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sábado, 20 de outubro de 2012

FIM DE CAMPEONATO

Em abril, mais precisamente no dia 20, fui assistir ao primeiro treino dos aprendizes. Com muito esforço, conseguímos um horário para nosso time treinar à noite na quadra de esporte Uiran Sousa às sextas-feiras. Como nesse dia não tem nada pra fazer, comecei a "bater cartão" em todos os treinos. Mais Monalyza e eu, claro.

Aprendizes treinando 

Zenith, Larissa Osório e Monalyza (eu tirei a foto)

Após o treino, íamos comer minipizza enquanto conversávamos besteiras sobre a nossa turma.

De lá pra cá, comecei a frequentar todos até surgir a ideia de um torneio entre os setores da fábrica onde eu trabalho/estudo. E a competição começou em outro lugar, sempre no Sintriad. Por mais que esse lugar seja praticamente no começo da cidade, estava sempre em companhia da Monalyza. Às vezes eu não tinha saco pra assistir aos jogos, mas às vezes eu vibrava com ele. Alguns aprendizes da minha turma também apareciam por lá, mas não frequentemente como Monalyza e eu.

Após todos esses meses ganhando, empatando, se cansando e discutindo, chegamos a final que foi hoje contra o time mais pesado de toda a fábrica: a portaria. Eles são "estrompas" e uma bolada deles é fatal, principalmente se for do goleiro deles. Sério, nunca tinha visto um chute na bola tão forte como vi o dele, é realmente de se machucar admirar.

Na sala, à tarde, chamei todos para assistirem ao último jogo, já que os anteriores quase ninguém se interessava. Eu queria uma galera realmente grande, até pra fazer jus aos apitos caros que comprei ontem (antes de ontem) e uma vuvuzela emprestada da Fabrícia que a Gabi usou. Achei que fossem ficar envergonhados, mas após distribuir os apitos, o juiz teve que pedir para paramos de apitar, pois estava atrapalhando o apito dele - rs.

Um parte do nosso time:
De pé: Gabriel, Reinaldo, Doriel, Sousa, Klécio. Aguachado: Mário, Adilson e Wellygton 

Um pouco da torcida munida de apitos e vuvuzela:
Luan, Larissa Osório, eu, Monalyza, Gabriella e Wiliane

O primeiro tempo foi tenso demais, o time adversário só fazendo gols e a gente sem nada. O pior que quem está assistindo que fica ruim, pois se vê melhor e o ponto de vista e tensão aumenta. Por um momento eu não escutava ninguém e nem piscava, ficava concentrado de verdade, sem perder a chance de ver um gol - do nosso time, claro.

Pausa: intervalo para o segundo tempo. Ficamos conversando, o time se juntava no banco de reserva e certamente combinava alguma coisa. E então, as trocas de lado. Nesse intervalo, dei a ideia de fazermos uma promessa, algo que fosse besta, mas ao mesmo tempo séria para que se o nosso time ganhasse pudéssemos cumprir. E eis que a Monalyza lançou uma ideia legal: "Se o nosso time ganhar, todos aqui que estão na torcida terão que colocar 'Francisco(a)' como primeiro nome no facebook", disse ela, mas não com essas palavras. Gostei muito da ideia e perguntei individualmente se todos concordavam e topariam fazer. Todos concordaram. E foi assim que nos tornamos Franciscos e Franciscas. Segredo revelado! ;-)








Mas por que "Francisco(a)"? - vocês devem estar se perguntando.

Como estamos no mês de festejo de São Francisco e muitas pessoas pagam promessa, se vestem de marrom (a cor da roupa dele) e vão à cidade dele, decidimos fazer isso; mas até que nem tanto pensando nisso, levando mais para o lado de ser um nome comum em todo o país e que causa certo humor. Percebi isso após fazer a atualização no meu perfil, pois muitas pessoas me mandavam mensagem no bate-papo me chamando de "Chico" ou perguntando o porquê do nome. Fazer isso foi até mais um sentindo na pele, pois só assim senti como rola um pouco de ironia e preconceito com este nome.

Mas voltando ao jogo... Pela promessa cumprida acima já deu pra sacar que ganhamos, né? Mas, mesmo assim, vou continuar contando...

Após o segundo tempo, os gols para o nosso lado dispararam. Foi praticamente um jogo atrás do outro e eu torcia para que terminasse logo, enquanto estávamos na frente. E assim, terminou. GANHAMOS!!! \o/ Não sei ao certo se foi de 5 a 3, ou 5 a 4. Os apitos e a vuvuzela não pararam. Juro, eu parei e fiquei pensando rápido em tudo que rolou por esses meses em que nosso time ganhou, em que foram atrás de "equipes" (uniformes), já que não temos um, nas discussões, nos risos em quadra... Passou como se fosse um filme rápido na minha cabeça.

