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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

RESUMO DOS ÚLTIMOS DIAS

Sei que estou muuuuuuuuuito sumido daqui, mas não por minha ausência na internet, pois estou aqui todos os dias. Na verdade, eu sinto um pouco de preguiça de organizar todos os fatos e registrar aqui, mesmo tendo toda a certeza de que quanto mais eu deixo de parecer aqui, mais as coisas vão acontecendo e se acumulando e consequentemente o post vai ficando enorme e eu caio no esquecimento. Além do mais, tenho o blog do Batalha dos Elementos pra cuidar e os meus outros, mais pessoal que esse. Fui convidado há alguns dias, atrás do meu blog mais que pessoal, para escrever em num outro blog, o qual estou até em atraso por lá - ambos não divulgarei. Me mandaram um e-mail elogiando a forma que eu escrevo e fazendo o convite e lógico que não tinha como rejeitar. Sei que não ganharei nada com isso, mas o meu prazer em postar é grande. Ahh, e eu meio que estou com desgosto daqui, ainda mais depois que mudamos o designer do blog do Batalha, achei lá tão massa que fico mais desestimulado em escrever aqui nesse designer antigão. Mas mudarei em breve com a ajuda do Marllon.

Enfim, melhor começar a registrar o que aconteceu nos últimos dias, né? Não vou contar tudo em detalhes, vou logo dizendo.

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FEIRA MULTIDISCIPLINAR EM CAXIAS - MA (30/11/2012)

Desde o começo do nosso curso já sabemos que isso iria acontecer, e foi quase um mês trabalhando em cima dessa feira. Às vezes eu ficava um pouco tenso, achando que não poderia ajudar, pois não sou muito ligado nessas coisas de montar uma experiência. Eu até sei que se eu me dedicar e colocar pra funcionar, funciona, mas até que o tempo estava pouco para a minha lerdeza. Mas a união fez tudo dar certo.

Nem preciso falar das coisas negativas que aconteceram, mas tudo no final acaba dando certo.

Na sexta-feira, saímos daqui ao meio-dia e chegamos por lá umas 14h, eu acho. Ao chegar, fomos lanchar o pastelão que o (professor) Karllyson tinha falado pra gente. Eu estava super ansioso por esse pastel e na hora ele nem estava tão bom quanto eu imaginava estar. Sei lá, acho que foi o queijo catupiri colocado em exagero. Enfim, mas curtimos demais essa hora.

Turma no segundo andar antes de comer o pastelão

A feira estava prevista para começar às 15h e um pouco mais do que isso chegamos no SESI/SENAI. Vimos todas as equipes arrumadas e andando pra lá e pra cá. Eu achava que teria muita gente lá, que iríamos cansar de apresentar, mas não, foi tudo tranquilo e na medida.

Não tinha começado ainda e assim eu ainda tive tempo de tomar banho e me arrumar. Foi tudo muito rápido.

Começou a apresentação da administração. A Michelle, responsável pela gente, falou um pouco da nossa turma e da nossa cidade e assim seguimos. Teve uma apresentação lá de uns meninos, uma mistura de swingueira, pop e outras coisas que eu nem sei mais. Isso até foi filmado por mim, eu até tenho o vídeo aqui, mas tô com aquela preguiça de upar.

A turma da tarde se dividiu e apresentamos o nosso trabalho, sendo que às vezes a gente rodava por lá vendo as outras apresentações. Eu vi poucas, mas foi legal. Conheci um amigo que fiz na internet, no qual faz parte da administração do Senai, mas lá ele não me deu muita atenção o que me deixou com um pouco de raiva, mas entendi que ele estava "trabalhando". Conheci também alguns visitantes que até me acharam no facebook mais tarde.

Nosso stand visto de cima

A apresentação da gente foi legal e ter visto novamente os instrutores foi melhor ainda. Nem preciso falar que dei altas risadas com o José Andrade, matei a saudade do Joelmir - no sério - e reencontrei o Franco, Wanderson e me entrosei um pouco mais com o Junielson, que também foram aprendizes um dia. A maioria da gente queria ficar para a festa, a banda Garagem Nacional iria tocar lá, mas não, não deu. Tudo bem, nem liguei muito mesmo.

Wanderson, Franco e Junielson - ex aprendizes e atuais instrutores do Senai

Não lembro muito bem a hora que chegamos em CN, mas sei que foi em uma hora exata e debaixo de muita chuva.

Foi muito legal estar lá, ter viajado com toda a nossa turma e ter vivido esse momento juntos. Espero que esse não seja o primeiro e único. Que venham mais viagens e mais coisas importantes para que façam com que a nossa união prevaleça.

