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sábado, 14 de março de 2026

A MAGIA DE LER BLOGS NOVAMENTE

Aproveitei o final da tarde e o início da noite para procurar mais blogs para ler. Que nostalgia passear pela blogosfera novamente. 😊

Assim como os posts que li - que foram vários, inclusive -, segui vários outros por aí. Fiquei me perguntando: como é que tenho blog há mais de 20 anos e nunca tive a curiosidade de explorar e perceber que ele é uma rede social? Nunca me atentei que posso seguir, comentar (isso eu já sabia!), conferir comentários, interagir com as pessoas, participar do mundo delas e, principalmente, notar a aba Lista de Leituras. Que vacilo! Antes eu vivia visitando o mesmo blog, dando F5, quando, por essa aba, quando a pessoa atualiza, já aparece há quanto tempo ela atualizou. Perfeito, né!?

Esse meu "cantinho virtual", "diário", foi criado por inspiração da maior (ex) garota de programa do país, a Bruna Surfistinha, com quem, claro, tive o prazer de conversar por, na sequência, Blog, Orkut (por depoimento que a gente lia e apagava, pois por scrap todo mundo ia ler), MSN (até por webcam - me senti tão velho digitando essa palavra), Twitter, Instagram, PESSOALMENTE (😉) e, hoje em dia, WhatsApp. É, a gente continua conversando na modernidade, hein - rs. Por mais que eu saiba que ela não dá a mínima para mim e a Tassya (que também é fã e também conheceu pessoalmente), ainda gostamos dela. Não sabemos explicar esse amor ou ódio de fã/amigo que temos; só sei que é sincero. Fã ou hater, estamos aqui. 🙃

Mas voltando ao blog, é meio mágico ler o que as pessoas estão escrevendo hoje em dia. Saber das rotinas, opiniões, textos engraçados - e, por vezes, até preconceituosos -, perceber os layouts noventistas e dos anos 2000 ainda vivos... é voltar no tempo. Teve um blog que abri hoje e levei um susto. KKKK. Tinha literalmente um rádio tocando após carregar a página. Era uma música de romance, aquelas dos anos 80... Foi um susto bom e fez ainda mais eu voltar no tempo. Lembrei que no Flogão eu colocava umas músicas mixadas para compor o post, já que eu escrevia lá também. Lembro de uma em especial que era do Bob Sinclar - Love Generation feat. MC Leozinho - Ela Só Pensa em Beijar. 😃 Até pesquisei para ouvir e linkar aqui, mas não encontrei. Era muito massa!!! Engraçado que hoje em dia ou eu ouço música ou leio um post. Eu já não conseguia fazer duas coisas ao mesmo tempo quando era mais jovem... imagina agora.

O blog já me trouxe, em um tempo, um relacionamento que durou quase um ano; me trouxe também um trecho em uma revista na Dinamarca, que até postei aqui. E, claro, o prazer de me fazer ler e escrever melhor a cada ano. Sei que não absorvi palavras bonitas ou sofisticadas e tudo mais, mas, se a pessoa leu e entendeu, já fico feliz. Tento escrever como realmente converso. Talvez eu até escreva melhor do que contando pessoalmente a história. Aqui tenho uma cronologia; já contando uma história, até eu mesmo me atrapalho - rs.

Sei que já disse isso aqui, mas vou repetir: só vou deixar de escrever quando morrer. E olhe lá! Ainda assim, penso em deixar uns posts programados quando souber que estarei prestes a partir. Quero que as pessoas continuem com a ansiedade de esperar por mais um post meu sem precisar dar F5.

Sempre imagino que ninguém além de mim leia isso, mas, se você estiver lendo, muito obrigado. Obrigado de coração por estar aqui e por me acompanhar nesses anos todos. Que venham mais registros.

Mais uma vez, obrigado. 🩷

terça-feira, 1 de março de 2022

FERIADOU! E EU?

Antes do feriado já preparei algumas coisinhas pra fazer durante ele. Como não teria condições de ir pra Teresina, até porque também o DG já foi de mala e cuia pro CE, resolvi ficar por aqui mesmo. Eu havia prometido que iria pra Teresina pelo menos UMA vez por mês e eu indo nesse feriadão não seria uma, mas duas vezes no mês, então, ainda cumpro com minha promessa. Haja dinheiro!

