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terça-feira, 28 de abril de 2026

DE TIANGUÁ - CE A SÃO LUÍS - MA: UM RESUMO NADA BREVE

Do nada, acabei de lembrar que ainda não fiz um post em abril. E como faltam apenas 3 dias pra esse mês acabar, acho melhor já dar as caras, pois não sei de fato como serão esses próximos dias.

Ainda estou de férias e estou tentando aproveitar esses dias com muita preguiça, mas aproveitando rolês também, mesmo sem muita grana pra gastar. Ser pobre é ruim no Brasil, mas ser organizado, não. Me organizando, consigo ir até do outro lado do mundo se eu quiser. 🙃

Estou naquele bate-volta de Tianguá e Ubajara. Lá e cá, o frio é praticamente o mesmo. Dou uma preferência a Ubajara pela tranquilidade e pelo frio ser maior. Quase todos os dias têm neblina, tem opções de comida, e, também, claro, por estar sempre perto do B. A gente se diverte dormindo, comendo e assistindo séries, realities e vídeos da DiaTV, que amo. B. é uma ótima companhia.

No final da tarde da segunda (20), fomos, Pedro, Dalton, B. e eu, a caminho de São Luís. Pegamos um Airbnb em Teresina pra gente dormir algumas horas, pra acordar às 4h da madruga e seguir estrada novamente. Seria um bate-volta, já que o motivo principal seria deixar o Pietro na cidade pro show dos Guns N' Roses na terça-feira (21). Esses jovens de hoje... - rs. Isso não é um julgamento. 😁 Eles têm mesmo que aproveitar a sua juventude e se encherem de experiências. Ah, se eu tivesse essas oportunidades no auge dos meus 16 anos... Só vim começar a viver com 25 anos, e ainda acho que nem vivo tanto assim. Motivo: conta bancária. Mentira! Oportunidades mesmo. Mas, se bem que, quando eu quero muito e posso, vou. Não espero por ninguém, não. Enfim.

A viagem foi longa, mas foi bem divertida. Na metade do caminho, pegamos o Pietro no Descanso e, de lá pra São Luís, inventamos jogos pro tempo passar mais rápido. Antes disso, havia conversado muito com o Pietro sobre a vida. A gente tem uma troca bacana e com ele me sinto um jovem de menos de 18 anos - rs -, quanto pra ele pode ser que eu já tenha 80 - rs. Pietro ouve, mas fala; fala, mas ouve. Deu pra entender? Isso é tão bom!

Chegamos em SL por volta de 13h. A chuva, né, como já havíamos previsto na previsão do tempo semanas antes, já estava começando a dar o ar da graça, mas na cidade não chegou a nos pegar. Resolvemos ir direto pro shopping almoçar. Estávamos entre um PF dessas franquias conhecidas, que agora não me recordo o nome, e um self-service. Por mim, um PF, mas, pela fila que estava lá, optamos mesmo pelo self. Não nos arrependemos, a comida era bem caseira do jeitinho que eu gosto. Comi um pouco de tudo e teve gente que até deixou no prato, né, Pietro - rs.

Ficamos no shopping até dar o horário do check-in do hotel.

No hotel, nos dividimos em dois quartos, estipulamos um horário para ficarmos prontos (16h) e assim foi feito. Umas 16h estávamos prontos pra deixar o Pietro na casa da amiga dele, pra, mais tarde, irem ao show juntos. Chovia nessa hora, mas ocorreu tudo bem.

Após deixarmos ele, a ideia já era bater perna no Centro Histórico, mas quem disse que a chuva deixou? Ficamos rodando pra lá e pra cá até que o B. pesquisou no Instagram um café que tinha pelas redondezas de uma avenida que estávamos passando. Era um café super chique, mas não chegamos a ter a experiência completa. Por conta da chuva, o café estava "com fila de espera" (palavras do atendente), pra não dizer que estava lotado. Literalmente na fila, aguardamos alguns minutos até que improvisaram uma mesa do lado de fora, com cadeiras diferentes, bem jogada mesmo. Os meninos pediram um sanduíche low carb (sem glúten, pois Dalton é alérgico e Pedro está começando a cortar trigo também) e uns cafés diferentes que não sei o nome. B. pediu uma empada com algo que não lembro agora e eu pedi uma tapioca só com manteiga mesmo, uma empada e um chocolate quente da xícara pequena, acho que 60 ml. Estava delícia, mas, obviamente, não me encheu.

Fomos ao shopping em seguida porque os meninos queriam fazer umas compras e eu comecei a ficar mal da barriga. Acho que juntou tanta coisa que foi direto pra barriga: falta de sono, comer besteira, calor, chuva... Fiquei mais tempo no banheiro do que batendo perna com os meninos. Eles ficaram bem preocupados comigo, mas não quis preocupá-los. Procuramos uma farmácia, comprei um comprimido, tomei ali mesmo e minutos depois me senti melhorzinho.

Os meninos pediram uma ja...


(dei uma pausa nesse post que comecei ontem por motivos de fui jantar, assistir novela e "dormir"... passei a noite tossindo novamente. agora são exatamente 8h30)


Continuando... Os meninos pediram uma janta e eu tomei apenas um suco de laranja na intenção de me dar um pouco de vitamina. E, aos poucos, fui melhorando.

De volta ao hotel, tomei banho e fui esperar começar a final do BBB. Por mais que a vencedora fosse óbvia, queria pelo menos sentir aquela emoção da final. Mesmo mortos, B. ficou sentado na cama, pois, segundo ele, se deitasse ia dormir; e eu fiquei deitado mesmo, aguentando pelo menos assistir a primeira parte do programa. Assim que finalizou a primeira parte, lembro que virei de lado, me entreguei àquela cama maravilhosa e apaguei. Não vi o B. roncar, nem nada, foi o melhor sono de todos os tempos, aquele sono de cansado.

Na quarta (22), acordamos para o café da manhã, acredito que um pouquinho antes de 9h. O Pietro não chegou a tomar café com a gente, pois chegou em casa lá pra depois de 1h da manhã, mas tínhamos que aproveitar tudo que estava por ali. Coloquei um pouco de tudo, mas ainda com receio de dar o piriri novamente. Não lembro exatamente o que coloquei, só lembro do molho de salsinha e uma torta... Não tirei foto do prato pra poder olhar agora e descrever aqui. Repeti pra forrar o estômago, mesmo sem vontade, e corri pro banheiro. Tomar café e ir depois ao banheiro, pra mim, é tiro e queda. Já percebi que B. é do mesmo jeito. Alguém mais?

Pietro pronto, arrumado, seguimos ao Centro Histórico. Chegamos lá um pouquinho depois de 10h, com o sol daquele jeito. 🔥 Demoramos um pouco pra encontrar um lugar pra estacionar, mas um rapaz super simpático (não sei se posso chamar de "flanelinha") ajudou Pedro a manobrar o carro, combinamos o valor a pagar, decoramos o local... Nos sentimos seguros por ali e fomos bater perna.

