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domingo, 18 de maio de 2014

UNDER THE DOME

Quando estive em Teresina pela última vez passei um pouco de raiva com o meu notebook novo. Não sei o que estava acontecendo, mas não instalava os programas e ficava dando erro em algumas coisas. A minha paciência quanto a isso é mínima... Entrei em contato com o Richard por skype, pra ver se ele me dava uma luz, mas, mesmo com os passos que ele havia me dado, não estava conseguindo... Deixei pra lá então, e fiquei de, quando voltasse pra CN, levar o PC pra ele consertar.

Ele levou alguns dias, mas eu nem senti falta e nem fiquei ansioso, já que não estava com internet em casa mesmo. Um computador hoje em dia sem internet não é nada.

E um desses dias, fui no "cafofo" dele deixar o computador e nisso aguardei ele me dizer algo. Enquanto isso, conversávamos, até que tocamos no assunto de séries. Comentei pra ele sobre o final da 4ª Temporada de TWD (The Walking Dead) e sobre TF (The Following), sempre lembrando também de AHS (American Horror Story)... Enquanto o anti-vírus dele escanava o meu HD Externo - que para o meu azar tinha entrado vírus -, ele me falou de uma série que eu já havia até visto pela internet por alto. Abrindo o youtube, ele me mostrou o trailer dela enquanto me explicava do que se tratava. Isso abriu uma certa curiosidade...


Ele, então, ao me entregar o PC, deixou a primeira temporada completa já inclusa. E comecei a ver essa série da "redoma de vidro". O primeiro episódio sempre é uma tragédia. De todas as séries, a meu ver, o primeiro episódio é sempre o que tenho que engolir sem querer, afinal, sempre mostra um pouco da vida de cada personagem. Nesse caso, UTD me surpreendeu demais. O primeiro episódio já me deixou tenso e por aí foi... Não consegui mais parar de ver. Nisso terminei em menos de uma semana toda a temporada, enquanto também via os três últimos episódios da 2ª de TF que estava em atrasado.

Como disse, a série é tensa demais e confunde a gente. Às vezes acho ela meio infantil, por causa dos efeitos, ainda mais pelo fato de ter coisas de brilho, algo que parece mais filmes da Disney. Mas isso acaba sendo apagado e encaixado devido o recorrer da história. O final dessa temporada foi tensa e, claro, já imagino o que vai acontecer na próxima.

Que chegue logo o próximo mês!

domingo, 24 de março de 2013

THE FOLLOWING

Semana passada, no final do expediente, Adilson me chamou e falou que lançaram uma série que eu ia gostar, já pelo meu fascínio por serial killer (como já puderam ver em alguma das minhas postagens) e que eu nunca mais ia assistir The Walking Dead depois dela. Lógico que série alguma por mais que seja boa deixará eu parar de ver TWD, afinal, desde o começo que acompanho.

Então, perguntei que série era essa e ele não sabendo muito bem, falou "The Follow", o que já fui pela tradução... Na verdade, ele só havia visto a chamada em um canal da Sky e que lembrou de mim. Disse que era sobre serial killer, com mortes, claro, e com certeza já vi que havia toda uma história envolvida nela.

Sem perder tempo, ao chegar em casa, vi que o nome era The Following, baixei o primeiro episódio e deixei pendente por alguns dias até eu ter coragem e disposição para assistir. Sim, eu preciso de incentivo pra assistir alguma série.


E nessa semana dediquei minhas noites a ela. Não preciso dizer o quanto essa série é MAS-SA, tão tal que estou registrando aqui. Só está faltando mais dois episódios pra eu terminar os que já foram lançados e toda a semana vou ficar baixando o restante. O fato é que já amo/odeio o Joe Carroll. Posso até considerá-lo pior do que o Zodíaco - sendo que o Zodíaco foi verdade. O homem pensa e sabe de tudo para se vingar e usa o seu filho para ajudar/atrapalhar os planos dele e da FBI. Toda a história envolve um "casal de gays" (assistindo vocês entenderão porque coloquei entre aspas), uma babá e a mãe da criança, no qual teve um lance com... Enfim, não contarei mais. Assista!!!

Nela há um suspense muito louco que faz até sua respiração ficar ofegante!

Super indico!

terça-feira, 5 de março de 2013

SMALLVILLE

Não é segredo pra ninguém que gosto de séries, então, mesmo acompanhando ainda The Walking Dead e Glee outra, após ter assistido The OC e American Horror Story, não consigo ficar parado. Em uma conversa com uma amiga, Amparo, ela disse que queria muito assistir Smallville, então, resolvi buscar pra gente, já que queria voltar a acompanhar uma série. Perguntei para alguns amigos se tinham, mas sempre tive resposta negativa. E, quando não fiz isso, no domingo, em uma conversa com Gabriel, ele me diz que tem todas as temporadas. Formou! Não hesitei em conseguir o pendrive e passar quantas temporadas coubessem. Infelizmente coube somente duas temporadas, mas pegarei em "prestação".

Martha, Jonathan e Clark Kent, Lana Lang, Lex Luthor, Whitney, Chloe e Pete

No domingo mesmo comecei a assistir, mas para o meu azar nem percebi e pulei da primeira temporada do episódio 2 pro 5. Só depois que me toquei de uma coisa dessa, já revoltado. Mas tudo bem. Hoje, pela manhã, consegui, mesmo legendado, com Homero, que havia me dito ontem que tinha algumas temporadas em seu computador, os episódios que faltavam. Certo! \o/

Assisti agora à noite. Me bateu uma nostalgia. Lembrei aqui de quando passava no SBT todos os domingos e eu não dava valor e até me incomodava. O meu irmão mais velho era louco por Smallville e brigava pra ficar na TV. Não só por Smallville, mas também por The OC, no qual só dei valor anos depois - até comentei por aqui. Também lembrei de quantas vezes meus irmãos e eu cantamos juntos o "Somebody saaaaaaaaaaaaave me..." da abertura () Era muito bom. Naquele tempo eu era muuito feliz e não sabia.