De lá, a premiação. Com orgulho, o troféu de 1º lugar (desculpa aê!) foi entregue! \o/

Gabriel, Reinaldo, Doriel, Adilson, Wellygton e Klécio

Filmei com meu smartfunnie o momento de entrega do troféu e premiação para o capitão do time, Adilson Junior. *-*


Fiquei muito orgulhoso e gostei de ver que valeu a pena tudo que se passou. Gostei de ver no rosto do Adilson a felicidade e o orgulho, quando era o que mais se preocupava e dava suor, literalmente, para o time. Gostei daquele clima feliz que estava por ali.

E que venha mais jogos e que sejamos campeão novamente.

GO ELETROS!!! \o/

sexta-feira, 22 de junho de 2012

ARRAIAL DO SESI EM CAXIAS - PARTE #3

Como falei no post anterior, não deixei ninguém dormir e nem dormi. Portanto, quando fui pegar um cochilo já estava tudo claro. Era mais ou menos umas 5h30 e apaguei após ter conversado muito com o Fernando.

Às 6h e pouquinho, a Gabi me triscava, me puxava e me empurrava, dizia que não era pra eu dormir e eu começava a criar ódio dela por isso. Mesmo torrando minha paciência, puxando meu lençol, e até esvaziando o colchão de ar, tentei pregar os olhos por pelo menos cinco minutinhos. Resultado: não consegui. Foi o jeito eu procurar algum lugar pra descansar ali, mesmo com o desconforto de estar morto-vivo, ou melhor, zumbi.

Resolvi ir tomar um banho, queria que fosse demorado, mas a fome acabou não deixado isso acontecer. Havíamos combinado que iríamos em busca de uma padaria pela cidade para tomar café, e assim fomos.

No começo da caminhada: eu, Fernando, Clécio, Adriano e Luan

Percorremos toda essa avenida

Andamos demais. Lembro que as minhas panturrilhas estavam em desgraça. Não sei o que houve, eu nem tinha andado tanto na noite anterior, mas quando acordei, não estava aguentando ficar de pé. O Fernando se queixou também por isso, o que me deixou mais tranquilo. Não sei porquê se deu isso, se foi pelo fato de termos andado e não dormido, sei lá... Isso influencia? Vai saber, né?

Decidimos parar e procurar um supermercado, comércio ou algo do tipo. Encontramos um, só que não vendia muita coisa. Mesmo muito cedo, já tinha gente bebendo e fumando por lá. Um senhor que por lá estava nos informou que mais na frente tinha um supermercado onde poderíamos tomar café. E então fomos em direção.

No caminho, um carro de som passava e bem na hora que comentei com quem estava ao meu lado que ele poderia falar com a gente, ele falou. Nos cumprimentou usando o termo "rapaziada" e afirmou que estávamos no "Arraiá" do Sesi. Foi engraçado essa hora, fiquei besta.

Enfim, encontramos o tal supermercado. Ao fundo, havia pães, bolinhos de queijo, frios e outras coisas que todo supermercado tem. Fui logo até o freezer e agarrei um achocolatado. Já tinha bastante biscoito no Sesi me esperando, mas a minha vontade de comer não poderia sair dali. Com a caixinha de achocolatado na mão, morrendo de vontade de abrí-la, fui logo atrás de algo salgado, poderia ser algum salgado, mas não tinha. Vi uns bolinhos redondos de queijo e pedi para a atendente pegar logo dois pra mim. Sem cerimônia, fui ao caixa, paguei, e fui para esquina do supermercado sentar na calçada e começar a comer. Devorei ali mesmo, na companhia de Gabriel.

Voltamos ao Sesi, e após outro banho pra ver se melhorava do sono, cai na piscina. O sol resolveu não dar o ar da graça e depois que entrei na piscina, só poderia sair quando realmente não quisesse mais estar lá. Se fosse sair pra ficar na beirada batendo papo com alguém, morreria de frio.


Como só era a gente ali, nem hesitei em tirar o calção e banhar só de cueca. Já é a segunda vez que faço isso, já está na hora de comprar uma sunga, né, Anderson Funnie? - rs.

Nem fiquei muito tempo de molho lá, conversei um pouco com a Fabrícia lá dentro, mas resolvi sair um pouco antes do sol aparecer e começar a esquentar, a ficar com aquele clima que eu gosto quando estou dentro da água.

Como as meninas, Larissa E. e Gabi, estavam descansando debaixo de uma árvore, curtindo o vento frio da manhã com os olhos fechado, resolvi usar o auto time do meu celular pra tirar minhas fotos em alguns pontos dali. E assim comecei.

"A cara da riqueza!" - gritou Fabrícia da piscina

Antes de disparar a foto, Fabrícia aparece ao sair da piscina correndo

Piscina ao fundo

Quadra de madeira do Sesi

Nas arquibancadas

Ah, antes que eu esqueça, durante essas fotos, um gatinho sempre nos seguia. Eu já tinha dado fé dele logo na primeira foto em que tirei, a que estou nas escadas, acima. Enquanto meu celular estava no chão, com o auto time ligado e eu estava posicionado para quando disparasse, esse gatinho ia em direção ao celular saber o que era, tentar cheirar ou quem sabe comer - rs.

