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domingo, 27 de março de 2022

MAIS UM TÉDIO

O final de semana passou bem mais rápido do que imaginei, e tenho certeza que foi porque eu trabalhei ontem pela manhã. Isso acaba nem sendo uma reclamação, afinal, eu, atualmente, não gosto dos finais de semana. Sempre fico no tédio, com pensamentos ruins e com aquela vontade louca de chorar, criando uma pressão de que o tempo passa e não estou fazendo nada, assim perdendo ele. 💔

Os fds que tenho ido a Teresina têm sido maravilhosos e tento aproveitar o máximo, porém vejo que está sendo criado lá uma rotina. Sempre fico em casa, depois saio pra ir ao cinema ver algum filme, depois volto pra casa, como, durmo, vivendo uma preguiça sem fim... É como se em alguns momentos mesmo estando lá, estou por aqui.

Ando me sentindo tão sozinho esses dias. As redes sociais estão me fazendo mal novamente, me mostrando, sim, que o meu tempo está sendo perdido. Queria ter amigos verdadeiros, que pudessem me aceitar do jeito que eu sou, ou que pelo menos entendessem e me guiassem de uma forma discreta e sutil para alguns caminhos legais e divertidos. Tudo anda bem mais distante e eu sei que sou culpado por isso.

Essa semana tive uma crise meio chata... Chorei um pouquinho, mas nada como das vezes passadas. Procurei a distração em coisas simples e o trabalho tem me ajudado muito nisso, na diversão.

Todos os dias olho se as disciplinas da pós graduação foram liberadas, pra pelo menos ter essa meta de conclusão... Só pra ver o meu desespero pra fugir do tédio e da preguiça.

E essa semana mais uma vez fiz um trabalho acadêmico e cobrei por ele. Ok, não recebi a grana ainda, mas pelo menos me senti útil e inteligente. Já é a quarta vez que recebo por fazer trabalhos assim. Vejo que as pessoas não se colocam mesmo pra fazer as coisas, fico triste, mas ganhando por isso, tudo bem, pode vir. 😉 Ah, também fiz uma avaliação de segunda chamada de um colega meu da faculdade 🤫 e, embora fosse uma disciplina que considero ruim, ele foi aprovado e me agradeceu, já está pronto pra se formar. Estou correndo atrás de outro colega que ainda não fez o estágio e ainda tem seis avaliações de segunda chamada pra fazer. Ele já disse que vai acertar comigo, eu confio, então... 🤑 Que venha!!!

Também me distrai vendendo umas pulseirinhas que a irmã do DG está fazendo. Comprei três, cada uma com uma palavra (American, Horror e Story), para ajudar. Ofereci para as pessoas do meu trabalho e todas compraram. Pronto! Não estou ganhando nada em troca, mas só de ver que alguém está fazendo um trabalho envolvendo arte já me deixa super feliz. Em alguns momentos, até acompanhei a confecção. Se tivesse esse pensamento primeiro, pode ter certeza que também ganharia uma boa grana por isso. Inclusive, preciso de uma renda extra pra poder me ajudar a pagar a fatura altíssima do cartão de crédito. Oremos!

Fiquei de baixar um filme hoje, mas preferi dormir. Na minha cabeça, eu não iria dar conta de assistir um filme, pois sei que dormiria no meio dele. Sendo assim, preferi dormir logo de vez, o que pode me causar um arrependimento depois de 00h, pois com certeza vou ficar sem um pingo de sono.

As férias chegarão em menos de um mês e não estou um pingo ansioso. Já tenho um destino, já tenho a grana, mas não tô naquela vontade grande, sabe!? Estou procurando pensar no avião, nas roupas que usarei e as pessoas que conhecerei pra poder me dar esse gás de empolgação, mas ando triste, triste... Preciso anotar no bloquinho as coisas.

Acho que é isso. Volto depois! 🙂

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

FÉRIAS: CN → THE → GYN → UDI #20

(...)

O resto da semana foi bem tranquilo. Todos os dias eu fiquei na casa do Augusto na companhia da mãe dele enquanto ele trabalhava... Às vezes eu percebia a preocupação dele em não me dar a "atenção merecida", mas desde quando eu comprei a passagem para Gyn já tinha consciência de que não sairia muito com ele, já que o tempo disponível dele era mais à noite.