Hoje, através desta série, volto no tempo. Alguns já me falaram que ela tem uma temporada super chata onde há mais é diálogos, mas tudo bem, espero conseguir chegar até o final, até a décima temporada.

E vamos lá! ;-)

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

THE WALKING DEAD NA BAND

Para polpar a minha paciência pelo fato de ainda ter que ficar usando o "o" no "Control + V" (quem vem acompanhando por aqui sabe o porquê), já deixo o print da minha revolta de quarta-feira, 09, sobre The Walking Dead na Band.

Clique para ampliar

Depois dessa, é com você! A série é ótima, mas desse jeito...


#FICADICA

domingo, 6 de janeiro de 2013

AMERICAN HORROR STORY

No mês passado, em conversa com o Breno Oliveira pelo facebook, falamos sobre séries e comentamos muito sobre The Walking Dead. Sendo assim, não me lembro como, acabei falando que gosto muito de terror e que TWD acabou meio que suprindo as minhas vontades e expectativas. Comentei também que um dia baixaria a série American Horror Story, no qual já tinha lido sobre. Li a sinopse por três vezes, mas ainda não tinha entendido. Então, Breno disse que baixaria essa série pra nós, pois ele já tinha ouvido falar e se interessou também.

Antes do Natal ele estava aqui na minha cidade e combinamos de eu ir na sua casa levar meu computador para que ele passasse toda a primeira temporada - até então não conhecia ele pessoalmente, só de vista. Ele é um cara super gente boa e, assim, passou os episódios enquanto conversávamos sobre série e mais ainda sobre as melhores cenas, no nosso ponto de vista, de TWD.


E ontem no final da tarde, comecei a assistir.

Eu já fiquei meio tenso por saber que a qualquer hora eu poderia me assustar, mas isso é coisa mesmo do nosso psicológico.

O primeiro episódio foi super legal e na medida em que avançava, se tornava melhor ainda. Eu gosto de série que a história sempre passa em alguma situação da vida, onde sempre há coincidências, e é isso que está acontecendo - pelo menos até o terceiro episódio que assisti hoje no finalzinho da tarde. E também gosto do fato de eles misturarem o que aconteceu nos anos passados com o atual, sobre o que se passou dentro da casa intitulada "A casa assassina" (era assim que estava escrito na legenda).

Ainda não tenho um personagem preferido, já que acho que todos não são normais. Mas tem alguém que estou odiando de uma forma que nem queiram imaginar. Sem querer, ao procurar a imagem acima, vi até um spoiler sobre ela. Gostei de ter visto aquilo. Ainda bem que ainda a série está no começo e vi que já está na segunda temporada., rapidinho terminarei de ver tudo e baixarei na medida em que for saindo, assim como TWD e a outra que continuo vendo.

Colocarei pra ver todos os episódios de AHS antes de TWD voltar a sua rotina semanal em fevereiro no qual estou super ansioso.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

THE WALKING DEAD: MORTE DE LORI E T-DOG

É com certeza que continuo acompanhando a melhor série de todos os tempos: The Walking Dead. \o/

Eu passei, ansiosamente, vários meses esperando a estreia da 3ª temporada começar, e quando começou, comecei a ficar pior, pois corria atrás de saber de tudo, em se tratando de como baixar o episódio e tal. A minha sorte é que curto no facebook uma página da série, onde todas as informações, inclusive onde fazer download, são passadas para quem gosta. Fora aquelas montagens super criativas e humoradas de cenas que deixamos passar despercebido.

O episódio rola toda a semana: sai sempre no domingo e é passado na terça-feira na Fox, às 22h. Eu vim assistindo todos os três anteriores na segunda-feira, pois durante a madrugada é legendado e divulgado no site oficial da série no Brasil. E, já virando rotina, após chegar da academia, baixava e assistia.

Nesse 4º episódio, o que acabou repercutindo, eu demorei e assisti ontem. Simplesmente, o episódio mais phoda até agora foi o que mais demorou a ser divulgado. Enquanto isso, eu fazia de tudo pra não ler nada no facebook e nem no twitter, pois é a tentação, sendo que sempre via nos TTs o nome de alguns personagens. Eu teria que assistir antes de sair na Fox, pois depois que sai todo mundo já comenta sobre ele. E foi aí que o Marcos (Junior) me insistiu a instalar o tal do Utorrent. Era a minha única opção, pois não queria baixar o episódio sendo legendado pelos fãs.

Trocando umas sms com o Junior, ele me manda um spoiler e ainda identifica que é spoiler. FDP!!! Xinguei ele demais, quase nem dormir pensando nisso. Até que eu já sabia de um, mas o outro me surpreenderia.

Baixei, e no dia seguinte (ontem), baixei a legenda. Assisti!

[SPOILER]

O que foi aquele episódio tenso, meu povo!? Fiquei com o coração a mil aqui com aquele tanto de zumbi invadindo a prisão. E mais ainda em saber como aquele urubuzinho do Andrew conseguiu se safar dos zumbis no episódio anterior, quando ele fugiu de Rick e acabou ficando entre quatros paredes com vários vários zumbis. Na minha opinião, não tinha como escapar. Esse é um fato que, de alguma forma, espero que possa ser mostrado no episódio 5.