CONFRATERNIZAÇÃO NO NASSAU (14/12/2012)

Uma ideia simples e legal vista pelo (professor) Karllyson de montarmos uma confraternização e despedida pra ele neste mês. Ele passou um bom tempo com a gente e seria bom mesmo ficarmos gratos a tudo através de uma diversão. Então, decidimos que iríamos ao Clube Nassau, pela piscina, claro, e pelo espaço amplo para as brincadeiras.

Detalhe: montei uma camisa para mim, para ser usada especialmente neste dia.

Fabrícia
Aproveitei pra empinar pipa
Todos aproveitando a piscina

Passei um pouquinho de raiva, mas montei algumas atividades (bingo, maratona...) e aproveitei a pipa, a piscina, os meus amigos e o dia como se fosse o último.

Teve amigo oculto, dança do Luan (Little Jackson) e outras coisas.

Foi legal e sem mais.

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Acho que só isso que aconteceu mesmo, pelo menos que eu lembre agora.

Até!

domingo, 1 de julho de 2012

FABRÍCIA NO FEMUSA, EM CAXIAS - MA

No começo da tarde estava despreocupado tentando consertar a sequencia de episódios de OC quando recebo uma sms do Luan de Abreu. Na sms, ele me perguntava calmamente se eu gostaria de ir com ele para Caxias, logo mais no final da tarde, já que a Lizandra convidou eu e ele, e ele me convidou. Sem paciência em responder sua sms, liguei pra ele, que foi logo me deixando a par de tudo.

Fiquei na dúvida em ir ou não. Mas, mesmo não tendo grana, dei um jeitinho e confirmei a minha ida. Como foi sábado, teria que ir ao catecismo, mas por um problema que houve há duas semanas e meu orgulho, desisti. Eu sei que faz mais de um ano que estou frequentado o encontro, mas não dá mais. Eu ainda sou dependente e essa dependência não está me ajudando como deveria. Lamento por mim.

Então, às 16h e pouco, combinei de encontrar com o Luan e fomos aguardar o micro-ônibus na casa da Lizandra. Ficamos mais ou menos uns vinte minutos esperando por lá, até que ele chegou.

Fiquei um pouco perdido, já que eram pessoas totalmente diferentes de mim, da minha religião, embora não frequente a minha. Ao entrarem, observei um pouco do pré conceito sobre nós, mas levei de boa e saberia que só era a primeira impressão e que isso é sempre normal acontecer quando há diferenças.

A viagem foi rápida, e chegamos na Igreja Adventista do centro mais de 19h. Liguei pra alguns amigos de Caxias só pra avisar mesmo que estava por lá, pois saberia que não poderia sair de perto de quem estava comigo. Confesso que estava morrendo de vontade de dar uma voltinha pela cidade com um amigo, mas eu respeito e tenho plena consciência dos meus atos.

Achei que esse FEMUSA - Festival de Música Sacra - fosse ser chato, mas me surpreendi. O coral estava lindo, composto de homens e mulheres, a sonoridade era incrível. Acabei conhecendo a Aglaupy, amiga da Gilmara. Quando fazia ensino médio com a Gilmara, por Aglaupy morar em Caxias, e por não conhecê-la, enviávamos cartas, camisas e tal... O nosso encontro foi simples, ela só me reconheceu e me deu um abraço. Simples. Quando sentei em um dos bancos da frente, atrás de mim estava uma Cíntia que foi logo me cumprimentando chamando pelo meu nome e conversamos um pouquinho. Não lembrava, e continuo sem lembrar dela, mas, enfim... mais uma amizade.

E aí começou o festival. Chamaram os candidatos que ficaram aguardando do lado esquerdo do palco.

Os três candidatos a serem julgados pelo jurados

O primeiro candidato (o de camisa escura) se apresentou e na minha opinião não foi lá essas coisas, era um tom baixo, meio tímido, cantava fora do playback... Eu, hein!? Logo após foi a Fabrícia, que se julgava trêmula enquanto subia para cantar. Não quero puxar saco por ser amigo dela, portanto, vejam o vídeo abaixo e deem suas opiniões.


Viu? Nem precisei puxar saco, né? Ela simplesmente DE-TO-NOU!!! Já tinha visto ela cantar, mas um hino tão lindo desse, ainda não. Me surpreendi com o vozeirão que ela tem e o meu voto de sucesso com certeza está aqui.

O terceiro candidato tinha uma voz muito massa, posso comparar com voz de cantor como David Archuleta. Voz jovem... nem sei mais como descrever. Mas a escolha da música não foi lá boa. Às vezes ele fugia do ritmo, arriscava uns gritos nada a ver, mas enfim, quem sou eu pra julgar, né? Não entendo nada de música. Porém, com certeza, ele se dedicando mais à voz, chegará ao sucesso e com certeza o CD dele eu compro.

