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domingo, 11 de março de 2012

CITY TOUR

Na semana passada, tivemos folga em um dia justamente para que fossemos hoje (ontem) para esse tal City Tour. Confesso que estava super animado para que chegasse esse dia, embora pensasse que seria um calor da desgrama e que cansaríamos por andar a pé, ouvido coisas chatas. Me enganei!

Às 13h, já estava pronto quando liguei pra Gabi. Por sorte, ela estava próxima da minha casa, então pedi para que ela me aguardasse enquanto eu dava uma arrumada no cabelo, escovasse os dentes e passasse perfume.

Saí e estava nublado, com um climinha meio frio, com as nuvens cinzas, quase serenando. As ruas estavam meio desertas, mas estava tudo tranquilo, como se fosse um primeiro dia de aula. A distância não era grande e com a conversa que estava tendo com a Gabi, demorou menos ainda para chegar no combinado, que era a parada central próximo a prefeitura da cidade.

Lá, estavam as turmas, divididas, claro. Os da manhã estava em grupos divididos e os da tarde também. Eu queria poder juntar todos nós, mas vejo que até eu tenho esse bloquei de querer ser amigo, por ser um pouco tímido, mas aos poucos eu vou largando isso, afinal, tenho dois anos pra me enturmar com todos da manhã.

Não demorou quase nada quando o professor Francisco José chegou em sua moto. Então, ali mesmo, começou a contar a história da Igreja Católica e tal...


Enquanto isso, preocupada, pois o ônibus que nos apanharia não tinha chegado, a professora estava com o celular grudado em seu rosto tentando localizar alguém que trabalha no RH da empresa, já que achávamos que não teria ônibus para nós. Quando eu fui conversar com a professora sobre isso, que ela começou a falar, olhamos para a esquina e lá se vem o ônibus. Ele parou, mas tinha uma mulher achando que ele iria para o seu destino normal, Pimenteiras, e isso fez mais bater a dúvida para onde ele iria. Enfim, depois de um momento um pouco tenso de indecisão, todos entraram empolgados no ônibus.

Fomos pelo mesmo sentido de Pimenteiras, mas antes da ponte, entramos em uma estrada à direita e, para a minha surpresa, enquanto o professor Francisco José estava em pé no "corredor" do ônibus falando sobre a história da cidade, saímos bem ao lado da Capela do Itapirema. Eu não sabia que tinha uma estrada por dentro que dava acesso a lá.

Prof. Francisco José comentando sobre a história da Capela do Itapirema.

Com o sereno, "acampamos" no guarda-chuva da Gabi.

Enquanto o professor comentava a história, começou a serenar gostoso, o clima se tornou propício e começamos a "acampar" nos guarda-chuvas alheios. Fomos à um lugar onde os trabalhadores, na época, ficavam. Posso dizer que era um casarão mesmo bem antigo, pois se via pelas paredes feitas de adobo (tijolo feito de barro naquela época). Visitamos algumas áreas a dentro, enquanto tudo era sendo explicado pelo guia professor Francisco José.


O professor nos mostrou o banheiro dos trabalhadores naquela época. Juro, eu fiz em meu pensamento a imagem de toda aquela sujeira, daquele estrago que o tempo fez, voltar a ser o que era antes. Seguimos entre os boxs e fomos ao fundo. Haviam cipós descendo das telhas, o que tornava o ambiente sendo tomado pela natureza. Tudo estava sendo bem fotografado pelos meus olhos.

Ao ter medo de pisar em falso nos buracos, ouvimos gritos dos que olhavam para cima. O teclado estava cheio de morcegos e a impressão que dava era que todos estavam querendo nos atacar. Estava sendo divertido desviar de todos e mais ainda os gritos das meninas, o que contradizia de ambiente assustador.

Em foco: Gabriela e Monalyza.

Por duas vezes, o Jamison acabou me enganado e me assustando, jogando cipó em cima de mim e gritando "cobra". Ele conseguiu e garantiu a diversão dele.

Detalhe no Adilson querendo pular e estragar minha foto. Não conseguiu!

No antigo refeitório dos trabalhadores da época.

