terça-feira, 1 de março de 2022

FERIADOU! E EU?

Antes do feriado já preparei algumas coisinhas pra fazer durante ele. Como não teria condições de ir pra Teresina, até porque também o DG já foi de mala e cuia pro CE, resolvi ficar por aqui mesmo. Eu havia prometido que iria pra Teresina pelo menos UMA vez por mês e eu indo nesse feriadão não seria uma, mas duas vezes no mês, então, ainda cumpro com minha promessa. Haja dinheiro!

Há algumas semanas, DG estava preparando a sua mudança, separando as coisas pra levar pro CE, e no meio de tudo achou um bloquinho vermelho, de capa dura, que ganhou há anos, quando ainda trabalhava com um ex chefe e até então amigo dele. Dalton nunca foi ligado nessas coisas de papelaria, por isso, o bloco estava lá, esquecido e guardado. Na época, com minha letra, na primeira folha, escrevi o nome completo dele. Modéstia a parte, minha letra ficou linda, e eu nem lembrava que tinha feito isso. Pelo menos soube que ele me autorizou a escrever o nome lá, já que ele detesta quando mexo nas coisas dele - rs.

Quando fui a Teresina semanas atrás, trouxe esse bloquinho comigo. Obviamente, de uma forma bem sutil, risquei o nome dele e pus o meu. Pronto, ele era meu real oficial agora. Não sei explicar, mas já criei um apego por ele desde a hora que o vi, por foto ainda, mesmo com a capa dura um pouquinho destruída com o tempo.

Enfim, nele, comecei a anotar umas coisinhas. A princípio, consegui anotar todo o débito que tenho com o "Banco Pedrenrick" (uso esse termo quando o PH me faz alguns empréstimos quando estou precisando) e na medida que fosse pagando, já ia riscando. Eu tenho esse prazer de escrever, colorir e depois riscar. Sei lá, me faz tão bem porque sinto no final que cumpri com a minha promessa, palavra ou sei lá o quê. E tive sorte porque assim que terminei de anotar tudo, eis que um dinheiro de um reembolso que nem lembrava mais caiu na minha conta. Completei com mais um tantinho e 🚀 pro "Banco Pedrenrick". Após o pix, risquei com ✔ com gosto.

Já na segunda folha, escrevi o que iria fazer durante esse feriadão de carnaval. Sinto que quando anoto algo me sinto na obrigação de cumprir, sendo por isso toda a minha programação financeira mensal anotada de forma bem bonitinha e organizada em notas do celular. Dentre o que escrevi para fazer, está:

  • Pintar usando aquarela;
  • Personalizar uma sacola para dar de presente pro professor Francisco Lima;
  • Selecionar fotos do drive pra um projetinho que pretendo iniciar esse mês;
  • Pesquisar sobre coisas do Instagram para criar inspiração para um projeto anônimo;
  • Atualizar o blog (o que estou fazendo agora mesmo! 😗);
  • Concluir o Livro da Bruna Surfistinha;
  • Terminar a 5ª Temporada de 9-1-1;
  • Fazer uma disciplina da Pós Graduação que foi disponibilizada esses dias.

De tudo acima anotado, somente fiz três coisas, ou melhor quatro, infelizmente. Negritei para saberem.

Estou me sentindo um pouco preocupado por ter feito o contrário do que sempre faço, que é deixar as coisas mais difíceis para fazer primeiro, depois ir para as mais fáceis que me deixam mais tranquilo e confortável.

Poderia, sim, durante a madrugada, ter pintado usando aquarela, mas eu prefiro fazer isso quando estou com vontade, inspirado, pois sai algo que me deixa feliz e orgulhoso. Não selecionei as fotos do drive por preguiça mesmo, fiquei imaginando procurar o HD Externo, ficar buscando de pasta em pasta, passando horas e mais horas selecionando fotos... Durante a semana vou tentar fazer isso. Sobre pesquisar sobre algo específico do Instagram... Leitura... Que preguiça de ler uma ruma de coisa. Isso também se encaixa na disciplina da Pós Graduação. Não consigo ler deitado, com barulho... Confesso que até abri, mas preciso ficar sentado, ligado, com um caderno, caneta e tudo e, principalmente, concentração. Não deu! Mas essa semana vou tentar aproveitar algumas folguinhas no trabalho, se eu tiver, prometo!