A divulgação do resultado nem demorou e em um modo de falar sem suspense... FABRÍCIA ganhou! \o/

Já estou ansioso para a ida dela à capital, São Luis. Torço, mais do que todos, pelo sucesso dela.

Após sairmos da igreja, aguardando a Fabrícia dar seus abraços de fama, fomos em uma pastelaria próxima, de uns chineses. Nossa, muito engraçado como eles falam o português, é justamente como alguns imitam. Foi legal. De lá, voltamos pra cá. Foi a viagem mais rápida que já fiz em toda a minha vida. Cheguei aqui um pouquinho após 00h.

No mais, deixo aqui o meu agradecimento à Fabricia, Lizandra e Luan. Claro, aos familiares e amigos dela também, que foram bem divertidos na volta para cá.

Sucesso, Fabrícia. <3

sábado, 23 de junho de 2012

ARRAIAL DO SESI EM CAXIAS - FINAL #4

Seguimos com aquele sol de rachar para a rodoviária. Eu não sabia onde ela ficava, no entanto fiquei seguindo os demais. Coloquei os fones de ouvido e topei no volume mais alto, eu queria curtir um som enquanto via a cidade pra ver se o tempo passava logo e chegasse na rodoviária.

Durante o caminho, tirei algumas fotos pela cidade com a Gabi:

Acho que era na frente de uma escola


Tenho certeza que o Luan se chateou muito comigo durante o percurso. Sério, eu não sabia o que estava acontecendo comigo, cara. Não parava de cantar umas músicas do Justin Bieber e outras em inglês. Enquanto isso, eu atentava ele, ficava com a molecagem de sempre. Gabi, como sempre querendo se passar por "mãe" do Luan, ficou pedindo pra eu parar, mas nem liguei pro que ela dizia.

Só depois que chegamos na rodoviária que me toquei que não tinha irritado somente o Luan com o meu inglês desgramado, mas aos outros também. Às vezes eu via gente se distanciando de mim ou fazendo uma cara meio "esse daí que num tá ficando doido?".

Ao chegar na rodoviária, nos sentamos para depois procurar o que comer. A Fabrícia me surpreendeu comprando um picolé "prestígio" pra mim e um sorvete "prestígio" pra ela. Nunca tinha tomado um desses, só o biscoito mesmo e devorei como se fosse o único da minha vida.


Eu estava morrendo de fome e sabia que aquele picolé não era o suficiente. Caminhei com a Gabi procurando comida e nos deparamos com os aprendizes da manhã do outro lado da rodoviária tomando caldo de carne com ovos. Eu não sou muito fã, mas em última instancia, tomo, o que não aconteceu por lá. Eu estava afim de um salgado, coca-cola, mas por lá estava um pouco difícil.

Antes disso, tinha mandado umas sms pro professor Joelmir, avisando que estávamos aguardando o ônibus de 13h. Não tive resposta pelo celular, mas minutos depois ele apareceu por lá.

Ao chegar, foi logo nos convidando para ir mostrar um lugar diferente. Nisso, um cara encarregado nos futuros passageiros, acabou indo reclamar com ele, achando que ele estava nos roubando dele, sabe? Era como se o professor tivesse chegado lá pra nos levar de volta pra nossa cidade, entende?

Todos foram pra cima do carro e eu fui dentro, na cabine junto de Gabi e Larissa Emily.

Para chegar ao local, levamos uns cinco minutinhos, ou menos. Ele explicou que o lugar se chamava "Veneza" e que tinha um "banho" por lá. Falou também que lá tem uma lama onde as pessoas passam no corpo, algo milagrosa, que pode curar doenças, essas coisas... Além do "banho", havia bares, onde, em uma área a frente, na sombra de uma árvore, nos acomodamos.

Haviam meninos vendendo castanha e batatinha fria frita por lá. Como adoro castanhas, fui logo comprando. Gabi rachou uma batatinha comigo, só que nem comi muito por não estar quente.

Fabrícia e alguns na mesa estavam jogando um joguinho que estampava a mesa da Skol, um jogo mais para ser jogado em rodas de bebida. Era divertido ver eles jogando a tampinha e esperando saber o que tinha que fazer ou falar. Ficamos conversando, tomando refrigerante até aproximar da hora da chegada do ônibus.


Acabei nem tirando foto das pessoas banhando no lago. Nem me interessei, na verdade. Acho que ao fundo da foto acima dá pra ter noção de como era lá, né?

