A minha instrutora do curso passou digamos que um projeto. Vai ser algo tipo solidário para algumas pessoas especiais da cidade. Estou encontrando algumas dificuldades, mas mesmo assim não estou desistindo, afinal, no meu caso, estou em todos os grupos e isso me causa aceitação de ideias contrárias as minhas.
A sala foi dividida em três grupos: dramatização, música e brincadeira - todos envolvendo o que foi estudado, como ética, cidadania, moral...
No primeiro dia, ainda em sala, criei, junto do meu grupo, uma mini maratona, algo que não seja cansativo e que seja bastante divertido, tanto pra eles quanto pra gente. Anotei o que precisaríamos e deixei cada pessoa responsável em arranjar o seu material. Aproveitei algumas partes de uma maratona que criei nas férias para o povo do ensino médio (quem não lembra, clica aqui) e mandei ver. Concluído essa parte.
Na parte das músicas, já fui a um ensaio e já dei algumas ideias. Não sei tocar, nem cantar, mas sugeri algumas músicas. Ficou meio engraçado a disputa de quem vai cantar qual música, mas tudo bem. Ah, me surpreendi com os dedos do Durval no teclado, tão tal que ele já ganhou um apelidinho carinhoso da Fabrícia: Dudu e seus teclados - rs.
A dramatização, comecei hoje. Fui convidado ontem para fazer parte da encenação, já que eu pensava que era só pra dar aquele apoio a eles ou jogar alguma ideia. Então, ontem (no caso, antes de ontem), chegaram até mim e me convidaram para ser o Seu Madruga da Turma do Chaves, acredita? Fiquei meio assim, querendo negar o convite de primeira, mas dei um prazo, fiquei de dar a resposta no dia seguinte (hoje) então. Quando cheguei na sala, fui logo interrogado sobre e dei uma resposta meio duvidosa "pode ser!". Combinamos o ensaio pra hoje (aliás, ontem) e fui. Ao chegar na casa de uma das meninas, vi que estavam vendo o dvd do Chaves e tentando tramar alguma coisa. Logo, no dvd não constava o episódio que mais queríamos, então, foi o jeito usufruir da imaginação. Interrompidos por uma simples festinha de aniversário de um amigo da sala (o Daniel), comemos bolo simples de padaria e refrigerante. Eu, magro-mostro, comi duas fatias de bolo e uns quatro copos de refrigerante (não dispenso Guaraná Jesus, tá?) aos olhos de cada um. Conversamos, nos divertimos e começamos a fazer o roteiro da tal peça. Inclusive, ela está aqui do meu lado esquerdo, incompleto. Tento colocar minha cabeça pra funcionar, mas não consigo no momento.
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Esse é Daniel, o aniversariante do dia. |
O fato é que hoje eu me aproximei de pessoas que eu não tinha muita afinidade na sala. Distribui elogios que estavam entalados e tirei brincadeira como sempre tiro. Ainda tenho um certo pudor em falar algumas palavrinhas que sou acostumado a falar, mas nada como o tempo pra eles perceberem e entenderem o que eu quero dizer.
Por isso, tô feliz! Sei que tá longe ainda, mas não quero pensar no final.
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