Pensando bem, no fundo não me sinto culpado por ter procrastinado. É o meu descanso, é o meu corpo, são minhas dormidas sem preocupação. Além de ser tão bom dormir no frio, com chuva... Quem quer fazer algo com esse clima, minha gente?

Amanhã, às 14h30, volto à rotina. Trouxe o celular coorporativo pra casa, chequei ele algumas vezes para que a mensagem automática avisando que eu retornaria somente quarta às 14h30 fosse disparada pra quem me chamou. Ainda assim respondi um aluno, também como se fosse mensagem automática. Acho que ele nem percebeu, porque nem me retornou. Glória!

Não sei o que será desse mês, mas quero ir em Teresina de novo. 👀🥰

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Ah, esqueci de contar aqui. Comprei um celular novo no dia 22/02, em Teresina mesmo. O meu anterior não estava ligando mais por conta da bateria, então, resolvi comprar logo. Foi quase que um rim, mas acho que deu tudo certo. Devo confessar que depois me bateu um pouco de arrependimento, primeiramente porque o novo celular é menor do que o meu anterior e também porque resolvi, mesmo sem confiar nas coisas de CN, ir numa loja que abriu recentemente pra trocar a bateria. E num é que deu certo!? Com isso, deixei o celular novo de lado, por enquanto. Meu plano é de passar tudo de um pro outro, até porque o meu novo é de 512Gb, então, pra mim, quase uma memória infinita. O fato é que ainda não sei quando vou fazer todo esse processo de transferência, pois isso, definitivamente, me obrigará a usar o celular novo e eu ainda não quero. Acho que esse mês ou até na primeira quinzena do próximo eu faço esse processo, porque férias vem aí, hein. 😎

Tudo indica que voltarei a Cidade Maravilhosa. Sem mais!

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Mudando de assunto, lembrei de outra coisa. Ontem, após mil anos, no tédio, entrei no BP UOL. Percebi que tudo lá foi modernizado e mesmo assim fiquei com aquela nostalgia. Consegui ainda manter conversa com dois contatos: um contatinho era legal, papo bom, confiei e até passei meu @, mas até agora nada. O outro contato já era mais uma conversa que me dá preguiça, sabe. Não foi uma conversa levada ao s***, mas algo que não rolou mesmo, uma conversa sem pé nem cabeça, umas perguntas típicas de quem busca perder tempo e fazer os outros perderem também nessas salas. Ainda assim foi legal!

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Então... Vou tentar voltar ainda esse mês pra contar alguma coisinha aqui. Acredito que o próximo post será sobre o livro da BS que prometi (!?) no post anterior. Já fiz uns tópicos no bloquinho das coisas mais legais que gostei de ler, então pode ser que role, viu.  

Até depois! Tcha-au! 👋🏻

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

ACHO QUE UM RESUMO

Me senti tão inspirado a escrever aqui. E eu sei o motivo. 🙂

No mês passado, comprei a autobiografia da Bruna Surfistinha, que chegou autografada de uma forma bem pessoal. Na verdade, eu já esperava por isso, afinal, eu e a Raquel (nome verdadeiro da Bruna) já conversamos desde a época que ela ainda era GP. A nossa "amizade" (entre aspas porque não somos tão amigos assim) começou naquela época, tempo de MSN, Orkut e tudo mais, até que ela fosse confirmada pessoalmente. Sim, eu já encontrei com ela em Teresina e contei toda essa saga aqui. Com o tempo, fomos nos atualizando e nos seguindo nas redes sociais atuais e estamos aí até hoje. ~ Na verdade, ela deixou de me seguir em algumas, mas nunca me importei com isso. 🤫 O importante mesmo, pra mim, é me dar um pouquinho de atenção e, não nos falamos todos os dias, pelo menos temos um pouco de respostas um do outro.


Então, o livro está me causando muita nostalgia e me inspirou a vir aqui. Nele é contado fatos que eu não sabia e que adorei saber. A Raquel tem a mesma atenção aos detalhes que tenho, por mais que ela tenha contado fatos do começo dos anos 2000. Um dos capítulos que eu estava ansioso pra ler era sobre o surgimento do blog, as avaliações... Poucas pessoas sabem que me inspirei na Raquel pra começar nesse mundo da blogosfera também. Continuo sendo raiz, mas tudo bem. Adoro quando recebo comentários, mesmo que anônimos e, o principal, amo ler posts que fiz no passado. Eu revivo meus momento com todos os detalhes que descrevi. Eu amo essa sensação! 🤩

Falta mais ou menos 30% das páginas pra eu concluir a leitura e já sinto aquela dor no coração por saber que está acabando. Faz parte! Estou pensando, inclusive, em falar um pouco do que achei dele em um post futuro. Eu tenho certeza que vou me empolgar quando começar a digitar. Não prometo, mas pretendo, certo?