E o hoT-Dog de zumbi (rs), coitado. Em um descuido em não olhar pra trás, tentando livrar da entrada de mais zumbis na prisão, acabou sendo mordido no ombro direito por um dos errantes. Isso foi tenso, mas mais tenso ainda foi a parte em que ele se jogou para o zumbis em um corredor pedindo para Carol fugir. Inclusive, acho que ela tá correndo até agora - rs. O episódio acabou deixando um ponto de interrogação sobre ela.


E já bastava esse tumulto, a Lori acaba sentindo algumas dores para dar a luz. E, mesmo achando que ela fosse dar a luz ali mesmo, naquele corredor, mais zumbis aparecem. E o Carl, sempre na frente, mostrando estar mais maduro nesta 3ª temporada. Indo para um lugar onde não teria ninguém, Lori acabou vendo que fazer força não era o bastante e que como iria morrer de qualquer jeito, optou por uma cesariana, usando somente a faca de Carl e a coragem de Maggie. Foi o momento mais triste que já pude ver em todas as séries que já assisti sem ser de drama. Quem diria, eu, chorando numa série de zumbi, onde o sentimento que poderia me predominar seria mais a raiva em ver vários personagens favoritos partindo.

O Carl, como falei, já um pouco mais maduro, não quis que após ver uma morte e uma vida, pois ali estava nascendo o seu, querendo ou não, irmão, não quis que sua mãe virasse uma "daquelas coisas" e acabou atirando nela. Imagino o quanto foi difícil para ele fazer isso, mas não tinha outra escolha.


O pior nem foi tão isso, foi quando Rick foi atrapalhado por um choro de bebê, que estava no colo de Maggie. O desespero foi tanto naquele momento, ainda mais a ver que Carl estava intacto, sem expressão. Ver o Rick se jogando no chão, já sacando o que tinha acontecido, foi doloroso para os fãs da série. Até eu mesmo chorei. Foi incrível!


O que esperar do próximo episódio?

Acredito que o Rick vai estar p*to da vida com isso, se sentindo culpado por não ter dado a atenção merecida a Lori e não ter se despedido ou livrado ela da morte. Ele deveria pelo menos ver que ela estava grávida, né? Outra, estará mais louco até porque agora estarão andando com duas dificuldades e responsabilidades: Hershel (o saci - rs) e o bebê de Shanne. Uma hora a comida vai acabar, e a criança? Com certeza aí vem mais aventuras. Sinceramente, acho que eles vão acabar saindo da prisão e indo pra cidade do Governador. Lá eles estarão mais "seguros".

terça-feira, 11 de setembro de 2012

THE O.C. FINALIZADO :'-(

Deixei pra ver The OC nos finais de semana, já que durante a semana eu sentia preguiça ou estava ocupado. Lógico, mas não deixei de ver quando não tinha nada pra fazer durante a semana. Nos finais de semana, principalmente à tarde, assistia a vários, acho que uns três ou quatro.

Um amigo meu do curso, o Luan Vieira, no qual me emprestou a primeira temporada, me falou que a última temporada não era lá essas coisonas, pois na terceira... OPS, já ia falando. Então, mesmo assim, comecei, claro. Eu já tinha visto da primeira a terceira, então não deixaria de assistir a quarta temporada por esse simples comentário dele, até porque eu queria saber como tudo acabaria.

Ryan, Taylor, Sandy, Summer, Seth e Kirsten 

Pra falar a verdade, no começo até que estava meio chato mesmo, achei que meu amigo tivesse mesmo a razão. Para mim, nada estava com nexo e até passei vários dias sem querer assistir com aquela preguicinha sem esperança de melhora, sabe. Mas acabei cedendo a ele. E fui assistindo. Passei algumas raivas, pensei besteira como o fato de querer ter escrito a série, pois os autores dos episódios já estavam fazendo uma b*sta. Adorei os episódios de Natanukkah, sobretudo o da primeira e última temporada e fiquei triste em vários momentos. Mais triste do que feliz.

E hoje (ontem) terminei tudo. Só me restavam três episódios da última temporada e, deitado na cama, assisti a todos em sequencia. Me surpreendi muito e pensei que seria bem melhor eu ter assistido a série quando ela estava sendo lançada, pois assistindo agora já sabia de alguns fatos em conversas com amigos.

Lógico, não posso esquecer da trilha de abertura. Quantas vezes ao assistir os episódios cantei junto: "California, Carliforniaaaa, here we cooooooome..." Sem falar que me surpreendi no episódio de Natanukkah da última temporada, que foi ela em uma versão lenta e triste, pela qual até já tinha escutado, afinal, baixei todos os cds da série.

Foram amores, brigas, ódio, intrigas, aprendizado, momentos tensos, felizes, surpresas, fatalidades, enfim, a série foi tudo de bom. Conclui ao final do último episódio, chorando demais como se fosse uma despedida pra sempre de amigos, que quando for mais velho assistirei novamente, só que ao lado de uma pessoa especial, que com certeza já está me aguardando no futuro. Fico me imaginando assistindo novamente daqui a vários anos, com uma companhia, na cama, compartilhando a série, chorando juntos e vivenciando isso tudo que estou passando agora.

É com um aperto no coração que deixo de falar sobre a série aqui. Mas continuo super indicando. Pra quem é carente e está afim de se emocionar, a série acaba viciando e fazendo você se tornar mais frágil do que é.