A ideia, a princípio, era conhecer os principais pontos turísticos primeiro: a Rua de Giz e o Palácio dos Leões. Enquanto seguíamos nas ruas e pedindo informações até encontrar, ficamos encantados com a arquitetura, os prédios históricos, as cores... Nem preciso dizer que o B. pirou e fez fotos maravilhosas, né. Ele não poderia postar em real time, então segurou pra postar no final de semana. Ninguém sabia que ele estava viajando. 🤫 Encontrei até o local onde gravamos um vídeo icônico da Java falando "luxo" em 2008, foi bem nostalgia essa hora.

Chegamos à Rua de Giz, que estava deserta, como a atendente do café havia dito pra gente no dia anterior. Na verdade, ela disse que pela manhã o centro histórico é "azeado" - rs.

Descendo as escadas, entramos em um museu com fósseis de dinossauros encontrados na região e outra parte voltada aos povos originários. Ficamos mais ou menos uma meia horinha por lá. Confesso que não é um rolê que eu goste tanto.

Na sequência, de longe, vi um senhor expondo arte e fazendo arte na rua. Lógico, me aproximei pra ver. Eu sou encantado com arte! Sua arte me impressionou, pois era feita com caneta esferográfica. Sim, caneta BIC! Tudo era perfeito, simétrico e continha muita história que foi explicada. Quando há arte, pra mim, fica bem mais fácil gostar de ouvir história. Ele me contando e apontando no quadro o que aconteceu me deixa bem mais interessado.

A minha intenção era somente observar, mas o B., não. Me surpreendi! B. comprou uma das artes expostas ali. Ele gosta de coisas em preto e branco, então preferiu uma nesse modelo, pra depois emoldurar e, num futuro próximo, decorar o seu escritório. O artista até insistiu pra eu comprar uma colorida que amei (abaixo), mas onde eu iria colocar? Ainda não tenho casa e, naquele momento, não tinha dinheiro, mas quem sabe um dia, né.

Com o sol ainda torrando a gente, um pouco mais de meio-dia, fomos procurar algo pra comer. Um PF pra ser algo mais simples, barato e que pudesse ter um gosto regional.

Em uma das escadarias, que acho que não foi a da Rua de Giz, encontramos um boteco (também não sei se posso chamar assim) e entramos nele. Lá tinha tanto PF quanto self-service... Um rapaz que passou pela gente levando uns pratos nos cumprimentou e nos sentimos acolhidos até então. Minutos se passaram e ninguém veio à nossa mesa. Uma senhora passou e o Pedro perguntou sobre o PF. "Como que funciona o PF?" Ela, em um tom meio irônico e autoritário, respondeu: "PF é um prato feito!" Mentira!!? Jura? Ninguém ali na mesa sabia o que era um PF até ela falar. (contém ironia)

Na mesma hora eu disse: "Gente, vamos sair daqui?" Todos ficaram se olhando incrédulos com o que tinha acabado de acontecer. Por mais que não tivesse sido algo tão grave, mas o atendimento é o mínimo, a acolhida faz parte, ainda mais em uma capital que recebe turistas todos os dias. E, sim, eu também sou um turista, embora seja maranhense. Afastei a cadeira, me levantei e todos vieram juntos comigo, sem dar satisfação. Tchau!

Subimos as escadas, aproveitamos que o Palácio dos Leões estava próximo, tiramos umas fotos rápidas por lá e paramos em um local aberto que vendia apenas lanches e bolos - lindos e aparentes deliciosos, por sinal. A atendente super sorridente nos recebeu e compensou toda aquela energia que minutos antes tínhamos recebido. Ela nos informou um local onde tinham vários locais pra almoço. Informou da forma como os astecas se comunicavam naquele tempo, sem uso da tecnologia: "segue aqui, vira à esquerda, na escada, desce um pouco, à frente é amarela".

Pietro

Pronto! Encontramos o local.

Era um local simples, mas estava bem maranhense. Bandeiras de festa junina, toalha de mesa com estampa meio piquenique e, claro, um atendimento mil vezes melhor. O rapaz que estava no caixa, percebendo nossa presença, já nos deu boas-vindas e explicou, mesmo sem perguntarmos, como funcionava tudo. Era ali que iríamos almoçar.

O preço foi bem acessível. Os meninos pediram carne e eu pedi frango empanado. Já arroz, feijão, macarrão, saladas e afins eram no self-service sem balança, podendo colocar à vontade. A comida nem demorou pra chegar, mas me decepcionei que o o frango que pedi veio frio. Comer aquilo foi um martírio, mas fazer o quê, né. Demoramos mais uns 30 minutinhos lá pra depois seguir estrada pra metade do MA (deixar o Pietro onde pegamos, no Descanso), depois Teresina - PI pra jantarmos no shopping, e, enfim, CE. A previsão era que chegássemos no CE antes de 00h, mas chegamos mesmo quase 2h. A viagem foi sem pressa, mas com muitos jogos inventados pro pobre do Pedro não pegar no sono enquanto dirigia.


(mais uma pausa pra banhar, comer, assistir um pouco e descansar. agora são exatamente 12h27)


Pedro é realmente um guerreiro nas estradas. Ele dirigiu praticamente 99% dessa viagem toda e, ao chegar em casa, quase 2h da manhã, como mencionei, ele teria que dormir poucas horas para às 4h estar pronto pra viajar novamente a trabalho. O que me confortou foi o fato de ele não ir dirigindo dessa vez. Mas o cansaço e tudo mais, hein!? Não é pra qualquer um, não.

Na quinta (23) fui pra Ubajara e fiquei lá até ontem, segunda. Por conta da viagem, todo mundo ficou com uma "sequela", exceto o Pedro. Dalton ficou num piriri, B. teve alguns dias com o retorno de um terçol e eu, coitado, fui o mais afetado, até agora doente. 🤒 Acredito, sim, que tenha sido a mudança de clima. Pegamos chuva, ar-condicionado, sol quente, vento frio, vento quente... Só pode ter sido isso. Eu raramente fico doente, mas, quando fico, a agonia já começa a subir. Eu sei quando vou ficar doente já nos primeiros sinais: a garganta ficou meio estranha, comecei a dar uns espirros aqui e acolá e foi só piorando.

Percebendo que eu já estava ficando meio gripado, B. fez um melado (nem sei se chama assim) com mel - obviamente -, alho, limão, cúrcuma e, mais tarde, a mãe dele acrescentou gengibre. Desde então tomo umas duas colheradas, mas penso que, se remédio mesmo não me faz efeito, imagine um mel. Mas eu vou na fé. O que for pra me melhorar, vou tomando.

No domingo (26), após passar duas madrugadas sem conseguir dormir direito de tanta tosse e espirro, à tarde fui ao hospital de Ubajara. B. achava que estaria cheio de gente e que demoraria o atendimento, mas, quando chegamos lá, graças a Deus, praticamente sem ninguém. Os meus dados foram coletados de forma rápida, a chamada pra triagem e o atendimento médico também. O jovem médico olhou minha garganta e usou o estetoscópio nas minhas costas, pedindo pra que eu respirasse fundo a cada vez que fosse solicitado. Após fazer a consulta, entregar a solicitação pra tomar vacina, juntamente com o receituário com os remédios que eu teria que comprar, fui. Tive que tomar a dexametasona, mas preferiria mesmo a benzetacil. Pensei até em sugerir ao médico que me desse a benzé, mas o medo de levar um esporro e passar vergonha era bem maior, afinal, o médico é ele, não eu.

