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domingo, 4 de janeiro de 2015

O BRINQUEDO ASSASSINO: A SEQUÊNCIA DOS FILMES

Quem me conhece sabe o quanto sou fã de filmes de terror antigo. E nesses meus dias de recesso do trabalho, resolvi baixar toda a sequência do filme que me trazia muito medo quando criança: Child's Play, ou O Brinquedo Assassino.

Deixei pra assistir um filme por dia, já que são cinco, ou melhor, seis, pois saiu outro algum tempinho atrás, em 2013. Sempre pela tarde eu colocava um pra ir assistindo, pois era o único horário que eu não poderia ficar com tanto medo.


Assistindo todos, resolvi fazer algumas observações, logo abaixo:

O primeiro filme me causou muito medo, juro! Acho que casou mais por já ser psicológico. Eu já estava criando uma imagem sobre ele. O filme é super legal e por ser o primeiro, conta o que muitos não sabem: que a alma de um serial killer acaba sendo transportada para o brinquedo através de um ritual. Os efeitos são ótimos, mesmo sabendo que naquele tempo (1988) não se tinha muitos recursos para tal.

O segundo filme da sequência, intitulado  Child's Play 2 (O Brinquedo Assassino 2), de 1990, continuou mesmo como uma continuação. Eles seguiram a linha dos mesmos personagens, embora alguns não estando presentes no filme diretamente, mas vez ou outra eram lembrados. Assim como o primeiro, foi tenso, deu aquele medo, e foi bom, sim.

O terceiro (Child's Play 3 - O Brinquedo Assassino 3) já foi mudando um pouco a figuração, mas não deixou de ser bom. Assim como os anteriores, os personagens principais não foram esquecidos e tudo se passou em uma escola militar. A dublagem é incrível dos anos 90 e, claro, não pude deixar de lembrar do Doug ao escutar a dublagem do personagem Andy - que, inclusive poderia ter permanecido loiro, mesmo depois de anos.

O quarto filme, do final dos anos 90 foi deixado enfim os títulos clichês anteriores, intitulado dessa vez de Bride of Chucky (A Noiva de Chucky), o que, a meu ver, é mais levado para a comédia. Acho que eles estavam um pouco sem criatividade quando resolveram escrever ele, pois, como falei, foi uma mistura de comédia e drama, mas que deu tudo certo e não deixou de ser bom, aliás, nem tão bom assim. Ver a maturidade e perversão dos boneco foi estranho, mas como eu já sabia qual seria o próximo filme da sequência, entendi.

Agora o quinto filme... Foi o que eu mais assisti sem vontade. Ele acabou me lembrando um dos últimos filmes da sequência de Freddy Krueger (A Hora do Pesadelo), onde eles acabam nos enganando. Eu acho isso muito legal, mas como já tinha visto a mesma linha do Freddy, não me surpreendi tanto e acabou dando pra deduzir o que aconteceria por ali. A atriz é podre e só depois percebi que a própria atriz fez o personagem de si própria. Aí me veio a pergunta: "Será se ela é mesmo puta?". Foi legal, mas esqueceram um pouco do Andy, que para mim deveria ser eternizado em todos da sequência. O final do filme foi triste. Engraçado, o que menos gostei é o que mais estou comentando aqui, então é melhor parar.

Enfim, A Maldição de Chucky que acabei de ver. São exatamente 00h45 e estou impressionado. Esse último filme da sequência foi legal, um jogada com algumas coisas modernas e aquela volta ao passado que eu gosto. A seleção foi legal e a matança foi menos. Tudo se passa dentro de uma casa e com o passar do filme tudo vai se encaixando. O massa de tudo foi saber o que tinha acontecido um pouco antes do primeiro filme com Charles Lee Ray. Apareceram, inclusive, cenas do primeiro filme, o que eu achei o maior barato. Senti muita falta de Andy e por um momento comecei a ficar um pouco revoltado com isso, já que com ele que começou tudo. E não é que depois de todos os créditos começou outra cena. E adivinha que estava? O próprio ator que interpretou Andy aos 6 anos de idade em 1988. Achei muuuuuuuuuito massa isso!!! O filme andou, andou e voltou ao mesmo cara. (aplausos!).

