domingo, 23 de setembro de 2012

SINAL DE VIDA

Sei que estou sumido daqui, mas quem não sabe ainda, tô no blog do filme BE#3 (Batalha dos Elementos 3) que sairá em breve. Lá, como já falei, narro como foram as gravações e me divirto bastante, garanto.

Não tenho muito o que falar por aqui, por isso vou ser breve.

As semanas que passaram foram de aperto, literalmente, pois estávamos tendo aula em uma lan house próxima da minha casa que era muito pequena. Haviam poucos computadores, mas foram o suficiente para que a gente conseguisse fazer algo, fora quem já tem notebook, que facilitou ainda mais a vida de quem não tem. Eram duas semanas de aulas, que, enfim, passaram mais rápido do que eu imaginava.

Huum...  não queria falar aqui, mas lá se estou eu em mais um amor platônico. Sem mais!

Hoje, às 17h30, irei ser jurado no I CONCURSO DE DANÇA DE COELHO NETO, a convite da mãe do Vitor, Irene Crateús. Até que não estou tão nervoso como da primeira vez que fui convidado para ser jurado em uma gincana, mas quando lembro já começo a ficar meio assim... Comentarei a experiência no próximo post.

Enfim, só isso!

Até! ;-)

terça-feira, 11 de setembro de 2012

THE O.C. FINALIZADO :'-(

Deixei pra ver The OC nos finais de semana, já que durante a semana eu sentia preguiça ou estava ocupado. Lógico, mas não deixei de ver quando não tinha nada pra fazer durante a semana. Nos finais de semana, principalmente à tarde, assistia a vários, acho que uns três ou quatro.

Um amigo meu do curso, o Luan Vieira, no qual me emprestou a primeira temporada, me falou que a última temporada não era lá essas coisonas, pois na terceira... OPS, já ia falando. Então, mesmo assim, comecei, claro. Eu já tinha visto da primeira a terceira, então não deixaria de assistir a quarta temporada por esse simples comentário dele, até porque eu queria saber como tudo acabaria.

Ryan, Taylor, Sandy, Summer, Seth e Kirsten 

Pra falar a verdade, no começo até que estava meio chato mesmo, achei que meu amigo tivesse mesmo a razão. Para mim, nada estava com nexo e até passei vários dias sem querer assistir com aquela preguicinha sem esperança de melhora, sabe. Mas acabei cedendo a ele. E fui assistindo. Passei algumas raivas, pensei besteira como o fato de querer ter escrito a série, pois os autores dos episódios já estavam fazendo uma b*sta. Adorei os episódios de Natanukkah, sobretudo o da primeira e última temporada e fiquei triste em vários momentos. Mais triste do que feliz.

E hoje (ontem) terminei tudo. Só me restavam três episódios da última temporada e, deitado na cama, assisti a todos em sequencia. Me surpreendi muito e pensei que seria bem melhor eu ter assistido a série quando ela estava sendo lançada, pois assistindo agora já sabia de alguns fatos em conversas com amigos.

Lógico, não posso esquecer da trilha de abertura. Quantas vezes ao assistir os episódios cantei junto: "California, Carliforniaaaa, here we cooooooome..." Sem falar que me surpreendi no episódio de Natanukkah da última temporada, que foi ela em uma versão lenta e triste, pela qual até já tinha escutado, afinal, baixei todos os cds da série.

Foram amores, brigas, ódio, intrigas, aprendizado, momentos tensos, felizes, surpresas, fatalidades, enfim, a série foi tudo de bom. Conclui ao final do último episódio, chorando demais como se fosse uma despedida pra sempre de amigos, que quando for mais velho assistirei novamente, só que ao lado de uma pessoa especial, que com certeza já está me aguardando no futuro. Fico me imaginando assistindo novamente daqui a vários anos, com uma companhia, na cama, compartilhando a série, chorando juntos e vivenciando isso tudo que estou passando agora.

É com um aperto no coração que deixo de falar sobre a série aqui. Mas continuo super indicando. Pra quem é carente e está afim de se emocionar, a série acaba viciando e fazendo você se tornar mais frágil do que é.

Obs.: Espero que o Anderson do futuro leia isso já ao lado da pessoa amada.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

AKINATOR, O GÊNIO DA INTERNET

Na terça-feira, à noite, enquanto estava vendo algumas besteiras na internet, um amigo meu, Klécio, começa a conversar comigo no facebook. Do nada ele pergunta se eu conheço o "gênio da internet" e eu disse que não, então ele me mandou o link.

Ao abrir o site, ele me explicou que eu tinha que preencher umas pequenas informações: apelido, idade e sexo para jogar. Não entendi o porquê disso pra começar, mas vai saber, né? Depois, nem precisou ele me dizer como era que faria, só bastou eu ler.

Eu tinha que pensar em um personagem e pensei - se bem que todos já poderiam saber de quem eu estava pensando, no Doug, menos o gênio, claro. E fui lá respondendo as várias perguntas dele com "sim" e "não". Em nenhum momento eu marquei as outras opções, até porque eu nem tinha prestado atenção nelas. Sempre quando é a primeira vez eu não olho muito os detalhes, só depois que fui ver.

E num é que o gênio filho da p*ta adivinhou:


Lógico que não sou burro o suficiente para não saber como funciona isso, até porque é bem parecido com aqueles sites onde eles adivinham uma carta de baralho que escolhemos só na mente. Se não fosse essa bateria de perguntas, como não adivinhar? Enfim, sei como funciona, mas não sei como explicar. O fato é que, mesmo assim, é bem legal e na primeira vez impressiona. Ahh, o gênio não é tão gênio assim, pois eu dei dicas de Sandy Cohen (personagem do The O.C) e ele errou por três vezes. Também entendo isso, talvez algumas perguntas para a gente que responde faz um sentido e pra ele faz outro. Tente enganar ele, seja esperto, é bem legal fazer o mal com ele - rs.