Seguimos após, para a mata. Lá estavam pedaços de construções de casa, e era por lá onde os portugueses (eu acho) trabalhavam próximo de um riacho. Pelo que eu entendi, os portugueses tinham que ir e voltar, por conta do trabalho árduo que faziam.


Foi tudo muito rápido e já saímos da mata. O cheiro de mato estava deixando o ambiente mais real do que já era. Achando que já íamos para outro local, sugeri ao professor que fossemos para próximo da Capela do Itapirema. A maioria que estava dentro do ônibus tiveram que voltar. Lá foi o ponto turístico do nosso tour. Tirei várias fotos por lá.

Jamison tentando puxar a torre da Capela. Não conseguiu!

Antes de entrar no caminho que dá acesso a Capela, com Gabi.
Reinaldo tentando abrir a porta principal da Capela. Engraçado!

Ao lado da Capela, minha foto preferida.

Saímos de lá e, passando pela cidade, fomos à Igreja (de) São Raimundo. Desde que nasci, moro aqui, mas nunca tinha subido as escadas dela. Foi legal estar lá em cima, escutando mesmo que de longe um pouco da história da Igreja e algumas lendas, que só tinha ouvido falar sobre, mas nunca tinha escutado a história.

Igreja (de) São Raimundo.

Achei que fossemos para o morro da Visão, onde já estava imaginando o vento frio e forte do alto. Ver o rio lá de cima é muito massa, mas não deu. Não sei por que, mas acabou ali mesmo. Foi triste, mas...

Voltando para a parada central, no fundão, Gabi e Marcelão.

No mais, foi super divertido dar esse passeio por algum ponto da cidade. Estar com gente legal, em um clima agradável, sempre marca.

quinta-feira, 1 de março de 2012

SEU MADRUGA + TARDE NA AABB ϟ

Primeiramente, quero dizer que o meu sonho sempre foi se fantasiar de Doug (sim, o Funnie), mas no estilo Capitão Cordorna, que eu adoro, mas AINDA não deu.

Como comentei por aqui nos posts passado, estava ensaiando com um dos meus grupos um encenação. Não lembro se comentei se seria sobre a Turma do Chaves, mas foi.

Confesso que eu não estava nem um pouco animado, mas "fazer o quê?", pensava. Ensaiamos demais, acho que foi quase uma semana de ensaio, divertidos, por sinal. Eu até aproveitei essas oportunidades para tirar fotos e filmar. Para mim, o que vale não é dia da apresentação, mas, sim, os ensaios, pois os dias são divertidos e embora haja um pouco de impaciência da minha parte, tudo se torna gratificante quando nos demos como dever cumprido.

Foto do último ensaio. Em 27/02/2012

Hoje (ontem), então, fizemos essa apresentação para algumas pessoas que são especiais, do CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) da cidade. Havíamos divido os personagens, claro, e, mesmo não querendo, tive que entrar no meio também. Eu achava que só iria dirigir a peça, mas percebi que quem quer que as coisas sejam feitas bem feito, tem que fazer também. E lá foi eu ser o Seu Madruga - não sei porquê, mas toda vez que ouço "Seu Madruga", lembro do Vitor Hugo me chamando de "Madruguinha" no ensino médio.

Um pouco antes, o Durval ajudou a fazer o bigode pra depois eu tirar meus disfarce de Anderson Funnie:



Após alguns minutinhos: TÂNÂN!!!

"Quê que foi? Quê que foi? Quê que há!?"

Foi muito divertido. A caracterização de todos - o que eu não esperava - estava PERFEITA! Pensei que fosse ter vergonha de ser Seu Madruga, mas acho que já havia pedido ela há muito tempo. Sei lá, ver a cara de todos impressionados ao me ver foi super engraçado. Não direi que repetiria essa façanha, mas estou super orgulhoso por ter feito.

Turma do Chaves: Vanessa (D. Florinda), Charles (Nhonho), Amparo (Chiquinha), Maciele (Pati), Ivonete (Pópis), Jéssica (D. Clotilde), Raimundo (Chaves), Jamison (Prof. Girafales), Daniel (Quico) e eu (Seu Madruga). 