Não sou de reclamar de injeção - até prefiro -, mas essa doeu demais quando a enfermeira aplicou. Foi questão de 2 segundos, praticamente. B. viu tudo e ficou chocado também com essa rapidez. Me senti um gado sendo ferrado naquele momento. Doeu muito! Tanto a aplicação quanto enquanto o líquido se espalhava em meu corpo. Saí do hospital mancando. Que agulha grossa era aquela? Ódio!

Nesse mesmo dia, fiquei até que melhor. Dormi bem melhor.

Na segunda (27), ontem, mesmo amanhecendo praticamente sem voz, vim pra Tianguá umas 14h. Eu não estava 100%, mas pelo menos eu conseguia me sentir mais ativo. Aqui, faço o mínimo, então seria muito de boa descansar. Mesmo descansando, tomando todos os remédios, ainda não consegui ficar melhor. Essa semana é muito importante pra mim, já que é minha última semana de férias, mas, pelo visto... Deus é mais! Eu tenho fé!

Dalton sugeriu que eu fosse ao hospital e, claro, quero ir. Mais tarde, antes do final da tarde, vou. Dessa vez, mesmo pedindo pra levar um esporro, vou sugerir ao médico que me dê benzetacil mesmo. Não aguento mais!!! Preciso estar saudável pra ver O Diabo Veste Prada no cinema - que até comprei o ingresso ontem com medo de esgotar -, voltar pra CN com saúde pra poder abraçar muito o Eduardo sem culpa e ter força pro que vem por aí. Possivelmente constarei no próximo post. Aguardem!

Acho que já deu, né!? Muitas pausas, porém um post longo como há muito tempo não registrava aqui.

Até o próximo mês! (ou antes) 😉

terça-feira, 12 de agosto de 2025

3.5

Que o clima de chuva me deixa triste vocês já sabem, e sabem muito bem que quando isso acontece, sinto automaticamente vontade de vir aqui desabafar. Não que seja pra falar coisas ruins, mas pra registar mesmo, colocar pra fora o que tem de bom ou ruim ultimamente. E até que nada de ruim vem nesses tempos, graças a Deus.

Então, na terça foi meu aniversário! 🎈🥳

Como de costume, viajei. Há muitos anos não passo meu aniversário aqui na cidade, nem em casa, e que bom por isso. Como sempre peço folga nessa data, me mandei pro CE de novo. Estar longe daqui me traz paz, me deixa mais feliz, apesar de a cada ano eu ficar sempre mais desanimado com aniversário ou até mesmo nem me empolgar com ele a ponto de bolar alguma coisa nesse dia. Deixo as pessoas à vontade, fico disponível pra qualquer rolê que elas queiram fazer, por mais que seja simples. Eu já estando longe da minha realidade já tá de bom tamanho - rs.

Fiz 35 anos e há vários meses quando me perguntavam minha idade, de bate pronto já dizia 35. Sei lá, vejo isso como já aceitar a realidade, a entender que o envelhecimento existe apesar de toda a pressão que a gente mesmo se coloca. O que mais me conforta é que, sim, estou vivo e que, mesmo com muito esforço, tenho conseguido o que eu quero. Acho que tudo no tempo de Deus, e sinto que Ele tem sido justo comigo ainda que às vezes eu esquecendo de orar, mas ainda assim agradecendo mais e pedindo menos.

O que sempre me diverte é o processo de alguma coisa. No caso, preparei todos os meus stories e de deixei no rascunho bem organizado no ponto de postar. Eu sei que sou mais do que suspeito, mas amei o meu "layout" (posso chamar assim?) desse ano. Amo ver quando faço algo que me agrada e me sinto ansioso demais pra mostrar logo - talvez isso continua sendo no fundo, no fundo, coisa de leonino - rs.

Olha só como ficou e olha só quem também me ajudou:


Amei passar o dia compartilhando esses stories e recebendo o carinho dos amigos, dos conhecidos... Como em todos os anos, me surpreendendo com uns e me decepcionando com outros. Ihhhhhh 👀 Faz parte.

Na virada do meu aniversário, passamos em uma hamburgueria em Tianguá - CE. Não estava fazendo o frio que lá faz, mas ainda assim eu estava gelado. Pedimos hamburguer e à meia-noite, nas badaladas do relógio da igreja, fui surpreendido com um bolo maravilhoso de coco queimado. Eu amo qualquer coisa de coco e os mais próximos sabem disso. Havíamos comido muita batata frita antes do hamburguer chegar que, infelizmente, não consegui comer nem metade dele. Fiquei beliscando o bolo com refrigerante e quando fomos ver, comi mais da metade da metade - rs.

Acenderam a vela com um ponto de interrogação, cantaram os parabéns, fiz o pedido - juro que não lembro mais o que pedi -, apaguei e pronto. Voltamos pra casa quando já era mais de 1h. Foi simples, mas fui muito feliz! 🥲


No dia seguinte ganhei presentinhos: sabonetes, hidratante, protetor e outro cosmético que prometo que vou usar. Ainda não sou do time da skincare, mas, né, os 40 uma hora vai bater a porta e quero estar com a mesma cara que tô hoje - rs. Além disso, ganhei um pix maravilhoso de um amigo e um de zoação, mas sendo pix, por mais que tenha sido mínimo, já vai me ajudar no futuro com algo que Deus vai me ajudar a vir aí o mais rápido possível. E que seja, Senhor, antes dos 40. Inclusive, quem quiser me ajudar, fique a vontade: andersonfunnie@hotmail.com. 😁 (quem vê jura que alguém vai mandar rs) Ainda fico meio sem graça ao receber presente, mas procuro pensar na intenção, não no material. Eu AMEI tudo que ganhei.

No decorrer do dia, quando amanheceu, me permiti dormir até tarde, umas 9h30 e depois do almoço fui pro mato com o B. Eu queria estar longe de casa, literalmente, a qualquer custo, e por ser no meio da semana, na terça, tive o Sítio do Bosco só pra mim. Eu podia contar nos dedos das mãos a quantidade de pessoas que tinha lá, então me senti mais tranquilo. Apreciei o silêncio, o vento, o momento e fui feliz nessa tarde. Até fiz uma mini trilha com o B, que tava me gravando e tirando as minhas fotos, em direção à caverna. Ahhh, já ia esquecendo! Que sorte eu tive em ver os macaquinhos por ali dando o ar da graça. ❤️ Por mais que eu tenha um pouquinho de medo deles roubarem meu celular ou algo meu e saírem correndo no meio da mata, eles complementaram toda a visão de estar no meio da natureza.