Sendo assim, resumirei abaixo, em algumas fotos, meu dia-a-dia de férias com preguiça na companhia, na maioria das vezes, do Mr. Job quando estiver por lá:





Não precisam dizer que estou feio. Eu já sei disso - rs!

domingo, 23 de agosto de 2015

FÉRIAS: CN → THE → GYN → UDI #9

(...)

Eu sabia que depois que eu chegasse aqui em Teresina seria muito mais difícil e demorado pra eu publicar. Em Gyn, os pássaros me inspiravam, mantidos pelo silêncio. Agora aqui, além de muito calor, tudo ao contrário... Mas, vamos lá, tentaremos agora.

* * *

Depois que almoçamos, ficamos por ali ainda, conversando.

Já estava dando quase 14h e Augusto tinha que voltar ao trabalho. Eu achava que ele iria me deixar na casa dele pra descansar, dormir, mas... Quem disse? Ele me levou até seu trabalho, até porque o que ele mais queria que eu conhecesse era a rotina dele.

Demorou muito pra chegar no prédio onde ele trabalha, mas eu não percebi, porque as ruas e as pessoas que estavam nelas, me fascinavam. Era tudo diferente, e eu não conseguia prestar atenção no tempo.

Ele foi estacionar o carro e segui ele até o prédio, que até então eu só havia visto por foto. Um prédio lindo, com vidros bem diferentes e com muita correria. Logo assim que entramos, percebi isso. As pessoas andavam correndo, aquela agonia, aqueles cumprimentos rápidos para não perder o horário de bater o ponto. Eram três elevadores ali, um ao lado do outro, mas somente um funcionava. Era uma espera tensa, cheia de conversas misturadas. Eu me distanciava de tudo e das pessoas que estavam ali de terno, de roupas bem fechadas e diferentes. Por vezes, ia em direção à janela fechada, observando tudo dali, do sexto andar - era mesmo o sexto, Augusto?. A minha esperança falha era de sentir ar puro ali.

Augusto pediu para que eu o esperasse um pouco, pois logo em seguida iria sair para resolver umas coisas fora. Esperei, mas torcendo para que tudo passasse logo, porque não me senti bem no trabalho dele. Um desconhecido ali, feio, magro, sujo, barbudo e nordestino, onde todos me olhavam de uma forma estranha, quando na verdade tudo isso era ilusão da minha cabeça.

Sentei no sofá da recepção por alguns segundos, quando ele me chamou para um corredor, me mostrando sua sala e o que fazia. Enquanto ele me mostrava o banheiro - que não usei -, fiquei de longe ainda olhando por outra janela que apareceu ali, me sentindo preso em uma gaiola de estranhos.

Acho que passei uns 30 minutos ali dentro, mas parecia já que estava de noite. Eu queria sair, gritar, mas tinha que esperar. Eu ainda me sentia sujo, precisava de um bom banho e de uma boa cama.

Enfim, lá se vem Augusto me sinalizando que iriamos sair. Amém!

Descemos o único elevador que funcionava, quase lotado, e seguimos ao carro de outra pessoa - que fazia parte do trabalho dele.

Eu achando que, enfim, iria para a casa dele descansar... Quem disse? Meu senhor!!! - pensei. Ele tinha que resolver um pagamento e o único lugar que seria perto e viável para ele seria o Santander da faculdade dele. OMG!!!

Um pouco agoniado, me sentindo como se fosse um celular descarregando, disse a ele que não iria com ele e que ficaria ali mesmo, dentro do carro, descansando um pouco.

Dentro do carro, usei a jaqueta de frio como travesseiro, coloquei do meu lado direito, encostei a cabeça e, sem nem perceber, cai no sono. O clima já estava começando a esquentar, eu não conseguia mais escutar ninguém ali e só acordei quando ouvi o Augusto abrindo a porta do carro. Inclusive, tomei um susto e ele riu de mim.

Ele até que queria voltar ao trabalho, fazer eu esperar mais mil anos, mas eu não aguentava mais. Dali, disse para que me levasse pra casa dele, que eu estava mal, muito mal e precisava de um banho e uma cama, pelo menos por alguns minutos. Com pena de mim, sem nem dizer nada, me levou as pressas.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

FÉRIAS: CN → THE → GYN → UDI #8

(...)

