quinta-feira, 12 de agosto de 2010

COM A MACACA

Hoje, de madrugada, acordei depois de um sonho ruim. Sonhei com um amigo devendo algo para um homem, não entendi por quê. O lugar era tipo um supermercado e esse meu amigo trabalhava lá. Eu acho que ele tinha atendido mal o cliente e o cliente, por sua vez, se irritou e pôs um revolver para fora. Eu estava atrás de umas prateleiras e só via as pessoas que estavam longe, dizendo que não era para passar por eles. Fiquei com muito medo, medo mesmo. Eu estava querendo muito ajudar o meu amigo, mas como? Só sei que ele rendeu meu amigo e, na frente de todos, meteu bala na cabeça do meu amigo. Vi tudo saindo, foi uma cena que dá até nojo de descrever, os detalhes no sonho foram muitos, fiquei com o coração apertado, aliás, estou até agora.

Em compensação a esse sonho ruim, depois sonhei com a BS. Sonhar com ela sempre é bom. No sonho, ela me fez uma surpresa, conversou comigo e me deu vários autógrafos. Não sei o que aconteceu comigo, mas fazia questão do autógrafo em cada papel que eu tivesse, inclusive nos meus livros. Peguei uma página qualquer e pedi pra ela autografar.

Mudando de assunto, e chegando onde eu queria, hoje, ao entrar no ônibus pela manhã, após ter sentado, olhei para frente e vi uma mulher se batendo com o motorista. Ela dizia um monte de coisas pra ele, e ele, calmo, respondia ela. Ela começou a gritar, querer chamara atenção perante os passageiros. Ela dizia: “Ainda bem que eu vou embora desse ‘inferno’”. Perguntava pro vácuo – pois ninguém dava a mínima ao que ele estava falando – se o motorista era o dono do ônibus e tal... Acho um absurdo a pessoa acordar de mau humor e descontar no primeiro que vier pela frente. Ainda mais querendo ter a razão. Aliás, eu nem sei quando, nem como começou a briga, mas, acho muito paia fazer barraco na frente dos outros. Digo isso porque, se eu levo um tapa na cara, prefiro virar as costas e sair, evitando o começo de uma briga. Posso ser taxado de besta, mas o melhor que posso fazer é dar desprezo, devolver o silêncio, pois ele, para mim, é a melhor arma.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

DIA DO ESTUDANTE

“Parece que foi ontem quando brincávamos debaixo daquela pequena mesa do Jardim de Infância, ou quando recebemos o nosso anel do ABC. Na 4ª série a expectativa de entrar no Ensino Fundamental II, de sentir-se adolescente. Na 8ª série o medo e a vontade de entrar no Ensino Médio, de ser dono do próprio nariz, de namorar e de comandar a escola. Lembraremos das companhias, das muitas risadas, do apoio nas horas difíceis e das tão e repetitivas e engraçadas brigas que tínhamos diariamente. Construímos um pedacinho da nossa história juntos...

Retirei o trecho acima do dvd da nossa formatura. Hoje, por ser dia do estudante, quis colocar em mente tudo o que foi bom quando eu era um. Nada melhor do que pegar o resumo da minha vida escolar e assistir. Todas as vezes que assisto esse dvd (o da formatura), embora nem faça muitos anos assim, choro. Não consigo assisti-lo sem ao menos meus olhos ficarem molhados de lágrimas.

Dá um aperto no coração só de saber que tudo passou; que pela manhã eu não estaria no trabalho, à tarde provavelmente não também. Mesmo não tendo educação física, sempre aparecia algum trabalho, ou procuramos nos dar trabalho – rs. Foi, sem duvida, a melhor época da minha vida. Brinco até com meus amigos dizendo que se eu soubesse que depois que saísse da escola iria ser desse jeito, passaria todos os anos reprovando. Realmente, a nossa vida após a escola muda completamente. Você tem que se virar, tem que se sustentar, ou abrir mão de mais estudos para conseguir uma profissão digna, é como se você lutasse para não morrer – isso não é novidade pra ninguém.

Hoje, nesse dia 11 de agosto, muitos estão adorando – principalmente os que adoram se livrar pelo menos um dia da escola por conta de ser feriado –, mas outros, mesmo que venha em mente rapidinho, se lembram de quando foi estudante, das coisas que aprontou na escola, dos risos, dos choros, de tudo mesmo... Isso acaba sendo eterno em todos os dias 11.