Há algumas semanas, DG estava preparando a sua mudança, separando as coisas pra levar pro CE, e no meio de tudo achou um bloquinho vermelho, de capa dura, que ganhou há anos, quando ainda trabalhava com um ex chefe e até então amigo dele. Dalton nunca foi ligado nessas coisas de papelaria, por isso, o bloco estava lá, esquecido e guardado. Na época, com minha letra, na primeira folha, escrevi o nome completo dele. Modéstia a parte, minha letra ficou linda, e eu nem lembrava que tinha feito isso. Pelo menos soube que ele me autorizou a escrever o nome lá, já que ele detesta quando mexo nas coisas dele - rs.

Quando fui a Teresina semanas atrás, trouxe esse bloquinho comigo. Obviamente, de uma forma bem sutil, risquei o nome dele e pus o meu. Pronto, ele era meu real oficial agora. Não sei explicar, mas já criei um apego por ele desde a hora que o vi, por foto ainda, mesmo com a capa dura um pouquinho destruída com o tempo.

Enfim, nele, comecei a anotar umas coisinhas. A princípio, consegui anotar todo o débito que tenho com o "Banco Pedrenrick" (uso esse termo quando o PH me faz alguns empréstimos quando estou precisando) e na medida que fosse pagando, já ia riscando. Eu tenho esse prazer de escrever, colorir e depois riscar. Sei lá, me faz tão bem porque sinto no final que cumpri com a minha promessa, palavra ou sei lá o quê. E tive sorte porque assim que terminei de anotar tudo, eis que um dinheiro de um reembolso que nem lembrava mais caiu na minha conta. Completei com mais um tantinho e 🚀 pro "Banco Pedrenrick". Após o pix, risquei com ✔ com gosto.

Já na segunda folha, escrevi o que iria fazer durante esse feriadão de carnaval. Sinto que quando anoto algo me sinto na obrigação de cumprir, sendo por isso toda a minha programação financeira mensal anotada de forma bem bonitinha e organizada em notas do celular. Dentre o que escrevi para fazer, está:

  • Pintar usando aquarela;
  • Personalizar uma sacola para dar de presente pro professor Francisco Lima;
  • Selecionar fotos do drive pra um projetinho que pretendo iniciar esse mês;
  • Pesquisar sobre coisas do Instagram para criar inspiração para um projeto anônimo;
  • Atualizar o blog (o que estou fazendo agora mesmo! 😗);
  • Concluir o Livro da Bruna Surfistinha;
  • Terminar a 5ª Temporada de 9-1-1;
  • Fazer uma disciplina da Pós Graduação que foi disponibilizada esses dias.

De tudo acima anotado, somente fiz três coisas, ou melhor quatro, infelizmente. Negritei para saberem.

Estou me sentindo um pouco preocupado por ter feito o contrário do que sempre faço, que é deixar as coisas mais difíceis para fazer primeiro, depois ir para as mais fáceis que me deixam mais tranquilo e confortável.

Poderia, sim, durante a madrugada, ter pintado usando aquarela, mas eu prefiro fazer isso quando estou com vontade, inspirado, pois sai algo que me deixa feliz e orgulhoso. Não selecionei as fotos do drive por preguiça mesmo, fiquei imaginando procurar o HD Externo, ficar buscando de pasta em pasta, passando horas e mais horas selecionando fotos... Durante a semana vou tentar fazer isso. Sobre pesquisar sobre algo específico do Instagram... Leitura... Que preguiça de ler uma ruma de coisa. Isso também se encaixa na disciplina da Pós Graduação. Não consigo ler deitado, com barulho... Confesso que até abri, mas preciso ficar sentado, ligado, com um caderno, caneta e tudo e, principalmente, concentração. Não deu! Mas essa semana vou tentar aproveitar algumas folguinhas no trabalho, se eu tiver, prometo!

Pensando bem, no fundo não me sinto culpado por ter procrastinado. É o meu descanso, é o meu corpo, são minhas dormidas sem preocupação. Além de ser tão bom dormir no frio, com chuva... Quem quer fazer algo com esse clima, minha gente?

Amanhã, às 14h30, volto à rotina. Trouxe o celular coorporativo pra casa, chequei ele algumas vezes para que a mensagem automática avisando que eu retornaria somente quarta às 14h30 fosse disparada pra quem me chamou. Ainda assim respondi um aluno, também como se fosse mensagem automática. Acho que ele nem percebeu, porque nem me retornou. Glória!