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Nem sei muito o que falar do mês de janeiro. Aff, como demorou! Por mais que eu não tivesse nenhum planejamento pro mês seguinte, o que mais me motivava pra que desejasse que ele terminasse seria o salário do próximo mês. Eu amo dinheiro na conta, eu fico tão feliz por receber algo que é fruto do meu trabalho... Não sei se todas as pessoas têm essa sensação, mas eu tenho. Nesses momentos me sinto tão útil.

Prometi a mim mesmo que pelo menos uma vez por mês nesse ano iria a Teresina. Em janeiro, fui. Foi maravilhoso ficar isolado com uma pessoa que estou conhecendo e gostando. Eu digo que estou fazendo um "test drive" antes do quinto encontro. Coisa minha mesmo, pois a ultima vez que tive algo parecido foi no começo de 2013 a 2015... Sei que o Anderson de 23 não é mais o Anderson de 31, chegando nos 32. Vou tentar me permitir, mas tendo toda a paciência do mundo. No momento, nosso encontro está sendo 2/5, faltam três ainda, então acho que dá tempo de ter uma certeza.

Fora isso, larguei a intensidade que vivia vendo séries. Continuo vendo, mas sem aquela pressão e curiosidade de ver um episódio atrás do outro. American Horror Story como assisto em tempo real, sou obrigado a aguardar outro episódio na semana seguinte, já que é um por semana até terminar. Da mesma forma funciona o spin off, American Horror Stories, que teve uma enxurrada de críticas, mas eu amei do mesmo jeito, afinal, Funn is fan, né? 😉 E continuo vendo com toda calma do mundo 9-1-1, que, para minha alegria, foi renovada mais uma vez.

Ainda em janeiro, o BBB começou e, claro, já fiquei ligado. Eu amo um reality e nunca escondi isso, porém, dessa vez, não tenho com quem comentar, deixando apenas tweets soltos usando as hashtags... E é exatamente isso que eu queria falar desde a hora que liguei esse computador e loguei aqui.

Por que não tenho mais ninguém pra comentar?

Porque simplesmente esse ano resolvi tentar conhecer um outro lado meu. Falei posts atrás que me afastei de algumas pessoas e na verdade foi isso mesmo. Pra essas pessoas que eu comentava sobre BBB, dava a minha opinião que por vezes não eram aceitas, e tudo bem, pois é normal. Mas o ar forte e sério das críticas, apelidos e o não uso da empatia que me machucavam. Eu sei que são pessoas ali trancadas naquela casa durante 3 meses, mas a gente acaba se identificando com suas atitudes, certo? Nessa edição mesmo eu já me peguei sendo como algumas pessoas dali. De cada um tiro uma característica minha, avalio, me coloco no lugar da outra pessoa, e é isso. Penso que eles podem ser os nossos espelhos e deles podemos quebrar certas concepções de nós mesmos. Não sei se é errado falar isso, mas a gente aprende muito com atitudes de outras pessoas. Por conta disso, pra evitar que eu fique com a saúde mental mais abalada ainda e, possivelmente perder uma amizade por discursão besta, em prol da paz, decidi me afastar. Volto a repetir que posso futuramente me arrepender, que é bem provável e normal, e eu vou encarar de boa, assim espero.