Após sair da quadra, com ele nos seguindo, posicionei a câmera do celular bem na frente dele e tirei a foto abaixo bem no momento em que ele estava vindo na direção do celular, estranhando o aparelho.


Talvez esse gatinho estava carente, perdido ou em busca de seu dono. Não poderia tirá-lo de lá e mesmo assim minutos depois o perdi de vista. Ainda falando em gato, ele já está no tumblr novo da @quinhadepipoca, se quiser vê-lo no catgram, é só clicar aqui.

A Fabrícia acabou caindo na piscina novamente, e ficou lá nadando com o Fernando. Enquanto isso, conversei um pouco com o Clécio, enquanto os meus pés estavam mergulhados dentro da água.


Fui ao banheiro tomar meu terceiro banho do dia e depois me troquei.

Muitos idosos que participavam de danças estavam lá, sentados, aguardando não sei quem. Quando ainda estava no banheiro, me vestindo, escutei músicas de boi, aquelas de bumba-meu-boi, sabe? E fui, curioso, ver como estava por lá.

Os idosos estavam sendo ensaiados. Era muito divertido vê-los ali, dançando. Sei lá, essas coisas eu não sei descrever direito, mas deu tipo uma emoção, vontade de chorar ao ver que eles estavam ali, depois de muito tempo, dançando, se divertindo e gritando.

Fabrícia participando um pouco do ensaio

Em especial, gostei de uma senhora que estava dançando de uma forma tão diferente, humilde, se posso usar essa palavra. Eu só a observava, via o quanto ela rodava, tímida, porém feliz. As mãos batendo palmas fora do ritmo, um pé na frente do outro, foi incrível ver essa cena. Imaginei que um dia ela foi como nós, jovem, que aproveitou e certamente tem muita história pra contar. Queria ter tirado uma foto só dela ali, mas não tive coragem. Discretamente, ela aparece na foto abaixo, quando a Gabi aparece participando um pouquinho do ensaio também.

Após a Gabi, a senhora de saia azul escuro, com a mão no rosto

Como disse, ver aquilo tudo foi incrível, mas acabou. Um senhor estava conversando com o Luan e só lembro dele dizendo ao se despedir: "Seja feliz!". Eu sempre gostei de escutar essa frase e para mim, vindo de uma pessoa vivida é essencial. O ensaio acabou e todos foram embora... A senhora a qual falei, se despediu das demais com um sorriso empolgado, que poderia transmitir a ansiedade para o próximo ensaio.

Tudo voltou a ficar em silêncio, e ali mesmo onde estava, deitei, fechei o olhos, enquanto curtia Coldplay.


Quase 12h30, já com as mochilas arrumadas e sala limpa e organizada, olhamos com ar de despedida para tudo que estava ali e saímos, após a foto de despedida do Sesi:


quinta-feira, 21 de junho de 2012

ARRAIAL DO SESI EM CAXIAS - PARTE #2

Chegamos no Sesi quando já eram um pouco mais de 21h.

Achei que nem tinha muita gente por lá e após o professor estacionar o carro, fomos cumprimentar o cara pelo qual conversei por telefone, o Sérgio, que nos disponibilizou uma sala de aula para dormirmos. Depois fomos em direção à essa sala. Cheguei na sala, só tinha duas pessoas que eu nem me lembro, junto deles estava o professor José Andrade que fez uma expressão meio de decepção. Agora posso entender o motivo de ele ter ficado meio estranho durante toda a noite: a minha mentira.

Segundos depois, Gabi aparece descontrolada, dando um grito que fez até eco na sala. A emoção era tão grande de nos ver que ela foi logo abraçando a Fabrícia - rs. Depois ele comentou que estava muito preocupada e triste por saber que não estaríamos ali com eles. Acredito que tenha sido o alívio pra eles quando nos viram.

Aperreado e não querendo deixar de aproveitar nenhum segundo da noite, fui logo perguntando onde era o banheiro, eu queria muito tomar banho. Não lembro quem foi lá me mostrar o banheiro, mas ao entrar, três aprendizes da manhã já estavam tomando banho. Cumprimentei o Fernando que perguntou o que tinha acontecido de a gente ter aparecido, já que tudo indicava que não iríamos mais estar lá. Disse pra ele que depois explicaria tudo, e fui banhar. No banheiro, estava também Adriano e Clécio, que tinham acabado de tomar banho.

Saindo de lá, encontrei outra galerinha na sala de aula onde iríamos dormir e fui logo me arrumando. Enquanto as meninas se maquiavam, os meninos já estavam prontos, conversando e rindo demais de não sei o quê. Assim, fui ao banheiro mais próximo de onde estávamos, um que seria só nosso e tiramos algumas fotos no espelho:

Molecagem no banheiro masculino

Com Larissa Osório

De lá, fomos ver o que já faltava e esperamos a Larissa Osório maquiar a Fabrícia. Até que demorou um pouquinho, mas valeu super a pena.