Não sei o que será desse mês, mas quero ir em Teresina de novo. 👀🥰

**

Ah, esqueci de contar aqui. Comprei um celular novo no dia 22/02, em Teresina mesmo. O meu anterior não estava ligando mais por conta da bateria, então, resolvi comprar logo. Foi quase que um rim, mas acho que deu tudo certo. Devo confessar que depois me bateu um pouco de arrependimento, primeiramente porque o novo celular é menor do que o meu anterior e também porque resolvi, mesmo sem confiar nas coisas de CN, ir numa loja que abriu recentemente pra trocar a bateria. E num é que deu certo!? Com isso, deixei o celular novo de lado, por enquanto. Meu plano é de passar tudo de um pro outro, até porque o meu novo é de 512Gb, então, pra mim, quase uma memória infinita. O fato é que ainda não sei quando vou fazer todo esse processo de transferência, pois isso, definitivamente, me obrigará a usar o celular novo e eu ainda não quero. Acho que esse mês ou até na primeira quinzena do próximo eu faço esse processo, porque férias vem aí, hein. 😎

Tudo indica que voltarei a Cidade Maravilhosa. Sem mais!

**

Mudando de assunto, lembrei de outra coisa. Ontem, após mil anos, no tédio, entrei no BP UOL. Percebi que tudo lá foi modernizado e mesmo assim fiquei com aquela nostalgia. Consegui ainda manter conversa com dois contatos: um contatinho era legal, papo bom, confiei e até passei meu @, mas até agora nada. O outro contato já era mais uma conversa que me dá preguiça, sabe. Não foi uma conversa levada ao s***, mas algo que não rolou mesmo, uma conversa sem pé nem cabeça, umas perguntas típicas de quem busca perder tempo e fazer os outros perderem também nessas salas. Ainda assim foi legal!

**

Então... Vou tentar voltar ainda esse mês pra contar alguma coisinha aqui. Acredito que o próximo post será sobre o livro da BS que prometi (!?) no post anterior. Já fiz uns tópicos no bloquinho das coisas mais legais que gostei de ler, então pode ser que role, viu.  

Até depois! Tcha-au! 👋🏻

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

ACHO QUE UM RESUMO

Me senti tão inspirado a escrever aqui. E eu sei o motivo. 🙂

No mês passado, comprei a autobiografia da Bruna Surfistinha, que chegou autografada de uma forma bem pessoal. Na verdade, eu já esperava por isso, afinal, eu e a Raquel (nome verdadeiro da Bruna) já conversamos desde a época que ela ainda era GP. A nossa "amizade" (entre aspas porque não somos tão amigos assim) começou naquela época, tempo de MSN, Orkut e tudo mais, até que ela fosse confirmada pessoalmente. Sim, eu já encontrei com ela em Teresina e contei toda essa saga aqui. Com o tempo, fomos nos atualizando e nos seguindo nas redes sociais atuais e estamos aí até hoje. ~ Na verdade, ela deixou de me seguir em algumas, mas nunca me importei com isso. 🤫 O importante mesmo, pra mim, é me dar um pouquinho de atenção e, não nos falamos todos os dias, pelo menos temos um pouco de respostas um do outro.


Então, o livro está me causando muita nostalgia e me inspirou a vir aqui. Nele é contado fatos que eu não sabia e que adorei saber. A Raquel tem a mesma atenção aos detalhes que tenho, por mais que ela tenha contado fatos do começo dos anos 2000. Um dos capítulos que eu estava ansioso pra ler era sobre o surgimento do blog, as avaliações... Poucas pessoas sabem que me inspirei na Raquel pra começar nesse mundo da blogosfera também. Continuo sendo raiz, mas tudo bem. Adoro quando recebo comentários, mesmo que anônimos e, o principal, amo ler posts que fiz no passado. Eu revivo meus momento com todos os detalhes que descrevi. Eu amo essa sensação! 🤩

Falta mais ou menos 30% das páginas pra eu concluir a leitura e já sinto aquela dor no coração por saber que está acabando. Faz parte! Estou pensando, inclusive, em falar um pouco do que achei dele em um post futuro. Eu tenho certeza que vou me empolgar quando começar a digitar. Não prometo, mas pretendo, certo?

