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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

IDA À JERICOACORA – CE #2


Não consegui contar o tempo passar após a nossa entrada dentro do carro rumo ao município de Jericoacoara. A BR estava ótima e a imagem que eu via pela janela era mais do que linda. Se o mato diferenciado era fascinante para mim, imagine quando visse as dunas. Juro, NUNCA tinha visto dunas na minha vida. Foi maravilhoso sentir, mesmo dentro do carro, a areia, as ondulações do chão incerto e um pouco de frio na barriga. Aquele barulho suportável de vento e pessoas rindo, tirando foto, gostando do que estava vendo, me fez bem. Ainda, pelo carro, consegui tirar algumas fotos, que não ficaram tão boas e que nem por elas dá pra descrever o quanto foi bom esse pedacinho de tempo ali, preso aquilo tudo:


Tudo ali era novidade e por mais que eu estivesse muito sério por fora, estava sorridente demais por dentro. Apesar daquele aperto dentro do carro, me senti em liberdade por conta daquele vento. As dunas pareciam pedras grandes e claras e se perdiam na medida que outras ultrapassavam a sua visão. Os "loucos" que passavam voados em cima das motos, conseguiam um equilíbrio inexplicável quando passavam pela areia naquela velocidade. Eu ficava imaginando o motor da moto após chegarem ao destino - rs. Pude ver também no caminho muita gente fazendo reparo nas motos, outros até estavam atolados na areia, coitados.

Como havia falado no começo deste post, não consegui contar o tempo e depois que ele passou foi que me dei conta que já estava em frente a pousada chamada Pôr-do-sol, em frente ao mar. *-*

Esperamos o restante das pessoas em outros carros chegarem e fomos divididos em quartos. Fiquei em um quarto bem próximo da entrada da pousada, sendo que tinha outros no primeiro andar - que eu queria demais ser escolhido para ficar lá. O quarto era simples, porém confortável. Tinha duas camas, uma de casal e outra de solteiro; Uma cômoda - se é que posso chamar assim; Um ventilador de teto; Um tamborete e um banheiro. A decoração era simples e artesanal e as camas estavam com colchas brancas e travesseiros de vento que mais lembravam de motel - rs.

Tomei banho, organizei as roupas, deitei um pouquinho, passei protetor e fomos tomar café.

A mesa já estava pronta, mas não tão farta quanto eu imaginava. Tinha pães, bolos (o de banana com canela estava delicioso!), molho de cachorro quente, duas opções de suco - que não tinham açúcar e que era de manga e outro sabor que não lembro, mas que mais parecia vitamina de laranja, por isso a minha confusão -, frutas e que eu lembre, só. Comi, comparado a minha fome naquela hora, pouco, mas foi o suficiente pra me segurar até a hora do almoço.

Depois do café, uns ficaram vendo TV, outros se balançando na rede, outros tiravam foto, outros batendo papo... e eu no quarto, deitado, curtindo a preguiça e esperando a hora do passeio chegar.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

O CHOQUE HUMANO

Hoje (ontem) à noite aconteceu algo que não sai da minha cabeça. Estou tentando saber como pode ser, por que tudo aconteceu daquele jeito? Tô tão impressionado que sinto obrigação de registrar aqui.

Pois bem, hoje (ontem) à noite, saí a tarde com o Adilson, Fabrícia e Gabriella, havíamos combinado de ir assistir ao treino da Monalyza e ver também a Fabrícia participando do treino. Chegamos minutos antes da partida começar e, depois de adular muito para que a Fabrícia tirasse a calça para ficar de short para jogar, sentamos na arquibancada para assistimos ao jogo. Foi engraçado ver a Fabrícia, mesmo não sabendo, jogando:

Gabriella

Adilson

Queda da Fabrícia

Como na foto acima, a Fabrícia me fez rir muito, ainda mais quando não parava de "assassinar" as jogadoras adversárias ao tentar tomar a bola. Coitada de uma lá, foi empurrada por ela, bateu a cabeça no chão e depois foi ferida na canela por essa doida da Fabrícia. Mas, no final, deu tudo certo. A Fabrícia, embora não sabendo jogar, foi convidada para ser a titular - se não me engano - do time das meninas. No entanto, ela acabou sendo elogiada pela garra e jeito louco de jogar.

Após isso, no comecinho da noite, rodamos pelas ruas atrás de alguma coisa pra comer. Fomos em alguns lugares, mas nada estava do nosso agrado - quando não era o preço muito alto, era a ausência de comida. Assim, Gabi deu a ideia de comer espeto e assim fomos em direção ao Assim Assado.

Agora vem o interessante! No caminho, no meio do final da minha rua, o Adilson me levando na moto dele, ao lado da Fabrícia, que guiava a moto da Gabi levando as duas, brincou de pegar na mão da Fabrícia enquanto pilotavam. Quando triscaram, os dois soltaram rápido e deram um grito. Eu achava que era mais uma brincadeira boba deles, como se ele tivesse machucado a mão dela naquele momento só pra ela gritar... Não entendi aquilo até quando escutei a Fabrícia dizendo "deu choque!". Adilson, então, repetiu o mesmo com a Monalyza que, consequentemente, gritou também. Achei que tudo aquilo era besteira, que a Monalyza havia entrado na brincadeira da Fabrícia e Adilson, até que, involuntariamente, duvidando, claro, Gabi e eu estendemos os braços ao mesmo tempo e nos triscamos nas mãos. Nossa!!! Nem gosto de lembrar. Soltamos na mesma hora. Sério, levamos um choque, parecido aqueles de tomada. Por que isso? - me perguntei.

Na quarta-feira, no curso, entramos em um novo módulo, Eletricidade Básica e isso vai ser uma pergunta para se fazer amanhã (hoje) ao professor Joelmir. Espero que ele saiba me responder, já que não consegui entender pesquisando no google.

...

São 22h17 e como disse acima, levamos esse assunto para a sala de aula hoje. O Maycon respondeu às perguntas após o Adilson ter comentado o nosso fato seguidos de risadas e cara de impressão. Entendi mais ou menos o que houve com a gente, a questão de estarmos energizados e com ajuda do atrito. O professor nem deixou tão claro, mas deu pra entender mais ou menos e tirar o pontão de interrogação que estava em minha cabeça.