Com Gabriella

Com Zenith

De lá, subimos para o local onde as quadrilhas estavam se apresentando. Nesse momento havia muitas pessoas assistindo as apresentações. Confesso que nem estava tão preocupado com isso, queria mesmo era ver e conhecer gente nova.



Demos várias voltas, não vi ninguém atraente, interessante por lá... Mesmo assim, não deixamos de registrar o momento:

Zenith, Larissa O., e Fabrícia

Fabrícia

Aprendizes da manhã: Fernando e Gabriel

Não senti fome por lá. A mousse e o pastelão que o professor nos deu horas atrás realmente encheram e olha que eu estava morrendo de medo de passar fome nessa viagem.

Durante as apresentações, conversava pelo celular com uma amiga que era daqui, mas que está morando em Caxias, a Neta. Ela ficou me usando de "pombo correio", pois pedia pra que eu ligasse pra fulano e dissesse algo, depois retornasse pra ela, ligasse de novo e depois pra ela... e isso chegou a me irritar. Mesmo assim, ela apareceu onde eu estava. Não chegou a entrar no Sesi, mas fui encontrá-la do lado de fora.

Ela queria sair comigo, topei, mas disse que não poderia demorar muito. Para que não ficassem preocupados com a minha ausência, mandei sms para a Larissa Osório avisando que tinha saído pra dar uma voltinha. Achei até que iria longe dali, mas só fomos na rua seguinte, em uma pizzaria. Ela e uma amiga, a Amanda, pediram hambúrguer e eu nada. Conversamos enquanto elas comiam e a Neta acabava fazendo eu beliscar o lanche delas.

Demoramos acho que uns vinte minutinhos por lá e depois voltei pro Sesi.

Lá, do nada encontrei o Matheus, meu amigo de "4ª série 'B'", sabe? - rs. Conversamos um pouquinho, apresentei a Fabrícia pra ele - sem segundas intensões, claro - e depois continuei por ali.

As últimas apresentações foram das quadrilhas daqui, de Coelho Neto. Cheguei a assistir um pouquinho, mas não tenho tanta paciência pra isso não. Juro que não queria estar na pele do professor José Andrade, que era o jurado. Que tédio!!!

As apresentações já tinham terminado, a quadrilha vencedora já tinha sido divulgada e todos estavam indo embora. Ficamos por ali, se sentindo mais a vontade e aprontando com os manequins.



Antes de irmos para a sala com o propósito em dormir, andamos pelo Sesi. Vimos as piscinas e subimos os andares.


Já após às 00h30, fomos procurar uma pizzaria. O professor colocou todos em cima do carro e andamos um pouquinho. O pneu até furou, mas com ajuda do Fernando, tudo foi consertado mais rápido.

A pizzaria parecia que já estava fechando e mesmo com pena dos funcionários, pedimos quatro sabores em duas pizzas gigantes. Enquanto isso, observava o atendimento dos funcionários para o cliente, que demonstravam logo uma má vontade me atender. Reconheço que esse trabalho é torturante, pois tem hora pra entrar, mas não tem pra sair. No ano passado vi de perto tudo isso. Às vezes o funcionário nem tá de mau humor, mas quando ele quer ir embora, cansado, já sabe como é que é, né?

Clécio, Gabi, Larissa O., Gabriel, Zenith, Larissa E. e eu

Enfadados, todos de barriga cheia, voltamos ao Sesi. Como tinha pouca gente, até tentei desdobrar dançando um forrozinho com a Gabi antes de ir dormir:


Depois, fomos então nos acomodar no colchão de ar da Fabrícia e Larissa Emilly. Eu tinha levado lençol, e mesmo com o ar condicionado ligado, ligamos também os ventiladores pra ficar muito mais frio.

O bebedouro era do lado de fora, lógico, então os seguranças do Sesi apareceram na janela e perguntaram se iríamos tomar água durante a madrugada. Respondemos que não, então eles nos alertaram que andavam por ali armados e que supostamente poderíamos ser confundidos com algum ladrão. Caso a gente fosse sair, que os chamassem - eles até deram o nome deles -, mas nem precisamos. Antes de eles aparecerem, já havíamos enchido duas garrafas de água mineral que deu para a madrugada toda.

Como ainda, nos da turma da tarde, não somos tão entrosados com os da manhã, fiz o jogo da garrafa, fugindo um pouco do jogo "verdade ou desafio?". Ao girar a garrafa e parar, um lado poderia fazer pergunta e o outro responder. As perguntas eram simples, foi interessante demais esse jogo. No final, todos já estavam amigos e fiquei orgulhoso de ter conseguido o que eu queria.

Na pausa da escolha de outro jogo

Jogamos outros jogos, e assim foi a madrugada.