No final da tarde voltamos pra casa, mas antes B aproveitou que estava em Tianguá pra dar uma passadinha rápida no dentista. Acho que foi menos de meia hora eu esperando, mas esse tempinho foi crucial e me ajudou a responder o carinho que recebi durante o dia nas redes sociais. Procuro responder as pessoas sem control c control v, respondo de verdade. Tudo bem que tem diferença em resposta quando se é amigo ou conhecido, né, mas todos foram respondidos com o mesmo sentimento de gratidão.

No restante dos dias fiquei trabalhando, dormindo, comendo, jogando vídeo game, comendo, assistindo série, vendo novela, comendo de novo, saindo, fui ao cinema ver A Hora do Mal, fiz caminhada, comi mais... - rs. Passar uma semana no CE ainda é pouco com o tanto de coisa que se tem pra fazer. Só que abro um parênteses aqui: o frio deixa a gente com muita preguiça, pelo menos me deixa. 🥶💤

No sábado (8), eu já estava em Ubajara... Aliás, eu fiquei mais em Ubajara do que em Tianguá. A irmã do B e a cunhada dele vieram de Sobral pra passar o final de semana do dia dos pais. B havia convidado os meninos (Pedro e Dalton) para jogar e comer no final da tarde. E assim foi feito. Jogamos, fomos ao parque de diversões que estava lá por conta do festejo, comemos mais, voltamos pra casa e jogamos até mais de meia-noite. Eu estava o caco, mas estava lá. Foi MUITO BOM esse dia, meu Deus. Como é bom estar em ótimas companhias. 🥰😊

Foi tão bom que no dia seguinte fomos a um sítio almoçar. Levamos os jogos pra lá enquanto a comida não chegava e, assim como em casa, no meio de todo mundo tinha gritos e gargalhadas. Às vezes eu ficava olhando aquela arrumação, mas f*da-se, os incomodados que se retirem. 😎

No domingo, passei o dia no off, sozinho no quarto, todos já tinham que descansar pra voltar a realidade de segunda. E eu principalmente, pois no dia seguinte teria que pegar a Guanabara às 5h30 pra chegar em Coelho Neto às 14h. É Ubajara > Tianguá > Teresina > Timon > Coelho Neto. Enfim, cheguei bem cansado, mas cheguei. 🙌🏻 De Timon pra CN foi luta, pois uma van teve que nos levar até o Descanso e de lá outra van teve que seguir até CN. Essa van, coitada, além de atrasar, parou umas cinco vezes na estrada. Eu não fiquei chateado por isso.

No fim, ficou só a lembrança agora. Espero viver mais esses momentos. Foi muito especial! Sou muito grato a Deus pelas pessoas que ele me coloca no mundo. 🩷

Até!

domingo, 3 de setembro de 2017

VIAGEM PARA BELO HORIZONTE E LAGOA SANTA - MG

No meio dessa madrugada, no tédio e sem sono, resolvi digitar aqui. Mesmo que não comente muito, quero pelo menos registrar o pouco que vivi na minha viagem de férias para BH e Lagoa Santa. Espero que não me empolgue tanto para que seja apenas um resumo - ou resumão.

Eu já havia programado essa viagem desde janeiro, então, em agosto, com muita dificuldade, fui. Apesar de não ter praia, de ser cidade grande, o que eu queria mesmo era sair daqui, era viajar e conhecer gente nova.

Na sexta, 18/08, após o almoço, Pedro foi me deixar no aeroporto. No final da tarde, cheguei no aeroporto de BH, após fazer uma escala em Rio de Janeiro, sem sequer trocar de aeronave. No Rio, naquela conexão, estava muito frio e com chuva. Antes de pousarmos lá, me deu um medinho por tudo lá em cima ter ficado branco. Foi estranho, mas deu tudo certo.

Continuando... De longe, no portão de desembarque, vi Aarhon. Incrível a sensação de ver uma pessoa pessoalmente. Ele era exatamente igual a foto e bem mais alto - rs. Seguimos com o Uber ao local que eu havia alugado. O anfitrião ao nos receber foi muito gente boa, o que comprovou mais ainda a preocupação e suporte que tinha me dado desde o dia em que solicitei o seu serviço.

Ainda assim me senti estranho com aquelas pessoas de sotaque diferente e, por um instante, me perguntei o que eu estava fazendo ali. Eu senti um pouco de vergonha de conversar, mas eles me deixaram super a vontade.

No dia seguinte, 19/08, acordamos cedo e fui ao Shopping encontrar Gabriel Rodarte. Sério, eu estava muito ansioso para conhecê-lo pessoalmente, pois eu tinha certeza que a nossa amizade se confirmaria ali e que eu não me decepcionaria. Aguardamos ele na estação de metrô quando ele apareceu. Um jeito meio doido, diferente, o que foi fiel ao virtual.

Andamos pelo Shopping, fomos ao Mineirão, a Lagoa da Pampulha, ao centro e comemos, no final da tarde, em um "podrão" (é assim que eles chamam um lanchonete) de lá. Foi nessa hora que comecei a sentir que o frio pegava. Mesmo levando uma camisa de manga comprida, não quis usar. Eu queria sentir aquele frio e testar meu limite com ele.

Quase 21h, eu acho, Gabriel teve que ir embora e Aarhon e eu voltamos para casa. Nos despedimos já marcando o rolê no dia seguinte, dessa vez com o Ramon.

No domingo acordamos bem cedo, mas atrasamos para o encontro com o Ramon Ferrary. O Gabriel também estava enrolado, mas deu tudo certo. Demorou muito para chegarmos à Praça da Liberdade mesmo indo de Uber. De longe, avistei Ramon de costas, de óculos escuros e segurando o livro de sua autoria. Eu saquei que aquele seria o meu presente - rs.

Conversamos, tiramos fotos aleatórias e com filtros do snapchat, pois é a marca dele e aguardamos a chegada do Gabriel.

Gabriel chegou e fomos procurar algum lugar para comer. Nisso, praticamente nos perdemos. Como era domingo, a cidade estava meio que deserta e muitos lugares fechados.

Após muito mais de uma hora cortando ruas, subindo e descendo ladeiras, paramos em um shopping no qual nem me recordo o nome. A gente queria almoçar algo e eu especificamente arroz. Pelo preço, desistimos de comida e pedimos pizza individual. Saiu bem baratinho e depois nos passamos pro milkshae - que de tanto o AA pedir, acho que viciei.

Quase 14h, pegamos o Uber e fomos para Lagoa Santa, a cidade onde o AA mora. Gabriel conversou bastante com o uber que era nordestino.

Em Lagoa Santa, percebi que AA estava mais solto, nos guiando e mostrando toda a lagoa. Mostrou onde ficava alguns pontos e paramos em um restaurante para pedir uma porção de batata frita. Gabriel e AA como bebem, pediram cerveja para acompanhar com o jogo. Na verdade, AA e eu estávamos de costas para a TV e Gabriel e Ramon vibravam a cada lance que não conseguia entender.

De lá, fomos tirar umas fotos próximo da lagoa e sentamos para ver o pôr do sol com dificuldade, pois estava coberto por uma fumaça. Eu não tive sorte nesse momento.

Deixamos Gabriel e Ramon na estação e voltamos para casa mortos! A gente caminhou muuuuuuuito nesse dia.