O professor além de bancar os refrigerantes, comprou um peixe enorme, assado. Como não gosto nem um pingo de peixe, só fiquei olhando enquanto todos devoravam. Ninguém me ofereceu, achei estranho, mas acho que pela minha cara já dava pra perceber o quanto eu não gostava.

Demoramos um pouco mais de meia hora por lá e o professor nos deixou de volta na rodoviária.

Nos despedimos e, claro, agradecemos pela grande assistência dele.

Ficamos acho que mais meia hora na rodoviária aguardando o ônibus chegar. Eu tava acabado, morrendo de sono e, sem vergonha, coloquei minha mochila de apoio na cabeça, como se fosse um travesseiro, os fones de ouvidos novamente e tentei tirar um cochilinho. Só tentei.


Na foto acima, tentei disfarçar a minha raiva de esperar e o meu sono, se bem que os meus olhos falam por mim. Tentei até dar um sorrisinho, mas ele não passou do que mostrou na imagem.

O ônibus chegou quando eu já estava quase descarregando. Pra sair da rodoviária e entrar dentro do ônibus fui, ou melhor, fomos obrigados a pagar uma taxa desgraçada de R$ 1,50. Quem mais ficou revoltada com isso foi a Fabrícia que já estava p* da vida, mas, como disse que fomos obrigados a pagar, pagamos.

A viagem foi tranquila e lá eu dormi, dormi, dormi, dormi... que nem percebi. Só fui me dar conta quando ouvi risadas alta do povo e quando me espantei e abri os olhos, muitas câmeras de celular estavam apontadas pra mim. Que ódio! Depois daí, nem consegui mais acalmar o meu juízo.

No mais, a viagem foi ÓTIMA!!! (palavra que escutei com muita frequência depois).

Aproveito aqui e agradeço ao professor Joelmir pela moral, força e assistência; sem ele estaríamos, de fato, perdidos. Ao pouco da manhã que estava lá: Gabriel, Fernando, Clécio e Adriano por ter nos dado espaço para amizade. A minha galerinha da tarde que me fez rir muito e que fez a viagem acontecer e, por fim, e não menos importante, claro, ao convite do Senai.

Obrigado!

sexta-feira, 22 de junho de 2012

ARRAIAL DO SESI EM CAXIAS - PARTE #3

Como falei no post anterior, não deixei ninguém dormir e nem dormi. Portanto, quando fui pegar um cochilo já estava tudo claro. Era mais ou menos umas 5h30 e apaguei após ter conversado muito com o Fernando.

Às 6h e pouquinho, a Gabi me triscava, me puxava e me empurrava, dizia que não era pra eu dormir e eu começava a criar ódio dela por isso. Mesmo torrando minha paciência, puxando meu lençol, e até esvaziando o colchão de ar, tentei pregar os olhos por pelo menos cinco minutinhos. Resultado: não consegui. Foi o jeito eu procurar algum lugar pra descansar ali, mesmo com o desconforto de estar morto-vivo, ou melhor, zumbi.

Resolvi ir tomar um banho, queria que fosse demorado, mas a fome acabou não deixado isso acontecer. Havíamos combinado que iríamos em busca de uma padaria pela cidade para tomar café, e assim fomos.

No começo da caminhada: eu, Fernando, Clécio, Adriano e Luan

Percorremos toda essa avenida

Andamos demais. Lembro que as minhas panturrilhas estavam em desgraça. Não sei o que houve, eu nem tinha andado tanto na noite anterior, mas quando acordei, não estava aguentando ficar de pé. O Fernando se queixou também por isso, o que me deixou mais tranquilo. Não sei porquê se deu isso, se foi pelo fato de termos andado e não dormido, sei lá... Isso influencia? Vai saber, né?

Decidimos parar e procurar um supermercado, comércio ou algo do tipo. Encontramos um, só que não vendia muita coisa. Mesmo muito cedo, já tinha gente bebendo e fumando por lá. Um senhor que por lá estava nos informou que mais na frente tinha um supermercado onde poderíamos tomar café. E então fomos em direção.

No caminho, um carro de som passava e bem na hora que comentei com quem estava ao meu lado que ele poderia falar com a gente, ele falou. Nos cumprimentou usando o termo "rapaziada" e afirmou que estávamos no "Arraiá" do Sesi. Foi engraçado essa hora, fiquei besta.