Conversei bastante com o Fernando, líder da manhã e acabamos dando a nossa opinião sobre a turma, algumas ideias de planos futuros...

Enfim, não deixei ninguém dormir - e nem dormi.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

ARRAIAL DO SESI EM CAXIAS - PARTE #1

PARA NÃO DEMORAR MAIS DO QUE JÁ ESTÁ DEMORANDO, PUBLICAREI EM PARTES SOBRE A VIAGEM PARA CAXIAS. TENHO MUITA HISTÓRIA PRA CONTAR, POR ISSO, PACIÊNCIA E... BOA LEITURA! :-)

Duas semanas antes, com a visita da coordenadora Denise à nossa turma, ela nos fez um convite que despertou tanto interesse meu, quanto de algumas pessoas da turma. Ela falou, então, que no dia 16 e 17 teria um "arraiá" por lá, em Caxias, e que gostaria de nos ver. A Gabi foi logo me triscando, interessada, e aquilo me despertou mais vontade.

A partir daí tudo começou. Comecei a economizar dinheiro e todos os dias perguntava da turma quem realmente queria ir. Alguns já diziam logo que não, outros ficavam na dúvida. Sendo assim, passei uma folha de caderno para que quem estivesse interessado colocasse seu nome nela. Lógico, comentei sobre isso com a turma da manhã também.

Foi tudo muito aperreado, ir atrás de van, ver a situação da Fabrícia, pois ela é adventista, lugar, comida... Tive que ligar para alguém de lá do Sesi, para ver se poderiam nos disponibilizar algum lugar para dormir, pois já tínhamos em mente que iríamos no sábado e voltaríamos no domingo. Tudo foi um pouco estressante, mas tudo deu certo.

Como no sábado (16), pela tarde, alguns estavam indo de van, enquanto isso eu estava vendo alguns episódios de O.C tranquilão na cama e depois fui cuidar em arrumar a minha mochila. Já pronta, às 16h, fui até ao catecismo, onde nem gostei tanto do que aconteceu por lá e após lá, segui para a rodoviária.

Odeio esperar, sendo assim, liguei logo para a Fabrícia pra perguntar onde ela estava. Por um momento, achei que ela fosse perder o ônibus e sem ela eu não viajaria, mas ela chegou a tempo. A viagem foi super tranquila e durante ela, conversamos demais, conversa produtiva, claro.

Havíamos combinado com o professor de nos pegar no "Descanso" às 19h em ponto, e assim fomos mesmo sem comunicação. Na verdade, não sei o que aconteceu, mas o número que eu estava ligando para o professor antes de sair da cidade, não era o dele. Com isso, a tensão começou por aí.

Quando chegamos no "Descanso", tudo estava escuro. Não havia nenhum barulho por ali, desconsiderando o dos grilos, e dos carros passando pela BR. Até que eu não estava muito preocupado, estava certo que o professor apareceria - ou não. A Fabrícia sugeriu que fossemos a um restaurante próximo de onde descendo do ônibus, a luz de lá estava acessa. Quando nos aproximamos mais, próximo das cadeiras, do nada a luz apagou. Foi um espanto aquilo, até que vimos um rapaz por ali, dentro do restaurante fechado. Fabrícia o cumprimentou de longe e perguntou se poderíamos esperar ali, sentado nas cadeiras das mesas, enquanto nosso professor viria nos buscar. A resposta foi negativa, um silêncio foi a nossa reposta negativa. O rapaz, então, pediu para que ficássemos nas cadeiras de macarrão, logo a frente próximo de algumas plantas. Fabrícia agradeceu a "gentileza" do rapaz na medida em que colocávamos as mochilas no chão.

Fiquei olhando a minha volta, o medo começou a tomar conta de mim, até que em menos de um minuto, após Fabrícia orar, o professor apareceu. Por estarmos atrás de algumas plantas, jarros de panta, o gritei. Ele ficou atento e foi logo brigando, nos chamando de irresponsável e tal, mas com um tom nada agressivo, como se fosse um pai falando com o filho, sabe. Ele falou que estava esperando a minha ligação e foi daí que vimos que eu tinha agendado o número errado. Ele falou também que estava preocupado, que mesmo não ligando pra ele, tomou a iniciativa e me ligou, vendo que eu estava fora de área. Isso o fez se tocar que estávamos na estrada.

Do "Descanso" para Caxias foi tudo tranquilo, tiramos mais ou menos uns dez minutinhos. O professor Joelmir foi super atento e acabou sendo o nosso "guia". No meio do caminho, ligamos para o professor José Andrade, mentindo, dizendo que não tinha dado certo a nossa ida e blá-blá-blá... Ele acreditou e sentiu muito por isso.

Passeamos pelas ruas, o professor mostrava tudo, dizia o que era isso, o que era aquilo e, como se fosse nossa primeira viagem a um lugar, ficamos maravilhados.