Na segunda, fui almoçar com AA e Shopping, fomos ao cinema assistir Annabelle 2 e procurar biscoito para compensar os que comemos no café da manhã em casa.

Além disso, entramos nas Americanas e encontrei dvds de American Horror Story. Eu só me liguei que estava com 50% de desconto no ato do pagamento. Que sorte! Comprei ali Murder House e Freak Show. Em outra loja, AA me presenteou com Asylum e Coven. Eu fiquei tão feliz!!! Agora para a minha coleção só falta Hotel e Roanoke.

Chegamos em casa mais uma vez cansados e fomos dormir bem tarde, justamente porque eu tinha que refazer minha mala, pois no dia seguinte, às 10h já seria o meu voo de volta.

Chegamos no aeroporto minutos antes e, com um abraço, me despedi do AA. Foi bem triste aquele momento, mas valeu tudo que aconteceu.

Espero um dia voltar, pois sei que fiz amigos de verdade e que irei levá-los pelo resto da vida.

OBSERVAÇÃO: Este post pode ser editado.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

FINAL DE SEMANA FT. DAVID ABREU

Faz tempo que não trato aqui como diário...

Talvez eu tenha amadurecido um pouco, ou até mesmo ficado com mais preguiça de ser frequente, ainda mais por não achar a minha vida tão interessante a ponto de deixar grande parte dela registrada.

Dramas à parte, queria mencionar que meu final de semana foi ótimo. Sabe quando tudo dá certo? Pois foi desse jeito. Eu fiquei naquela expectativa de algo dar errado, afinal, sempre acontece, mas dessa vez não, deu tudo certinho, como seguindo um roteiro.

Na quinta (18), informei a minha chefe que precisaria viajar no dia seguinte, repito: no dia seguinte, sendo que sempre informo uma semana antes ou alguns dias. Sempre fico naquela tensão de como perguntar, e quando brota a coragem eu falo logo. Algumas vezes ela até fica meio receosa, entendo, mas dessa vez ela foi muito boa, sem me questionar, apenas confirmando com um “joinha”.

Na sexta (19), empolgado, sai no final da tarde rumo a Teresina, tendo que parar na rodoviária de Timon. Eu já imaginava como faria para ir a casa do Dalton, sendo que já havia combinado com ele de me pegar na casa de sua madrinha, próximo ao shopping, em Teresina. De Timon para a casa da madrinha dele eu teria que pegar um moto-táxi e isso me custaria um dinheirão, fora o desconforto e medo de chegar ao local passando por ruas desconhecidas e estranhas.

No ônibus, indo para Timon, Milene sentou ao meu lado e seguimos toda a viagem conversando. Nem vimos o tempo passar. Uma outra amiga estava nas poltronas da frente, a Katllís, onde havíamos nos cumprimentado de longe.

Ao chegar em Timon, irmã da Katllís, a Gfayne, (sim, nomes bem diferentes do normal!) estava a esperando, junto com a filha e marido dela. Ainda dentro do ônibus, fui reconhecido e Gfayne acenou. Até comentei com a Milene de não ir lá falar com ela, porque poderia parecer interesse por uma carona. Quem me conhece sabe que eu não gosto de parecer ser interesseiro, o que muitas vezes é confundido como orgulhoso.

Mesmo assim, irmã da Katllís me chamou e fui até lá. Em pouca conversa escutei um “vocês vão pra onde?”. Sem jeito, deixei pra que a Milene respondesse. Sem demora, “pois vamos, eu dou carona pra vocês!”. Que felicidade em não poder gastar o pouco dinheiro que eu tinha com moto-táxi.

Rápido, descemos na Frei Serafim, mais precisamente em frente ao Hiper Bom Preço, e agradecemos a carona.

Milene teria que esperar um ônibus dela para casa e eu o Dalton. Minutos depois, Dalton me liga pedindo pra eu olhar pra trás. Lá estava ele, na parte superior do supermercado. Milene foi comigo cumprimentar ele e, como estávamos indo pegar Pedro na Rodoviária, Dalton deu carona novamente pra ela. Não tinha como deixar ela em casa, mas deixamos em uma parada de ônibus mais próxima.

No caminho, liguei pro David, um amigo virtual de São Luís que chegaria em Teresina no mesmo dia para no domingo fazer uma prova seletiva de um concurso. Quando liguei, por whatsapp, pois temos o mesmo DDD do Maranhão, ele me disse que tinha acabado de chegar na rodoviária e que estava esperando alguém lhe buscar.


Formou!

“David, me espera! Não sai daí que tô indo buscar meu amigo aí na rodoviária também! Se chegarem, pede pra esperar, por favor, eu quero te ver!”, eu disse bem empolgado.

Chegando na rodoviária e ainda falando com David por telefone, o vi de longe. Como eu ainda estava em movimento, enquanto Dalton buscava um lugar para estacionar, avisei pra ele que já estava vendo, que ele estava se achando e ele ficou me procurando pelos lados.

Ansioso como estava, nem esperei Dalton sequer desligar o carro e fui saindo logo. Pedro já estava bem próximo, vindo em nossa direção, já tinha nos visto de longe, mas nem cumprimentei de imediato, eu acho. Só pedi pra ele esperar e fui às pressas ver o David.

Foi aí que vi o David, abracei ele e papeamos um pouco por ali. Ele me explicou a dificuldade que estava em sair dali, pois teria que pegar um Uber, moto-táxi... Nos aproximamos de Pedro e Dalton e o apresentei. Pedro já estava entrosado e perguntou onde ele iria ficar, que horas ficaram de buscar e outros questionamentos. No fim, “a gente te deixa lá, é no mesmo caminho, só que antes vamos passar em uma pizzaria, eu tô morrendo de fome!”, disse Pedro. Completei dizendo que também estava morrendo de fome e que o desejo por pizza aumentou ali.

Seguimos a uma pizzaria, enquanto David alternava a atenção para a cidade e celular.

Na pizzaria, conversei muito com David enquanto ele tentava resolver com quem iria buscar ele. Sempre falamos para que ele não se preocupasse, que estávamos ali caso não desse nada certo. O nosso papo foi bem agradável, como se fôssemos amigos de longas datas. Até brinquei com ele dizendo que somos, sim, mas que a nossa amizade só precisaria ser confirmada pessoalmente. Ainda no assunto, perguntei se ele me achou diferente das fotos, das chamadas e ele disse que não. Quer dizer, ele disse que não meio dizendo que sim, sabe!? - rs.


Em meio a uma situação chata por parte das pessoas que iriam buscar ele, quase 22h fomos deixar ele. Nos perdemos muito com a localização nos enviada, mas no fundo deu tudo certo.

Me despedi dele dizendo que no dia seguinte ele sairia comigo e que tentaríamos passear pela cidade, pelo menos nos pontos principais.

No sábado (20), acordei foi cedo, antes das 9h, com barulho de construção no andar de cima do prédio. Eram batidas e furadeira que não paravam mais. Não consegui mais dormir. Naquele calor, fiquei na sala, liguei a TV e fiquei mexendo no celular, enquanto Dalton dormia. Acabei até vendo uma live do David no Instagram. Mais tarde ele me disse que passou a manhã toda rodando o centro da cidade.