**

Nem sei muito o que falar do mês de janeiro. Aff, como demorou! Por mais que eu não tivesse nenhum planejamento pro mês seguinte, o que mais me motivava pra que desejasse que ele terminasse seria o salário do próximo mês. Eu amo dinheiro na conta, eu fico tão feliz por receber algo que é fruto do meu trabalho... Não sei se todas as pessoas têm essa sensação, mas eu tenho. Nesses momentos me sinto tão útil.

Prometi a mim mesmo que pelo menos uma vez por mês nesse ano iria a Teresina. Em janeiro, fui. Foi maravilhoso ficar isolado com uma pessoa que estou conhecendo e gostando. Eu digo que estou fazendo um "test drive" antes do quinto encontro. Coisa minha mesmo, pois a ultima vez que tive algo parecido foi no começo de 2013 a 2015... Sei que o Anderson de 23 não é mais o Anderson de 31, chegando nos 32. Vou tentar me permitir, mas tendo toda a paciência do mundo. No momento, nosso encontro está sendo 2/5, faltam três ainda, então acho que dá tempo de ter uma certeza.

Fora isso, larguei a intensidade que vivia vendo séries. Continuo vendo, mas sem aquela pressão e curiosidade de ver um episódio atrás do outro. American Horror Story como assisto em tempo real, sou obrigado a aguardar outro episódio na semana seguinte, já que é um por semana até terminar. Da mesma forma funciona o spin off, American Horror Stories, que teve uma enxurrada de críticas, mas eu amei do mesmo jeito, afinal, Funn is fan, né? 😉 E continuo vendo com toda calma do mundo 9-1-1, que, para minha alegria, foi renovada mais uma vez.

Ainda em janeiro, o BBB começou e, claro, já fiquei ligado. Eu amo um reality e nunca escondi isso, porém, dessa vez, não tenho com quem comentar, deixando apenas tweets soltos usando as hashtags... E é exatamente isso que eu queria falar desde a hora que liguei esse computador e loguei aqui.

Por que não tenho mais ninguém pra comentar?

Porque simplesmente esse ano resolvi tentar conhecer um outro lado meu. Falei posts atrás que me afastei de algumas pessoas e na verdade foi isso mesmo. Pra essas pessoas que eu comentava sobre BBB, dava a minha opinião que por vezes não eram aceitas, e tudo bem, pois é normal. Mas o ar forte e sério das críticas, apelidos e o não uso da empatia que me machucavam. Eu sei que são pessoas ali trancadas naquela casa durante 3 meses, mas a gente acaba se identificando com suas atitudes, certo? Nessa edição mesmo eu já me peguei sendo como algumas pessoas dali. De cada um tiro uma característica minha, avalio, me coloco no lugar da outra pessoa, e é isso. Penso que eles podem ser os nossos espelhos e deles podemos quebrar certas concepções de nós mesmos. Não sei se é errado falar isso, mas a gente aprende muito com atitudes de outras pessoas. Por conta disso, pra evitar que eu fique com a saúde mental mais abalada ainda e, possivelmente perder uma amizade por discursão besta, em prol da paz, decidi me afastar. Volto a repetir que posso futuramente me arrepender, que é bem provável e normal, e eu vou encarar de boa, assim espero.

**

Fevereiro começou há 15 dias e nem sei por onde começar. Então, já sabia que esse mês seria bem intenso e hoje, terminou essa bendita intensidade. Em meu trabalho, graças a Deus, consegui dar conta de tudo. Hoje foi o último dia de rematrícula dos alunos e tive que encarar os brasileiros que deixam tudo pra cima da hora. Tentei evitar que isso acontecesse por um jogo que sempre faço, mas sempre tem aquele que não fica tão ligado assim e vem com tudo. Faz parte! O importante é que dei conta e estou aqui bem, sem derramar sequer um gota de lágrima, como nos anos passados. Aprendi a ligar mesmo o f***-se. Não fez? Falou! O que me deixa fora do sério é ter que me responsabilizar por erros alheios, que é algo que pretendo resolver da forma mais branda possível até o final da semana que vem. Um erro uma vez, duas vezes, tudo bem, errar é humano, mas persistir no erro eu já acho burrice ou falta de profissionalismo. Dizer uma coisa e fazer outra é algo que me irrita desde quando me entendi nesse mundo, afinal, sempre fui iludido em ganhar presente caso passasse de ano na escola, com promessas de dinheiro e tudo mais... Acabei ficando com esse alerta dentro de mim que quando transborda dá vontade de mandar a pessoa ir lá pra aquele lugar. 😠

