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domingo, 14 de julho de 2013

BRUNA SURFISTINHA NA GLOBO

Nesta madrugada, após o Altas Horas, onde Raquel Pacheco (Bruna Surfistinha) esteve como convidada, assisti pela... perdi até as contas de quantas vezes, o filme Bruna Surfistinha, no qual tive o prazer de ver sua estreia no cinema de Teresina, onde também foi a minha primeira vez em um.

Tudo começaria às 23h e pouquinho, digo o Altas Horas, então, após ter comido muita pizza e ainda ter tomado sorvete na companhia de Bárbara, Thalys e Flávio (conheci ele pessoalmente ontem), voltei pra casa um pouco antes disso. Fiquei fazendo hora em frente a TV, enquanto acompanhava os tweets dela.

Sem muita demora, começou! \o/


Não perdi nenhuma parte, claro.

E depois veio o filme, no qual narrei a noite toda com Karine e Tássya pelo twitter, além de acompanharmos os tweets da Raquel. Assistir ao filme e ler a Raquel comentando algumas partes não foi normal de massa.

O que me deixou triste nessa madrugada, além do final do filme, claro, foi a morte de Cory Monteith (Finn Hudson de Glee). Não sou fã em especial dele, mas gosto da série e, querendo ou não, ele fez parte da minha vida. Por causa disso, pensando ainda nisso, lendo algumas coisas na internet sobre, acabei indo dormir após às 5h. Ainda estou nesse clima de perda, mas vai passar.

#RipCoryMonteith

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

ENCONTRO COM RAQUEL PACHECO (BRUNA SURFISTINHA) #3


E eu continuava olhando pra tudo, enquanto a minha câmera já estava ligada e posicionada para qualquer movimento dela. E foi quando vi, de longe, o João Paulo (JP, marido dela). Falei pro Dalton que estava do meu lado com a Karine ao telefone: "Olha, Dalton, é o JP!!!" E ele riu e perguntou cadê ela. Ela estava atrás dele, muito bem escondida - rs;

O JP estava com poucas malas e ela vinha mexendo no celular, com a cabeça baixa. Lógico que achei que isso fosse pra que ninguém a reconhecesse, mas não era.

Achei que fosse ficar trêmulo, com o coração em disparada, mas eu estava tranquilo, muuuito tranquilo mesmo. Quando ela estava a poucos metros de mim, a abordei dando meio que um susto agradável: "Oi, Raquel!?". Eu então, espontaneamente, a abracei, mas foi um abraço mais demorado que o normal. Nisso, ela me puxa pelo braço e diz para que saíssemos dali, do meio das pessoas, enquanto me mostrava em seu celular que tinha escrito "cheguei!" para mim no twitter. Entendi o porquê.

Fomos para o lado de fora do aeroporto e começamos a conversar. A nossa conversa não teve nada a ver com Bruna Surfistinha e afins, foi totalmente diferente. O JP deixou as poucas malas em um canto próximo e resolveu andar, procurando o cara que contratou a Raquel para tocar em Pedreiras. Ah, acho que nem disse aqui ainda, mas Raquel desceu em Teresina com destino à Pedreiras, MA. Ela iria tocar uma camarote VIP de carnaval.

Então, ela foi logo pegando um cigarro e fumando. Enquanto isso, entreguei meu telefone pra ela e ela começou a conversar com a Karine, que já estava há muito tempo na linha. O JP saia e voltava e nessas vezes, conversamos muito, mas muito mesmo.

Primeira foto, enquanto ela ainda conversava com Karine 

Ela então desligou a Karine e pegou a minha pilha de livros para autografar, além do cd e dvd do filme, claro. Conversamos bastante, sobre mim, sobre a cidade, sobre o calor, sobre a vida, sobre tantas coisas que nem tem como lembrar assim só agora.

Momento em que conversávamos enquanto ela autografava os livros.
Desconsiderem a minha cara de "abestado" - rs.

Eu pedi para tirar uma foto com o o JP, mas ele não deixou de jeito nenhum. Disse que não gostava de foto e até perguntou pra Raquel quantas fotos ela tinha dele, e ela respondeu que somente uma. Acabei insistindo, dizendo que ele havia aparecido em rede nacional e que não era problema1, mas ele continuou dizendo que não. Raquel me explicou que isso não era só comigo e então deixei pra lá e não quis continuar sendo chato.

Como viram, ela estava com roupa de frio e com a bolsa de lado, então, não aguentando mais o calor piauiense, deixou a bolsa de lado e tirou a jaqueta, continuando a conversar comigo e a escrever em meus livros.


Tudo foi muito bem explicado e ela deu até aquela risada linda e engraçada dela.

O cara que a contratou chegou, e chegou no horário certo, então, foi logo tirando uma foto com ela. Deus sabe o que faz e fez com que o voo dela chegasse vinte e cinco minutos antes justamente pra gente ter muito o que conversar. Continuei conversando ainda com ela e pedi para que ela fizesse um vídeo, como prova maior do nosso encontro. Não postarei aqui porque não tenho a autorização dela ainda, portanto, pode ser que role um "F5" por aqui nos próximos dias.

Enfim, o encontro foi maravilhoso e, claro, fiquei super feliz. Eu estava ali não com Bruna Surfistinha, mas com Raquel, Raquel Pacheco, aquela que eu conheço pela rede e que foi super simpática comigo e Dalton.

Ela me disse que próximo mês dará as caras novamente em Teresina e eu farei de tudo para estar lá, quem sabe, para que ela assine o único livro que me falta, lançado atualmente.