Naquele mesmo dia, Dalton trabalharia às 13h e eu havia combinado com David ao meio-dia. Tudo certo! David já estava pronto e fomos buscar ele em uma parada de ônibus próximo de onde ele estava. De lá, fomos pegar um amigo do Dalton que também trabalharia e seguimos para o shopping.


No shopping, nos separamos e fiquei andando com David. Entramos em algumas lojas sem comprar nada (quem nunca? - rs) e demos uma pausa pra almoçar.

Não lembro quanto tempo ficamos ali almoçando, mas foi muito tempo mesmo. Foi muita conversa, muito riso besta... Estávamos esperando também o Pedro chegar para começarmos o mini tour pela cidade. Quase 15h ele chegou. Rimos mais ainda e esperamos o Dalton concluir o trabalho, já que sairia nesse mesmo horário.

Dalton almoçou e quase 16h começamos saímos de lá.

O primeiro lugar que quis levar o David foi o mirante da Ponte Estaiada. Tem dias que o elevador não funciona, mas, ainda bem, não foi nesse dia. Compramos o ingresso, recebemos o crachá e esperamos a nossa vez.


Pedi pro David preparar a câmera, pois a vista panorâmica do elevador mereceria ser registrada. Posicionei ele em um lugar estratégico no elevador, de frente para o vidro e ele começou a filmar a subida, mostrando surpresa.

No mirante, Pedro apresentou a cidade para o David mostrando os pontos principais: shopping, rio, ginásio... David continuou registrou tudo fazendo jus a sua presença turística ali.

Dez minutos depois, descemos e mostramos a parte inferior da ponte. Era muito básico ali e não tinha muito que ficar.

Seguimos para o Parque Potycabana. Eu queria água, queria sorvete, mas não encontramos por ali. Eles comeram dindin, mas eu nem estava afim. Para mim, água ou sorvete.

Acredito que David ficou encantando com o lugar, ainda mais pro prática de skate, patins e afins. Falei que numa próxima vez ele poderia traz o "long" dele pra aproveitar o lugar melhor.


Ficamos por mais ou menos meia hora lá. Tiramos algumas fotos e, quase no final da tarde, de lá, Pedro foi embora e fomos pro outro parque, Parque da Cidadania.

Eu continuava com sede e desejando um sorvete. Dentro do parque não tinha e eu não queria gastar mais energia pra poder encontrar um lugar. Do lado de fora, em um lugar que vende açaí, comprei um sorvete de chocolate – as únicas opções disponíveis eram chocolate e morango – que nem estava bom. Eu tomei mesmo porque já tinha comprado, mas não matou o meu desejo. David, aproveitando, pediu açaí. “Tu não gosta de açaí, Anderson!?”, foi o que eu ouvi dele.

Já à noite, um pouquinho mais de 19h, fomos pro apartamento do Dalton. Descansamos um pouco lá pra mais tarde deixar o David em casa.

Às 21h, eu acho, ele foi embora. Nos despedimos e prometemos um outro encontro, só que dessa vez eu indo para São Luis. Mesmo antes de conhecer ele pessoalmente já estava com esse plano mesmo.

No domingo voltei pra Coelho Neto com uma dor no coração. É tão ruim voltar a realidade. 😔

sábado, 18 de março de 2017

BATALHA DOS ELEMENTOS 3 - APOCALIPSE

Cheguei agora há pouco do segundo dia de exibição do filme Batalha dos Elementos 3 - Apocalipse, um filme gravado em Coelho Neto, já que sua estreia foi ontem.

Havia combinado durante a semana com alguns amigos para irmos. Achava que nem iria dar certo, mas tudo ocorreu bem. Escolhemos a terceira fileira da frente, do lado esquerdo de quem entra, e sentei no meio de dois casais de amigos. Enquanto não iniciava, ficamos papeando e assistindo o BE2 que estava rolando como forma de espera.

O filme estava marcado para começar às 19h30, mas começou às 20h em ponto.

O Professor Marcos deu as boas-vindas e em seguida entregou a palavra ao escritor, ator e responsável ao filme, Tune Karter (ou Jardson, seu nome verdadeiro).

As luzes foram apagadas e em meio a ansiedade que já estávamos, começou.


A introdução do filme me lembrou muito os da Marvel, como o do Homem Aranha, com toda aquela transição - rs.

O filme teve duração de mais ou menos 2h e tenho certeza que prendeu a atenção de muita gente. Eu mesmo me toquei disso quando, por alguns momentos, o teatro estava todo calado e meus amigos do lado preso a tela.

Achei a história bem seguida, ao mesmo tempo que confusa – o que não deixa de ser algo bom quando se é explicado no final, o que foi o caso. Além de ter algumas pitadas de humor, as brigas com efeitos com elementos de água, fogo, eletricidade... foram o que deixaram mais preso ainda.


O final foi bem FINAL mesmo, pois com ele a certeza de que não terá um quarto filme.

No mais, gostei. Valeu a pena o pagamento do ingresso e ter ido. De verdade, isso me orgulha demais, pois são mentes que procuram movimentar e entreter a nossa cidade, que ultimamente não passa por bons bocados.




Aproveito e deixo registrado aqui os meus mais sinceros parabéns pelo empenho, pois, como já cheguei a acompanhar as gravações e registrar no blog deles na época, sei bem como tudo funciona. Realmente não é fácil a questão de repetidas gravações de uma mesma cena, a preocupação em ângulos da câmera e, principalmente, no final, a edição.


Parabéns mesmo!

ATUALIZAÇÃO: terça-feira, 16 de maio de 2017 às 10h26

Hoje vi em um blog da cidade que o filme já está disponível no youtube em HD. Quem é de outra cidade e quer assistir, segue abaixo:

domingo, 27 de novembro de 2016

O DIA EM QUE VOEI DE PARAPENTE #3

(...)

Mais uma vez, assim como no dia anterior, quando tudo ficou claro, acordei. Fiquei curtindo preguiça e frio ainda dentro da barraca. Na noite anterior coloquei meias para dormir, pois já sabia que o edredom também não iria dar jeito, ainda mais porque gosto de, às vezes,  manter os pés descobertos.

Minutos depois, Dalton levantou o zíper da barraca em que eu estava e invadiu. Já entrou animado me dando os parabéns e me abraçando. Mostrou e me deu um simples presente que nem precisava e ficamos todos em uma só barraca conversando um pouco. Pronto, agora formou!

Mesmo não estando no dia exato do meu aniversário, considerei aquele dia (06/08) como tal. Realmente, tudo que havia programado de fazer dia 05, fiz no dia 06. Isso se chama con-si-de-ra-ção.

Quase 8h, decidimos escovar os dentes, tomar banho e depois tomar café. A nossa cara estava super amassada, afinal, tínhamos acabado de acordar.



Antes de irmos ao café, quase 09h, ficamos na beira do bar de novo. Mesmo com sol bem aberto, ventava muito. Era um vento gostoso, gelado e a animação/zoeira tomou de conta naquela  hora.


