quinta-feira, 19 de novembro de 2015

FÉRIAS: CN → THE → GYN → UDI #17


Demorei, mas vou tentar ser um pouco breve nesse post.

*

Já estava passando o horário do almoço, mas a minha vontade de comer uma comida bem nordestina por ali era mantida. Eu sabia que não estava em terras nordestinas, ainda não tinha caído a ficha totalmente, mas, mesmo assim, eu pensava em uma boa farofa e um feijão tropeiro.

Como dizem que a volta é sempre mais rápida, foi.

Antes de chegarmos em Gyn, paramos em um posto para almoçarmos. Do contrário do que as pessoas pensam, o posto era super chique, cheio de pessoas e bem organizado. Como demoro muito pra atualizar aqui e sei que vou esquecendo o nome das coisas, não lembro qual o nome, mas vou perguntar pro Augusto aqui no whatsapp. Só um instante. (...) Pronto! O Augusto acabou de me dizer que não lembra mais, mas que "ACHA que é o Pedra Bonita. Décio Pedra Bonita" - rs.

Momento em que ia tirar foto do lugar e Augusto passou na frente - rs.

Paramos lá e mais uma vez vimos aqueles peixes, como visto em um dos posts anteriores sobre essa minha viagem. Mais uma vez, fiquei com um pouco de nojinho, mas tudo bem. Não deixei de filmar ali, de olhar, de qualquer forma.

Entramos neste restaurante do posto e fomos direto para a comida. Era muita, mais muita comida mesmo! Eu poderia colocar um pouco de tudo, mas precisaria de uma bacia e de uma barriga nova - rs. Passeamos entre tudo ali e tiramos as tampas nos servindo. A única coisa que eu não queria deixar de comer ali era milho, algo que amo, mas não tenho costume de comer aqui. Não sei se cheguei a comentar aqui, mas o milho que os goianos preparam é maravilhoso, o tempero, a consistência... Meu Deus, dando água na boca aqui só de digitar isso.

Após colocarmos os grãos e saladas no prato, seguido de um MARAVILHOSO purê de batata, fomos às carnes - sendo que eu não sou muito fã de carne. Não lembro o que o Augusto escolheu, mas quando eu vi o churrasqueiro servindo uma pessoa do lado com frango enrolado de bacon, pirei - e olha que nem sou muito fã de bacon também. Eu quis!!! Perguntei se tinha limite, e ele disse que eu poderia escolher quantas unidades quisesse. Mesmo querendo mais, pedi para que ele colocasse somente três peças, visto que o meu prato já estava com aparência de prato de caminhoneiro - rs. Após, pesamos o prato e fomos procurar uma mesa naquela praça enorme.

Juro, não vi o preço que tinha dado o meu prato. O que mais importava naquela hora era consumir toda aquela delícia que estava ali. Comi muuuuito, deixando a coca-cola sempre por ultimo. O meu segredo é: comer tomando coca-cola enche mais rápido, certo? Fica a dica.

Continuamos comemos sempre elogiando a comida...

Demoramos um pouquinho ali conversando e mexendo no celular e depois voltamos à estrada.


*

Eu disse no começo que iria ser breve, mas quando se fala em comida... - rs.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

SEGUNDA IDA À JERICOACOARA - CE

Nem vou mais me comprometer a fazer posts em grande tamanho e divididos em seções porque sei que não irei dar conta, ainda mais lembrando que NUNCA conclui a minha primeira vez a Jericoacoara aqui, nem minha ida a Goiânia/Minas aqui. Mas sempre que der aparecerei por aqui para dar um sinal de vida.

No final de semana que foi feriado na segunda, dia de finados, nos mandamos para Jericoacoara. Tudo foi planejado e alugamos um carro, pagamos a hospedagem antecipada, fizemos todos os cálculos e... estrada no começo da manhã do sábado, 31.

Não quero muito contar em detalhes até porque nem posso me empolgar, senão vai render milhões de posts e não irei dar conta novamente. Porém, garanto que viajar com amigos é a coisa mais massa que se pode fazer na vida. Ri demais com Pedro (Uarh!), inclusive. Dalton e Edivan, por ser primeira vez em Jeri, se encantaram exageradamente com o paraíso.

Momento espontâneo, no buggy, na ida às dunas de Jeri.

Foi sensacional andar de buggy, conhecer alguns pontos turísticos e, claro, ter a Lagoa do Paraíso só pra gente. Andar de caiaque foi muito massa! Eu achava que não conseguiria, que poderia ser complicado, mas quando dei por mim, já estava muuuuito longe da beira da lagoa. Os braços cansam, claro, mas a sensação é incrível. Preciso, inclusive, passar por mais experiências assim.

Pareço desajeitado, mas estava quase um profissional - rs.

Não posso esquecer que à noite comemos uma pizza digna no, como o próprio funcionário disse, "considerado melhor restaurante e pizzaria de Jericoacoara". O lugar é super confortável e na maioria feito com decorações artesanais; o sabor da pizza é incrível, tão tal que acabamos jantando por lá no dia seguinte novamente. Como o que é bom merece ser compartilhado, então digo para que passem na Romã Restaurante & Pizzaria (confere a página do Facebook aqui). Um ponto que pode ser negativo para algumas pessoas é o de não ter rede wi-fi no local, onde um pequeno quadro na parede explica: "INTERNET: Nos aproxima dos distantes, mas nos afasta dos presentes!". Quem liga pra wi-fi quando se está com amigos, num lugar de música moderna e agradável e com um cheiro de pizza ótimo, né não?