Chegamos, enfim, a casa dele, fomos muito bem recepcionados pela filhinha dele de apenas 2 anos toda de vestido de quadrilha, sua mulher, seu pai que já estava na sala vendo TV e por uma mousse de maracujá delicioso sobre a mesa. O professor pediu para ficarmos a vontade e não querendo rejeitar por educação a mousse, fomos lá devorar.


Devorando a mousse de maracujá

Enquanto isso, o professor tomava banho e sua mulher se preparava também para ir ao Sesi conosco.

Confesso que estava muito ansioso pra conhecer o Sesi e não via a hora de chegar lá e fazer a surpresa aos meus amigos, pois aquela hora todo mundo já sabia pelo professor José Andrade, que "não iríamos mais" - rs.

Da casa do professor, fomos à um lugar onde vende pastelão e espetinho. O lugar era comum, assim como aqui em Coelho Neto, as mesas ficavam na calçada e a churrasqueira também. Só havia um diferencial por lá além da venda do pastelão, claro. Lá tinha um campo de futebol ao lado, inclusive estava havendo jogo nessa hora. Por curiosidade, perguntei ao professor se alguma vez alguém já estava lanchando por lá e a bola foi chutada pra em direção a eles. Ele disse que isso sempre acontece, que o cunhado dele que mora próximo, disse que reclama todos os dias por conta disso, pois a bola sempre é chutava em direção a seu telhado.

E lá se vem nosso pastelão, acompanhado de um cheiro ótimo de queijo derretido. As opções eram queijo, carne e frango. Fabrícia e eu comemos de queijo, o professor de carne (exageradamente recheado de carne) e a mulher dele de frango. Ficamos por lá mais ou menos uma meia hora.

Ao sair, demos uma contornada pela cidade, passamos pelo centro e o professor apresentando tudo. Nem decorei muito o que ele estava dizendo, muito menos os lugares onde passamos, acho que por ter sido à noite, nem tudo era tão claro para mim.

terça-feira, 12 de junho de 2012

SERIAL KILLERS - MADE IN BRASIL

Não comentei por aqui, mas na despedida do professor José Andrade, no penúltimo dia dele (04/06), à noite, fizemos um amigo oculto. Juntamos as duas turmas e foi tudo legal. Não tenho muito o que comentar dessa noite, pois não aconteceu nada de diferente que possa ser registrado aqui.

De cara, fui um dos primeiros a saber quem me tirou e receber o presente. Já tínhamos colocado o que gostaríamos de ganhar em uma folha que foi colocada no mural da sala, assim, sem fazer alguma comunicação que poderia ser suspeita com o colega, só bastava ir lá no mural, ver o que a pessoa queria ganhar e pronto! Isso facilitou muito a vida da gente.

Para não fazer desfeita por aqui, a foto abaixo é de quando eu ganhei um dos meus presentes:

Anallyna, da turma da manhã, me entregando o presente

Ganhei o que eu tinha pedido por enquanto, eu disse POR ENQUANTO. Por quê? Na verdade o que eu havia colocado na lista que estava exposta no mural era: O box da 1ª Temporada de The Walking Dead ou o Livro Serial Killers - Made in Brasil, da autora Ilana Casoy. No entanto, ganhei uma havaiana simples, preta, pela qual estava urgentemente precisando, para não ficar com a mão abanando. Junto dela, ganhei o comprovante de pagamento do livro que eu mais queria e fiquei super feliz e ansioso para a sua chegada.

Por tanto, hoje pela manhã, um pouquinho antes de 11h30, Anallyna e Gabriel apareceram aqui para me dá-lo. O pacote estava lacrado ainda, como chega mesmo na casa da gente. Nos demos um abraço e, claro, agradeci. Fiquei meio tímido por não conhecê-la, mas espero que ela entenda o meu medo pelo desconhecido.

E eis que só foi eles indo embora que abri e comecei a devorá-lo.


Nem preciso falar que o livro é de fácil leitura e super instigante, tendo fotos de crimes que ilustram e mexem ainda mais com a imaginação do leitor. Já tinha lido outro da autora Ilana Casoy, cujo título é Serial Killer: Louco ou Cruel?, onde aborda os assassinos em série de outros países, acredito que piores do que os do Brasil e foi bom já ter passado por essa experiência de leitura.

Não terminei de ler ainda, mas já super indico, com certeza.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

ARTTOY - A DIVERSÃO DE SER CRIANÇA

Foram praticamente 20 dias de preocupação, andanças às casas de amigos, gasto de gasolina (aos que têm moto), de dinheiro e muuuuita paciência, pois o trabalho era em grupo. Para ser mais exato, eram três grupos com nove pessoas.

No começo pareceu mais um seminário, mas a minha empolgação foi longe. Na primeira reunião, em sala de aula mesmo, nos minutos finais do encerramento da aula, nos juntamos e vimos o básico, ou melhor, a base para dar início às demais partes. Escolhemos, em primeira instancia, qual loja/empresa iríamos abrir, o nome (que poderia conter somente seis letras), a escolha das três cores, o mascote e o nome dele. Com o tempo, as opções foram mudando, mas sem sair do foco da empresa já escolhida.

