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sábado, 9 de junho de 2012

THE OC - UM ESTRANHO NO PARAÍSO

Há algumas semanas, fazendo o trabalho da empresa fictícia Arttoy, conversando com o Luan Vieira sobre séries, ele me falou de The OC. Eu já tinha observado que o toque do celular dele era a trilha de abertura da série, mas nem me liguei que ele era tão fanático. Até então, lembro que quando passava no SBT só meu irmão mais velho que assitia. Eu não via graça, na época, em assistir aquilo, já que Smallville era o auge.

Conversa vai, conversa vem, ele acabou soltando que tinha a primeira temporada completa e original. Como não estava mais acompanhando nenhuma série - The Walking Dead agora só em outubro e a outra que acompanho está uma m*rda só - não medi palavras em pedir emprestado. E assim, no dia seguinte, como numa troca, já que eu emprestei a minha trilogia do De Volta Para o Futuro, ele levou para a turma The OC e me emprestou. Vi que eram muitos episódios e achei que não iria dar conta... Mas foi aí que me enganei.


Só me bastou o primeiro disco pra que eu percebesse que aquilo viciava, não diferente das séries existentes. Mas, assim como todas, a história tem diferencial pelo qual nunca vi antes. Uma verdadeira história de amor, brigas e um pouco de comédia. No entanto, às vezes eu chorava, ficava com muita raiva e sorria bastante. E assim seguiu por várias semanas. Ora eu via somente um por dia, ora via um disco praticamente todo.

Sinceramente, o Ryan é um cara do bem, que por mais que luta pelos seus direitos, tem cabeça. A Marissa além de ser linda, tem uma simpatia que prende quem assiste. O Seth (falando nele, acabei de ler uma informação no wikipédia que não era pra eu ter lido, droga!!!) e Summer são uns loucos, me diverti bastante com eles, posso dizer que eles são a comédia da série. Sandy e Kristen Cohen são demais e românticos... Além deles, há outros personagens ótimos, claro.

Enfim, agora há pouco, assisti ao último episódio. Resultado: chorei bastante. Não estou em um momento triste, deprê, mas ele me fez chorar de verdade. Sério, eu tenho que assistir a segunda temporada, preciso saber o que vai acontecer com Ryan, Marissa e principalmente com o pobre do Seth... nem gosto de lembrar. :'-(

Vou tentar baixar a segunda temporada, mesmo sabendo que vou fazer uma longa pesquisa para ver se encontro dublada, mesmo gostando legendada, já que assisti a primeira temporada dublada mesmo.

Ahh, lendo novamente no wikipédia, acabo de saber que a série foi ao ar no dia 5 de agosto de 2003, ou seja, quando estava fazendo 13 aninhos. *-*

Depois dessa, SUPER indico! ;-)

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

PASSADINHA RÁPIDA...

Apareci rapidinho pra dizer que estou gostando demais do que estou fazendo nesses últimos dias.


A minha instrutora do curso passou digamos que um projeto. Vai ser algo tipo solidário para algumas pessoas especiais da cidade. Estou encontrando algumas dificuldades, mas mesmo assim não estou desistindo, afinal, no meu caso, estou em todos os grupos e isso me causa aceitação de ideias contrárias as minhas.

A sala foi dividida em três grupos: dramatização, música e brincadeira - todos envolvendo o que foi estudado, como ética, cidadania, moral...

No primeiro dia, ainda em sala, criei, junto do meu grupo, uma mini maratona, algo que não seja cansativo e que seja bastante divertido, tanto pra eles quanto pra gente. Anotei o que precisaríamos e deixei cada pessoa responsável em arranjar o seu material. Aproveitei algumas partes de uma maratona que criei nas férias para o povo do ensino médio (quem não lembra, clica aqui) e mandei ver. Concluído essa parte.

Na parte das músicas, já fui a um ensaio e já dei algumas ideias. Não sei tocar, nem cantar, mas sugeri algumas músicas. Ficou meio engraçado a disputa de quem vai cantar qual música, mas tudo bem. Ah, me surpreendi com os dedos do Durval no teclado, tão tal que ele já ganhou um apelidinho carinhoso da Fabrícia: Dudu e seus teclados - rs.

A dramatização, comecei hoje. Fui convidado ontem para fazer parte da encenação, já que eu pensava que era só pra dar aquele apoio a eles ou jogar alguma ideia. Então, ontem (no caso, antes de ontem), chegaram até mim e me convidaram para ser o Seu Madruga da Turma do Chaves, acredita? Fiquei meio assim, querendo negar o convite de primeira, mas dei um prazo, fiquei de dar a resposta no dia seguinte (hoje) então. Quando cheguei na sala, fui logo interrogado sobre e dei uma resposta meio duvidosa "pode ser!". Combinamos o ensaio pra hoje (aliás, ontem) e fui. Ao chegar na casa de uma das meninas, vi que estavam vendo o dvd do Chaves e tentando tramar alguma coisa. Logo, no dvd não constava o episódio que mais queríamos, então, foi o jeito usufruir da imaginação. Interrompidos por uma simples festinha de aniversário de um amigo da sala (o Daniel), comemos bolo simples de padaria e refrigerante. Eu, magro-mostro, comi duas fatias de bolo e uns quatro copos de refrigerante (não dispenso Guaraná Jesus, tá?) aos olhos de cada um. Conversamos, nos divertimos e começamos a fazer o roteiro da tal peça. Inclusive, ela está aqui do meu lado esquerdo, incompleto. Tento colocar minha cabeça pra funcionar, mas não consigo no momento.

Esse é Daniel, o aniversariante do dia.

O fato é que hoje eu me aproximei de pessoas que eu não tinha muita afinidade na sala. Distribui elogios que estavam entalados e tirei brincadeira como sempre tiro. Ainda tenho um certo pudor em falar algumas palavrinhas que sou acostumado a falar, mas nada como o tempo pra eles perceberem e entenderem o que eu quero dizer.

Por isso, tô feliz! Sei que tá longe ainda, mas não quero pensar no final.

domingo, 15 de janeiro de 2012

DE VOLTA PARA O FUTURO

Essa é uma postagem meio atrasada, mas não queria deixar de registrar aqui.

Depois de dias esperando, chegou, no dia 10, o que eu mais queria: a trilogia De volta para o futuro que havia pedido pela internet. Assim que saí do meu trabalho, fui logo ligando o aparelho de dvd e curtindo o primeiro. Faz muito tempo que tinha assistido ele, e, de fato, ele me instiga muito. Legal saber que um cara (Marty McFly interpretado por Michael J. Fox), acompanhado de um doutor "maluco" (Dr. Emmett interpretado por Christopher Lloyd) pode voltar - e se atrapalhar - no futuro ou no passado. Pode mudar o seu futuro, mexendo no passado. Pode ver como era mais novo, mais velho, a família, os amigos. O melhor de tudo é que ele também pode apanhar algo do futuro ou do passado e levar em suas viagens do tempo. Só lamento que em 2015 na realidade não vai ser como retratado no filme.


Pra quem gosta de filme dos anos 80, como eu, é um ótimo de ficção.