sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

ACAMPAMENTO III

No segundo ano fizemos o Acampamento I. No terceiro ano o Acampamento II. E agora o de férias e sem escola: Acampamento III. \o/

Combinamos com três dias de antecedência, vimos uma data cabível para todos e marcamos para o dia 6, ou melhor, do dia 6 para o dia 7. Até então só a Gilmara, Flávia e eu estávamos cientes de que iria ter. Nesse mesmo dia, acho que à noite, comecei a mandar sms para todos explicando que aconteceria e que depois marcaríamos uma reunião para dividir o que levariam.

No dia seguinte, já com o horário da reunião marcada, ninguém compareceu, no entanto, somente Gilmara, Flávia e eu escrevemos tudo o que precisaríamos e, assim, como tínhamos combinado de sair à noite para a praça, decidimos divulgar lá para a galera toda.

Lá, na medida em que o povo aparecia, perguntávamos o que poderiam levar em se tratando de comida. Sendo assim, nos organizamos ali mesmo, em meio ao barulho de carros e gritos nossos mesmo, pois ninguém sabe esperar a sua vez pra falar – rs.

Na data marcada, todos compareceram, exceto o Junior que estava com dor nas costas. Todos ficaram revoltados, pois ele ficou de levar a barraca do pai dele. A noite começou calma, antes de 00h preparamos uma carrada de mistos, enquanto colocavam algum filme de terror pra assistir - de vez em quanto, eu ouvia, da casa da Gilmara, os meninos gritando bem na hora de alguma cena de suspense para espantar as meninas. Fomos, então, servir os mistos aos monstrinhos que estavam lá e em poucos minutos os mistos iam desaparecendo, garantindo a barriga cheia pelo restante das horas.


Na verdade eu não queria que tivesse filme, aliás, DOIS filmes, pois saberia que assistindo eles, embora tendo aquele medo, aquela tensão e ficando com os nervos a flor da pele, o tempo passaria rápido. Digo isso porque quando quero que o tempo passe rápido, coloco um pra eu ver. Confesso que não estava a fim de assistir, só me liguei naquelas partes que nos deixavam instigavam.

Acabado os dois, fui fazer uma brincadeira que já tinha bolado. Sempre tenho dificuldade pra ensinar as brincadeiras, pois, como até disse na postagem anterior, sempre me aparece um pra perguntar e pedir pra que eu explique tudo de novo. A brincadeira era simples, mas sabia que de alguma forma ia nos trazer a diversão. De certo modo, trouxe diversão, mas o Teves estragava de vez em quando, já que tínhamos que anotar em uma folha o nome de alguma celebridade ou pessoa normal e pedir pra que, sem saber, o participante adivinhasse quem era ele.

Abusado dela e vendo que não daria mais certo repetir, bolaram a segunda brincadeira: adivinhação do nome de filme por mímica. Dividiram dois grupos e combinaram cada um em sua barraca. Achei bacana ver a Dalila ensinando como seria para adivinharmos o filme que eles nos mandariam. Foi engraçado quando tivemos que fazer as mímicas. Me saí péssimo fazendo o nome do filme “As últimas consequências”, mas a cãozinha da Dalila adivinhou, graças! Ponto pra nós! Já o Thiago teve que parir! – ri demais disso.

Eu fazendo mímica para o meu grupo adivinhar o nome do filme

Como disse, o tempo passou super-rápido, com certeza por causa dos filmes. Quando me dei conta, já estava com o clima frio e amanhecendo. Me encolhi na minha barraca com mais umas cinco pessoas e conversamos lerdamente.

Morrendo de preguiça e cansado, me levante e fui preparar o café: beiju com leite condensado, enquanto os demais desmontavam as barracas. Fiz poucos, mas que deram pra encher – espero – a barriga dos famintos.

No mais, foi isso.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

MINIMARATONA TERCEIRAÇO

No dia 2, domingo, fizemos dois anos que nos formamos. Por conta disso (mentira), combinamos de comemorar em algum lugar. Tivemos uma dificuldade tremenda para juntar a galera, já que uns não estavam na cidade, outros estavam sumidos completamente e alguns não estavam nem um pingo empolgados. Mesmo assim, com toda essa dificuldade, conseguimos. \o/

Acordei bem cedinho e fiquei “massando” em casa. Já que marcamos de nos encontrar às 8h3O na frente da casa do Dalton, fiquei fazendo horinha, pois sei muito bem que ninguém é pontual. Lá pras 9h, a galerinha, aos poucos, começou a chegar. Cheguei um pouco depois deles, mas ninguém reclamou.