Escolhemos, através da ideia do Luan Vieira uma loja de brinquedos. Realmente as nossas ideias estavam vagas e não queríamos falhar em nada, incluindo as etapas seguintes que ainda não tínhamos noção de como fazer. Após a ideia da loja/empresa de brinquedos, conseguímos, ali mesmo, continuar as etapas. Desse dia em diante, todos os dias o professor deixava o finalzinho do horário para resolvermos sobre esse trabalho. Por estar próximo dele, as nossas dúvidas eram rapidamente esclarecidas. Tudo estava ficando como imaginamos.

Em cima de vário estresse, alegria, impaciência, fome e muito salgado nas noites em que nos reuníamos para dar sustância às minhas ideias, concluímos basicamente o nosso trabalho. Confesso, fizemos o mais fácil primeiro e deixamos o mais complicado para o final, final este que nem vimos que já havia chegado. Eu não tinha noção de tempo e a ficha só caiu antes de ontem, terça-feira, quando já estávamos ensaiando paródia e tudo mais...

Como o Marcelo não estava querendo ser um super-herói, o que na minha opinião representava melhor como mascote ao nosso público alvo (as crianças), além de ele ser forte fisicamente, e nenhuma outra também não se manisfestou, dei cara a tapa para a minha vergonha e decidi que seria eu. Até essa decisão, eu não sabia, de fato, o que eu poderia ser, mas arrisquei e dei a minha opinião quando decidíamos algo que para mim não tinha nada a ver. Fui logo descartando a possibilidade de ser um super-herói devido ao meu "corpo atlético", se me entendem. O máximo que poderia conseguir seria ser o Homem Elástico, personagem do Quarteto Fantástico, mas, NOT. Após muita conversa, concluímos que eu seria um maquinista, envolvendo tudo a ver com a nossa empresa dentro do assunto abordado.

A minha roupa foi confeccionada e comprada, gastei um pouco menos de R$ 100,00, mas juro que valeu à pena. Ela demorou praticamente uma semana para ser feita, o suficiente para que eu gravasse o bendito comercial. Pelo MSN, conversei com o @Marllon_Ysnaitz e perguntei se ele poderia me ajudar. A resposta dele positiva me deixou seguro e feliz. E, por ali mesmo, naquela noite, expliquei mais ou menos o jeito que estava pensando. No dia seguinte, ele apareceu aqui em casa e juntamos as ideias, certamente já estava ficando bacana.

No prazo de menos de uma semana, ele já deixou tudo pronto, só no ponto de fazer a minha filmagem e acrescentar no vídeo, fazer o tal do chroma key, que é, pelo que entendi, filmar em frente a um pano de cor verde. E, como combinado, no domingo, 27, fui à casa dele pela tarde, junto da Ivonete e algumas crianças que ela conseguiu, para filmarmos.

Eu já estava vestido na roupa do mascote quando Ivonete chegou, então ela se passou para a minha maquiagem. Como não trabalhamos na Globo - rs -, o pó branco para passar em meu rosto foi giz misturado com talco de bebê. E o bigode foi feito de tinta guache mesmo, feito pelas mãos trêmulas do Marllon - rs:


E assim, após uns cinco minutinhos, mais ou menos, fiquei pronto e parecendo um palhaço-maquinista com a cara maléfica - o que não era a intenção:


Primeiro fiquei dirigindo as crianças dizendo como elas teriam que se comportar diante do vídeo. Eu poderia muito bem filmar primeiro, antes de suar, mas eu queria que a minha vergonha passasse logo. Eu dirigindo as crianças teria meio que dançar, balançar as mãos para mostrar literalmente como elas teriam que fazer e isso acabava fazendo eu ficar menos tenso, sendo que eu odeio e sempre odiei filmagens.

E daí que começou a minha parte. Lá se foi eu sentar em uma cadeira, em frente a um pano verde e dançar, fingindo estar em um trem:

Essa foi a foto que ocultei no post anterior

Apesar do micão, foi divertido e ver depois tudo na câmera que filma em HD (TÁ?), mais ainda.

E em dois dias o Marllon já fez tudo. Ele ficou um pouco da madrugada, muito antes de eu dormir, claro, acho que 01h, fazendo, e deu tudo certo. Às vezes ele ficava me perguntando se eu estava gostando, se queria acrescentar, mudar algumas coisa, e eu fui dando os meus pitacos. Reconheço, sou um cara muito chato, e em se tratando de querer uma coisa perfeita ou próxima disso, sou mais ainda.

Após as filmagens, fui conferir os outros grupos na casa da Gabriella e Fabrícia, mas em um dos grupos não fui muito bem recebido, mas isso foi relevado.