Acho que vocês irão estranhar o horário deste post, mas é o seguinte, acabei de chegar no aeroporto de Brasília e nessa longa espera, resolvi ligar o notebook e continuar. Agora há pouco fiquei com o coração partido das despedidas, mas isso vocês só saberão no final desta longa história.

* * *

Enquanto estava me preparando para embarcar e, enfim, chegar em Gyn, fiquei conversando com o Augusto e Breno (que conheci há pouco tempo no Twitter) em um grupo que fiz para facilitar a nossa comunicação, já que ambos são da mesma cidade. Não lembro como encontrei o Breno no Twitter, muito menos qual foi o nosso assunto em comum, o fato é que antes mesmo de conhecê-lo, tinha comentado com Augusto que precisava de mais um amigo de Gyn. Deu certinho: conheci, apresentei pro Augusto e fim, já estávamos todos entrosados.

Lá se vai eu mudando de assunto, quando na verdade queria mesmo dizer que eles brincaram comigo, dizendo que de Gyn para Bsb era somente subir e descer. Duvidei, claro. Achei que o voo seria de pelo menos 40 minutos, mas não é que só foi subir e descer mesmo - rs. Foi tudo em menos de 25 minutos e já estava em solo goiano.

Eu já estava farto de tanta coisa perto de mim, de tanto frio, de tantas pessoas...

Quando desci em Gyn que vi aquele monte de gente em um lugar só, lembrei que tinha uma mala para pegar. Eu estava com o bilhete em mãos, com um comprovante de algo da mala e até então não lembrava, juro. Ainda bem que fiquei muito atento as pessoas.

Esse foi o momento mais tenso. Eu ali, com aquele monte de gente, com pessoas falando alto, se esbarrando, com carrinhos de bebê circulando e, claro, vários tipos de mala, fui à esteira que correspondia a vinda da minha. O primeiro carrinho que despacha as malas, rápido esvaziou. E minha mala, cadê? Alguns segundos depois, apareceu um segundo carrinho carregado de malas, onde, sem dó nem piedade, os funcionários jogavam nas esteiras. Mais uma vez, cadê minha mala? Como na minha vida sempre dou três chances antes de me desesperar, esperei vir o terceiro. E lá estava, mais uma vez, em câmera super lenta, a minha mala vindo, "emborcada", com meu nome e uma fitinha que o Ítalo me deu com uma frase, dizendo que caso eu sentisse medo, segurasse a mão de Mr. Job, amarrada no zíper, para marcar minha mala, não me confundindo na hora que ela aparecesse.

Mochila e mala em mãos, procurei para onde ir, ou melhor, sair dali. Eu não estava conseguindo ver nada, muitas pessoas bloqueavam a minha passagem e visão. A minha mala andava devagar e para não tomar muito espaço das pessoas que estavam atrás de mim, guiava ela pelo meu lado direito.

Foi quando, andando devagar e meio "atarentado", ouvi uma voz conhecida: "E aí, jovem!". Era o Augusto, sorrindo, feliz, me deixando muito mais feliz ainda - inclusive, digitando isso aqui, vivi o momento e sorri. Como foi bom encontrar com ele.

Naquela hora, estávamos bem íntimos, conversando como se estivesse ali, nos áudios do virtual e nas mensagens trocadas. Uma coisa que não vou esquecer é que, enquanto andávamos em direção ao carro dele, ele simplesmente mandou eu tomar no c*. Que massa!!! - rs.

Eu estava conversando com ele, rindo, sentindo aquele frio e reclamando ao mesmo tempo, enquanto ele nem aí para o clima. Eu conversava muito, prestava atenção no sotaque dele, mas não conseguia olhar fixamente na cara dele, e ele acabou percebendo isso. Falei que não sabia por que, mas estava com vergonha.

Entramos no carro e ainda ali a ficha não caía que eu estava, sim, em Gyn. Que todos os meus medos foram quebrados e, mais, que o virtual se tornou real. Era como se eu tivesse sido transportado pela tela do computador em outro mundo - o que não deixou de ser.


No percurso, me mostrou as ruas e fizemos comparações desnecessárias com Teresina. O impacto foi muito grande e, morrendo de fome, fomos almoçar em um lugar no qual não me recordo o nome.

