. Falando em livro, por incrível que pareça, consegui concluir Uma Família Feliz, de Raphael Montes. Por mais que eu tenha demorado meses pra concluir, conclui pra, finalmente, assistir ao filme. O final do livro me deixou surpreso (como sempre!) e p*to. Já o final do filme não me deixou tão surpreso, mas a cena pós créditos me deixou MUITO MAIS p*to. Como pode um autor ser tão bom assim, hein? Acho que um dia vou fazer um post só pra falar do Raphinha Montes. 🩷

Mas continuando… Pra não dizer que não vi nada desse Carnaval, acompanhei algumas coisas pelo Instagram, mas sei que isso não conta. Até fui caminhar em direção ao Parque Nacional de Ubajara na segunda, mas não tinha ninguém festejando por lá. As pessoas estavam preocupadas em viver o frio e aproveitar aquele momento em família em plena segunda-feira; muitos pais com seus filhos pequenos, idosos e pessoas esperando ansiosamente pra descer no bondinho e depois conhecer a gruta.

Na quarta, ontem, tive que voltar ao batente. Confesso que, um dia antes, fui verificar o celular do meu trabalho pra já me preparar para as demandas que estavam por vir. Não eram muitas, mas eram demandas. Eu até tento me desligar totalmente do trabalho nessas folgas, poderia muito bem conectar o celular somente às 14h da quarta, mas a ansiedade nunca deixa... Inclusive, por não misturar as coisas, recebi uma mensagem no meu telefone pessoal de um aluno que sequer me cumprimentou e já foi perguntando sobre uma demanda dele, sendo que, antes de sair para esse feriado, dei todas as orientações. No final, tive que deixá-lo sem resposta até ele entrar em contato pelo telefone do trabalho. Por mais que eu não estivesse na folia, pô, consciência, né? 😑 Isso nem precisaria ser registrado aqui, mas, né… já foi.

Na quarta também fiz mais uma sessão de terapia. Nossos encontros são de meia hora, diferente da primeira vez que fiz com outro profissional, que eram 40 minutos. Sinto que é pouco tempo e ao mesmo tempo corro com algumas informações. A psicóloga é fofinha, sorridente, calma, parece ser bem mais nova que eu, usa óculos, está sempre maquiada com um batom que não chama atenção, mas que existe ali, tem o sotaque lindo da Paraíba e usa um fundo de sala fake nas nossas sessões. Espero conseguir me dar bem com ela a ponto de perceber melhorias em mim. Com ela, uso uma abordagem diferente do profissional anterior: TCC — Terapia Cognitivo-Comportamental, que, numa pesquisa rápida no Google, “é uma abordagem psicológica estruturada, ativa e de curto prazo, baseada na relação entre pensamentos, emoções e comportamento”. Acho que dessa vez tem tudo a ver. 😎

Desde que Pedralton viajaram, na terça, fiquei na missão de cuidar dos cachorros deles, Luz e Valente, dois huskies. Eles já estão um pouco grandinhos e, no começo, me deram mais trabalho do que agora. Fiquei responsável por alimentá-los com ração e água nos devidos horários — até fiz uma mini planilha pra controlar e não esquecer, como mostro na imagem abaixo —, limpar cocô e xixi e cuidar do cantinho deles, principalmente quando começasse a chover.

O espaço aqui é bem pequeno pra eles, na minha opinião, e isso me dá meio que pena de deixá-los lá, ao mesmo tempo que fico doido quando os tiro de lá. Eles são rápidos, pulam, cheiram, brincam ou brigam (nunca sei diferenciar) e são as coisas mais lindas, por mais que eu ainda prefira gato. O meu juízo ainda não está preparado pra ter um cachorro em cima de mim com toda a energia do mundo que eu já não tenho mais. Gato, como a Kitty, só está comigo por companhia, pra dormir do meu lado e até pedir comida. Não me dá um pingo de trabalho e eu amo mesmo assim… Quando estou viajando, como agora, fico acompanhando pela câmera do trabalho e morro de saudade. 🐈‍⬛🖤

Mais tarde volto pra Ubajara e aproveitei essa pausa no trabalho pra atualizar aqui.

Caso eu não consiga voltar a publicar ainda esse mês, pelo menos este post já está garantido.

Nós tá vivendo! KKKK 

😗

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

CARNAVAL

Os foliões que me perdoem, mas nunca gostei de carnaval. Melhor dizendo, nunca gostei de comemorações que pudessem juntar muitas pessoas, bebida, cigarro...