O pai do Dalton que ia nos levar – isso mesmo, eu disse I-A. Quando eram quase 1Oh, quando tudo já estava quase pronto, o pai do Dalton veio dizer que a correia do carro dele havia quebrado, ou desgastado, sei lá... Vi na cara dele que ele estava preocupado, de alguma forma se sentiria culpado mais ainda do nosso atraso, mas o aliviei quando disse que o Jin estava de carro e iria nos levar no carro dele. Após eu ter dito isso, o pai do Dalton me falou que se não desse pra levar toda a galera não tinha problema, pois tinha pedido para um amigo nos levar. Sendo assim, começo feliz, nos dividimos e fomos em carros diferentes.

Ao chegar ao Padeirinho, desanimei total. Não tinha muita gente por lá, mas sabia que a partir de meio-dia iria começar a lotar. Fiquei preocupado e aborrecido porque achava que não daria para montar a minimaratona que tanto imaginei. Já estava tudo esquematizado, anotado todas as provas em uma folha do meu caderno do ultimo ano que estudei, como rascunho. Mesmo assim, não desisti.

No começo, com a minha merda de dependência, chamei alguém para me ajudar, mas a cara da preguiça reinava em todos. Puxei, então, o Jordan, que foi o único que me ajudou, aliás, me ajudou mais olhando do que pegando no pesado. Eu estava muito estressado, mas não queria desistir de nada, então: mãos a obra, pensei.


Olhei por todo o cenário e percebi que praticamente não tinha nada que constava na minha folha de papel. Procurei inventar algo com alguns bagulhos que vi por lá: pneus, tijolos, litros de refrigerante, pedaços de pau, cascos de cervejas, cesto de lixo, uma bola que haviam levado e a piscina. Com bastante esforço, força e imaginação, montei tudo direitinho.

Tudo pronto, reuni a galera e comecei a explicar, gritando – nem sei como não fiquei rouco -, pois o povo não calava a matraca de jeito nenhum, as provas. O que me deu mais raiva foi de, ao terminar de explicar todas as provas ainda vinha um pra perguntar como faria em tal prova. Juro, naquele momento eu me comparei com um professor dando aula e os alunos conversando, depois de explicar todo o assunto ainda tem um pra perguntar o porquê. Agora sim, eu aplaudo de pé um professor que tem paciência. Não é pra qualquer um.


E então começou a maratona!!! Quem terminasse em menos tempo de cumprir as provas, ganhava.

A primeira parte consistia em passar por entre os pneus. Não podia pisar fora e nem em cima deles. Caso fizesse isso, teria que voltar e começar tudo de novo:



A segunda parte, a pessoa teria que passar não por cima, mas por baixo do obstáculo. Quando estava arumando ela, preparei o meu psicologico, já que achava que iriam reclamar por eu querer que se ferissem nas pedras que haviam em baixo. Ainda bem que ninguém se feriu. Logo após, na terceira, a pessoa teria que correr em zig zag nos tijolos a sua frente.


Na quarta parte, besta, porém muito engraçada, a pessoa tinha que entrar dentro de um saco e pular até o limite. Quando lembro disso, só me vem a Milene pulando. Não sei descrever como ela pulava, mas foi muito engraçado – rs.


Na quinta, era um espécie de boliche. A pessoa tinha que jogar, com a mão ou com o pé, e derrubar os três cascos de cerveja que estavam logo a frente. Essa parte foi muito aperreada, pois, por ser quase 12h, a areia estava quente e muitos não viam a hora de cumprir. Tivemos, depois, de alguns terem passado por ela, que colocar um saco para que a pessoa pisasse em cima.


Na cesta, ops, na sexta prova, a pessoa tinha que de um lado de uma antiga piscina, acertar a bola em um cesto de lixo que estava do outro. A demora e a enrolação lerdava a prova. Digo que foi uma das etapas que mais tomou tempo.



Na sétima e última prova, a pessoa tinha que atravessar a piscina e, quando chegar do outro lado, sentar na cadeira. Era aí que eu parava o tempo.


