domingo, 2 de janeiro de 2011

FELIZ 2O11

Começo essa minha primeira postagem do ano desejando tudo de bom para os meus leitores. Que nesse ano tudo se renove e se modernize cada vez mais. Espero estar empregado e conseguir manter esse meu vício que é a internet. Pretendo estar por aqui com mais frequência, até porque adoro compartilhar as minhas besteiras com vocês.

Enquanto as mulheres esticavam os cabelos e os homens compravam camisas brancas, fiquei rodando pela rua com o Jin. Estávamos organizando o miniencontro com a galera da nossa sala para o hoje, já que faz dois anos que nos formamos. Inclusive a próxima postagem eu acho que vou falar sobre e postar fotos.

Precisávamos de uma menina, pois sempre dependemos de uma ideia delas, então fomos atrás da Gilmara.Entre risadas, conversávamos e dividíamos o que iriamos fazer. Gastamos os créditos do Jin ligando para todos, informando a sua colaboração. Além disso, como já havia tido a ideia, montei, com ajuda deles, uma minimaratona, algo que nós fizesse correr, suar e, o principal, se divertir como nos divertíamos quando estudávamos.

No final da tarde, estávamos sujos e cansados – pelo menos eu me senti assim, até porque fomos praticamente obrigados a montar umas casinhas de papel cartão para a Gilmara contar, encenar, uma história para as criancinhas da sua igreja.

À noite, sem muito ânimo, já que logo cedo soube que o Dalton não viria, me arrumei e esperei sentado na calçada alguém aparecer. E lá Deus me manda o Jordan. Ele havia chegado de moto, com a prima dele, mas, mesmo assim, fui à praça só, pois ele tinha que dar algumas voltinhas com ela. Um pouco antes de ele sair, enquanto o Jordan conversava comigo, a Vinha me liga e combinamos onde nos encontrar: na praça. Ela apareceu e assim foi juntando as poucas pessoas.

Demos algumas voltinhas a pé mesmo pela rua, mas a animação estava total – pra não dizer o contrário. O tempo passou rápido, e quando faltavam poucos minutos para o ano novo, esperamos olhando para o relógio. Até que... cri, cri – rs – tô brincando. Sentado no banco da praça, olhei para a Vinha e a abracei. Ela, não sei como, demostrou a tamanha felicidade da chegada de 2O11. Falei, então, aquelas palavrinhas que todo mundo diz, em todas as viradas de ano – só que do meu jeito – e pronto. Acabou!

Ainda pela praça, distribui alguns abraços e só...

Resumindo: comparado aos outros anos, essa foi a pior virada de ano da minha vida! (e eu poderia muito bem escrever isso em negrito e letras maiúsculas).

Se realmente aquela tese, de que quando estamos falando mal de alguém a orelha desse alguém esquenta, é certa, coitado da orelha do prefeito, já deve estar queimada, ou até mesmo o fogo pode ter consumido a sua cabeça. Ok, exagero meu.

Pois é, foi isso.

No mais, espero que esse ano seja como eu havia visto na tv sobre o meu signo: cheio de amor para mim – que eu acho beeem difícil, mas não impossível entre tantas decepções – e dinheiro, uma vida profissional bem sucedida.

Rumo agora aos próximos meses e às lutas.

Abraço apertado.

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