Depois fomos fazer trilha do zoeira. Fizemos vídeos e tiramos fotos que JAMAIS eu publicaria aqui - rs.

No café, comi pouco já pensando que dali poderia já comprar meu "ingresso" para o voo. Como não sei se poderia passar mal ou enjoar, preferi não arriscar em encher muito a barriga.

Depois do café, ainda indeciso se iria ou não para o meu objetivo, fui à recepção e perguntei sobre o voo. Eu já estava em mente que poderia conseguir o voo por R$ 150,00, jogando que "no dia anterior tinha sido meu aniversário" e que "tinha deixado pro dia seguinte por consideração ao meu amigo que não teve como estar presente no dia" e blá, blá, blá... mas o meu papinho não colocou.

Preparado, paguei e a partir daí comecei a ficar tenso.


domingo, 21 de agosto de 2016

CN → THE → REC → MCZ → PND #12

(...)

Naquele dia (22/05), o que eu mais queria era dormir. Eu não aguentava mais o cansaço.

Até que dormi, mas aquela adrenalina e curiosidade por estar em outro estado, lugar, não saía da cabeça e, por diversas vezes, comprometia o sono. Por vezes acordava na madrugada com aquela sensação de que a ficha ainda não havia caído. É bem estranho essas sensações que tenho.

Pedro foi ao meu quarto, que já estava, propositalmente, com a porta aberta e foi me acordando calmamente. Eu acordei de imediato, mas o corpo não queria desgrudar daquela cama de casal. Era mais ou menos umas 6h e eu ainda fiquei ali, olhando para o teto, pensando na vida.

Pedro voltou minutos depois e, um pouco irritado, falou: - Levanta logo, Anderson! Eu não vim pra Maceió pra ficar deitado, não!

Com essa frase, criei uma disposição e me levantei. Fui ao banheiro e, mais uma vez, fiquei me sentindo preso ali dentro. Por vários minutos debaixo daquele chuveiro forte, fiquei respirando com dificuldade. Incrível como eu me sentia sufocado ali dentro. Era uma energia ruim, uma falta de ar...

Mas, continuando...

Pegamos o elevador de serviço que dava para o estacionamento no subsolo às exatas 7h30:


A viagem foi bem tranquila. A playlist do carro tocava um aleatório bem diverso e não tinha como não cantar as músicas ali. Alguns momentos até ficamos calados curtindo algumas músicas mais bad

Chegamos em Maragogi umas 10h e fomos surpreendidos da pior forma com um passeio que já estava de saída. Mesmo assim, um rapaz meio gago, nos indicou outro e nos guiou até lá.

Era uma praia próxima de um restaurante, um pouco distante de onde paramos a primeira vez. Pronto, era ali mesmo que a gente ia ficar!

Colocamos nossas sungas e fomos ver se algum barco, lancha, ou qualquer outro transporte aquático sairia dali o mais rápido possível, sendo que a nossa passagem em Maragogi seria mesmo rápida.

Por sorte, uma espécie de lancha já estava saindo. Acertamos o valor e fomos.


A vista da lacha era maravilhosa e eu aproveitei pra sentir aquela água corrente nos pés:


Não me recordo o nome do lugar que encoramos, mas a água era muito limpa. Alguns lugares eram bem rasos e dava pra ver os peixinhos passando. Inclusive, os peixes eram lindos, amarelinhos e medrosinhos - rs. Na verdade quem estava com medo deles era eu, pois nunca gostei de sentir algo triscando em mim quando estou dentro da água.

Um rapaz estava com uma câmera especial lá e pedimos pra ele tirar algumas fotos nossas com nossos celulares, quando ele perguntou: - Vocês querem tirar fotos debaixo da água com os peixinhos? - apontando a câmera e pedindo máscaras de mergulho, nos instigando.

Perguntamos o preço - no caso ele fez por R$ 60,00 -, vimos que dividido sairia mais barato e começamos a sessão. Vejam as comparações:

Foto do meu celular

Fotos da câmera dele:



 



Lógico que para todas essas fotos saírem bonitas, tinha toda uma produção, digamos assim. Ele tinha algo que jogava para os peixes comerem, acho que pão, para que eles se aproximassem da gente e assim pudesse tirar as fotos com eles aparecendo. E, o que mais dificultou as fotos, por incrível que pareça, foi eu mesmo. Eu não sei nadar conseguia ficar muito tempo debaixo d'água, sendo assim nem dava tempo de conseguir boas fotos. Pouca fotos minhas ficaram legais, as outras eu estou fazendo cara de aperreado, se batendo, querendo respirar - rs.

CONTINUA AQUI...

domingo, 14 de agosto de 2016

CN → THE → REC → MCZ → PND #11


Eu sei, eu nunca consigo terminar um post que já comecei, então nem vou mais prometer continuar dividindo as viagens. Meses depois, resolvi encerrar aqui.

Nos anteriores, contei da minha ida à Alagoas. Na verdade, falei mais de Penedo que de fato marcou mais a viagem.

Em resumo:

Maceió foi bem normal, legal, mas preferia mesmo passar todos os dias em Penedo. Eu tenho certeza que seria mais feliz lá. Maceió é legal? É legal! Mas eu não consigo gostar tanto de praia e cidade juntas. Eu prefiro mesmo tudo longe, no mato, na calmaria. Não gostei tanto da experiência de atravessar a rua pra ir à praia. Enfim, gostei, mas sou "povão" mesmo.

Embora tenha sido dois dias lá, foi bem rápido e bem cansativo.

Logo que chegamos, após descansarmos um pouco da viagem, fomos à praia. Pagamos um pouco caro pra ir pra um pouco mais dentro do mar. E lá... Nada de mais.

Fomos de barco até mais distante da praia. Eu não lembro o que ele disseram que tinha lá, mas fomos mesmo assim.


Quando chegamos lá, não gostei do ambiente. Muita gente, muito barulho e o cheiro de peixe estava ali. Eu entrei na água, claro, mas dei graças que as ondas começaram a aumentar pra todos saírem. Tentamos até tirar fotos debaixo d'água, mas quem disse? A água não estava transparente e nem dava pra ver. Além do mais, um vendedor chegou dentro da água boiando na tampa de isopor um peixe e uma lagosta. Quem me conhece sabe que odeio frutos e afins do mar, então tive que virar as costas pra ele e sair como mal educado. Pedro até chamou a minha atenção por isso, mas não resisti quando vi que o vendedor pegou o peixe pela mão nos mostrando e oferecendo. Foi a deixa pra eu sair logo dali.

Quase 16h, fomos dar uma voltinha pra comer alguma coisa e comprar água no supermercado. Geralmente quando viajo não lembro de tomar água e só depois arco com a consequência disso. Como na foto abaixo, paramos para apreciar o mar. O sol não estava matando como aqui, mas o clima era bem agradável. Paramos até pra comer um hambúrguer (ou foi misto?).


