sábado, 22 de janeiro de 2011

TITIO, EU

Há alguns dias, ao chegar em casa da rua, fui surpreendido com o meu irmão, o Dayson, na porta de casa me aguardando. Quando estava entrando, ele me bloqueou e disse: “Anderson, eu tenho um negócio pra te contar!”. Preocupado, perguntei se era sobre mim o tal “negócio” e ele disse que sim. Fiquei mais preocupado ainda e, nessa mesma noite, ele ficou me jogando indiretas, como: “Eita, Anderson, eu tô sorrindo pra não chorar!”, “Não sei se tu vai gostar de saber...”...

Confesso, eu não fiquei adulando ele pra falar nada, mas fiquei morrendo de curiosidade pra saber o que era, ainda mais pensando que se tratava da minha pessoa. Eu quase não consegui dormir. Se fosse algo ruim – ou até mesmo bom – eu não ia ficar perguntando, pois me sentiria culpado em saber mais tarde.

Então, um dia desses, enquanto assistíamos TV juntos, ele me revelou o que era: “Anderson, a Antônia está grávida, tu vai ser tio!”. Eu, surpreso demais e aliviado, sorri – se pudesse, teria dado um grito de felicidade na mesma hora. Animado, disse “Eu vou ser titio, que massa!!!”. Ele sorriu e calamos o assunto.

Já era de madrugada, acho, e quando fomos dormir, já na cama, olhei pra cara dele e ri novamente. Repeti novamente que ia ser titio e conversamos sério. Perguntei se foi de propósito ou acidente e ele me respondeu que foi acidente, que achava que a camisinha teria furado. Acreditei, claro, pois pela idade dele não teria a cara de pau de trazer um ser ao mundo por querer. Mesmo assim, eu cansei de ver ele aperreado, perguntando se eu tinha alguma camisinha da minha coleção que poderia dar pra ele. Perguntei sobre quem já sabia do tal fato e ele disse que eu, um amigo dele e a irmã da namorada. E a mãe, Dayson?, perguntei. Ela não sabia ainda e não sabíamos como iríamos contar, pois conhecemos o jeito dela e imaginávamos a reação. Perguntei se ele realmente queria esse filho, e ele disse que sim, mas já sabia das consequências que viriam.

Passado alguns dias, pra ser mais preciso antes de ontem, ele contou pra mãe. Foi uma dificuldade, mas ela soube. Pensei que ela iria brigar, gritar... Mas não, me surpreendi com a sua reação. Ela continuou duvidando, mas ficou meio animada.

No dia seguinte, ainda duvidando, enquanto dormíamos, ela foi à casa da namorada dele com o pai e só chegou com a história. O Dayson ficou surpreso, porém animado com a reação dos nossos pais. Com o passar do tempo, a mãe se animava, imaginava o enxoval, enfim, não parava de falar. Além disso, ela acabou contando para todas da rua e ficou muito feliz.

Além dela, eu estou muuuuuuito feliz, pois adoro criança. De pensar que daqui alguns meses irá chegar o menino (espero que seja), que já até tem nome: Kayron. *---*

domingo, 16 de janeiro de 2011

THE SIMS

Há alguns dias, quando ainda não tinha internet da minha prima em casa, visto que o Junior e a Nayenne não paravam de comentar sobre The Sims – que pra mim era desconhecido – perguntei mais sobre tal. Então, aproveitando que iria levar meu Beets em uma tarde pro Junior copiar o “Jogos Mortais VII”, pedi para que ele o instalasse e me ensinasse pelo menos o básico desse jogo.

Lá mesmo, com a companhia deles, fiz meu SIM. O personagem que fiz, modéstia a parte, ficou idêntico a mim – e quando digo idêntico ponho em questão também todos os meus defeitos – rs.

Estou muito secura, quanto mais eu jogo, mais quero jogar. Desde aquele dia eu não consigo mais ligar meu Beets e não jogar. Sabe que horas que eu estou dormindo por conta desse jogo? Quase às 4h da manhã... Essa noite mesmo eu virei.

Super indico esse jogo. Vale muito a pena jogar!

sábado, 15 de janeiro de 2011

PONTUAÇÃO DO ENEM

E no dia em que o resultado do Enem saiu, lá fui eu ver:

Linguagens, Códigos e suas Tecnologias . . . . . . . . . . . . . . . 516.9
Matemática e suas Tecnologias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .410.8
Ciências Humanas e suas Tecnologias . . . . . . . . . . . . . . . . .483.8
Ciências da Natureza e suas Tecnologias . . . . . . . . . . . . . . .489.7
Redação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 425.0

Eu já estava esperando toda essa decepção. Pô, da ultima vez que fiz – certo que eu ainda fazia o ensino médio – tinha me dado super bem, embora a pontuação não tenha dado pro curso que eu queria. Eu fiquei muito feliz por ter em redação a nota mais alta do que as dos meus amigos: 7OO.

No dia seguinte, meus amigos me ligaram para compararmos a nota. Ainda bem que eu não tinha me fobado, senão não teria cara. As pessoas que menos estudam, que menos ligam para o mesmo, tiraram mais pontos do que eu. Tudo bem, eu não sou melhor do que ninguém, maaas... Fiquei mais revoltado com a redação. Não entendi por que me dei tão mal.

Mesmo assim, espero que consiga vaga pra alguma coisa! (yn)