O cheiro da comida era um pouco diferente, e foi aí que ele me explicou que as comidas são feitas com alho. Tinha um self service o lugar e a variedade que tinha ali me lembrava muito a comida nordestina. Senti falta demais de uma farofa, mas acabei nem comentando com ele.


Ainda tímido, enquanto ele comia, fiquei observando ele, vendo que estava ali, na minha frente, o Augusto. Foi algo tão fantástico que acho que as pessoas deveriam cultivar mesmo as amizades virtuais boas.

* * *

Droga! Não consigo mais me concentrar. Algumas pessoas estão próximas de mim, conversando besta. Que raiva!!! Procurei um lugar onde eu pudesse ficar tranquilo, longe de todos e com silêncio, mas... Vou ver se dou continuidade ao próximo post daqui a pouquinho.

CONTINUA...

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

FÉRIAS: CN → THE → GYN → UDI #5

(...)

Ao subir a escada da porta da aeronave, pensei muitas coisas. Pensei, inclusive, em mais uma coisa que riscarei na minha lista de desejos que fiz assim que comecei a escrever aqui. Preciso voltar depois nesses arquivos para saber quais os "sonhos" que já foram realizados.

Em cima, a aeromoça (ou é comissaria de bordo?) olhou para mim e mesmo estando tudo escuro da noite, me desejou um "bom dia!" bem fingido, o que numa fração de segundos cai na real de que já havia se passado das 4h e o dia logo mais iria clarear.

Fui procurando o meu assento. Nele, ainda na poltrona do meio, apenas uma menina, jovem, tímida, morena, usando roupa de frio e com sua feição bem simpática. O que eu mais queria ali era conversar com alguém. Poder demostrar o meu medo e felicidade de estar dentro de um avião.

Ela me deu espaço para passar, já que meu assento era o da janela e, passeando com meus olhos, observei tudo que estava a cerca de mim. Inclusive, achei que estava encarando demais a aeromoça que me deu bom dia - rs.

Tudo normal, até a hora da aeronave sair do lugar. Tipo, respirei fundo e VAMOS LÁ!

Ahh, já ia esquecendo de um detalhe meio que engraçado que me aconteceu nessa hora. Após a aeromoça ter dado as informações do voo, a menina que estava do meu lado tentava apertar o cinto. Ela tentava, tentava e tentava e nada de conseguir. Acho que a bichinha estava tão "atarentada" que tinha vergonha de perguntar. Nessa hora, tentei ser um cavalheiro e falei:

- Posso colocar!?

Ela me olhou meio tímida e confirmou com a cabeça que sim.

Mostrei discretamente como se fazia e ela agradeceu. Em seguida, alguém que parecia ser avó dela, sussurrou alguma coisa em seu ouvido e deu alguns chicletes pra ela, que não guardava nos bolsos da camisa e que mexia e apertava enquanto as pessoas entravam ali, como se fosse algo que pudesse aliviar a sua tensão.

Sem querer deixar pra lá e ainda com aquela vontade enorme de conversar com alguém, puxei assunto:

- É tua primeira viagem de avião? - perguntei baixinho para que ninguém pudesse escutar, nem ela se sentir constrangida.

- Sim! - me respondeu seco e no mesmo tom que eu.

- A minha também! - retruquei na mesma hora, concluindo a frase com um sorriso amarelo, tentando deixar ela super a vontade.

Imaginei toda aquela cena de filme, de dizer pra ela que quando estiver com medo, apertasse a minha mão ou algo do tipo, mas logo apaguei esse pensamento quando lembrei que eu não tenho essa audácia toda. E mesmo assim, a mão do Mr. Job estava ali para o que der e vier, mesmo sendo de madeira.

Tentando continuar o papo, fiz uma pergunta um tanto quanto besta:

- Tu é daqui de Teresina mesmo?

- Não! - deu uma pausa para olhar pros lados, talvez com medo que sua avó visse que ela estava sendo cantada por mim - rs. - Eu sou de Brasília e estou indo pra lá, e você?

Observando o seu sotaque nessa frase um pouco mais longa no nosso pequeno diálogo, não tinha como duvidar de que ela realmente era de Brasilia.

- Sou de uma cidade pequena do Maranhão, mas também me considero daqui. Estou indo pra Goiânia, de férias do trabalho...

Fim de papo. Paramos de conversar quando, enfim, a aeronave começou a sair do lugar e seguimos toda a viagem calados.