Após alguns minutos, organizando em ordem o tempo das duplas, demos o resultado:


6º lugar: Dalton e Tiago – 4min12seg.
5º lugar: Jordan e Ozana – 3min11seg.
4º lugar: Jin e Flávia – 2min53seg.
3º lugar: Vitor e Thalys – 2min26seg.
2º lugar: Teves e Rafael – 2min11seg.
1º lugar: Milene e Marquinho – 1min50seg.

Apesar de todo o meu estresse ao lidar com todos que estavam lá, foi muito engraçado. Posso dizer também que foi gratificante estar e ver boa parte da nossa turma rindo, se divertindo, correndo e brigando – isso não pode faltar. Realmente, o Terceiraço, ao invéz de se distanciar, está mais próximo ainda. Espero que nos anos que vierem, continuemos sendo do mesmo jeito. Que a amizade de todos se fortaleça cada vez mais com a distância e que possa aparecer oportunidades para que sempre possamos nos reunir.


Obrigado, irmãos! =)

domingo, 2 de janeiro de 2011

FELIZ 2O11

Começo essa minha primeira postagem do ano desejando tudo de bom para os meus leitores. Que nesse ano tudo se renove e se modernize cada vez mais. Espero estar empregado e conseguir manter esse meu vício que é a internet. Pretendo estar por aqui com mais frequência, até porque adoro compartilhar as minhas besteiras com vocês.

Enquanto as mulheres esticavam os cabelos e os homens compravam camisas brancas, fiquei rodando pela rua com o Jin. Estávamos organizando o miniencontro com a galera da nossa sala para o hoje, já que faz dois anos que nos formamos. Inclusive a próxima postagem eu acho que vou falar sobre e postar fotos.

Precisávamos de uma menina, pois sempre dependemos de uma ideia delas, então fomos atrás da Gilmara.Entre risadas, conversávamos e dividíamos o que iriamos fazer. Gastamos os créditos do Jin ligando para todos, informando a sua colaboração. Além disso, como já havia tido a ideia, montei, com ajuda deles, uma minimaratona, algo que nós fizesse correr, suar e, o principal, se divertir como nos divertíamos quando estudávamos.

No final da tarde, estávamos sujos e cansados – pelo menos eu me senti assim, até porque fomos praticamente obrigados a montar umas casinhas de papel cartão para a Gilmara contar, encenar, uma história para as criancinhas da sua igreja.

À noite, sem muito ânimo, já que logo cedo soube que o Dalton não viria, me arrumei e esperei sentado na calçada alguém aparecer. E lá Deus me manda o Jordan. Ele havia chegado de moto, com a prima dele, mas, mesmo assim, fui à praça só, pois ele tinha que dar algumas voltinhas com ela. Um pouco antes de ele sair, enquanto o Jordan conversava comigo, a Vinha me liga e combinamos onde nos encontrar: na praça. Ela apareceu e assim foi juntando as poucas pessoas.

Demos algumas voltinhas a pé mesmo pela rua, mas a animação estava total – pra não dizer o contrário. O tempo passou rápido, e quando faltavam poucos minutos para o ano novo, esperamos olhando para o relógio. Até que... cri, cri – rs – tô brincando. Sentado no banco da praça, olhei para a Vinha e a abracei. Ela, não sei como, demostrou a tamanha felicidade da chegada de 2O11. Falei, então, aquelas palavrinhas que todo mundo diz, em todas as viradas de ano – só que do meu jeito – e pronto. Acabou!

Ainda pela praça, distribui alguns abraços e só...

Resumindo: comparado aos outros anos, essa foi a pior virada de ano da minha vida! (e eu poderia muito bem escrever isso em negrito e letras maiúsculas).

Se realmente aquela tese, de que quando estamos falando mal de alguém a orelha desse alguém esquenta, é certa, coitado da orelha do prefeito, já deve estar queimada, ou até mesmo o fogo pode ter consumido a sua cabeça. Ok, exagero meu.

Pois é, foi isso.

No mais, espero que esse ano seja como eu havia visto na tv sobre o meu signo: cheio de amor para mim – que eu acho beeem difícil, mas não impossível entre tantas decepções – e dinheiro, uma vida profissional bem sucedida.

Rumo agora aos próximos meses e às lutas.

Abraço apertado.