Mais uma vez, assim como o recesso de final do ano, vim pra Teresina ficar com o meu eu. Os dez dias que passei do recesso do final de ano estavam preenchidos, mas esse agora nem tanto. É meio estranho estar aqui só, mas ao mesmo tempo é bom. Não consigo me entender!

No sábado preenchi minha tarde vendo algumas programações de TV pela internet, que não consigo deixar de perder. Aproveitei o embalo e assisti ao retorno de TWD, querendo mesmo que tivesse mais séries para que eu pudesse assistir. A tarde foi passando que eu nem via, mas no final da tarde, quando vai escurecendo, me bate aquela melancolia. Eu sempre faço planos quando venho pra cá, que tenho que comprar algo, que tenho que sair pra tal lugar, mas acabo nem indo, por sempre ter um pouquinho de medo de me jogar nessa cidade aqui.

Meus amigos estão aproveitando o carnaval nas cidades deles, o que acontece também com os meus amigos daqui, que são de CN e que voltam pra lá nesse período. Mesmo não indo para a folia, isso é um motivo para rever a família, descansar...

Ainda são 11h44 e pra acabar o dia ainda tem chão. Vou ficar vendo uns canais no youtube mesmo, já que não tem quem faça eu dormir.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

ÚLTIMO DIA DE CARNAVAL

Não sei pra vocês, mas esse período de carnaval para mim passou tão rápido. E olha que eu virava a madrugada, ia dormir às 3h30, 4h da matina. Sinceramente, gostei desses dias em que fiquei sentando, interagindo com o virtual ou assistindo alguns episódios de uma série que estou acompanhando. Tudo me fez pensar que estava tranquilo em casa, enquanto muitos estavam se submetendo em riscos: sendo passivos ao cigarro, exalando cheiro de bebidas alcoólicas ou fazendo besteiras... Foi legal!

No último dia, pela manhã, recebi uma ligação da Nayenne me convidando para ver filme na casa do namorado dela, o Marcos, o Junior. Às 14h, Dalton e eu fomos. Vimos Amanhecer (eu já tinha até visto no cinema) e depois Atividade Paranormal 3. Gosto de filmes de suspense, mas odeio assistir com alguém, pois a atenção - ainda mais pra quem já assistiu - nas partes de espanto são mais voltadas a mim. Todos se divertiam, principalmente a Marina, irmã do Junior, quando eu me assustava, já que o barulho do som estava praticamente topado. Enfim, o filme é bacana, gostei, apesar de misturar um pouco a história por não ter visto o filme nas suas sequências.

Durante o filme, lá se vem o Junior com uma peruca (na foto acima) dizendo que era o meu cabelo no ensino fundamental. Pronto, zoaram de mim, mas gostei, tirei foto e assim, naquele momento, brotou o meu espírito carnavalesco já que era o último dia.

Combinamos então, de nos encontrar no Corredor da Alegria às 20h, mas como o Dalton é sempre atrasado, chegamos lá quando já se passavam de 21h30. Sempre fico emburrado com esses atrasados dele, mas me prometi que um dia vou me acostumar com isso. Haja paciência!

Ao chegar lá, andamos, rodamos demais em meio ao povo pra ver se encontrávamos nosso casal de amigos. Durante essas voltas, encontramos amigos que estavam distantes, que está sendo um pouco difícil manter contato. Pra ser mais preciso, adorei ter encontrado a Andressa e ter visto que depois de anos dizendo "não", aceitou o convite de ser a lobigirl (a morena, tá?) do Bloco Os Lobisomens. Sem contar no abraço sempre sincero que recebo dela.

Não a vi no desfile do bloco, mas pelas fotos que vi na rede e que me causaram certo arrependimento de não ter ido no dia, acredito que ela estava detonando.

Lobisomem: Dyego, namorido de Andressa



Depois de mais ou menos meia hora, encontramos o casal de amigos e andamos com eles. Ríamos, comentávamos algumas coisinhas e esperávamos pacientemente o arrastão dos blocos, onde todos os blocos entram misturados na avenida - isso acontece sempre no último dia - passar.


Para melhor visualização procuramos um lugar nas arquibancadas, e entre conversas, o tempo passou, e lá veio o arrastão. Alguns já estavam animados, mas outros só acompanhavam mesmo, em estilo procissão.