Enfim, encontramos o tal supermercado. Ao fundo, havia pães, bolinhos de queijo, frios e outras coisas que todo supermercado tem. Fui logo até o freezer e agarrei um achocolatado. Já tinha bastante biscoito no Sesi me esperando, mas a minha vontade de comer não poderia sair dali. Com a caixinha de achocolatado na mão, morrendo de vontade de abrí-la, fui logo atrás de algo salgado, poderia ser algum salgado, mas não tinha. Vi uns bolinhos redondos de queijo e pedi para a atendente pegar logo dois pra mim. Sem cerimônia, fui ao caixa, paguei, e fui para esquina do supermercado sentar na calçada e começar a comer. Devorei ali mesmo, na companhia de Gabriel.

Voltamos ao Sesi, e após outro banho pra ver se melhorava do sono, cai na piscina. O sol resolveu não dar o ar da graça e depois que entrei na piscina, só poderia sair quando realmente não quisesse mais estar lá. Se fosse sair pra ficar na beirada batendo papo com alguém, morreria de frio.


Como só era a gente ali, nem hesitei em tirar o calção e banhar só de cueca. Já é a segunda vez que faço isso, já está na hora de comprar uma sunga, né, Anderson Funnie? - rs.

Nem fiquei muito tempo de molho lá, conversei um pouco com a Fabrícia lá dentro, mas resolvi sair um pouco antes do sol aparecer e começar a esquentar, a ficar com aquele clima que eu gosto quando estou dentro da água.

Como as meninas, Larissa E. e Gabi, estavam descansando debaixo de uma árvore, curtindo o vento frio da manhã com os olhos fechado, resolvi usar o auto time do meu celular pra tirar minhas fotos em alguns pontos dali. E assim comecei.

"A cara da riqueza!" - gritou Fabrícia da piscina

Antes de disparar a foto, Fabrícia aparece ao sair da piscina correndo

Piscina ao fundo

Quadra de madeira do Sesi

Nas arquibancadas

Ah, antes que eu esqueça, durante essas fotos, um gatinho sempre nos seguia. Eu já tinha dado fé dele logo na primeira foto em que tirei, a que estou nas escadas, acima. Enquanto meu celular estava no chão, com o auto time ligado e eu estava posicionado para quando disparasse, esse gatinho ia em direção ao celular saber o que era, tentar cheirar ou quem sabe comer - rs.

Após sair da quadra, com ele nos seguindo, posicionei a câmera do celular bem na frente dele e tirei a foto abaixo bem no momento em que ele estava vindo na direção do celular, estranhando o aparelho.


Talvez esse gatinho estava carente, perdido ou em busca de seu dono. Não poderia tirá-lo de lá e mesmo assim minutos depois o perdi de vista. Ainda falando em gato, ele já está no tumblr novo da @quinhadepipoca, se quiser vê-lo no catgram, é só clicar aqui.

A Fabrícia acabou caindo na piscina novamente, e ficou lá nadando com o Fernando. Enquanto isso, conversei um pouco com o Clécio, enquanto os meus pés estavam mergulhados dentro da água.


Fui ao banheiro tomar meu terceiro banho do dia e depois me troquei.

Muitos idosos que participavam de danças estavam lá, sentados, aguardando não sei quem. Quando ainda estava no banheiro, me vestindo, escutei músicas de boi, aquelas de bumba-meu-boi, sabe? E fui, curioso, ver como estava por lá.

Os idosos estavam sendo ensaiados. Era muito divertido vê-los ali, dançando. Sei lá, essas coisas eu não sei descrever direito, mas deu tipo uma emoção, vontade de chorar ao ver que eles estavam ali, depois de muito tempo, dançando, se divertindo e gritando.

Fabrícia participando um pouco do ensaio

Em especial, gostei de uma senhora que estava dançando de uma forma tão diferente, humilde, se posso usar essa palavra. Eu só a observava, via o quanto ela rodava, tímida, porém feliz. As mãos batendo palmas fora do ritmo, um pé na frente do outro, foi incrível ver essa cena. Imaginei que um dia ela foi como nós, jovem, que aproveitou e certamente tem muita história pra contar. Queria ter tirado uma foto só dela ali, mas não tive coragem. Discretamente, ela aparece na foto abaixo, quando a Gabi aparece participando um pouquinho do ensaio também.

Após a Gabi, a senhora de saia azul escuro, com a mão no rosto

Como disse, ver aquilo tudo foi incrível, mas acabou. Um senhor estava conversando com o Luan e só lembro dele dizendo ao se despedir: "Seja feliz!". Eu sempre gostei de escutar essa frase e para mim, vindo de uma pessoa vivida é essencial. O ensaio acabou e todos foram embora... A senhora a qual falei, se despediu das demais com um sorriso empolgado, que poderia transmitir a ansiedade para o próximo ensaio.

Tudo voltou a ficar em silêncio, e ali mesmo onde estava, deitei, fechei o olhos, enquanto curtia Coldplay.


