Chegamos em Maceió por volta das 8h. Mal chegamos, ainda dentro do carro, já me sentia agoniado. A cidade não para. Muitos carros, muitas pessoas correndo na orla e muita demora em achar o apartamento que alugamos.
O GPS continuava na ativa - dessa vez no celular do Dalton -, a minha vontade era de sair de dentro daquele carro e tomar um banho logo. Eu estava morto!
Entre ligações ao cara que nos alugou o apartamento, em falhas do GPS e muito trânsito, chegamos na portaria do prédio. Entramos e estacionamos o carro lá dentro, em um estacionamento do próprio prédio. Dalton foi se apresentar e pegar a chave. Não demorou muito e subimos.
Que agonia estar em um prédio. Eu realmente não sei lidar com essa vida de caminhar por corredores estreitos, por subir e descer elevadores e sempre passar pelo estacionamento no subsolo.
O apartamento estava praticamente vazio, mas tinha cozinha com panelas, geladeira, torradeira, pia, embora sendo minuscula. Nas sala, um sofá enorme e bem confortável; uma poltrona preta de descanso; uma mesa que acredito para jantar, tomar café; uma TV e, amém, ar condicionado. Além disso, dois quartos e dois banheiros. O quarto que fiquei tinha uma cama de casal enorme e um guarda-roupa que nem usei. Ainda nele, uma janela de frente para outros prédios. Inclusive, me sentia muito vigiado quando ela estava aberta.
Joguei a mala no chão, separei a roupa que iria usar e fui tomar banho.
Me senti sem ar, sufocado, ali, principalmente no banheiro. O banheiro até que era enorme, com um espelho muito grande, uma pia grande e espaçosa e um chuveiro que valeu muito a pena, muito forte, contrário do da pousada de Penedo. Por mim, ficaria debaixo do chuveiro por horas, mas tempo era ouro naquele momento.
Quase 10h, subimos para a cobertura. A certeza era que a vista de lá era a melhor, e como era. A cobertura tinha uma piscina e era bem inspiradora para mim. Dá vontade de levar o computador pra lá e ficar usando internet à toa. O vento não para!
Tirei várias fotos dos meus amigos, mas as minhas, claro, não prestaram. A única que achei que ficou legalzinha foi uma selfie sem compromisso abaixo:
Descemos e fomos atravessar a avenida pra ir à praia.
Enquanto andávamos, muitas pessoas nos observava tentando uma abordagem para vender pacotes, passeios e, na verdade, o primeiro que apareceu já fechamos uma passeio simples. Eu não sabia de fato para onde iríamos, mas estar dentro de um barco seria o máximo ali.
Nenhum comentário:
Postar um comentário