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quinta-feira, 1 de março de 2012

SEU MADRUGA + TARDE NA AABB ϟ

Primeiramente, quero dizer que o meu sonho sempre foi se fantasiar de Doug (sim, o Funnie), mas no estilo Capitão Cordorna, que eu adoro, mas AINDA não deu.

Como comentei por aqui nos posts passado, estava ensaiando com um dos meus grupos um encenação. Não lembro se comentei se seria sobre a Turma do Chaves, mas foi.

Confesso que eu não estava nem um pouco animado, mas "fazer o quê?", pensava. Ensaiamos demais, acho que foi quase uma semana de ensaio, divertidos, por sinal. Eu até aproveitei essas oportunidades para tirar fotos e filmar. Para mim, o que vale não é dia da apresentação, mas, sim, os ensaios, pois os dias são divertidos e embora haja um pouco de impaciência da minha parte, tudo se torna gratificante quando nos demos como dever cumprido.

Foto do último ensaio. Em 27/02/2012

Hoje (ontem), então, fizemos essa apresentação para algumas pessoas que são especiais, do CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) da cidade. Havíamos divido os personagens, claro, e, mesmo não querendo, tive que entrar no meio também. Eu achava que só iria dirigir a peça, mas percebi que quem quer que as coisas sejam feitas bem feito, tem que fazer também. E lá foi eu ser o Seu Madruga - não sei porquê, mas toda vez que ouço "Seu Madruga", lembro do Vitor Hugo me chamando de "Madruguinha" no ensino médio.

Um pouco antes, o Durval ajudou a fazer o bigode pra depois eu tirar meus disfarce de Anderson Funnie:



Após alguns minutinhos: TÂNÂN!!!

"Quê que foi? Quê que foi? Quê que há!?"

Foi muito divertido. A caracterização de todos - o que eu não esperava - estava PERFEITA! Pensei que fosse ter vergonha de ser Seu Madruga, mas acho que já havia pedido ela há muito tempo. Sei lá, ver a cara de todos impressionados ao me ver foi super engraçado. Não direi que repetiria essa façanha, mas estou super orgulhoso por ter feito.

Turma do Chaves: Vanessa (D. Florinda), Charles (Nhonho), Amparo (Chiquinha), Maciele (Pati), Ivonete (Pópis), Jéssica (D. Clotilde), Raimundo (Chaves), Jamison (Prof. Girafales), Daniel (Quico) e eu (Seu Madruga). 

Apresentamos tudo e o que chegou em meus ouvidos sobre a apresentação foi que estava ótima. A nossa instrutora agradeceu à todos pelo trabalhou e lamentou - e eu mais ainda - sobre a mini maratona que eu tinha preparado. Tudo bem, o público mais alvo era crianças, mas ela bem que deveria ser feita para as pessoas especiais também. A instrutora, posso dizer que foi ela, quebrou minhas pernas, mas deixei pra lá, curti demais mesmo assim.

No momento da apresentação.

Enquanto os demais grupos estavam fazendo sua parte, Adilson chega pra mim e comenta sobre a liberação do clube somente para nós, aprendizes, nessa tarde. Lógico, fiquei super animado e perguntei quanto seria. Ele disse o valor e pronto, perguntamos quem iria e juntamos a grana.

Às 14h, combinei de encontrar o Luan na praça, para de lá irmos ao Clube AABB. Antes, passei num supermercado, comprei um biscoito recheado básico e coloquei dentro da minha mochila, que contia uma bermuda e uma cueca, caso eu entrasse na piscina, já tinha um reserva.

Ao chegar no clube, vi alguns "aprendizes" da turma da manhã, e eu fiquei meio envergonhado. Tentei ser normal, falar com uns, mas eles também estavam distantes. Sei, aos poucos vamos entrosando os nossos turnos, então deixei pra lá.

A piscina estava sendo limpada por alguns funcionários, e quando terminou, alguns já foram tirando a camisa e se jogando dentro da água. Eu, envergonhado pela minha magreza, esperei que uma pessoa mais magra do que eu fosse entrar, ou alguém que fosse mago mergulhasse comigo. Demorei mais ou menos uma meia hora pra lá e pra cá, rodeando a piscina, vendo o quanto ela me chamava e o quando eu queria ela. Até que não aguentei, fui ao chuveiro e depois mergulhei nela. Eu, não acostumado, mergulhei verticalmente e meus pés bateram de uma vez só no chão da piscina. Eu nunca tinha sentido essa sensação ruim, era como se todos os ossos do meu corpo estivesse se batendo, rangendo como dente, nem sei explicar direito. Fiquei ruim por alguns segundos, mas passou, graças.

Enfim, caí na piscina com tudo, foi massa!!!

Larissa Emily, Gabriela, Adilson, Maycon, Amparo, Vanessa, Kaira, Durval, Luan, Charles, Raimundo e Reynaldo ao fundo em pé. Essa "tripa" do lado direito sou eu, tentando sair na foto pulando na piscina - rs. 

Eu e meu amigo - e leitor do meu blog - Luan de Abreu.

Maycon, Gabriela e eu. Atrás, um "aprendiz" que não sei o nome, da turma da manhã. Ele queria estragar nossa foto jogando água em cima da gente, mas a foto acabou saindo antes.

Não posso deixar de comentar mais um medo que eu perdi: o de descer de tobogã. Assim que colocaram esse tobogã no clube já coloquei logo na minha cabeça que jamais teria coragem. Lembro que no começo todos comentavam o quanto era massa escorregar lá de cima, mas o meu medo persistia. Fiquei observando meus amigos descendo lá de cima. Como não tem água própria caindo lá de cima para se escorregar com mais facilidade, subiam com um balde cheio de água e lá do topo jogam no mesmo instante em que desciam. Aquilo parecia divertido, mas não queria me atrever.