Quase 12h30, já com as mochilas arrumadas e sala limpa e organizada, olhamos com ar de despedida para tudo que estava ali e saímos, após a foto de despedida do Sesi:


quinta-feira, 21 de junho de 2012

ARRAIAL DO SESI EM CAXIAS - PARTE #2

Chegamos no Sesi quando já eram um pouco mais de 21h.

Achei que nem tinha muita gente por lá e após o professor estacionar o carro, fomos cumprimentar o cara pelo qual conversei por telefone, o Sérgio, que nos disponibilizou uma sala de aula para dormirmos. Depois fomos em direção à essa sala. Cheguei na sala, só tinha duas pessoas que eu nem me lembro, junto deles estava o professor José Andrade que fez uma expressão meio de decepção. Agora posso entender o motivo de ele ter ficado meio estranho durante toda a noite: a minha mentira.

Segundos depois, Gabi aparece descontrolada, dando um grito que fez até eco na sala. A emoção era tão grande de nos ver que ela foi logo abraçando a Fabrícia - rs. Depois ele comentou que estava muito preocupada e triste por saber que não estaríamos ali com eles. Acredito que tenha sido o alívio pra eles quando nos viram.

Aperreado e não querendo deixar de aproveitar nenhum segundo da noite, fui logo perguntando onde era o banheiro, eu queria muito tomar banho. Não lembro quem foi lá me mostrar o banheiro, mas ao entrar, três aprendizes da manhã já estavam tomando banho. Cumprimentei o Fernando que perguntou o que tinha acontecido de a gente ter aparecido, já que tudo indicava que não iríamos mais estar lá. Disse pra ele que depois explicaria tudo, e fui banhar. No banheiro, estava também Adriano e Clécio, que tinham acabado de tomar banho.

Saindo de lá, encontrei outra galerinha na sala de aula onde iríamos dormir e fui logo me arrumando. Enquanto as meninas se maquiavam, os meninos já estavam prontos, conversando e rindo demais de não sei o quê. Assim, fui ao banheiro mais próximo de onde estávamos, um que seria só nosso e tiramos algumas fotos no espelho:

Molecagem no banheiro masculino

Com Larissa Osório

De lá, fomos ver o que já faltava e esperamos a Larissa Osório maquiar a Fabrícia. Até que demorou um pouquinho, mas valeu super a pena.

Com Gabriella

Com Zenith

De lá, subimos para o local onde as quadrilhas estavam se apresentando. Nesse momento havia muitas pessoas assistindo as apresentações. Confesso que nem estava tão preocupado com isso, queria mesmo era ver e conhecer gente nova.



Demos várias voltas, não vi ninguém atraente, interessante por lá... Mesmo assim, não deixamos de registrar o momento:

Zenith, Larissa O., e Fabrícia

Fabrícia

Aprendizes da manhã: Fernando e Gabriel

Não senti fome por lá. A mousse e o pastelão que o professor nos deu horas atrás realmente encheram e olha que eu estava morrendo de medo de passar fome nessa viagem.

Durante as apresentações, conversava pelo celular com uma amiga que era daqui, mas que está morando em Caxias, a Neta. Ela ficou me usando de "pombo correio", pois pedia pra que eu ligasse pra fulano e dissesse algo, depois retornasse pra ela, ligasse de novo e depois pra ela... e isso chegou a me irritar. Mesmo assim, ela apareceu onde eu estava. Não chegou a entrar no Sesi, mas fui encontrá-la do lado de fora.

Ela queria sair comigo, topei, mas disse que não poderia demorar muito. Para que não ficassem preocupados com a minha ausência, mandei sms para a Larissa Osório avisando que tinha saído pra dar uma voltinha. Achei até que iria longe dali, mas só fomos na rua seguinte, em uma pizzaria. Ela e uma amiga, a Amanda, pediram hambúrguer e eu nada. Conversamos enquanto elas comiam e a Neta acabava fazendo eu beliscar o lanche delas.

Demoramos acho que uns vinte minutinhos por lá e depois voltei pro Sesi.

Lá, do nada encontrei o Matheus, meu amigo de "4ª série 'B'", sabe? - rs. Conversamos um pouquinho, apresentei a Fabrícia pra ele - sem segundas intensões, claro - e depois continuei por ali.

As últimas apresentações foram das quadrilhas daqui, de Coelho Neto. Cheguei a assistir um pouquinho, mas não tenho tanta paciência pra isso não. Juro que não queria estar na pele do professor José Andrade, que era o jurado. Que tédio!!!