**

No final de semana, pretendo ir pra Teresina. Estou ansioso e tenho que aproveitar esses últimos dias que o Dalton vai estar por lá. No futuro, minhas viagens poderão ser do MA pro CE, com uma pausa apenas no PI pra pegar o ônibus ou quem sabe até avião... Pelo bem de todos, vai dar tudo certo em nome de Jesus!

**

Ufff! Digitei tanto que nem vi, mas estou me sentindo leve, mesmo achando que quem for ler isso não vai agregar em nada - rs. Mesmo assim, se leu até aqui, ficarei feliz em ler seu comentário. Que os próximos dias sejam bons a ponto de voltar aqui e continuar minha assiduidade de antes.

Até qualquer hora! 😁

domingo, 14 de julho de 2013

BRUNA SURFISTINHA NA GLOBO

Nesta madrugada, após o Altas Horas, onde Raquel Pacheco (Bruna Surfistinha) esteve como convidada, assisti pela... perdi até as contas de quantas vezes, o filme Bruna Surfistinha, no qual tive o prazer de ver sua estreia no cinema de Teresina, onde também foi a minha primeira vez em um.

Tudo começaria às 23h e pouquinho, digo o Altas Horas, então, após ter comido muita pizza e ainda ter tomado sorvete na companhia de Bárbara, Thalys e Flávio (conheci ele pessoalmente ontem), voltei pra casa um pouco antes disso. Fiquei fazendo hora em frente a TV, enquanto acompanhava os tweets dela.

Sem muita demora, começou! \o/


Não perdi nenhuma parte, claro.

E depois veio o filme, no qual narrei a noite toda com Karine e Tássya pelo twitter, além de acompanharmos os tweets da Raquel. Assistir ao filme e ler a Raquel comentando algumas partes não foi normal de massa.

O que me deixou triste nessa madrugada, além do final do filme, claro, foi a morte de Cory Monteith (Finn Hudson de Glee). Não sou fã em especial dele, mas gosto da série e, querendo ou não, ele fez parte da minha vida. Por causa disso, pensando ainda nisso, lendo algumas coisas na internet sobre, acabei indo dormir após às 5h. Ainda estou nesse clima de perda, mas vai passar.

#RipCoryMonteith

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

ENCONTRO COM RAQUEL PACHECO (BRUNA SURFISTINHA) #3


E eu continuava olhando pra tudo, enquanto a minha câmera já estava ligada e posicionada para qualquer movimento dela. E foi quando vi, de longe, o João Paulo (JP, marido dela). Falei pro Dalton que estava do meu lado com a Karine ao telefone: "Olha, Dalton, é o JP!!!" E ele riu e perguntou cadê ela. Ela estava atrás dele, muito bem escondida - rs;

O JP estava com poucas malas e ela vinha mexendo no celular, com a cabeça baixa. Lógico que achei que isso fosse pra que ninguém a reconhecesse, mas não era.

Achei que fosse ficar trêmulo, com o coração em disparada, mas eu estava tranquilo, muuuito tranquilo mesmo. Quando ela estava a poucos metros de mim, a abordei dando meio que um susto agradável: "Oi, Raquel!?". Eu então, espontaneamente, a abracei, mas foi um abraço mais demorado que o normal. Nisso, ela me puxa pelo braço e diz para que saíssemos dali, do meio das pessoas, enquanto me mostrava em seu celular que tinha escrito "cheguei!" para mim no twitter. Entendi o porquê.

Fomos para o lado de fora do aeroporto e começamos a conversar. A nossa conversa não teve nada a ver com Bruna Surfistinha e afins, foi totalmente diferente. O JP deixou as poucas malas em um canto próximo e resolveu andar, procurando o cara que contratou a Raquel para tocar em Pedreiras. Ah, acho que nem disse aqui ainda, mas Raquel desceu em Teresina com destino à Pedreiras, MA. Ela iria tocar uma camarote VIP de carnaval.

