Aproveitando o embalo, pois acabei de postar o que estava devendo do blog que foi excluído, venho aqui porque tenho novidades:
Simplesmente nesses três últimos dias eu estava muito intrigado com o que estava acontecendo com um sumiço. O sumiço da CRA! Com saudades de um bom papo com ela, passei esses últimos dias mandando mensagem de texto e até dando alguns toques em seu celular. Até passei em seu Orkut pra ver se pelo menos ela ainda lembra que eu existo.
Então, hoje pela manhã, bem cedo, me deu a louca e, assim que acordei, dei um toque no celular dela. Demorou um pouquinho e, falando com a Andressa ao telefone – o aniversário dela é hoje –, ela me retornou a ligação.
Enquanto ela me ligava, eu falava com a Andressa. Até que quando desliguei, resolvi retornar. E logo começamos a conversar. Ai, só de pensar que escutei aquela voz matinal, um pouco grossa... *-*
Enfim, conversamos menos de 10 minutos, pois ambos iriam para o trabalho logo, ainda mais ela que acordou um pouco tarde. Mas, como sempre, a conversa foi bastante proveitosa, embora não fosse o assunto que eu queria conversar. Foi muito bom ouvir sua voz e principalmente o seu sorriso.
Não aguento mais ficar longe. Após ter desligado a chamada, fiquei pensando com os meus botões sobre marcar um encontro, maaas... Tenho que ser orgulhoso nessa parte e não tomar iniciativa pra depois não me prejudicar. De fato, eu só vou me encontrar com ela se for pra gente ficar, nem que a gente passe o resto da vida se comunicando pelo telefone.
A única coisa que posso falar aqui sobre a nossa conversa, é que eu disse que, enquanto ela estava sumida, me deu vontade de mandar um depoimento e tal, mas ela logo foi me cortando: “Não, não me manda depoimento!”. Com isso, captei o que ela queria dizer. Ela quis dizer que seu namorado tinha a senha dela ou algo do tipo, enfim, acabei não entrando muito em detalhes pra não ficar falando dele.
Falando nele, esses dias estou o vendo muito. Não sei por que isso só acontece comigo. Pohha, o cara era tão gente boa - embora mentisse um pouquinho -, eu sinto falta de conversar com ele. Mas é a vida...
Sobre o meu trabalho, estou sofrendo de tédio – às vezes. Não sei mais o que faço pra preencher esse vazio que me causa tanta dor. O pior que ele só aparece na hora mais demorada: à tarde. Afinal, pela manhã eu trabalho tanto que o tempo passa rápido demais. Engraçado, em vez de ser o contrario, quando eu estou trabalhando o tempo passa rápido, mas quando eu estou no trabalho parado, ele demora bastante. ¬¬
Mudando de assunto, ontem, ou melhor, hoje de madrugada, eu estava como de costume, na casa do Homero jogando UNO. Ao sair de lá, quase 3h, passando pela praça, fomos abordados por um mala. Esse mala aparentava ser uma pessoa normal, sem preconceito, mas ele não caminhava como tal. Só suspeitei que fosse, de fato, quando se aproximou e deu pra ver melhor algumas tatuagens em seus braços e o cigarro entre seus dedo na mão direita.
Ele chamou o Homero e começou a conversar. Perguntou se o Homero ainda lembrava dele e tal, e o Homero sempre confirmando. Eu do lado, pus a mão na cabeça e pensei em primeiro lugar no meu pobre celular. Mas esse mala foi legal, ele só nós ofereceu “britas” (drogas) – rs - e perguntou se tínhamos dinheiro para comprar. O Homero, desdobrando, disse que tínhamos perdido todo o dinheiro jogando baralho na praça há pouco tempo. E o mala acreditou \o/
Aumentando mais ainda a mentira e querendo afugentá-lo, Homero disse que “os caras com quem estávamos jogando baralho” ainda estavam na praça jogando, e assim se despediu pensando que conseguiria algum dinheiro. Coitado!
A pior parte que achei nessa historia e que me deixou mais tenso foi quando esse mala olhou no fundo dos meus olhos ao perguntar se eu tinha dinheiro. Pensei: “ele está percebendo a minha cara de medo”, mas nada aconteceu – graças.
Depois foi só risadas – da parte do Homero. Ele começou a falar do meu medo, disse que eu tinha amarelado e tal... Ah, eu sei disso, eu sempre amarelo nessas abordagens. Eu tenho um chama de malas. Só espero que a mãe não saiba desse ocorrido, viiiu, leitores!? – rs. Depois que vim saber que ele era um dos malas mais conhecidos da cidade. Não direi seu apelido por medo de alguém ler aqui e dizer pra ele. Sei não, mas eu é que não mexo com essas coisa! O.o
No mais, só foi isso!
Até
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