Gostei de assistir todos e já quero escolher outra sequência pra ver.

OBS.: Tô com sono e certamente este post deve ter alguns erros que depois serão corrigidos. Desculpem!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

VISITA A PONTE ESTAIADA EM TERESINA - PI

No domingo, à tarde, já estava combinado de eu ir com um amigo para visitar a Ponte Estaiada. Ele havia me convidado na última vez em que estive lá, em dezembro, mas pelo medo exagerado de passar vergonha ao entrar no elevador não fui. Dessa vez não tinha como negar o convite, pois eu tinha que aproveitar essa minha última tarde lá antes de voltar para CN, queria fazer algo diferente.

Ele combinou que iria me pegar às 14h30 ~ 14h45, mas acabou aparecendo lá pra depois das 15h - eu já sabia desse atraso. Eu já tinha arrumado toda a minha mala, já que de lá, iriamos direto à rodoviária de Timon.

Passamos por uma avenida que antecede a ponte e de lá, ele parou o carro devagarzinho enquanto eu tirava a primeira foto:


Foi questão de segundos, pois, embora fosse domingo, a avenida ainda estava movimentada.

Entramos em um estacionamento abaixo do elevador e mirante e ficamos andando por ali. Paguei um mico em tirar uma foto colocando a minha cabeça em um buraquinho lá, sabe? Pra aparentar que sou um personagem. Eu fiquei muito sem graça e nem vou me dar o trabalho de postar essa tristeza  de foto aqui.

Meu amigo comprou as entradas do elevador e, após botarmos os crachás... Momento mais tenso da minha vida: o elevador.

Eu já comentei várias vezes por aqui que nunca tinha entrado em um, não por oportunidade, mas por medo mesmo. Sei lá, um lugar fechado, um frio na barriga, era tudo que eu imaginava até me colocar dentro de um.

Ao entrar, percebi o chão meio oco, sei lá, algo meio que borracha, sei lá... E começou a subir. Fiquei desdobrando, mexendo não sei em quê no celular enquanto eu subia. Eu comecei a ficar tonto, não pelo elevador, mas pela minha tensão. Tudo estava escuro, até quando começou a visão panorâmica. Eu fiquei mais calmo tenso quando vi tudo ficando pequeno lá embaixo.

Meu amigo tirou foto do meu momento tenso

A minha visão enquanto o elevador subia

Lá em cima, parei discretamente para respirar enquanto o meu amigo me explicava o que era o quê. Ele foi super guia para mim, e fiquei, lógico, maravilhado com tudo que vi. Por um momento, ele me falou: "Olha só, estamos mais alto do que o voo de um pássaro", enquanto me mostrava um pássaro voando metros abaixo da gente.


Tirei várias fotos, mas 90% delas não ficaram boas, por isso que não postarei aqui e nem postarei no facebook.

Ficamos vendo a cidade de cima pelo 10 minutos que estava escrito, se não me engano, no ingresso. Passou rápido, mas foi o suficiente para que eu saísse dali mais tenso ainda.

A minha tensão maior nem foi na subida do elevador, mas já estava me preparando psicologicamente para a descida. Imaginei aquele frio na barriga insuportável e que eu odeio e faço careta sem querer. Entramos no elevador, posicionei o celular na câmera, tentei ficar o mais próximo da parede dele e foi descendo. Foi tão tranquilo que a tensão passou mais rápido do que eu imaginava. O mais massa foi sentir ele parando, como se tivesse um amortecedor (sim, acho que tem) debaixo.

Fiz algumas fotos ali, próximo do rio que passava, em umas cadeiras de artesanatos. O mais engraçado foi quando eu puxei a cadeira pra sentar imaginando que o peso seria bem maior do que era. Nossa, a cadeira parecia de isopor e imaginei que a qualquer momento, enquanto estivesse sentando nela, poderia cair.