Quando todos estavam alheios, resolvi subir até a primeira curva, joguei água de lá e desci com tudo. Aquilo me pareceu divertido e cada vez mais eu ia subindo e subindo. Pronto, cheguei até o topo, com medo mais cheguei. Às vezes o tobogã balançava na medida em que as pessoas iam subindo, isso me deixava ficar parado um pouquinho.

A primeira experiência sozinho, do topo, foi massa. Daqui a pouco convidei alguns amigos para descermos juntos. Já estava viciado naquilo. Levei alguns baldes com água enquanto reversávamos entre nós. Eu estava parecendo uma criancinha descendo daquilo, eu não queria mais parar.



No mais, o meu dia foi ótimo. Agradeço por aqui a todos da peça teatral da Turma do Chaves que, além fazer com que eu me transformasse em Seu Madruga, a peça ainda aconteceu. Lamento pela chatice que houve por lá também, mas não é de minha conta. Ah, mesmo assim, pode ser que eu faça um post comentando sobre isso. Namorada do Jamison não parava de ligar, e foi atrás dele lá. Que merda é essa? Nada a ver! Ela tem uma merda de um ciúme fresco demais.
Valeu!

sábado, 18 de fevereiro de 2012

CARNAVAL

O primeiro dia já passou e eu estive no lugar onde queria estar: AQUI!

Não gosto de carnaval e esses dias eu nem estou tão animado pra sair. Pra mim que se eu sair, vou passar raiva, ou me sentir incomodado ao ver os casais se pegando, a animação e tudo mais e não fazer parte dela. Por isso, não vou aguentar também o meu jeito, o fato de eu saber que não vou estar sempre ao lado de alguém pra ficar conversando. Eu não quero pagar de chato pra quem estiver comigo, então, nem tento.

Sinto, mesmo assim, que sairei um dia, pois o Dalton está chegando na segunda e creio que ele vai querer dar uma passadinha no Corredor da Folia Alegria. Vou aproveitar esses dias folgado e vou tentar fazer os meus trabalhos do curso, ler algumas apostilhas dadas e tentar ser o melhor. Ah, lembrei que amanhã terá ensaio da nossa peça, isso me faz ficar mais empolgado.

Finalizando, espero ficar aqui até depois de 01h, pois tô querendo ver a Raquel desfilando na escola de samba Águia de Ouro pela TV.

Até

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

PASSADINHA RÁPIDA...

Apareci rapidinho pra dizer que estou gostando demais do que estou fazendo nesses últimos dias.


A minha instrutora do curso passou digamos que um projeto. Vai ser algo tipo solidário para algumas pessoas especiais da cidade. Estou encontrando algumas dificuldades, mas mesmo assim não estou desistindo, afinal, no meu caso, estou em todos os grupos e isso me causa aceitação de ideias contrárias as minhas.

A sala foi dividida em três grupos: dramatização, música e brincadeira - todos envolvendo o que foi estudado, como ética, cidadania, moral...

No primeiro dia, ainda em sala, criei, junto do meu grupo, uma mini maratona, algo que não seja cansativo e que seja bastante divertido, tanto pra eles quanto pra gente. Anotei o que precisaríamos e deixei cada pessoa responsável em arranjar o seu material. Aproveitei algumas partes de uma maratona que criei nas férias para o povo do ensino médio (quem não lembra, clica aqui) e mandei ver. Concluído essa parte.

Na parte das músicas, já fui a um ensaio e já dei algumas ideias. Não sei tocar, nem cantar, mas sugeri algumas músicas. Ficou meio engraçado a disputa de quem vai cantar qual música, mas tudo bem. Ah, me surpreendi com os dedos do Durval no teclado, tão tal que ele já ganhou um apelidinho carinhoso da Fabrícia: Dudu e seus teclados - rs.

A dramatização, comecei hoje. Fui convidado ontem para fazer parte da encenação, já que eu pensava que era só pra dar aquele apoio a eles ou jogar alguma ideia. Então, ontem (no caso, antes de ontem), chegaram até mim e me convidaram para ser o Seu Madruga da Turma do Chaves, acredita? Fiquei meio assim, querendo negar o convite de primeira, mas dei um prazo, fiquei de dar a resposta no dia seguinte (hoje) então. Quando cheguei na sala, fui logo interrogado sobre e dei uma resposta meio duvidosa "pode ser!". Combinamos o ensaio pra hoje (aliás, ontem) e fui. Ao chegar na casa de uma das meninas, vi que estavam vendo o dvd do Chaves e tentando tramar alguma coisa. Logo, no dvd não constava o episódio que mais queríamos, então, foi o jeito usufruir da imaginação. Interrompidos por uma simples festinha de aniversário de um amigo da sala (o Daniel), comemos bolo simples de padaria e refrigerante. Eu, magro-mostro, comi duas fatias de bolo e uns quatro copos de refrigerante (não dispenso Guaraná Jesus, tá?) aos olhos de cada um. Conversamos, nos divertimos e começamos a fazer o roteiro da tal peça. Inclusive, ela está aqui do meu lado esquerdo, incompleto. Tento colocar minha cabeça pra funcionar, mas não consigo no momento.

Esse é Daniel, o aniversariante do dia.

O fato é que hoje eu me aproximei de pessoas que eu não tinha muita afinidade na sala. Distribui elogios que estavam entalados e tirei brincadeira como sempre tiro. Ainda tenho um certo pudor em falar algumas palavrinhas que sou acostumado a falar, mas nada como o tempo pra eles perceberem e entenderem o que eu quero dizer.

Por isso, tô feliz! Sei que tá longe ainda, mas não quero pensar no final.