Apresentamos tudo e o que chegou em meus ouvidos sobre a apresentação foi que estava ótima. A nossa instrutora agradeceu à todos pelo trabalhou e lamentou - e eu mais ainda - sobre a mini maratona que eu tinha preparado. Tudo bem, o público mais alvo era crianças, mas ela bem que deveria ser feita para as pessoas especiais também. A instrutora, posso dizer que foi ela, quebrou minhas pernas, mas deixei pra lá, curti demais mesmo assim.

No momento da apresentação.

Enquanto os demais grupos estavam fazendo sua parte, Adilson chega pra mim e comenta sobre a liberação do clube somente para nós, aprendizes, nessa tarde. Lógico, fiquei super animado e perguntei quanto seria. Ele disse o valor e pronto, perguntamos quem iria e juntamos a grana.

Às 14h, combinei de encontrar o Luan na praça, para de lá irmos ao Clube AABB. Antes, passei num supermercado, comprei um biscoito recheado básico e coloquei dentro da minha mochila, que contia uma bermuda e uma cueca, caso eu entrasse na piscina, já tinha um reserva.

Ao chegar no clube, vi alguns "aprendizes" da turma da manhã, e eu fiquei meio envergonhado. Tentei ser normal, falar com uns, mas eles também estavam distantes. Sei, aos poucos vamos entrosando os nossos turnos, então deixei pra lá.

A piscina estava sendo limpada por alguns funcionários, e quando terminou, alguns já foram tirando a camisa e se jogando dentro da água. Eu, envergonhado pela minha magreza, esperei que uma pessoa mais magra do que eu fosse entrar, ou alguém que fosse mago mergulhasse comigo. Demorei mais ou menos uma meia hora pra lá e pra cá, rodeando a piscina, vendo o quanto ela me chamava e o quando eu queria ela. Até que não aguentei, fui ao chuveiro e depois mergulhei nela. Eu, não acostumado, mergulhei verticalmente e meus pés bateram de uma vez só no chão da piscina. Eu nunca tinha sentido essa sensação ruim, era como se todos os ossos do meu corpo estivesse se batendo, rangendo como dente, nem sei explicar direito. Fiquei ruim por alguns segundos, mas passou, graças.

Enfim, caí na piscina com tudo, foi massa!!!

Larissa Emily, Gabriela, Adilson, Maycon, Amparo, Vanessa, Kaira, Durval, Luan, Charles, Raimundo e Reynaldo ao fundo em pé. Essa "tripa" do lado direito sou eu, tentando sair na foto pulando na piscina - rs. 

Eu e meu amigo - e leitor do meu blog - Luan de Abreu.

Maycon, Gabriela e eu. Atrás, um "aprendiz" que não sei o nome, da turma da manhã. Ele queria estragar nossa foto jogando água em cima da gente, mas a foto acabou saindo antes.

Não posso deixar de comentar mais um medo que eu perdi: o de descer de tobogã. Assim que colocaram esse tobogã no clube já coloquei logo na minha cabeça que jamais teria coragem. Lembro que no começo todos comentavam o quanto era massa escorregar lá de cima, mas o meu medo persistia. Fiquei observando meus amigos descendo lá de cima. Como não tem água própria caindo lá de cima para se escorregar com mais facilidade, subiam com um balde cheio de água e lá do topo jogam no mesmo instante em que desciam. Aquilo parecia divertido, mas não queria me atrever.

Quando todos estavam alheios, resolvi subir até a primeira curva, joguei água de lá e desci com tudo. Aquilo me pareceu divertido e cada vez mais eu ia subindo e subindo. Pronto, cheguei até o topo, com medo mais cheguei. Às vezes o tobogã balançava na medida em que as pessoas iam subindo, isso me deixava ficar parado um pouquinho.

A primeira experiência sozinho, do topo, foi massa. Daqui a pouco convidei alguns amigos para descermos juntos. Já estava viciado naquilo. Levei alguns baldes com água enquanto reversávamos entre nós. Eu estava parecendo uma criancinha descendo daquilo, eu não queria mais parar.