Não demorou muito os blocos passarem. Sem querer puxar o saco, os foliões que estavam com o abadá do bloco Os Lobisomens estavam mais animados. Não sei se pelo som ser voltado mais pro rumo deles em um carro com "paredão de som" especial, já que os trios elétricos jogam o som pro lado, mas que estavam super animados, estavam. Fiquei animado também, mais ainda lá de cima, pois as pessoas que estavam no meio da "bagaceira" não tinham uma visão fixa só pra mim, já eu, podia olhar quem eu quisesse sem nenhuma pretensão. HAHA'

Após todos já estarem em frente ao palco, curtindo o som de uma banda que eu não fazia a mínima, decidimos ir ao meu antigo trabalho (na Panificadora) lanchar. Estávamos meio indecisos, pois só faltava meia  hora pra fechar. Mesmo assim, andamos rápido, e alcançamos ainda aberta, já ameaçando fechar algumas portas.

Descemos novamente ao Corredor da Folia, encontramos no mesmo lugar de sempre os nossos amigos. Uns estavam bebendo, outros curtindo as namoradas(os), os ficas... Eu, fiquei conversando ora com o Dalton, ora com o Breno, só observando mesmo.

Thalys e Breno. Foi mal, Breno, pela foto.

Não estava me sentindo a vontade em ver muitas pessoas ali dançando e eu parado feito estátua só observando, então sugeri ao Dalton de irmos embora. Achava que ficar na calçada da casa dele batendo papo a fora seria um pouco mais produtivo - rs. Dalton e eu conversamos até umas 3h e pouco da manhã na calçada da casa dele.

Acordei hoje (ontem) quase 12h, lembrando que o pai do Dalton havia falado que iríamos almoçar em um interior próximo, de parentes da mulher dele, mãe do Dalton. Eu já tinha até dado essa ideia para o pai do Dalton dias antes antes, já que seria bem aproveitado para quem estivesse com ressaca. Ao chegar lá, o sol estava infernal e eu não via a hora de entrar dentro do riacho. Tomado pelo "choque térmico", às vezes passava frio com a água gelada, às vezes me sentia literalmente sendo torrado pela queimação do sol.

Foto tirada um pouco antes do almoço e antes do banho do riacho

Como comentei no início deste post, a minha semana carnavalesca se passou muito rápido, graças. Juro, senti muita falta da minha galerinha do curso, embora tenha visto alguns no último dia de carnaval ou tenha ligado para outros. Finalmente amanhã tô com eles pra mais uma batalha de trabalhos, opiniões e estudos.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

CARNAVAL

O primeiro dia já passou e eu estive no lugar onde queria estar: AQUI!

Não gosto de carnaval e esses dias eu nem estou tão animado pra sair. Pra mim que se eu sair, vou passar raiva, ou me sentir incomodado ao ver os casais se pegando, a animação e tudo mais e não fazer parte dela. Por isso, não vou aguentar também o meu jeito, o fato de eu saber que não vou estar sempre ao lado de alguém pra ficar conversando. Eu não quero pagar de chato pra quem estiver comigo, então, nem tento.

Sinto, mesmo assim, que sairei um dia, pois o Dalton está chegando na segunda e creio que ele vai querer dar uma passadinha no Corredor da Folia Alegria. Vou aproveitar esses dias folgado e vou tentar fazer os meus trabalhos do curso, ler algumas apostilhas dadas e tentar ser o melhor. Ah, lembrei que amanhã terá ensaio da nossa peça, isso me faz ficar mais empolgado.

Finalizando, espero ficar aqui até depois de 01h, pois tô querendo ver a Raquel desfilando na escola de samba Águia de Ouro pela TV.

Até

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

A CARÊNCIA...

E lá vai eu mais uma vez aqui falando sobre isso. Eu quero é saber até quando vou publicar post sobre isso aqui. Acho que é meu quarto ou quinto, mas enfim, a maldita carência continua. Fico mais assim nesse período de carnaval, onde acho o período point dos esquemas.

Nesse ano, queria me isolar, queria estar em outro lugar que não houvesse barulho, movimentação e nem romance. Por conta da minha lerdeza e indisposição, com certeza ficarei por aqui mesmo - e quando digo por aqui, me refiro dentro de casa, vidrado nessa telinha que preenche o meu momento de tédio e me faz esquecer o que é estar apaixonado.

Ultimamente estou meio que me chateando quando vejo olhos apaixonados das minhas amigas, corações imaginários saindo das cabeças dos meus amigos e quando sinto esse clima chato frio, que é sugestivo para se estar acompanhado. Tento ser o mais normal possível em não querer me irritar a ponto de dar um basta, de me zanga por estar com "inveja". É tão difícil assim? Eu queria me apaixonar. Quero receber ligações diárias da pessoa que pode estar comigo mesmo que num período favorável; quero receber uma sms simples, direta e sincera com pelo menos um "bom dia!". Tenho tudo isso, mas não se encaixa na minha cabeça encarar como paixão, tudo não passa de amizade, não quero entrar em contradição...