Obs.: Espero que o Anderson do futuro leia isso já ao lado da pessoa amada.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

THE OC - MUITO TRISTE

É incrível como um série faz com que você fique achando que é tudo real, que de alguma forma você está enfurnado dentro dela. Portanto, aqui estou eu com sentimento de raiva, tristeza, pena e com aquela quase vontade de chorar, o coração apertado... justamente por causa de O.C - Um estranho no paraíso. Quem acompanhou por aqui já sabe o quanto tô viciado nela e o quanto ela tem suprido a minha carência, fazendo eu ficar diferente sentimentalmente.

Ontem antes de ontem - rs -, terminei de assistir a terceira temporada e me "surpreendi" (entre aspas mesmo, pois, por vacilo, li sem querer na internet o que aconteceria mais ou menos no último episódio dessa temporada).

PARA QUEM NÃO VIU AINDA A SÉRIE E NÃO GOSTA DE QUEM CONTE, POR FAVOR, NÃO LEIA ABAIXO!

domingo, 12 de agosto de 2012

SEÇÃO SERIAL KILLER: "VAMPIRO DE NITERÓI" #6

Marcelo Costa de Andrade, o nome dele.

Anteriormente, falei que li sobre ele na passagem do meu aniversário, ou seja, do dia 04 para o dia 05 deste mês. O começo do capítulo já é muito triste, conta logo sobre o seu primeiro crime. Fiquei com muita pena das duas crianças que ele abordou na rua prometendo dinheiro. A autora sabe narrar muito bem os acontecimentos e faz com que o leitor fique pensando: "Como será que ela sabe de tudo isso em detalhes?". É como se ela estivesse vivido tudo, sabe?
O fato (o primeiro crime) aconteceu no começo dos anos 90. Eram dois irmãos, um de 11 e outro de 6 anos que costumavam sair de casa avisando para a mãe que iriam procurar ou tentar ganhar comida de alguém, visto que eram pobres e não tinham o que comer. Nisso, encontraram com um homem apresentado como Marcelo que lhes prometeu alguns cruzados. O caminho era longo e chegaram em um lugar deserto. Ele passou a ficar com os meninos durante a noite e matou o mais novo, após abusar do mais velho. Ele bateu a cabeça do menor em uma pedra e depois começou a sufocá-lo com as mãos. Vendo que o corpo estava imóvel, minutos depois o jogou em um esgoto - no livro isso está mais detalhado.

Criança vítima de "Jack" (outro apelido dado ao assassino)

No total, fez 13 vítimas, todas crianças entre 06 e 13 anos. Segundo ele, não poderia "ficar" com mais velhas pois "não iriam para o céu" caso morressem. Para ele, isso era uma favor que ele fazia. Teve diversos apelidos e um dos - que pegou - foi o "Vampiro de Niterói". Por quê? - vocês devem está se perguntando. Vampiro porque após matar as crianças, tomava o sangue delas, achando que aquilo fosse fazer com que ficasse bonito assim como eles. Niterói porque geralmente era pelas redondezas deste lugar onde fazia os seus crimes.

A autora o entrevistou em setembro de 2003, deixando tudo detalhado no livro com todos os diálogos. Há várias páginas com esses diálogos e está sendo dividido, pois a autora adverte às pessoas impressionáveis que não leia a segunda parte da entrevista que diz respeito aos crimes, portanto, para que se leia somente os assuntos gerais. Só lendo mesmo pra saber o quão a segunda parte pode realmente chocar, pois ele fala com frieza e sinceridade tudo que cometeu, em detalhes impressionáveis. Como mesmo há no livro: "A crueza dos detalhes pode impressionar".

O "vampiro" voltando ao local onde estava um corpo

Mais tarde, em 2007, após uma humilhação que a autora passou ao querer entrevistá-lo novamente, enfim, conseguiu. Ela percebeu o comportamento e mudanças com ele durante aqueles anos todos que se passaram internado em um manicômio.

Há uma passagem no livro que narra uma fala dele que resume praticamente quem eram suas vítimas e o que faziam com elas antes de matar:

"Eram garotos bonitos, de pernas bonitas, de rosto bonito, beijava na boca deles, alisava as pernas deles, bonitas, lisinhas, as nádegas deles também bonitinhas, lisinhas e tudo, metia meu pênis dentro das nádegas deles e como eles eram garotos virgens e bonitos, gozava dentro deles, das nádegas deles. Aí, depois, eles chupavam também o meu pênis, os garotos, até gozar o meu esperma dentro da boca deles. Aí eu sentia prazer sexual também de matar eles, beber o sangue deles todo também".

Por aí já dá pra tirar o quanto ele foi louco e o quanto eu não consigo entender o que se passa na cabeça de uma pessoa assim. Ele não comentou acima, mas matava suas vítimas deixando uma grande pedra cair em suas cabeças, virava-as de ponta cabeça, colhia o sangue, bebia, fazia sexo novamente com o corpo, e em algumas horas, levava suas bermudas para casa, para guardá-las dentro de uma caixa como se fosse um troféu.

Ao final, foi preso tendo prisão perpétua.

Quando foi preso

No final do capítulo, há em anexo uma carta que o então assassino escreveu no dia 19 de agosto de 2003 para um membro da área médica. Não pude deixar de observar os erros ortográficos que me fizeram lembrar que ele parou de estudar no ensino fundamental e a continuidade na diferença da letra, pois ora era manuscrita, ora era de máquina. Lá ele conta sobre o que está passando, sobre a sua religião e sobre a palavra de Deus. Em nenhum momento falou que se arrependeu do que fez, mas ao ver situações que observou no presídio, lembrou de fatos que ele fez e falou detalhes de que os presos no mínimo para estarem presos, teriam feito o mesmo que ele fez.