Foi aí que respirei fundo e, mais uma vez, VAMOS LÁ!

domingo, 4 de agosto de 2013

FÉRIAS

Não foi muito bem como pensei. Achei que iria passar o mês todo em Teresina, como já havia planejado, mas não. Infelizmente, tive que ficar um pouco mais de 20 dias por aqui, esperando conseguir mais dinheiro pra poder gastar lá, no qual foi até convertido um pouco com problema.

Não consigo entender o fato de uma pessoa dever outra e não pagar, mais ainda de ser cobrada e ainda se zangar, montar o maior barraco e achar que ainda tem a razão. Sou tranquilo, mas esses dias fiquei como uma fera internamente. Me conscientizei que deixar essa ultima semana de férias que passei em Teresina sem cobrar ninguém seria o melhor, mesmo não tendo a quantia suficiente para curtir a cidade. Após as férias e minha volta de Teresina, ainda tentei resolver o problema, mas foi pior ainda. O fato é que NÃO desistirei e irei até o fim pra conseguir o meu dinheiro, afinal, não considero a quantia pouca e não dei nada de graça à ninguém. Posso parecer rude, mas comigo é assim: comprou, pagou!

Enfim, não vim aqui pra descarregar essa minha revolta, vim mesmo para falar das minhas férias, que por sinal foram poucos dias que valeram, sim, a pena.

No dia 22, arrumei minha mochila com roupas que queria usar durante a semana, incluindo as de sair no finais de semana, claro. Eu praticamente quero levar todo o guarda-roupa, mas a única mochila que tenho não permite isso. A viagem foi super tranquila e de muita conversa, afinal, sentei ao lado de um "teen" do tempo de escola, o Rinaldo. Me surpreendi quando ele disse que tinha casado e outras histórias, entre elas, claro, do tempo de escola. Esse momento nostalgia sempre faz bem.

De Timon, fui com o Flávio para Teresina, conversamos muito no caminho e ele foi me deixar em um certo ponto, pois acho perigoso andar sozinho em cidade grande, ainda mais com mochila, celular e computador.

Os primeiros dias foram de tédio, a maioria das vezes fiquei dentro de casa, conectado a esse mundo aqui, então, na quinta (25), resolvi sair pra lanchar com um amigo. Passamos a tarde toda no Centro conversando e rindo muuuito na Panificadora Modelo.

Com Breno Allex

Depois de lá, no final da tarde, voltei pra casa sozinho... Foi até bom, eu gosto de observar, ouvir meus pensamentos enquanto caminho, sentindo o vento daquele vuco-vuco dos ônibus e carros passando na avenida.

No dia seguinte (26), não sei por que, acordei com uma dor de cabeça enorme. Eu acordei somente para pedir um comprimido para Nayenne e voltei a dormir, pois me sentia péssimo de verdade. Acordei mais tarde um pouco melhor. Eu tinha marcado com Flávio de irmos ao shopping no final da tarde, mas eu tava com aquele ar de doente, não estava me sentindo bem e nem disposto. Liguei pra ele explicando tudo e, com um pouco de dificuldade, me entendeu.

No sábado (27), após às 11h, fui encontrar com Flávio para irmos almoçar no Centro. Almoçamos no Cup Lanches. A refeição de lá estava ótima, porém o único problema - pelo menos para mim - era o preço. Quando vi que a refeição do Flávio tinha sido pouca e tinha dado um preço maior do que eu imaginava, fiquei ligado que a minha ainda sairia mais cara, já que não abro mão de uma boa quantidade comida e da minha satisfação.

Foto roubada do instagram @flafigueredo. Ele na foto.

De lá, fomos ao Shopping da Cidade. Como estávamos à toa, resolvemos dar uma voltinha por lá, aproveitar que Flávio estava procurando, mesmo sem muita necessidade, uma case pro celular dele. Na verdade isso era só um motivo pra gente andar mais um pouquinho naquele calor insuportável - rs.

Voltei pra casa quando eram mais de 14h. Fui apressado ao banheiro tomar banho porque o calor que eu senti naquela hora estava de matar.

Após voltarmos do almoço.

