Tenho certeza que não sou – e nem fui – a única pessoa que já pagou um mico na vida. Sei que não é fácil você pagar e poder desdobrar, no ato, facilmente. Lembro que quando estudava, meus amigos e eu nos juntamos e começamos a contar alguns micos que pagamos. Não só contamos nossos micos, mas também contamos de outras pessoas, preservando sua identidade, claro, para o constrangimento não ser maior.
Um amigo me contou que uma amiga dele não era acostumada com cidade grande e morria de medo de ser assaltada dentro do ônibus. Então, num belo dia – rs –, assim que se mudou para a cidade grande, entrou no ônibus de volta para casa e viu que tinha um bêbado ao lado do motorista. Passado alguns segundos, ela de costas para o motorista, ouviu alguém gritando, bem alto e batendo em algo forte, mas não sabia que era o bêbado: “Isso é um assalto!”. Essa amiga do meu amigo nem pensou duas vezes e se jogou ao chão. Ela foi a única que estava abaixada com a mão na cabeça – rs. Quando escutei esse mico, me acabei de rir. Imaginei toda a cena.
Escutei outros dos meus amigos e assim compartilhamos, e para não fazer desfeita, pois todos estavam contando um mico pagado por si mesmo, compartilhei um meu também. Contei aquele que postei no meu blog anterior. Para quem não lembra, foi aquele que entrei em um ônibus e não sabia que tinha que puxar a cordinha para que ele parasse na parada em que eu queria descer. Então, aperreado como sou, simplesmente, do fundo do ônibus, gritei: “Para esse ônibus!!!”. E todos olharam ao mesmo tempo para o fundo do ônibus pra ver quem era o louco do dia. Sorte minha que o sinal fechou, o motorista ficou com pena de mim e abriu a porta de trás – rs.
Na quinta, paguei mais um King Kong. Sempre o pai sai mais cedo do que eu para o trabalho enquanto eu ainda estou dormindo e, mais tarde, ele vem me buscar. Quando ele vem, ele estaciona o carro em frente de casa e me espera pegar a mochila com meu Beets. Mas dessa vez foi diferente, ou melhor, não sei o que deu que fiz diferente. Eu estava na calçada brincando com a Isabella (filha da minha prima) quando avistei de longe um Strada, preto, igual o do pai, vindo. Fui correndo pegar minha mochila enquanto observava de dentro de casa, o carro, coincidentemente estacionado na calçada de casa. Antes, quando havia avistado o carro de longe, vi que tinha alguém do lado do “pai”, suspeitei então que seria algum amigo dele. Beleza, quando fui à calçada, me aproximei do carro e, para o passageiro, levantei o queixo como se estivesse perguntando pelo “pai”, pois o mesmo já não estava mais lá. O passageiro sem entender, fez uma cara de dúvida e perguntou o que eu queria. Daí eu disse “cadê o pai?” e ele, sem entender: “pai?”. Nessa hora eu olhei pra dentro do carro e vi que a direção, a traseira, tudo estava diferente. Sem estrutura, olhei pra cara do passageiro e disse desconfiado: “oh!” e dei meia volta. Então, sacando que não era o carro do pai, quis entrar em casa, mas o passageiro me chamou: “Ei, tu pensou que era o carro do teu pai, né?” e eu confirmei com a cabeça. Aí ele continuou “eu conheço teu pai...”, e morrendo de vergonha, só confirmei acenando positivo.
Depois disso, não quis mais sair de casa enquanto o pai não chegasse. Só saí de casa quando ele realmente chegou. MICO da pohha! É muito ruim ficar com vergonha. Ainda bem que o passageiro me compreendeu e não riu da minha cara, senão ficaria mais constrangido ainda.
Mudando de assunto, algum de vocês tem medo de aranha? Daquelas que são grandes, marrom, e peçonhentas? Eu antes não tinha, mas depois do que me aconteceu na sexta, criei esse medo.