No mais, o meu dia foi ótimo. Agradeço por aqui a todos da peça teatral da Turma do Chaves que, além fazer com que eu me transformasse em Seu Madruga, a peça ainda aconteceu. Lamento pela chatice que houve por lá também, mas não é de minha conta. Ah, mesmo assim, pode ser que eu faça um post comentando sobre isso. Namorada do Jamison não parava de ligar, e foi atrás dele lá. Que merda é essa? Nada a ver! Ela tem uma merda de um ciúme fresco demais.
Valeu!

sábado, 11 de fevereiro de 2012

APRENDIZ ELETROMECÂNICA - TARDE

Sinceramente, já se passaram três semanas e eu já tô apegado demais com essa turma. Embora ainda não os conheça muito bem, sinto certo afeto, amizade por uns e com mais algumas semanas, por que não por outros? As tardes das sextas-feiras estão sendo dolorosas.

Está sendo incrível perceber as minhas mudanças. O quanto, devido o meu trabalho anterior, eu fiquei mais comunicativo, mais sem vergonha (no bom sentido, é claro), e mais prestativo, sem exagero. Estou convivendo com pessoas que eu só via, que eu nunca vi e que eu rotulava mentalmente e que esse mudou. Estou feliz por sorrir, por participar, por contribuir de alguma forma. Caso eu não seja chamado para ficar fixo na empresa, estaria orgulhoso e bastante conformado pela união em sala de aula, seja na aprendizagem ou nos ensinamentos.

Posso estar me antecipando demais, mas acredito que essa será A Turma da empresa.

Na foto em ordem alfabética: Adilson, Anderson (eu que tirei a foto), Antonio Renato, Daniel, Durval, Fabrícia, Francisca Jéssica, Francisco Charles, Gabriella, Jamison, Kaira, Larissa Emilly, Larissa Osório, Lizandra, Luan da Silva, Luan Vieira, Maciele, Marcelo, Maria do Amparo, Maria Ivonete,  Maria Vanessa, Maria Zenith, Maicon, Monaliza, Raimundo, Reynaldo e Wiliane. 

Somente os que estavam de camisa preta. Nesse dia, o dia estava preto literalmente - rs.
Na foto: Durval, Marcelo, Zenith, Adilson, eu e Maycon.

Momento de descontração e o que eu queria aparecer nas fotos. :-)
Na foto: Jamison, Renato, eu, Adilson, Reynaldo e Maycon.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

ALEGRE E FELIZ

Por conta do problema de ontem, fiquei sem ânimo e quase não consegui dormir. Vi que era muita besteira pra me preocupar, mas aquilo estava me incomodando. Então, hoje, tudo foi resolvido. Só apareci aqui pra dizer isso, que estou alegre, feliz e motivado. Sou grato a todas as preocupações, embora eu tenha que enfrentar uma barra de ver outras pessoas tristes por minha causa. Não gosto de me sentir assim, de me achar egoísta, ou parecer ser e principalmente de me sentir culpado.

Obrigado, Senhor e vamos as promessas.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

TRISTE E CHATEADO

É tao chato a gente poder se apegar, mesmo que em poucos dias e depois largar tudo. Tô me sentindo tão mal agora por uma mudança pela qual eu não tenho culpa e que tem 99% de não se resolver, de ficar como eu não quero. Queria poder tomar essa decisão, mas o superior fala mais alto. Para uns é uma simples besteira, mas para mim significa muito. Pô, eu tenho que conseguir, é tao simples, mas ao mesmo tempo tão complicado. O que me deixa mais confortado é que há pessoas se preocupando comigo, querendo que eu fique, que esteja presente a elas. O mais chato é não poder contar com a ajuda de uma única maçã, que em uma cesta, pode estragar as demais. Procuro apoio, e tenho que encontrar. Não quero ser culpado, mas se for pra mim sentir assim para ficar de bem comigo mesmo, vai ser. É melhor não apontar, mas acho que isso vai ser preciso, mesmo que eu tenha mentido e omitido algumas coisas, fico mal por isso.

Enfim, que tudo se conserte e que seja o que Ele quiser.