O capítulo foi bem extenso, como o anterior, mas, realmente, foi o que me deixou mais impressionado. Confesso que algumas madrugadas em que li, tive que rezar antes de dormir, pois não tenho sonhos ruins quando rezo.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

SEÇÃO SERIAL KILLER: "MONSTRO DO MORUMBI" #5

Retrato falado do Monstro do Morumbi
José Paz Bezerra, o nome dele.

A tensão já está no começo do capítulo. Demorei pra organizar as personagens, mas lendo e relendo comecei a entender que ele possuiu alguns nomes. Por aí tirei que o capítulo requer muita a atenção do leitor, pois na medida em que se passa a leitura, os nomes dele acaba sendo diferenciado.

Diferente dos outros, sua mulher acabou sabendo de tudo. Não o entregava para a polícia logo, pois ele ameaça de matar ela e sua filha caso contasse para alguém. Fiquei com dó da mulher dele, pois era obrigada a fazer o que ele pediu e muitas vezes se privar de falar sobre o assunto. Ela o ajudava a fugir, mas ele voltava.

Ele sempre lia as matérias de seus crimes nos jornais e também os via nos noticiários da TV. Ele ria, chorava e se aperreava quando se sentia pressionado pelo que estava vendo. Às vezes até questionava com quem apresentava o telejornal sobre os seus crimes, vendo que estavam falando de uma forma que não era o que exatamente ocorreu, que ele fez. Os pertences de suas vítimas eram dados a sua mulher, que ficava impressionada quando recebia, ouvindo que tinha sido tudo comprado de um amigo dele.

Ele sempre mentia para suas vítimas, dizia que trabalhava de caixa em um banco e as seduzia até levá-las ao local onde assassinara. Ele usava as peças íntimas das vítimas para amarrá-las. E era sempre no mesmo local, ou a metros dali.

Não aguentando mais, sua mulher o entregou para a polícia, mas com o coração na mão. Ela não queria, mas viu que tudo estava indo longe demais. Sendo assim, os familiares das vítimas reconheceram os pertencem dados pelo marido assassino à mulher dele. E ele fugiu.

Esperto como era, acabou se mudando para Belém do Pará. E lá, usando de sua simpatia, educação e "emprego", fez 5 vítimas. Mal ele sabia, mas estava sendo observado pela ex-cunhada de sua namorada. Sim, ele conseguiu uma namorada e descobriu o amor. Ele tentou até matá-la, mais sentiu pena. Sendo assim, através dela, e de sua ex-cunhada, levaram a suspeita para a delegacia, ligando para um responsável que atualmente é delegado da cidade de Belém.

Illana Casoy, autora deste livro, conseguiu entrevistar esse atual delegado em 2003, que deixou bem claro às suas perguntas. Nessa entrevista ele explicou como conseguiu prender o "Mostro". Percebi que esse delegado é muito persistente, pois por duas vezes adentrou escondido na casa do assassino, sendo que a segunda vez foi com êxito. O assassino estava dormindo, pelado, debaixo da cama quando foi preso. Ele também disse que com o passar dos anos na prisão, o "Monstro" acabou tendo bom comportamento, porém, quando começou a trabalhar em uma sapataria, enfiava pregos em seu braço e pescoço. Com isso, acabou se infeccionando e foi parar no hospital.

No hospital, ele estava sendo escoltado por presidiários de bom comportamento que serviam como guardas, mas que vacilaram, pois acabaram sendo desatentos e o assassino, como uma pessoa normal, saiu dali. Ele foi encontrado na calçada, por sorte, pelo atual delegado que o perguntou se queria ser preso novamente.

Ao final do capítulo sobre ele, há uma parte que conta sobre sua infância, a questão de ver sua mãe sendo prostituta para conseguir dinheiro para sustentá-lo junto de seu pai que sofria de uma doença nada fácil de ser cuidada: a hanseníase. Após a morte de seu pai, por sua mãe era castigado por, sem querer, ver relações sexuais dela com seus "clientes". Até que a mãe dele havia conseguido um companheiro mais tarde, mas ele sofria de pederastia (acabei de pesquisar no dicionário e diz que é homem adulto que sente atração por adolescentes em fase de puberdade) e que muitas vezes pedia para que ela introduzisse o dedo no ânus dele em suas relações sexuais. Além do mais, ainda transava com outros homens. Isso tudo, com mais ou menos 7 anos de idade, já começou a se masturbar direto.

Há também cartas onde sua mulher, Mariana, mandava para ele na prisão. Ela sempre lamentando por não estar como ele deixou fisicamente, pois se achava já velha, mas por dentro o amor ainda continuava.

Um frase dita no final de seu capítulo, onde declarou em um programa de TV: "Mães, cuidem de seus filhos!".

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SSK #6: O Vampiro de Niteroi

domingo, 15 de julho de 2012

3ª TEMPORADA DE THE WALKING DEAD

Mal posso esperar. Infelizmente não tenho tv a cabo, mas vou baixar assim que os fãs dessa série legendarem os episódios. Nunca estive tão ansioso por uma série como estou agora.


14 de OUTUBRO, chega logo!

domingo, 24 de junho de 2012

SEÇÃO SERIAL KILLER: "CHICO PICADINHO" #4

Até agora, um dos capítulos mais extensos que li, porém não muito chato a chegar ao ponto de não se interessar pela leitura.

Francisco Costa Rocha, o nome dele.

Pobre menino, antes mesmo de nascer já era rejeitado. Antes dele, seus "irmãos" foram abortados. Ele foi tido por sua mãe contra a vontade do pai. Falando nisso, teve o azar de receber o mesmo nome de seu pai, sem ao mesmo ter acrescido "Filho" ou "Junior" no final. Era maluco na infância, tinha problemas na escola e tentava responder na realidade às perguntas que para ele não tinha resposta, como por exemplo comprovar se um gato realmente tinha sete vida. Às vezes matava o pobre animal enforcado, afogado dentro de vaso sanitário, ou mesmo o cortando.