Ainda de longe, vi um cara fazendo a caricatura de uma criança. Eu sempre quis que alguém fizesse uma minha, então, não medi esforços em ir até lá.


Perguntei ao cara qual o preço da caricatura (R$ 5,00) e disse que queria fazer, enquanto observava ele fazendo a de uma criancinha loirinha, como podem ver na na foto acima.

O mais legal é que enquanto me desenhava, conversava comigo. A princípio, eu só tinha visto essa parte do desenho, até então o meu cabelo (foto à esquerda), depois ele deu um jeito de eu não ver mais (podem percebe na foto abaixo). Não sei se isso foi de propósito ou pela posição mesmo. Ele perguntou meu nome e de onde eu era. Que mundo pequeno, ele disse que já tinha ido na minha cidade e que tinha parente em Duque bacelar, uma cidade a minutos daqui. Enquanto conversávamos, meu amigo tirava várias fotos, fotos que foram das etapas do desenho, e que estarão todas aqui.


E, no fim, vejam só como ficou, e ainda com a "brincadeira" que ele fez colocando uma cereja na minha cabeça que tem formato de sorvete. ¬¬' Ele me explicou que o "!" quer dizer que eu já sabia o que era caricatura. Às pessoas que não sabem o que é, ou acham estranho o desenho, ele coloca um "?". Rimos demais com isso e foi muuuuuuuuuuito legal me ver desenhado. Tive todo aquele cuidado pra não amassar, mas quando chegou em casa, um pingo de água caiu e manchou um pouco do sorriso. :-(


Ainda com muito tempo pela frente, no meio daquele sol de matar, fomos procurar uma forma de tirar fotos minhas com a ponte de fundo, afinal, quem nunca?



Sem mais nada por ali, fomos dar uma volta pela cidade. Paramos em frente a um palácio, no qual nem lembro o nome. Tentei tirar foto por lá, mas estava tudo muuuuito claro e o sol estava de matar. Se enquanto fotografávamos na Ponte estava matando, imagine ali, no centrão. Resolvi ficar dentro do carro mesmo, com, claro, ar condicionado ligado.

De lá, meu amigo ligou pra um amigo dele e fomos ao apê do amigo dele. O amigo dele é super gente boa, temos muitos gostos em comum e, embora a gente se conhecendo ali naquela tarde, já deu pra perceber que ele é um cara do bem. Gostei de verdade de ter conhecido ele, mas ainda não o encontrei na rede, assim como eu tinha prometido a ele antes de me despedir.

De lá, rumo à Rodoviária de Timon, depois, CN, enfim.

E foi assim, tudo bem tranquilão, tarde quente, mas muito massa. Gostei de ter passado por mais essas experiências pela primeira vez. Que venha mais!

quinta-feira, 1 de março de 2012

SEU MADRUGA + TARDE NA AABB ϟ

Primeiramente, quero dizer que o meu sonho sempre foi se fantasiar de Doug (sim, o Funnie), mas no estilo Capitão Cordorna, que eu adoro, mas AINDA não deu.

Como comentei por aqui nos posts passado, estava ensaiando com um dos meus grupos um encenação. Não lembro se comentei se seria sobre a Turma do Chaves, mas foi.

Confesso que eu não estava nem um pouco animado, mas "fazer o quê?", pensava. Ensaiamos demais, acho que foi quase uma semana de ensaio, divertidos, por sinal. Eu até aproveitei essas oportunidades para tirar fotos e filmar. Para mim, o que vale não é dia da apresentação, mas, sim, os ensaios, pois os dias são divertidos e embora haja um pouco de impaciência da minha parte, tudo se torna gratificante quando nos demos como dever cumprido.