Um pouco antes de sair, procurei meu sapato e não encontrei. Lembro que em Penedo, na Pousada em que ficamos, falei pro Dalton colocar na mala dele, mas... Não! Na mesma hora liguei pro James e combinei para ele ir lá pegar na Pousada e me mandar pelos Correios, já que era a única forma. Lógico, liguei pra Pousada pra informar tudo isso, claro. Enfim, tudo foi resolvido e hoje estou com ele de volta, graças ao Machado. 

Quase 20h, nos arrumamos para ir ao Shopping.


Já tínhamos passado por esse Shopping, o Parque Shopping Maceió, mas o GPS, como sempre, nos ajudou a chegar lá. Demoramos muito a chegar, entramos em ruas erradas, demoramos a encontrar estacionamento e assim foi. Estava havendo um show do Renato Russo lá, se não me engano, o que fez lotar mais ainda.

Admirados com o tamanho do Shopping e comprando com os de Teresina e Fortaleza (nesse caso meus amigos compararam com o de Fortaleza, porque eu mesmo nunca fui lá), sentamos na praça de alimentação, tiramos algumas fotos e decidimos o que comer. Em mil opções, escolhemos a que seria a primeira e que única de cabeça: pizza.


Não lembro o lugar que pedimos a pizza, mas ela estava muito boa. O atendimento, nem se fala. Já disse isso, mas devo repetir que as pessoas de Alagoas são bem felizes.

Chegamos em casa quase 23h30 e eu estava des-tru-í-do!

Sem filtro pra ser pior.

No dia seguinte tínhamos que pegar estrada novamente para Maragogi... E, para não ficar mais extenso aqui, farei outro post, é o jeito.

domingo, 26 de junho de 2016

CN → THE → REC → MCZ → PND #10

(...)

Chegamos em Maceió por volta das 8h. Mal chegamos, ainda dentro do carro, já me sentia agoniado. A cidade não para. Muitos carros, muitas pessoas correndo na orla e muita demora em achar o apartamento que alugamos.

O GPS continuava na ativa - dessa vez no celular do Dalton -, a minha vontade era de sair de dentro daquele carro e tomar um banho logo. Eu estava morto!

Entre ligações ao cara que nos alugou o apartamento, em falhas do GPS e muito trânsito, chegamos na portaria do prédio. Entramos e estacionamos o carro lá dentro, em um estacionamento do próprio prédio. Dalton foi se apresentar e pegar a chave. Não demorou muito e subimos.

Que agonia estar em um prédio. Eu realmente não sei lidar com essa vida de caminhar por corredores estreitos, por subir e descer elevadores e sempre passar pelo estacionamento no subsolo.

O apartamento estava praticamente vazio, mas tinha cozinha com panelas, geladeira, torradeira, pia, embora sendo minuscula. Nas sala, um sofá enorme e bem confortável; uma poltrona preta de descanso; uma mesa que acredito para jantar, tomar café; uma TV e, amém, ar condicionado. Além disso, dois quartos e dois banheiros. O quarto que fiquei tinha uma cama de casal enorme e um guarda-roupa que nem usei. Ainda nele, uma janela de frente para outros prédios. Inclusive, me sentia muito vigiado quando ela estava aberta.

Joguei a mala no chão, separei a roupa que iria usar e fui tomar banho.


Me senti sem ar, sufocado, ali, principalmente no banheiro. O banheiro até que era enorme, com um espelho muito grande, uma pia grande e espaçosa e um chuveiro que valeu muito a pena, muito forte, contrário do da pousada de Penedo. Por mim, ficaria debaixo do chuveiro por horas, mas tempo era ouro naquele momento.

Quase 10h, subimos para a cobertura. A certeza era que a vista de lá era a melhor, e como era. A cobertura tinha uma piscina e era bem inspiradora para mim. Dá vontade de levar o computador pra lá e ficar usando internet à toa. O vento não para!

Tirei várias fotos dos meus amigos, mas as minhas, claro, não prestaram. A única que achei que ficou legalzinha foi uma selfie sem compromisso abaixo:


Descemos e fomos atravessar a avenida pra ir à praia.   

Enquanto andávamos, muitas pessoas nos observava tentando uma abordagem para vender pacotes, passeios e, na verdade, o primeiro que apareceu já fechamos uma passeio simples. Eu não sabia de fato para onde iríamos, mas estar dentro de um barco seria o máximo ali.

sábado, 11 de junho de 2016

CN → THE → REC → MCZ → PND #9

(...)

Acordamos um pouco mais de 5h com aquele frio intenso do ar condicionado.

Com muita preguiça, fomos tomar banho. Resolvi ser o ultimo, porque sair da cama era o meu desafio naquele dia. As malas estavam reorganizadas e, dispensando o café da manhã que seria servido às 7h, entreguei a chave fazendo o check-out dessa forma. Agradeci muito a senhora dona da Pousada e ela nos desejou uma boa viagem.

O "nosso" carro estava com os vidros embaçados e o sol já começava a aparecer. Foi um momento triste para mim, mesmo na certeza que quilômetros depois poderia se tornar feliz. Me despedi mentalmente de Penedo e agradeci a Deus, claro. Afinal, uma semana antes eu estava destruído com a tal de chikungunya que me pegou de jeito e me deixou vários dias de molho.

Ligamos mais uma vez o GPS e pegamos estrada.

Mesmo sendo bem cedinho, quase 7h, o sol estava matando. Eu estava do lado esquerdo, atrás do Pedro que dirigia, então prendi a toalha no vidro do carro para tapar o sol.

E o nosso café? Viajamos com fome? NÃO!!! Lembra daqueles biscoitos que o Machado me apresentou no supermercado? Pois bem, abrimos eles. Comprei dois potes de biscoito: doce e salgado. Eu já sabia que iria curtir demais o doce, ainda mais por ter doce de goiaba. O salgado era de queijo e sabia que Dalton iria gostar.

Acabei comendo metade dos potes, principalmente o de goiaba porque era o melhor. O de queijo tinha gosto de anos 90, então alterava entre os dois.

Passando por algumas cidades, paramos, pois precisávamos de algum liquido, porque tomar café e ficar entalado com ele na garganta não é nada legal - rs. Num comércio bem simples, com um senhor carregado do sotaque, Dalton e Pedro compraram nescau de caixinha gelado e eu um suco de laranja porque não curto nescau gelado. Sem demora, seguimos viagem enquanto concluíamos o café em movimento.

Durante o percurso, nos surpreendíamos com a chuva repentina. Num momento, dei um grito de felicidade por saber que estava chovendo e Dalton até se espantou  achando que era outra coisa.

Assim como na ida a Penedo, na volta o cenário também é espetacular. Nos surpreendemos com um lindo arco-íris enquanto passávamos por uma ponte. A gente tinha que registrar aquele momento de qualquer forma:



No final da ponte deixamos o carro e fomos tentar tirar umas fotos mostrando o arco-íris. As fotos que tirei dos meus amigos, claro, ficaram ótimas, mas as minhas... A única que ainda salvou foi essa abaixo, no qual estou de costas:


Foi tudo bem rápido, em menos de cinco minutos tiramos a foto e retornamos ao carro. 

No mais, a viagem foi super tranquila...