Ao ganhar dinheiro com o trabalho, começou a querer a vida fácil, aquela que hoje em dia podemos dizer que é de sexo, drogas e ronk'n'roll. Procurava as mais respeitadas prostitutas e adorava sadomasoquismo. Matou prostitutas e as retalhava, mutilava, após o sexo. Acabou dando muito trabalho ao ocultar o cadáver de sua primeira vítima, pois passou horas raspando usando uma faca e um canivete, e lavando em baixo do chuveiro todos os restos ali cortados por ele. A matou porque ela lembrava sua mãe. Tentou ocultar de verdade, pois sabia que a polícia não dava muito valor ao desaparecimento, mas o seu amigo, que tinha o abrigado na casa dele, um conhecido médico, acabou descobrido por acaso os pedaços de carne humano dentro de uma sacola e acionou logo a polícia. Por incrível que pareça, no momento em que o carro que transporta cadáveres estava em frente ao apartamento onde estava abrigado, fugiu para outro lugar onde acharia que ninguém fosse o encontrar, mesmo sua foto estando estampado nos jornais da cidade.

Matou também uma prostituta negra, sua segunda vítima, onde, também, lembrava sua mãe pela "cor e feiura". Com ela, as mutilações foram mais intensas e o seu rosto ficou muito feio.

Durante o capítulo sobre ele, há uma entrevista super bacana onde ele conta o que a autora e outros membros perguntam. Há revelações, conturbações e muita sinceridade. No mais, há também partes que posso dizer que não tem a ver com o crime, mas na sua convivência na prisão. A forma que ele relata como é ser torturado e alisado é bem interessante.

Foto tirada após os anos 90, ao lado de um quadro de sua autoria.

No final do capítulo, a autora mostra uma carta onde ele escreve pra ela, agradecendo, pois sentiu que ela já é um ente querido e que o ajudou a viver. Ele já tinha costume de fazer essas cartas para pessoas que gostava, no entanto, ainda na carta, ao lado esquerdo, desenhou um pássaro em cima de um galho nascido de um tronco de  árvore cortado. Ao fundo, há uma casa e acima está o céu e a lua. Não sei o que ele quis dizer com isso, mas acredito que queria explicar alguma coisa.

Por fim, apesar do extenso capítulo, muito bem detalhado, por sinal, gostei.

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SSK #5: Mostro do Morumbi

A CARENCIA

Não sei o que está acontecendo comigo hoje. Estive ouvindo algumas músicas, vendo O.C... Sei que isso é comum e ainda mais que o que estou sentindo agora é fase, mas é tão ruim, mas tão bom. Eu quero ter alguém, quero sentir ciúmes, eu quero me apaixonar, quero sentir um cheiro na noite toda, quero me divertir, rir, conseguir ser feliz. Além de tudo, quero o meu coração apertado, não de tristeza, mas de alegria. Quero algo que eu possa dizer que é meu, que posso sentir...

Algumas horas atrás, estava conversando com a Kayane na praça. Eu queria alguém pra desabafar e mesmo com a minha empolgação de quando a gente estava trocando sms para se ver, disse ao encontrá-la que estava mal, muito mal, e que o motivo era o pior de todos: a maldita carência.

Acabei me abrindo pra ela. Falei algumas coisas, e ela me falou sobre o namorado, de como o conheceu, de como está sendo tudo, as preocupações e lado ruim que ela disse que tem, mas que eu não ligo. Falou muito, muito mesmo a ponto de dizer que precisava me ouvir, pois quem queria conversar com ela seria eu.

Embora a conversa rolasse somente sobre o namoro dela, dei meu ponto de vista e falei como estava me sentindo. Ela me compreendeu e acredito que algum momento a deixei pra baixo, pois a deixei se colocar na minha situação. Ela me disse pra sair. Mas com quem? Disse pra eu morar em Teresina. Mas não é tão fácil como parece.

Cadê esse tempo que não passa? Cadê o meu amor que não chega logo pra suprir toda a minha necessidade sentimental? Eu quero! Desesperadamente estou esperando.

Antes de tudo, no finalzinho da tarde, coloquei o primeiro álbum com as músicas da primeira temporada de O.C e fiquei passando as músicas, sem ouvi-las até o final. Enquanto isso, via outras partes em meu celular e fui inventar de assistir um vídeo que o Luan Vieira havia me passado com cenas de O.C, na quinta-feira. Todos esses dias e eu só fui me atentar a ver hoje. O vídeo que vi foi mais ou menos esse abaixo:


Ao assisti-lo, lembrei de tudo que o Ryan e Marissa haviam passado no episódio. Talvez quem assista só o trecho acima agora, não entenderá muito bem o que se passa, mas foi incrível até chegar aí.

A cena ficou ainda mais incrível com essa trilha da música Dice, de Finley Quaye. Ela tem uma sintonia muito boa e faz chorar. Como estou totalmente no fundo do poço, ela me faz chorar - e não tenho vergonha de falar isso. Para ouvi-la e acompanhar a letra e tradução, é só clicar aqui.

E é ouvindo ela que me despeço por aqui, morrendo por dentro.

Espero que o futuro seja justo comigo! :'-(

quarta-feira, 13 de junho de 2012

SEÇÃO SERIAL KILLER: "MONSTRO DE GUAIANASES" #3

Benedito Moreira de Carvalho, o nome dele.