Foi assim: Eu tinha acabado de chegar do trabalho e fui vestir a minha roupa que tinha deixado no espelho da cama – como de costume. Quando fui vestir a camisa, senti algo por dentro, do lado esquerdo. Eu bati de leve e logo saiu do lugar, pensei que seria alguma costura, ou etiqueta por dentro que estava me incomodando. Daí, fui num comércio comprar um desodorante. Assim que cheguei lá, visto que a seção de desodorantes ficava na parte de baixo da prateleira, me abaixei e senti algo por dentro da minha camisa, nas costas, então, me levantei e sacodi a minha camisa. Senti a coisa saindo por baixo e quando olhei pro chão e levantei um pouco a vista, vi um besouro voando.
Pensei que estivesse livre daquele “friviamento” dentro da minha camisa, mas quem disse que eu estava? Senti novamente algo caminhado pelas minhas costas, mas dessa vez subindo, seguindo para o meu pescoço. Foi tão rápido que quando senti que já estava subindo para o meu pescoço, joguei a mão no pescoço e, quando fiz isso, vi um homem, que estava do meu lado, olhando pra mim e depois, como estava empolgado com a sua conversa, continuou conversando com outra pessoa. Não entendi por que ele olhou pra mim, pois tive certeza que o meu movimento foi discreto. Depois que fui me tocar que ele olhou para mim, porque pensava que eu tinha batido nele, quando na verdade, o que triscou nele foi a “minha aranha”. Por que eu cheguei essa conclusão? Porque vi que a aranha estava nas costas dele, um pouco abaixo do pescoço. Preocupado em ser acusado por jogar uma aranha de propósito no homem, desdobrei e saí de fininho.
Quando cheguei em casa, contei o que tinha acontecido para o meu irmão e depois fiquei bastante escabreado. Prometi pra mim mesmo que nunca mais irei colocar minha roupa no espelho da cama, ou, mesmo se colocar, sacodirei antes de vestir.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
ResponderExcluirNossaaaaaaaaaa!!!!hahha
Várias coisas a dizer.^^
Primeiro q o mico do ônibus eu já sabia pq tb já me contaram( só q prefiro preservar a identidad da pssoa p não me complicar!haha . Foi demais hein!rs
O do carro..meu Deus! Q poooodreee!kkkk O cara deve ter rido horrores d ti dpois!rs Presta mais atenção da próxima neh!hehe
E o da aranha!!!!Caramba...ow lugar esse q tu guardou essa blusa neh?rs Primeiro sai um besouro, dpois uma aranha?????kkkkkkkkkkkkk
Otra coisa......tu foi malvado com o pobre do homem neh?rs Podia plo menos ter avisado q tinha uma aranha no pescoço dele! Já pnsou se ele leva ela p ksa?hahaha
Tadinhooooooo..........=/
Adorei o post! Rí horrores aqui!^^
Bjoo
1º - Se a aranha fosse peçonhenta tu tava ferrado pelo veneno dela!
ResponderExcluir1,5º - Abestado! kkkkkk
2º - Não precisa esconder a identidade não Jane, pode dizer que fui eu que te contei o acontecimento do Ônibus! kkkkkkkk
que tenso doido :S
ResponderExcluirriii dmaais aq xD
:*
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ResponderExcluirjane, eu até já sei quem foi que te contou o MICO. Mas esse macaco me paga! :X Pois éh, o mico do carro foi paia demais. Tu precisava ver a minha cara de vergonha na hora. Sobre o medo de aranha, eu não tive coragem de contar pro homem que tinha jogado uma ranha nas costas dele. Obrigado por rir de mim! Bjo
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Quase me ferrei, seu Marcos. Olha só quem é abestado, hein, Junior. Olha a confusão no meu blog aqui, viu?
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Tenso mesmo, Ellen. Pode rir, eu deixo! kkkk'
. . .NOSSA O MICO DO BUZÃO ILÁRIO. . K K K K K K . . .MAS TU ESTEVE ANDANDO COMIGO LÁ EM TERESINA DURANTE 8 MESES QUE FOI O PERIODO DO CURSO WEB&DESIGN. . .VACILOU FEIO HEINNN. . .K K K K K K K K
ResponderExcluir-
ResponderExcluirPois é, Jin, agora sim eu aprendi que pelo menos a cordinha existe!
Obigado, amigo.