Foto do último ensaio. Em 27/02/2012

Hoje (ontem), então, fizemos essa apresentação para algumas pessoas que são especiais, do CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) da cidade. Havíamos divido os personagens, claro, e, mesmo não querendo, tive que entrar no meio também. Eu achava que só iria dirigir a peça, mas percebi que quem quer que as coisas sejam feitas bem feito, tem que fazer também. E lá foi eu ser o Seu Madruga - não sei porquê, mas toda vez que ouço "Seu Madruga", lembro do Vitor Hugo me chamando de "Madruguinha" no ensino médio.

Um pouco antes, o Durval ajudou a fazer o bigode pra depois eu tirar meus disfarce de Anderson Funnie:



Após alguns minutinhos: TÂNÂN!!!

"Quê que foi? Quê que foi? Quê que há!?"

Foi muito divertido. A caracterização de todos - o que eu não esperava - estava PERFEITA! Pensei que fosse ter vergonha de ser Seu Madruga, mas acho que já havia pedido ela há muito tempo. Sei lá, ver a cara de todos impressionados ao me ver foi super engraçado. Não direi que repetiria essa façanha, mas estou super orgulhoso por ter feito.

Turma do Chaves: Vanessa (D. Florinda), Charles (Nhonho), Amparo (Chiquinha), Maciele (Pati), Ivonete (Pópis), Jéssica (D. Clotilde), Raimundo (Chaves), Jamison (Prof. Girafales), Daniel (Quico) e eu (Seu Madruga). 

Apresentamos tudo e o que chegou em meus ouvidos sobre a apresentação foi que estava ótima. A nossa instrutora agradeceu à todos pelo trabalhou e lamentou - e eu mais ainda - sobre a mini maratona que eu tinha preparado. Tudo bem, o público mais alvo era crianças, mas ela bem que deveria ser feita para as pessoas especiais também. A instrutora, posso dizer que foi ela, quebrou minhas pernas, mas deixei pra lá, curti demais mesmo assim.

No momento da apresentação.

Enquanto os demais grupos estavam fazendo sua parte, Adilson chega pra mim e comenta sobre a liberação do clube somente para nós, aprendizes, nessa tarde. Lógico, fiquei super animado e perguntei quanto seria. Ele disse o valor e pronto, perguntamos quem iria e juntamos a grana.

Às 14h, combinei de encontrar o Luan na praça, para de lá irmos ao Clube AABB. Antes, passei num supermercado, comprei um biscoito recheado básico e coloquei dentro da minha mochila, que contia uma bermuda e uma cueca, caso eu entrasse na piscina, já tinha um reserva.

Ao chegar no clube, vi alguns "aprendizes" da turma da manhã, e eu fiquei meio envergonhado. Tentei ser normal, falar com uns, mas eles também estavam distantes. Sei, aos poucos vamos entrosando os nossos turnos, então deixei pra lá.

A piscina estava sendo limpada por alguns funcionários, e quando terminou, alguns já foram tirando a camisa e se jogando dentro da água. Eu, envergonhado pela minha magreza, esperei que uma pessoa mais magra do que eu fosse entrar, ou alguém que fosse mago mergulhasse comigo. Demorei mais ou menos uma meia hora pra lá e pra cá, rodeando a piscina, vendo o quanto ela me chamava e o quando eu queria ela. Até que não aguentei, fui ao chuveiro e depois mergulhei nela. Eu, não acostumado, mergulhei verticalmente e meus pés bateram de uma vez só no chão da piscina. Eu nunca tinha sentido essa sensação ruim, era como se todos os ossos do meu corpo estivesse se batendo, rangendo como dente, nem sei explicar direito. Fiquei ruim por alguns segundos, mas passou, graças.

Enfim, caí na piscina com tudo, foi massa!!!

Larissa Emily, Gabriela, Adilson, Maycon, Amparo, Vanessa, Kaira, Durval, Luan, Charles, Raimundo e Reynaldo ao fundo em pé. Essa "tripa" do lado direito sou eu, tentando sair na foto pulando na piscina - rs. 