Tudo estava certo e antes de ontem, terça-feira, 29, nos reunimos à noite para fazer o último ensaio. As coisas principais estavam praticamente prontas, mas mesmo assim acrescentamos outras. Na minha parte, por muito estresse, fome (pois foram raras as vezes em que jantei), impaciência e gritos, acabei ficando com dor de cabeça, trêmulo e sem disposição. Após chegar em casa, não consegui fazer mais nada. Tinha slide, montagem de empresa, foto de quebra-cabeça... Eu estava, sinceramente, sobrecarregado. Tentando criar um pouco de coragem, fui à TV ver a estreia da 5ª edição de A Fazenda, mas nem isso consegui ver direito. Mesmo assim, lendo besteiras na internet e fazendo aqui e acolá alguma coisa do trabalho, fui dormir tarde.

E, enfim, o dia tão esperado chegou, a apresentação desse seminário.

Acordei ontem cedo e fui cuidando na continuação dos slides e em outras besteirinhas. Fui assistir ao comercial finalizado que o Marllon havia me enviado por MSN, e no final acabou tendo um erro que foi consertado graças a ele novamente. Até agradeci por isso, pois tenho certeza que se fosse outra pessoa que tivesse feito, colocaria muita banca em reeditar.

Marcamos de estar na empresa às 12h em ponto, mas ninguém chegou. Além do mais, não nos deixaram entrar, pois não tínhamos autorização, fato que foi esquecido, mas dessa vez não por nossa culpa. Ficamos, praticamente, naquele solzão, meia hora. Sem graça, e com um pouquinho de raiva, tirei uma foto para que me alegrasse um pouco, já que minutos após teria que me vestir de mascote:

Ivonete, eu (com meu sorriso de animação) e Durval e seu teclado.

Nisso, o professor apareceu e fomos fazer a organização e ornamentação da sala. O Marcelo deu várias viagens de moto a casa dele, trazendo brinquedos, TNTs, e várias outras coisas úteis para a nossa apresentação. O Luan, coitado, teve que voltar à cidade com a Ivonete para buscar um tapete, que fez mais tarde uma grande diferença.

Arrumamos rápido até a chegada dos ônibus e a batida do sinal para que se batêssemos o ponto. Fui correndo a maquininha passar o meu crachá e voltei para a sala para me arrumar e maquiar. A sala estava toda cheia de alvoroço, estávamos nos atropelando toda hora. Aí, então, veio a Larissa Osório me maquiar:


Ao contrário da primeira vez, não usei giz, só talco de bebê mesmo. Aliás, para que o talco fosse grudado em meu rosto, Larissa passou um óleo antes, isso acabou dando certo. O bigode ficou por conta do Durval, que primeiro fez o desenho com lápis preto de olho e depois Larissa contornou usando um delineador. Ficou mais legal do que da última vez.

Terminado, ouvi comentários engraçados e arranquei alguns sorrisos enquanto estudava a minha fala:


Enquanto não começava o trabalho, tirei uma foto com o professor José Andrade:


E então apresentamos o nosso trabalho. Acredito que não foi cansativo e que arrancou algumas gargalhadas, apesar de haver alguns probleminhas como o nervosismo que causou o esquecimento. Além do mais, observando individualmente aos membros do meu grupo no momento da apresentação, me orgulhei, sobretudo do Marcelo e da Kaira que mostraram na hora muito interesse em suas falas, não ficando nervoso e não usando a famosa "cola" no papel.

Na parte do comercial, todos riram e eu acabei ficando com aquela cara de vergonha:


E em menos de meia hora, acredito eu, tive a sensação de dever cumprido, o trabalho foi concluído com sucesso e aplausos.

Gostei. Apesar de alguns detalhes, gostei da nossa apresentação. O trabalho foi muito produtivo e valeu, com certeza, todos os dias da semana e todo aquele estresse. As fotos abaixo irão demonstrar o meu orgulho:

Larissa Osório e Kaira

Amigão Durval

Amparo e Vanessa

Luan Vieira

Marcelo Augusto

Mascote, colaboradores e professor José Andrade

Colaboradores: Ivonete, Luan Vieira, Vanessa, Amparo, Durval, Kaira, Marcelo, Larissa e Tobby, o mascote

Sorrisão

O meu humor não ficou muito bem por esses dias, eu sei, mas agora estou praticamente livre para voar. Graças, que vou voltar a minha rotina de virar a madrugada, de descansar um pouco mais, de dormir até tarde, de dar continuidade a uma série que estou acompanhando junto de The O.C, sem esquecer que estou pronto para mais um.

Aproveitando, queria agradecer não somente ao meu grupo, mas às pessoas pelas quais me aproximei por esses dias, pelo empenho e facilidade de entendimento. Sou grato a cada ideia e a cada concretização. Estar em companhia é sempre o melhor e desavenças sempre irá ter, claro, como obstáculo para que haja crescimento. Mais uma vez, aprendi.

OS MASCOTES: Maycon: a caixa de suco Fruitine, Luan: João de Barro e eu: Tobby, o maquinista

Obrigado a todos que compartilharam esse dia.