Que venha o próximo mês! ;-)

F5

O mais legal foi ter lido isso bem no finalzinho de um post no blog dela:


Ou clique aqui para ler o post completo.

ENCONTRO COM RAQUEL PACHECO (BRUNA SURFISTINHA) #2


Eu fiquei muito tempo sentado, mas às vezes eu levantava, queria saber como era o esquema do voo que  chegava e como as pessoas saíam e pra onde iam. Eu tinha que estar atento a tudo e, por vezes, não entendia ou me perdia nas coisas que a Karine falava ao telefone - espero que ela não tenha percebido isso.

Dalton e eu no primeiro andar do aeroporto, vendo o desembarque das pessoas.

Já era quase perto de 23h45 quando vi uma multidão indo para a janela ver qual o avião que estava vindo. Algumas pessoas estavam com câmeras miradas para o avião, outras estavam apreensivas a chegada de não-sei-quem. E foi ali que eu vi todo mundo já descendo, mesmo o avião não estando sendo visto por mim, já que tinha algo tapando a minha visão.

E começou a descer várias pessoas, várias mesmo, menos a Raquel. Fiquei louco, fui à tela saber sobre o voo dela, qual o status poderia estar aparecendo lá, quando li: "Voo 'tal' no pátio". E isso me confortou, pois era mesmo o dela. Vi por alguns segundos pela janela, mas nada de ver a Raquel indo ao portão de desembarque. Eu via, revia as meninas que desciam, mas nada, mesmo tendo certeza do caminhado conhecido dela.

Resolvi descer para ao térreo, ir ao portão de desembarque e esperar por ela lá, mesmo já estando com o pensamento de que ela já tinha saído do avião há muito tempo. Fiquei colocando, mentalmente, culpa em mim por ainda não tê-la visto.

Lá, vi uma cena linda. Uma criancinha, menina, linda, estava andando quando viu o avô (suponho que fosse pela aparência dele) e, caminhando, começou a chorar indo a seu encontro. O avô já estava de joelho e de braços abertos, quando recebeu fraternamente a menininha. Foi tão lindo ver essa cena que escutei algumas pessoas fazendo aquele "ôôôh!" e algumas dizendo "que fofo!". Essa cena, mexeu comigo por alguns segundos.

CONTINUA...

ENCONTRO COM RAQUEL PACHECO (BRUNA SURFISTINHA) #1

Na quinta-feira, 07, acordei quando já era quase meio-dia e como de costume, fui ver a hora no celular que estava do meu lado. Me deparei, então, com duas sms para serem lidas. Ao abrir, vi que era duas DM (mensagem direta, do twitter) da Raquel avisando que iria desembarcar no sábado à noite em Teresina. Sem dinheiro, em cima da hora, na indecisão, mas com fé, consegui dar meus pulos.

Pronto para ida ao aeroporto
Fiquei muito pensativo durante toda essa quinta e, à noite, antes de dormir, ainda com aquela esperança de não perder essa oportunidade, anotei na mão tudo que precisaria fazer na manhã, como: arrumar câmera, comprar camisa, lembrar de levar os livros, canetas, cortar cabelo... Fiz tudo na manhã seguinte, após ter saído da academia quase 9h. Fui atrás de tu-do, mas ainda continuei tenso, pois tinha algumas dúvidas que eu ainda tinha que tirar com ela. Eu tinha que saber qual o horário que ela apareceria por lá, a questão do horário de verão...

Liguei um pouco antes de 12h pro Alê, um amigo em comum, e pedi um favor, pra que ligasse para a Raquel e perguntasse mais ou menos o horário que ela chegaria. Sem sucesso. Mais tarde ele me ligou e disse que o celular dela estava desligado. Fiquei triste, mas imaginei de ficar fazendo plantão no aeroporto a partir do começo da noite.

Sendo assim, arrumei toda a minha mala, fui para o trabalho/estudo e de lá segui, com a carona do Jamison, à Rodoviária. Cheguei a tempo e fui direto para Timon, seguindo depois para Teresina. Tudo isso, so-zi-nho. Tive uma noite normal, fiquei tranquilo e dormi praticamente sonhando para que o sábado chegasse logo, e chegou. Chegou com tudo, pois acordei com várias DMs da Raquel me dizendo o número do vôo, e outras informações para que eu chegasse no encontro dela, inclusive o horário de desembarque. Fiquei trocando mensagens com ela até ela chegar no aeroporto de lá pra cá.

Fiquei contando as horas para que chegasse logo, e um pouco mais de 22h, comecei a me preparar. Estava pronto: câmera, livros, canetas, dvd, cd, tudo na mochila. Ligamos para o táxi que veio nos pegar sem demora.  Eu achava que iria ficar muito tenso, mas estava tranquilão mesmo que com essa ansiedade. Achei que ficaria pior e trêmulo quando a visse na real.

Rumo ao aeroporto. A frente, Ponte Estaiada de Teresina

Ao chegar no aeroporto pela primeira vez, não fiquei maravilhado, isso que fez eu ficar sem medo do desconhecido. Fomos ao primeiro andar saber onde era o portão de desembarque, mas encontramos somente o de embarque. Ainda em cima, observei umas telas com os números dos vôos e as companhias aéreas e encontrei o dela, que estava previsto para chegar justamente no horário que ela tinha me falado, às 00h10.


Como o aeroporto não é grande como eu imaginava, voltamos para o térreo e encontramos esse portão com facilidade. Eu já estava mais tranquilo, pois tinha certeza que a qualquer hora ela chegará. Sentei, fiquei papeando com a Karine pelo telefone e aguardei os minutos passarem.

CONTINUA...