Eu e meu amigo - e leitor do meu blog - Luan de Abreu.

Maycon, Gabriela e eu. Atrás, um "aprendiz" que não sei o nome, da turma da manhã. Ele queria estragar nossa foto jogando água em cima da gente, mas a foto acabou saindo antes.

Não posso deixar de comentar mais um medo que eu perdi: o de descer de tobogã. Assim que colocaram esse tobogã no clube já coloquei logo na minha cabeça que jamais teria coragem. Lembro que no começo todos comentavam o quanto era massa escorregar lá de cima, mas o meu medo persistia. Fiquei observando meus amigos descendo lá de cima. Como não tem água própria caindo lá de cima para se escorregar com mais facilidade, subiam com um balde cheio de água e lá do topo jogam no mesmo instante em que desciam. Aquilo parecia divertido, mas não queria me atrever.

Quando todos estavam alheios, resolvi subir até a primeira curva, joguei água de lá e desci com tudo. Aquilo me pareceu divertido e cada vez mais eu ia subindo e subindo. Pronto, cheguei até o topo, com medo mais cheguei. Às vezes o tobogã balançava na medida em que as pessoas iam subindo, isso me deixava ficar parado um pouquinho.

A primeira experiência sozinho, do topo, foi massa. Daqui a pouco convidei alguns amigos para descermos juntos. Já estava viciado naquilo. Levei alguns baldes com água enquanto reversávamos entre nós. Eu estava parecendo uma criancinha descendo daquilo, eu não queria mais parar.



No mais, o meu dia foi ótimo. Agradeço por aqui a todos da peça teatral da Turma do Chaves que, além fazer com que eu me transformasse em Seu Madruga, a peça ainda aconteceu. Lamento pela chatice que houve por lá também, mas não é de minha conta. Ah, mesmo assim, pode ser que eu faça um post comentando sobre isso. Namorada do Jamison não parava de ligar, e foi atrás dele lá. Que merda é essa? Nada a ver! Ela tem uma merda de um ciúme fresco demais.
Valeu!

sábado, 11 de fevereiro de 2012

APRENDIZ ELETROMECÂNICA - TARDE

Sinceramente, já se passaram três semanas e eu já tô apegado demais com essa turma. Embora ainda não os conheça muito bem, sinto certo afeto, amizade por uns e com mais algumas semanas, por que não por outros? As tardes das sextas-feiras estão sendo dolorosas.

Está sendo incrível perceber as minhas mudanças. O quanto, devido o meu trabalho anterior, eu fiquei mais comunicativo, mais sem vergonha (no bom sentido, é claro), e mais prestativo, sem exagero. Estou convivendo com pessoas que eu só via, que eu nunca vi e que eu rotulava mentalmente e que esse mudou. Estou feliz por sorrir, por participar, por contribuir de alguma forma. Caso eu não seja chamado para ficar fixo na empresa, estaria orgulhoso e bastante conformado pela união em sala de aula, seja na aprendizagem ou nos ensinamentos.

Posso estar me antecipando demais, mas acredito que essa será A Turma da empresa.

Na foto em ordem alfabética: Adilson, Anderson (eu que tirei a foto), Antonio Renato, Daniel, Durval, Fabrícia, Francisca Jéssica, Francisco Charles, Gabriella, Jamison, Kaira, Larissa Emilly, Larissa Osório, Lizandra, Luan da Silva, Luan Vieira, Maciele, Marcelo, Maria do Amparo, Maria Ivonete,  Maria Vanessa, Maria Zenith, Maicon, Monaliza, Raimundo, Reynaldo e Wiliane. 

Somente os que estavam de camisa preta. Nesse dia, o dia estava preto literalmente - rs.
Na foto: Durval, Marcelo, Zenith, Adilson, eu e Maycon.

Momento de descontração e o que eu queria aparecer nas fotos. :-)
Na foto: Jamison, Renato, eu, Adilson, Reynaldo e Maycon.