Após alguns minutos, a janelinha do bate-papo do facebook me mostra o Raphael Duarte (do blog /coelhonetoterradetodos) me dando os parabéns. Sei entender, perguntei o porquê e ele respondeu:
Lógico, agradeci e fiquei feliz por aquele gesto. Por conta disso, lembrei de tudo, de como comecei a "blogar" e da minha promessa de abandonar aqui só quando morrer.
Eu lia muito o blog da Raquel Pacheco em 2005. Eu gostava de ver o dia a dia dela, de saber as situações, os micos e as coisas simples e intensas dela. Às vezes lendo, ria, me emocionava e até ficava zangado. Eu não compreendia muito bem e até me achava louco, pois, mesmo antes de ser "amigo virtual" dela, já considerava como uma melhor amiga, íntimo, mesmo sem nunca ter visto e falado.
Daí, por conta do meu esquecimento, comecei a...
Interrompendo um pouco aqui, tenho que registrar isso que acabei de receber no talk do facebook:
![]() |
Valeu, Marllon! :-) |
Continuando: ...escrever em um flogão. Eu não tinha um padrão, escrevia como se escreve em MSN, abreviado, mal formatado, eu nem sabia que iria levar aquilo pra frente. Como estudava na época, escrevia besteiras de sala de aula, coisas que me faziam rir... Por lá, quem tivesse a tal assinatura era mais reconhecido, teria mais visitas e aquilo era o meu sonho. Fiz um amigo que também tinha flogão, e pela nossa amizade, ele me deu de presente três meses de assinatura. Nem imaginem a minha felicidade, eu não queria mais sair dele. Eu tinha vantagens, além de ser mais conhecido: postaria maior quantidade de fotos ao dia, ganharia uma estrelinha de assinante e um espaço para que fosse colocar um banner animado, chamativo. Aproveitei esses quatro meses (o flogão me deu mais um mês de graça) como nunca e fui feliz. Quando acabou, me entristeci, mas não desisti dele.
Não me lembro o ano, mas em um dos meus aniversário, ganhei novamente a assinatura, mas dessas vez, da Andressa, que era muito minha amiga. Fiquei feliz, pois iria sentir o gosto de eu mesmo assinar, ou seja, pra mim era vantagem se cadastrar, gerar boleto e ir à algum banco pagar. E lá se foram mais quatro meses de felicidade.
Como tudo muda, certo dia conheci o blogger e me apaixonei. Ao contrário do flogão, eu poderia deixar ele mais a minha cara. Poderia mudar as coisas de lugar, acrescentar, tirar, arrumar e me divertir montando. Através dele, fiz amigos que inclusive tenho até hoje.
Resolvi fazer um padrão, escrever corretamente e foi daí que veio a ideia de só parar de postar quando morresse. E, graças, ainda estou por aqui - rs.
Por hoje (ontem), fiquei muito mais feliz por ver essa postagem: clique aqui, onde o Raphael dedica um parágrafo para mim. Foi gratificante ler as palavras dele, mais ainda de saber que estou no blog dele, onde é muito mais visitado do que o meu, já que é voltado mais para informações da cidade.
Enfim, por aqui, agradeço ao Raphael e à todas as pessoas que sempre aparecem por aqui, mesmo que para deixar uma visita. Sou grato por comentarem comigo sobre algum post meu, sobre o designer ou qualquer outra coisa. Aqui, eu desabafo, me divirto e conto o que achar importante para não causar mais o esquecimento das coisas boas da vida.
Desde já, obrigado! :-)