Primeiramente, vou tentar não ler mais esse livro de madrugada. O meu irmão fala bem alto no meu ouvido esquecendo que está com o fone de ouvido e eu me espanto. A porta abre, meu outro irmão entrando em casa, me espanto. Não consegui ir tomar banho sozinho no quintal... Medo!!!

Pois bem, mais uma assassino, mas da década de 50. Posso dizer que ele era um verdadeiro tarado viajante. Quando disse tarado, não dei ênfase, mas ele merece muita ênfase mesmo: ele era TA-RA-DO. Ele sempre queria fazer sexo com sua mulher, porém vivia doente, coitada. O livro não falou de nenhum ato de masturbação, mas transpareceu que isso não o satisfazia.

Sendo assim, procurava mulheres para praticar o ato e não se contentava nem com cinco em um dia. Só se contentava mesmo quando transava até o seu pênis sangrar. Não importava se a mulher era branca, negra, baixa ou alta, o que bastava era ela o satisfazer. Também não se importava em ficar só com mulher e não dispensando até crianças, transava com meninos.

Em suas viagens ao encontro de amigos ou a trabalho, no caminho sempre encontrava criancinhas, e não media esforços em abordá-la. Oferecia doce, dizia que era amigo de seu pai e logo os conduzia para a mata fechada. Lá, os enganava com uma cordinha (cordel) ou às vezes com a mão mesmo. Não ligava se sua vítima estaria viva ou não, mas, sim, com a satisfação do seu desejo sexual.

Em seus homicídios e estupros, sempre andava com uma pasta, onde, além de guardar seu cordel, anotava em uma folha os crimes comedidos, quantidades e gênero - para que quando fosse descoberto, ter prova caso a polícia lhe julgasse por um crime que não cometeu. Não diferente de Febronio, teve outra identidade, o que dificultou a polícia ir ao seu encontro. Nos trabalhos onde passava, sempre informava seu endereço errado. Esperto, não?

Em 1975, já preso sofreu por uma briga e, por um canivete, sua barriga foi cortada deixando expostas fezes e tripas, mesmo já tomado jeito e sendo um preso de confiança na prisão.

No ano seguinte, acabou morrendo de infarto dentro da copa de um refeitório, onde havia se trancado. Como disse, como era de confiança, tinha a chave de lá. Os funcionários até tentaram e conseguiram arrombar a porta, Benedito até conseguiu socorro, mas não sobreviveu.

Pronto! Depois dessa vou dormir. Espero não sonhar com nenhum deles que li hoje. Na medida em que for lendo, continuarei publicando aqui.

Até!

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SSK #4: Chico Picadinho

terça-feira, 12 de junho de 2012

SEÇÃO SERIAL KILLER: FEBRONIO INDIO DO BRASIL #2

Ao contrário de "Preto Amaral", era mais esperto, enganava com seu jeito simples e humano de ser. Quem o conhecia, não diria jamais que era mau, que tinha distúrbio mental e que se julgava puro, que veio a mando do Senhor para salvar e matar.

Teve vários nomes, se vestia de forma diferente e se adaptava com qualquer profissão escolhida por ele, inclusive, se passou por dentista e arrancou vários dentes de pessoas que nem precisavam, alegando que por um dente ruim, os vizinhos poderiam também ser prejudicados.

Era dono de uma simpatia que tenho certeza que se fosse na minha vida, me enganaria fácil, fácil. Tinha lábia, era um bom ator. Mas a sós com sua vítima, se transformava. Não media forças e queria sexo, ficava nu e fumava. Escolhia suas vítimas homens, com mais ou menos 20 anos, para abusá-los. Para atraí-los, andava por povoados oferecendo emprego e, como disse, com muita lábia e permissão dos pais das vítimas, conseguia.

O que me deixou mais impressionado foi o fato de todas as suas vítimas, antes de matá-las, as obrigava a tatuar em seus peitos as letras D C V X V I, que significavam Deus, Caridade, Virtude, Santidade (ele usou o X para ela), Vida e Ímã da Vida. Para isso, andava sempre com agulhas e tinta vermelha nos bolsos de sua calça. Também "gostei" (entre aspas, pois foi o que me deixou mais triste) da vítima Jonjoca, que foi encontrado vários dias depois de seu assassinado. Muito triste a história dele, foi a que mais entrou na minha cabeça.

Morreu aos 89 anos e foi sinônimo de bicho-papão. As mães daquela época diziam as crianças desobedientes: - Cuidado, senão o Febronio vem te pegar! - rs.

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SSK #3: Mostro de Guaianases

SEÇÃO SERIAL KILLER: "PRETO AMARAL" #1

José Augusto de Amaral, o nome dele.

Pelo que li, foi o primeiro assassino em série a surgir no Brasil, na década de 20. Negro, filho de escravos, mesmo não mostrando no livro, percebi que já sofria pelo preconceito e ausência  dos pais, já que os mesmos foram vendidos. Não conseguia ter emprego fixo e era maltrapilho. Perambulava por peregrinação pelo país a fora. Não tinha um lugar onde pudesse estar frequentemente, às vezes estava em alberges e até nas ruas, e teve passagem por vários estados do Brasil.