Então, ela foi logo pegando um cigarro e fumando. Enquanto isso, entreguei meu telefone pra ela e ela começou a conversar com a Karine, que já estava há muito tempo na linha. O JP saia e voltava e nessas vezes, conversamos muito, mas muito mesmo.

Primeira foto, enquanto ela ainda conversava com Karine 

Ela então desligou a Karine e pegou a minha pilha de livros para autografar, além do cd e dvd do filme, claro. Conversamos bastante, sobre mim, sobre a cidade, sobre o calor, sobre a vida, sobre tantas coisas que nem tem como lembrar assim só agora.

Momento em que conversávamos enquanto ela autografava os livros.
Desconsiderem a minha cara de "abestado" - rs.

Eu pedi para tirar uma foto com o o JP, mas ele não deixou de jeito nenhum. Disse que não gostava de foto e até perguntou pra Raquel quantas fotos ela tinha dele, e ela respondeu que somente uma. Acabei insistindo, dizendo que ele havia aparecido em rede nacional e que não era problema1, mas ele continuou dizendo que não. Raquel me explicou que isso não era só comigo e então deixei pra lá e não quis continuar sendo chato.

Como viram, ela estava com roupa de frio e com a bolsa de lado, então, não aguentando mais o calor piauiense, deixou a bolsa de lado e tirou a jaqueta, continuando a conversar comigo e a escrever em meus livros.


Tudo foi muito bem explicado e ela deu até aquela risada linda e engraçada dela.

O cara que a contratou chegou, e chegou no horário certo, então, foi logo tirando uma foto com ela. Deus sabe o que faz e fez com que o voo dela chegasse vinte e cinco minutos antes justamente pra gente ter muito o que conversar. Continuei conversando ainda com ela e pedi para que ela fizesse um vídeo, como prova maior do nosso encontro. Não postarei aqui porque não tenho a autorização dela ainda, portanto, pode ser que role um "F5" por aqui nos próximos dias.

Enfim, o encontro foi maravilhoso e, claro, fiquei super feliz. Eu estava ali não com Bruna Surfistinha, mas com Raquel, Raquel Pacheco, aquela que eu conheço pela rede e que foi super simpática comigo e Dalton.

Ela me disse que próximo mês dará as caras novamente em Teresina e eu farei de tudo para estar lá, quem sabe, para que ela assine o único livro que me falta, lançado atualmente.

Que venha o próximo mês! ;-)

F5

O mais legal foi ter lido isso bem no finalzinho de um post no blog dela:


Ou clique aqui para ler o post completo.

ENCONTRO COM RAQUEL PACHECO (BRUNA SURFISTINHA) #2


Eu fiquei muito tempo sentado, mas às vezes eu levantava, queria saber como era o esquema do voo que  chegava e como as pessoas saíam e pra onde iam. Eu tinha que estar atento a tudo e, por vezes, não entendia ou me perdia nas coisas que a Karine falava ao telefone - espero que ela não tenha percebido isso.

Dalton e eu no primeiro andar do aeroporto, vendo o desembarque das pessoas.

Já era quase perto de 23h45 quando vi uma multidão indo para a janela ver qual o avião que estava vindo. Algumas pessoas estavam com câmeras miradas para o avião, outras estavam apreensivas a chegada de não-sei-quem. E foi ali que eu vi todo mundo já descendo, mesmo o avião não estando sendo visto por mim, já que tinha algo tapando a minha visão.

E começou a descer várias pessoas, várias mesmo, menos a Raquel. Fiquei louco, fui à tela saber sobre o voo dela, qual o status poderia estar aparecendo lá, quando li: "Voo 'tal' no pátio". E isso me confortou, pois era mesmo o dela. Vi por alguns segundos pela janela, mas nada de ver a Raquel indo ao portão de desembarque. Eu via, revia as meninas que desciam, mas nada, mesmo tendo certeza do caminhado conhecido dela.

Resolvi descer para ao térreo, ir ao portão de desembarque e esperar por ela lá, mesmo já estando com o pensamento de que ela já tinha saído do avião há muito tempo. Fiquei colocando, mentalmente, culpa em mim por ainda não tê-la visto.