O domingo foi um tédio só, mas sei que tenho uma ponta de culpa por isso; porém na segunda (29), meu penúltimo dia de férias por lá, no final da tarde, fui ao Teresina Shopping com Flávio. Eu estava precisando ver gente, me sentir arrumado, e também saber como estava o "novo" shopping. Demos muitas voltas por lá, fomos em algumas lojas ver se tinha carrinhos para o coleção de Flávio e a fome estava começando a bater.

Ficamos horas tentando achar comida que pudesse nos satisfazer. Fomos em muitos lugares dentro do shopping, mas não nos agradamos de nada até então. E foi aí que me lembrei do Poty Cabana que fica logo em frente ao shopping. Procuramos um quiosque que tivesse alguma comida que nos sustentasse, mas nada de interessante. Até ficamos um bom tempo por lá, como foi a minha primeira ida, queria dar uma olhada em tu-do. O lugar é super bacana.

Atrás de mim, há um rio. A frente, uma quadra aberta de esporte.

Mesmo curioso, não olhei tudo como eu queria, já que a barriga gritava de fome. E, assim, voltamos ao shopping. Decididos, pedimos esfirras. Comemos umas dez esfirras abertas (frango, carne e calabresa) com Fanta Uva. A combinação estava ótima e não demorou muito para que tudo acabasse.

Já um pouco mais de 21h, resolvemos ir embora.

Na terça, voltei para a realidade, embora minha rotina só começasse na quinta. Na verdade, quis deixar a quarta-feira para poder arrumar o cabelo, fazer a barba e efeituar o pagamento de algumas coisas que comprei.

Essa semana de férias foi ótima, não só pelo que aconteceu que descrevi acima, mas por outras coisas que prefiro deixar registrado somente em meu diário normal. Agora de volta a labuta, ao restante dos meses que pode decidir - ou não - o meu futuro. Espero que tudo dê certo.

Ahhhh! Hoje é meu último dia com 22 anos - se bem que considerando a hora que nasci, só terei 23 anos após às 22h30. Amanhã é meu aniversário e não estou como das últimas vezes, graças a Deus. Pelo menos por agora não estou com aquela depressão que sempre vem, mas sei que ainda tem o resto desse dia e o amanhã. Que tudo ocorra bem! Independente se o dia de amanhã seja alegre ou triste, aparecerei aqui para registrar como faço em todos os anos.

Até! ;-)

terça-feira, 2 de julho de 2013

FÉRIAS COM CABEÇA RASPADA

Aparecerei por aqui com frequência, já que... ESTOU DE FÉRIAS! \o/
eu nem estou tão feliz assim! :-(

Tudo começou ontem, mas ainda não tenho planos do que fazer durantes esses 30 dias. Mas vou me organizar pra pelo menos passar uma semana em Teresina, nem que seja a última semana do mês, mas vou tentar fazer essa fé, mesmo não tendo dinheiro pra esbanjar.

Então, como já tinha comentado antes das férias várias vezes pros meus amigos que estava afim de raspar o cabelo, hoje fiz isso - rs. E pra ficar mais triste engraçado este post, peço para que dê play na música abaixo - rs:


Já era pra eu ter feito isso ontem, mas como não gosto de usar boné e tinha que pagar umas contas hoje pela manhã, resolvi fazer isso agora à tarde. Fiquei pensando várias vezes em fazer ou não, me passou até um arrependimento, mas não gosto de voltar contra a minha palavra e fui lá, em outro salão pra fazer esse corte.

Como a cabeleireira é amiga da minha mãe e sempre vem aqui em casa fazer costuras (minha mãe e minha avó são costureiras), fiquei a vontade até pra tirar foto:

Assim que cheguei.

Máquina no 3.

Adeus moicano.

Já aparecendo... Ou melhor, desaparecendo. Máquina no 2.

FIM

Como sou chato, ainda não satisfeito, após voltar pra casa - de boné - e ter ido lavar o cabelo, percebi que ele não estava do jeito que eu queria. Então, sequei o cabelo e voltei. Ela cortou tudo certo e agora estou como estou aqui, com a cabeça raspadíssima - rs.

Qual a sensação? Faz muitos anos que não sentia o meu couro cabeludo, tampouco o vento batendo nele. Por enquanto, enquanto ninguém ainda não viu, estou gostando, estou me sentindo bem, por incrível que pudesse parecer.

Não estou tão preocupado, pois sei que daqui a 15 dias ele estará de volta.


E é isso!