A nossa volta para casa foi dolorosa e, assim como minha ida a Goiânia, o GPS foi o nosso melhor amigo - rs.

Que venham mais viagens! o/

terça-feira, 29 de setembro de 2015

FÉRIAS: CN → THE → GYN → UDI #16

(...)

Não lembro a hora que acordamos no domingo, mas quando acordei, Augusto já estava de pé. Havíamos combinado de ir ao Parque Sabiá bem cedão, mas com aquele cansaço e aquele calor...

A agonia era grande e o calor dali se igualava ao de Teresina. E eu, inocente, levando roupas de frio, justamente achando que ia congelar. Nessa ida, Augusto havia levado uma jaqueta vermelha, que não saiu do lugar. Ela estava abraçada ao banco do carro dele, e ali permaneceu.

Nos arrumamos rapidinho, ambos de calça, e nos mandamos ao encontro da Tássya. Conheci a casinha dela, a mãe dela e o quarto dela. Tentei registrar o máximo de coisas em minha memória, já que tudo era novidade. Enquanto ela calçava as meias, eu olhava para um lustre de fotos que tinha ali, cheio de fotos... Inclusive, ela me disse que depois iria revelar umas fotos para colocar também em um mural que tinha por lá. Uma foto nossa também, claro!

Quando já estávamos de saída, Tássya perguntou se queríamos almoçar na casa dela, pois sua mãe mesmo que nos convidou.  Inclusive, sua mãe já estava preparando uma quantidade maior no almoço contando com a gente. Ela olhou para mim e eu olhei para o Augusto. "E aí!?" - perguntei pro ar. Eu estava morrendo de vontade de experimentar da comida mineira, mas... Augusto fazia cara de que não estava a fim. Sendo assim, informei pra ela que não, que sairíamos depois do almoço e que íamos comer em algum lugar para que não pegássemos a estrada quando estivesse escuro da noite.

Fiquei com uma dor no coração em saber que estava dispensando uma comida que poderia ser a mais deliciosa da minha vida, mas seguimos ao parque.

Mais uma vez, como disse no começo deste post, levei nas mãos uma camisa manga comprida, jurando que a qualquer hora poderia dar aquele vendo frio que sentia em Gyn. Mas quem disse? O calor estava de matar e continuei comparando por diversas vezes com o de Teresina. Compramos água logo na entrada do parque e seguimos adentro. Eu estava muito tímido ainda... Mas seguia firme.

De cara, fomos para a beira de um lago. O lago dos peixes mutantes coloridos, iguais o que mostrei nesse post aqui. As pessoas que estavam na beira, jogavam biscoito, pão e outras coisas para os peixes comerem, que não se intimidavam e faltavam pular, numa constante briga para abocanhar o pedaço de comida jogado. Desculpem quem gosta de peixe, mas me dava um nojo de ver eles abrindo a boca daquele jeito... Ixe!

Seguimos para outros lugares... O Igor, no caminho, comentava que tinha alergia a sol. Como assim "alergia a sol"? Até brinquei com ele dizendo que sendo assim jamais poderia ir ao nordeste. Como eu tinha guardado a minha camisa manga comprida da mochila da Tássya, ele abriu e pegou achando que era dela. Mesmo assim, deixei ele usar, avisando que era minha... Como ele estava de camiseta, qualquer coisinha ele já ficava empolado, vermelho, então senti que a minha camisa, mesmo no meio daquele calorão, foi útil.

Momento em que encontramos uma sombra:
Igor, amigo do Igor, Tássya e eu

A minha vontade ali era voltar à ponte que passamos no dia anterior, no final da tarde, como falei no post anterior, então seguimos para lá.

Augusto não quis passar com a gente, então deixei com ele a câmera para que fosse registrando o momento em que atravessávamos. A passagem foi bem rápida, tranquila e sem emoção por ser na luz do dia, tirando alguns momentos que tivemos que ficar como macaquinhos na árvore, quando algumas pessoa vinham na nossa frente querendo passar. Era o jeito desviar delas.


Andamos muito mais, nos hidratamos a cada cinco minutos e enchemos as garrafinhas de água nos bebedouros que tinha no caminho.

Quase meio-dia fomos ao zoológico com um pouco de pressa. Os animais estavam escondidos, quase não víamos eles. O rei da selva, nada... De longe, no lugar onde ele ficava, junto com uma leoa, dava somente para ver uma de suas patas dianteira. Parecia que ele estava dormindo, sei lá... No dia seguinte foi que Igor me avisou pelo whatsapp que o Leão estava morto, por isso o odor forte que sentíamos na hora. Talvez o leão tenha morrido na madrugada e o corpo já estava em mudança de estado...

Não lembro a hora exata em que saímos de lá, mas o que eu queria mesmo era ir almoçar. O meu humor estava querendo cair, mas eu tentava manter. Quem me conhece sabe que fico de mau humor quando estou com fome.

A despedida foi bem dolorosa internamente. Embora não demostrasse por fora, por dentro só Deus sabia o que eu sentia. Dei um abraço um demorado na Tássya, um no Igor - que nessas alturas já estava com o pescoço todo vermelho da "alergia do sol" -, já pedindo a minha camisa de volta e um no amigo deles que não me recordo o nome.

Cansados, Augusto e eu entramos no carro, ligamos o GPS novamente e fomos pegar a BR...