A saudade da escola me consome todos os dias, principalmente quando vejo meus irmãos saindo para ir à escola. Ficou com mais saudades ainda quando vejo uma turminha de amigos uniformizados na praça conversando, nas casas estudando, brigando, sorrindo e falando bem (e mal) da sala, com aquele estilo escolar.

Quem diria, todos os meus amigos, os que dividi a classe, hoje estão mudados, separados, e “desbocados”! - rs. Antes hesitávamos quando falávamos sobre determinados assuntos, principalmente sobre assuntos mais íntimos. Hoje em dia, não temos mais papas na língua, falamos sem nenhum pudor. Se bem que ainda existe o pudor em algumas pessoas, mas, não estou nem aí pra elas. Então, porque estou falando isso? Hoje mesmo, no bate-papo do Orkut, estive conversando com uma amiga e ela me pediu umas dicas de sexo. Não sou experiente nesse ramo, mas pude ensinar a ela o que eu aprendi lendo alguns livros. Achei que tudo que falei foi proveitoso, pois senti, vendo suas palavras, que eu clareei algumas de suas dúvidas. Assim que terminamos o papo, pensei: “Quem diria, a Fulaninha conversando isso comigo.” Sendo que antes na hora em que conversávamos sobre isso, ela me dava o maior bolo e me chamava de tarado. Pô, falar disso é normal, não!? Ela me fez voltar até a querer ler o terceiro livro da BS (Na cama com BS), pois, assim que conversar com ela pessoalmente, vou ter tudo esquematizado, podendo lhe ajudar mais.

No mais, e desculpando por ter me empolgado com o assunto, parabenizo a todos os estudantes, principalmente os que fizeram parte da minha vida. Ah, ainda me considero estudante, pois, embora não esteja na escola, sempre leio algo e aprendo coisas novas! Parabéns pra mim também! =)

Abraço à todos.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

ROUPAS NOVAS

Passei todos esses dias me reclamando por sair sempre com as mesmas roupas, então, por conta disso, dediquei esse mês para mim. Como as mensalidades do meu Beets estão tranquilas e pagas até o mês de novembro, decidir ir à Teresina fazer umas comprinhas, me presentear, já que é o mesmo do meu aniversario.

Nesse final de semana, dei o ar da graça por lá, mesmo tendo que encarar a chatice da viagem, de ficar na estrada esperando o destino chegar. Ainda mais ter que aguentar aquele cheiro insuportável de ar condicionado dentro da van. Não gosto nem de lembrar que minha cabeça começa a doer e me vem a vontade de arrotar. Enfim, cheguei pela manhã depois de rodar por toda a cidade.

Na tarde de sábado, sai com o Dalton e fomos a algumas lojas procurar uma mochila pra mim. Começamos pela loja que me disseram que tinha a mochila que eu queria, mas não tinha mais, só tinhas as normais, parecidas com aquelas de usar na escola mesmo. Então, continuamos a procurar em outras lojas, mas sem sucesso. Foi muito cansativo e, para não perder a viagem, encontrei uma mochila parecida com a que eu queria. Na verdade eu estava cansado da mochila que usava, além de ela ser grande, ela estava acabada e, para mim, qualquer uma que viesse, que fosse nova e bonita, tomaria o seu lugar. Comprei, então, uma “mochila-sacola” vermelha e estampada com laranja e cinza.

Depois, fomos a loja de roupas e, depois de procurar várias, dentre as maiorias que era feias, encontrei quatro camisas jogadas. Fiquei besta com o preço, visto que se fosse aqui na minha cidade, passaria de R$ 30,00. A única vantagem é que aqui tem alguém pra te mostrar, pra tu dizer o estilo, a cor que tu gosta, e lá, não, tu tem mesmo é que sair procurando, brigando e vendo todas aquelas roupas desorganizadas, jogadas de qualquer jeito, e até encontradas no chão. Fiquei besta com a loja muito conhecida no Brasil.

Enfim, ainda não estou satisfeito e pretendo voltar lá (não nessa loja, mas em Teresina) pra comprar outras roupas, mas dessa vez, não comprarei coisas simples.