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Fevereiro começou há 15 dias e nem sei por onde começar. Então, já sabia que esse mês seria bem intenso e hoje, terminou essa bendita intensidade. Em meu trabalho, graças a Deus, consegui dar conta de tudo. Hoje foi o último dia de rematrícula dos alunos e tive que encarar os brasileiros que deixam tudo pra cima da hora. Tentei evitar que isso acontecesse por um jogo que sempre faço, mas sempre tem aquele que não fica tão ligado assim e vem com tudo. Faz parte! O importante é que dei conta e estou aqui bem, sem derramar sequer um gota de lágrima, como nos anos passados. Aprendi a ligar mesmo o f***-se. Não fez? Falou! O que me deixa fora do sério é ter que me responsabilizar por erros alheios, que é algo que pretendo resolver da forma mais branda possível até o final da semana que vem. Um erro uma vez, duas vezes, tudo bem, errar é humano, mas persistir no erro eu já acho burrice ou falta de profissionalismo. Dizer uma coisa e fazer outra é algo que me irrita desde quando me entendi nesse mundo, afinal, sempre fui iludido em ganhar presente caso passasse de ano na escola, com promessas de dinheiro e tudo mais... Acabei ficando com esse alerta dentro de mim que quando transborda dá vontade de mandar a pessoa ir lá pra aquele lugar. 😠

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No final de semana, pretendo ir pra Teresina. Estou ansioso e tenho que aproveitar esses últimos dias que o Dalton vai estar por lá. No futuro, minhas viagens poderão ser do MA pro CE, com uma pausa apenas no PI pra pegar o ônibus ou quem sabe até avião... Pelo bem de todos, vai dar tudo certo em nome de Jesus!

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Ufff! Digitei tanto que nem vi, mas estou me sentindo leve, mesmo achando que quem for ler isso não vai agregar em nada - rs. Mesmo assim, se leu até aqui, ficarei feliz em ler seu comentário. Que os próximos dias sejam bons a ponto de voltar aqui e continuar minha assiduidade de antes.

Até qualquer hora! 😁

sábado, 1 de janeiro de 2022

2O22

Sobrevivi a mais um ano... ✌🏻

Juro que não saberia o que seria de mim em 2O21. Que ano, hein? Foi um ano que tinha tudo pra começar bem, mas que agora me tirou todas as esperanças pra começar esse 2O22. Eu sempre vou culpar esse vírus por todo esse atraso da minha vida, ou melhor, das nossas vidas, em contrapartida também reconheço que ele foi um ano de provas, de amor e de caridade. É louco ter que reclamar de um ano com desgraças que trouxe no fundo um pouco de empatia e amor também.

Hoje vem aquela sensação de começar tudo de novo: trabalho, solidão e, com certeza, muuuuuuitas mudanças. As mudanças não serão necessariamente comigo, só que me afetará de alguma forma... Não posso ser possessivo, tampouco egoísta numa hora dessas. Eu sei que isso vai ser pro meu crescimento também, vai ser um empurrão pra mais uma vez acordar pra vida, saber que sou eu e eu  e que sempre será. Tenho medo, mas tenho que encarar com medo mesmo. Já passei dos trinta pra ter medos bestas. Tenho que parar de ser totalmente dependente. É louco isso, é muito louco.

No segundo semestre de 2O21 me afastei de pessoas próximas que estavam me fazendo mal mesmo sem perceberem. Às vezes escutava dessas pessoas algo absurdo, não só falando dos outros, mas de mim pra mim mesmo. Pessoas que pregam a empatia, a boa aparência e até a religião (!), mas vão lá e falam coisas que não devem, ou pelo menos que deveriam ser resguardadas. Isso está apontado a mim também, claro, não quero e nem sou hipócrita, reconheço quando falo demais também.

Ao contrário disso, conheci uma pessoa que me inspirava, que me provava que posso ser o que eu quiser ser e posso fazer o que eu quiser fazer, inclusive coisas diferentes a cada dia. Essa amizade foi uma provação a mim mesmo onde pude analisar e assumir uns erros que me foram apontados. Eu serei eternamente grato e que agora, quando estiver bem longe de mim (infelizmente), ainda estará no meu pensamento sendo lembrada com carinho.

Não sei o que esperar desse novo ano. Nos últimos dias conheci uma pessoa maravilhosa que me deu até um frio na barriga e um "calma, Anderson, vai vivendo isso primeiro"... E vou continuar vivendo isso tentando não mais errar com base nos erros passados, afinal, quero ser feliz também à minha maneira, né!?

Que 2O22 seja um ano, mais uma vez, de ensinamentos, de saúde e, principalmente, de saúde mental. Que todos possam se abraçar, se apontar com palavras bonitas e incentivadoras. E paz! O mundo precisa de paz, de que cada um cuide de si em primeiro lugar.

Sobrevivi! Obrigado, Deus! Que bom que nunca sou abandonado por Ti.

Até e até! 🙂