As apresentações já tinham terminado, a quadrilha vencedora já tinha sido divulgada e todos estavam indo embora. Ficamos por ali, se sentindo mais a vontade e aprontando com os manequins.



Antes de irmos para a sala com o propósito em dormir, andamos pelo Sesi. Vimos as piscinas e subimos os andares.


Já após às 00h30, fomos procurar uma pizzaria. O professor colocou todos em cima do carro e andamos um pouquinho. O pneu até furou, mas com ajuda do Fernando, tudo foi consertado mais rápido.

A pizzaria parecia que já estava fechando e mesmo com pena dos funcionários, pedimos quatro sabores em duas pizzas gigantes. Enquanto isso, observava o atendimento dos funcionários para o cliente, que demonstravam logo uma má vontade me atender. Reconheço que esse trabalho é torturante, pois tem hora pra entrar, mas não tem pra sair. No ano passado vi de perto tudo isso. Às vezes o funcionário nem tá de mau humor, mas quando ele quer ir embora, cansado, já sabe como é que é, né?

Clécio, Gabi, Larissa O., Gabriel, Zenith, Larissa E. e eu

Enfadados, todos de barriga cheia, voltamos ao Sesi. Como tinha pouca gente, até tentei desdobrar dançando um forrozinho com a Gabi antes de ir dormir:


Depois, fomos então nos acomodar no colchão de ar da Fabrícia e Larissa Emilly. Eu tinha levado lençol, e mesmo com o ar condicionado ligado, ligamos também os ventiladores pra ficar muito mais frio.

O bebedouro era do lado de fora, lógico, então os seguranças do Sesi apareceram na janela e perguntaram se iríamos tomar água durante a madrugada. Respondemos que não, então eles nos alertaram que andavam por ali armados e que supostamente poderíamos ser confundidos com algum ladrão. Caso a gente fosse sair, que os chamassem - eles até deram o nome deles -, mas nem precisamos. Antes de eles aparecerem, já havíamos enchido duas garrafas de água mineral que deu para a madrugada toda.

Como ainda, nos da turma da tarde, não somos tão entrosados com os da manhã, fiz o jogo da garrafa, fugindo um pouco do jogo "verdade ou desafio?". Ao girar a garrafa e parar, um lado poderia fazer pergunta e o outro responder. As perguntas eram simples, foi interessante demais esse jogo. No final, todos já estavam amigos e fiquei orgulhoso de ter conseguido o que eu queria.

Na pausa da escolha de outro jogo

Jogamos outros jogos, e assim foi a madrugada.

Conversei bastante com o Fernando, líder da manhã e acabamos dando a nossa opinião sobre a turma, algumas ideias de planos futuros...

Enfim, não deixei ninguém dormir - e nem dormi.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

ARRAIAL DO SESI EM CAXIAS - PARTE #1

PARA NÃO DEMORAR MAIS DO QUE JÁ ESTÁ DEMORANDO, PUBLICAREI EM PARTES SOBRE A VIAGEM PARA CAXIAS. TENHO MUITA HISTÓRIA PRA CONTAR, POR ISSO, PACIÊNCIA E... BOA LEITURA! :-)

Duas semanas antes, com a visita da coordenadora Denise à nossa turma, ela nos fez um convite que despertou tanto interesse meu, quanto de algumas pessoas da turma. Ela falou, então, que no dia 16 e 17 teria um "arraiá" por lá, em Caxias, e que gostaria de nos ver. A Gabi foi logo me triscando, interessada, e aquilo me despertou mais vontade.

A partir daí tudo começou. Comecei a economizar dinheiro e todos os dias perguntava da turma quem realmente queria ir. Alguns já diziam logo que não, outros ficavam na dúvida. Sendo assim, passei uma folha de caderno para que quem estivesse interessado colocasse seu nome nela. Lógico, comentei sobre isso com a turma da manhã também.

Foi tudo muito aperreado, ir atrás de van, ver a situação da Fabrícia, pois ela é adventista, lugar, comida... Tive que ligar para alguém de lá do Sesi, para ver se poderiam nos disponibilizar algum lugar para dormir, pois já tínhamos em mente que iríamos no sábado e voltaríamos no domingo. Tudo foi um pouco estressante, mas tudo deu certo.

Como no sábado (16), pela tarde, alguns estavam indo de van, enquanto isso eu estava vendo alguns episódios de O.C tranquilão na cama e depois fui cuidar em arrumar a minha mochila. Já pronta, às 16h, fui até ao catecismo, onde nem gostei tanto do que aconteceu por lá e após lá, segui para a rodoviária.