Lá, vi uma cena linda. Uma criancinha, menina, linda, estava andando quando viu o avô (suponho que fosse pela aparência dele) e, caminhando, começou a chorar indo a seu encontro. O avô já estava de joelho e de braços abertos, quando recebeu fraternamente a menininha. Foi tão lindo ver essa cena que escutei algumas pessoas fazendo aquele "ôôôh!" e algumas dizendo "que fofo!". Essa cena, mexeu comigo por alguns segundos.

CONTINUA...

ENCONTRO COM RAQUEL PACHECO (BRUNA SURFISTINHA) #1

Na quinta-feira, 07, acordei quando já era quase meio-dia e como de costume, fui ver a hora no celular que estava do meu lado. Me deparei, então, com duas sms para serem lidas. Ao abrir, vi que era duas DM (mensagem direta, do twitter) da Raquel avisando que iria desembarcar no sábado à noite em Teresina. Sem dinheiro, em cima da hora, na indecisão, mas com fé, consegui dar meus pulos.

Pronto para ida ao aeroporto
Fiquei muito pensativo durante toda essa quinta e, à noite, antes de dormir, ainda com aquela esperança de não perder essa oportunidade, anotei na mão tudo que precisaria fazer na manhã, como: arrumar câmera, comprar camisa, lembrar de levar os livros, canetas, cortar cabelo... Fiz tudo na manhã seguinte, após ter saído da academia quase 9h. Fui atrás de tu-do, mas ainda continuei tenso, pois tinha algumas dúvidas que eu ainda tinha que tirar com ela. Eu tinha que saber qual o horário que ela apareceria por lá, a questão do horário de verão...

Liguei um pouco antes de 12h pro Alê, um amigo em comum, e pedi um favor, pra que ligasse para a Raquel e perguntasse mais ou menos o horário que ela chegaria. Sem sucesso. Mais tarde ele me ligou e disse que o celular dela estava desligado. Fiquei triste, mas imaginei de ficar fazendo plantão no aeroporto a partir do começo da noite.

Sendo assim, arrumei toda a minha mala, fui para o trabalho/estudo e de lá segui, com a carona do Jamison, à Rodoviária. Cheguei a tempo e fui direto para Timon, seguindo depois para Teresina. Tudo isso, so-zi-nho. Tive uma noite normal, fiquei tranquilo e dormi praticamente sonhando para que o sábado chegasse logo, e chegou. Chegou com tudo, pois acordei com várias DMs da Raquel me dizendo o número do vôo, e outras informações para que eu chegasse no encontro dela, inclusive o horário de desembarque. Fiquei trocando mensagens com ela até ela chegar no aeroporto de lá pra cá.

Fiquei contando as horas para que chegasse logo, e um pouco mais de 22h, comecei a me preparar. Estava pronto: câmera, livros, canetas, dvd, cd, tudo na mochila. Ligamos para o táxi que veio nos pegar sem demora.  Eu achava que iria ficar muito tenso, mas estava tranquilão mesmo que com essa ansiedade. Achei que ficaria pior e trêmulo quando a visse na real.

Rumo ao aeroporto. A frente, Ponte Estaiada de Teresina

Ao chegar no aeroporto pela primeira vez, não fiquei maravilhado, isso que fez eu ficar sem medo do desconhecido. Fomos ao primeiro andar saber onde era o portão de desembarque, mas encontramos somente o de embarque. Ainda em cima, observei umas telas com os números dos vôos e as companhias aéreas e encontrei o dela, que estava previsto para chegar justamente no horário que ela tinha me falado, às 00h10.


Como o aeroporto não é grande como eu imaginava, voltamos para o térreo e encontramos esse portão com facilidade. Eu já estava mais tranquilo, pois tinha certeza que a qualquer hora ela chegará. Sentei, fiquei papeando com a Karine pelo telefone e aguardei os minutos passarem.

CONTINUA...

terça-feira, 26 de junho de 2012

ESPERO QUE DÊ CERTO...

Estava no curso hoje (ontem) à tarde quando recebi em forma de SMS:


Fiquei empolgado demais, mesmo lembrando o que houve da última vez. Até me zoaram na turma, mas eu nem liguei... Enfim, ao chegar em casa, mandei uma DM pra ela e já sei a data e o local onde ela vai estar, porém não poderei divulgar, né? Só posso dizer que ainda tem muuuuuito tempo até lá!

Tô feliz! *-*