Suas vítimas tinham a faixa etária de 9 a 15 anos de idade - hoje entendo porque as mães da gente falavam, e ainda falam, para não falarmos com estranhos e para que não aceitasse nada deles. Ele oferecia emprego, (naquela época era "normal" a exploração do menor de idade), dinheiro e até doces. Conduzia suas vítimas à algum outro bairro e no meio do caminho, as matava. As vítimas eram atacadas diretamente no pescoço e eram estranguladas. Depois disso, com o seu pênis enorme, que lhe causava problemas sexuais, - que segundo ele, em depoimento para a polícia no dia de seu julgamento, tinha conseguido esse tamanho em forma de algum ritual, no qual até se arrependeu do tamanho desejado e quis reverter achando que pudesse diminuí-lo - fazia sexo com as vítimas, deixando seus corpos em lugares fechados, de difícil acesso, sendo todos no mesmo local.

Quando foi preso, ainda na cadeia, sofria de problemas sérios, sentia febre frequente e dores que mais tarde acabou lhe causando a morte. Morreu aos 55 anos de tuberculose e nunca chegou a ser julgado.

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SSK #2: Febronio Indio do Brasil

sábado, 9 de junho de 2012

THE OC - UM ESTRANHO NO PARAÍSO

Há algumas semanas, fazendo o trabalho da empresa fictícia Arttoy, conversando com o Luan Vieira sobre séries, ele me falou de The OC. Eu já tinha observado que o toque do celular dele era a trilha de abertura da série, mas nem me liguei que ele era tão fanático. Até então, lembro que quando passava no SBT só meu irmão mais velho que assitia. Eu não via graça, na época, em assistir aquilo, já que Smallville era o auge.

Conversa vai, conversa vem, ele acabou soltando que tinha a primeira temporada completa e original. Como não estava mais acompanhando nenhuma série - The Walking Dead agora só em outubro e a outra que acompanho está uma m*rda só - não medi palavras em pedir emprestado. E assim, no dia seguinte, como numa troca, já que eu emprestei a minha trilogia do De Volta Para o Futuro, ele levou para a turma The OC e me emprestou. Vi que eram muitos episódios e achei que não iria dar conta... Mas foi aí que me enganei.


Só me bastou o primeiro disco pra que eu percebesse que aquilo viciava, não diferente das séries existentes. Mas, assim como todas, a história tem diferencial pelo qual nunca vi antes. Uma verdadeira história de amor, brigas e um pouco de comédia. No entanto, às vezes eu chorava, ficava com muita raiva e sorria bastante. E assim seguiu por várias semanas. Ora eu via somente um por dia, ora via um disco praticamente todo.

Sinceramente, o Ryan é um cara do bem, que por mais que luta pelos seus direitos, tem cabeça. A Marissa além de ser linda, tem uma simpatia que prende quem assiste. O Seth (falando nele, acabei de ler uma informação no wikipédia que não era pra eu ter lido, droga!!!) e Summer são uns loucos, me diverti bastante com eles, posso dizer que eles são a comédia da série. Sandy e Kristen Cohen são demais e românticos... Além deles, há outros personagens ótimos, claro.

Enfim, agora há pouco, assisti ao último episódio. Resultado: chorei bastante. Não estou em um momento triste, deprê, mas ele me fez chorar de verdade. Sério, eu tenho que assistir a segunda temporada, preciso saber o que vai acontecer com Ryan, Marissa e principalmente com o pobre do Seth... nem gosto de lembrar. :'-(

Vou tentar baixar a segunda temporada, mesmo sabendo que vou fazer uma longa pesquisa para ver se encontro dublada, mesmo gostando legendada, já que assisti a primeira temporada dublada mesmo.

Ahh, lendo novamente no wikipédia, acabo de saber que a série foi ao ar no dia 5 de agosto de 2003, ou seja, quando estava fazendo 13 aninhos. *-*

Depois dessa, SUPER indico! ;-)

domingo, 15 de abril de 2012

THE WALKING DEAD

São exatamente 3h01, e mesmo um pouco ofegante, concluí o último episódio da série The Walking Dead.


Através do Dalton, conheci um site onde baixa séries na medida em que elas vão saindo nos canais de assinatura. O site é muito bem organizado e nunca deixa os fãs das séries desatualizados em se tratando da data de divulgação do episódio.

Como estava acompanhando e baixando uma série nesse site, acabei vendo TWD como banner. Na imagem havia bastante zumbis, acabou sendo sugestiva para mim e acabei gostando. Queria começar a baixar ela, mas como ainda não tinha Oi Velox em casa, não tinha muita paciência de deixar todos os dias o notebook ligado na madrugada, sendo que poderia até correr o risco de a conexão péssima cair, sem contar também com a minha inquietação em não conseguir, devido a preocupação de estar achando que o notebook poderia ficar ligado a madrugada toda à toa. Após adquirir a Velox, nem pensei duas vezes e comecei a baixar. Enquanto assistia um episódio, deixava baixando outro e assim até o final.

Achei, na primeira temporada, que não iria entender, que ficaria perdido na história, mas me enganei. Após a primeira temporada, passei para a segunda, cujo primeiro e último episódio me deixaram tenso. Percebendo depois, via que meus olhos arregalavam e meu coração ficava a mil, e é isso que eu gosto em série. A história é bem instigante, ela faz com que as nossas ideias de acontecimentos sejam mudadas e remudadas, sendo que o que a gente pensa que irá acontecer, não acontece, mas sim de outro forma muito mais surpreendente.

Estou aguardando ansiosamente para que outubro chegue logo, li que a terceira temporada sairá nesse mês. Tenho certeza que ela vai ser show, pois o último episódio da segunda temporada me deixou um enorme ponto de interrogação. Torço bastante pelo personagem Gleen, que mais gostei.

Eu SUPER indico essa série, principalmente para quem gosta de sangue, mortes e principalmente de zumbis. Caso queira baixar no mesmo site em que baixei, CLIQUE AQUI e faça bom proveito!

Vou cuidar em dormir agora.
Até