Odeio esperar, sendo assim, liguei logo para a Fabrícia pra perguntar onde ela estava. Por um momento, achei que ela fosse perder o ônibus e sem ela eu não viajaria, mas ela chegou a tempo. A viagem foi super tranquila e durante ela, conversamos demais, conversa produtiva, claro.

Havíamos combinado com o professor de nos pegar no "Descanso" às 19h em ponto, e assim fomos mesmo sem comunicação. Na verdade, não sei o que aconteceu, mas o número que eu estava ligando para o professor antes de sair da cidade, não era o dele. Com isso, a tensão começou por aí.

Quando chegamos no "Descanso", tudo estava escuro. Não havia nenhum barulho por ali, desconsiderando o dos grilos, e dos carros passando pela BR. Até que eu não estava muito preocupado, estava certo que o professor apareceria - ou não. A Fabrícia sugeriu que fossemos a um restaurante próximo de onde descendo do ônibus, a luz de lá estava acessa. Quando nos aproximamos mais, próximo das cadeiras, do nada a luz apagou. Foi um espanto aquilo, até que vimos um rapaz por ali, dentro do restaurante fechado. Fabrícia o cumprimentou de longe e perguntou se poderíamos esperar ali, sentado nas cadeiras das mesas, enquanto nosso professor viria nos buscar. A resposta foi negativa, um silêncio foi a nossa reposta negativa. O rapaz, então, pediu para que ficássemos nas cadeiras de macarrão, logo a frente próximo de algumas plantas. Fabrícia agradeceu a "gentileza" do rapaz na medida em que colocávamos as mochilas no chão.

Fiquei olhando a minha volta, o medo começou a tomar conta de mim, até que em menos de um minuto, após Fabrícia orar, o professor apareceu. Por estarmos atrás de algumas plantas, jarros de panta, o gritei. Ele ficou atento e foi logo brigando, nos chamando de irresponsável e tal, mas com um tom nada agressivo, como se fosse um pai falando com o filho, sabe. Ele falou que estava esperando a minha ligação e foi daí que vimos que eu tinha agendado o número errado. Ele falou também que estava preocupado, que mesmo não ligando pra ele, tomou a iniciativa e me ligou, vendo que eu estava fora de área. Isso o fez se tocar que estávamos na estrada.

Do "Descanso" para Caxias foi tudo tranquilo, tiramos mais ou menos uns dez minutinhos. O professor Joelmir foi super atento e acabou sendo o nosso "guia". No meio do caminho, ligamos para o professor José Andrade, mentindo, dizendo que não tinha dado certo a nossa ida e blá-blá-blá... Ele acreditou e sentiu muito por isso.

Passeamos pelas ruas, o professor mostrava tudo, dizia o que era isso, o que era aquilo e, como se fosse nossa primeira viagem a um lugar, ficamos maravilhados.

Chegamos, enfim, a casa dele, fomos muito bem recepcionados pela filhinha dele de apenas 2 anos toda de vestido de quadrilha, sua mulher, seu pai que já estava na sala vendo TV e por uma mousse de maracujá delicioso sobre a mesa. O professor pediu para ficarmos a vontade e não querendo rejeitar por educação a mousse, fomos lá devorar.


Devorando a mousse de maracujá

Enquanto isso, o professor tomava banho e sua mulher se preparava também para ir ao Sesi conosco.

Confesso que estava muito ansioso pra conhecer o Sesi e não via a hora de chegar lá e fazer a surpresa aos meus amigos, pois aquela hora todo mundo já sabia pelo professor José Andrade, que "não iríamos mais" - rs.

Da casa do professor, fomos à um lugar onde vende pastelão e espetinho. O lugar era comum, assim como aqui em Coelho Neto, as mesas ficavam na calçada e a churrasqueira também. Só havia um diferencial por lá além da venda do pastelão, claro. Lá tinha um campo de futebol ao lado, inclusive estava havendo jogo nessa hora. Por curiosidade, perguntei ao professor se alguma vez alguém já estava lanchando por lá e a bola foi chutada pra em direção a eles. Ele disse que isso sempre acontece, que o cunhado dele que mora próximo, disse que reclama todos os dias por conta disso, pois a bola sempre é chutava em direção a seu telhado.

E lá se vem nosso pastelão, acompanhado de um cheiro ótimo de queijo derretido. As opções eram queijo, carne e frango. Fabrícia e eu comemos de queijo, o professor de carne (exageradamente recheado de carne) e a mulher dele de frango. Ficamos por lá mais ou menos uma meia hora.

Ao sair, demos uma contornada pela cidade, passamos pelo centro e o professor apresentando tudo. Nem decorei muito o que ele estava dizendo, muito menos os lugares onde passamos, acho que por ter sido à noite, nem tudo era tão claro para mim.