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segunda-feira, 27 de junho de 2022

UM FINDI NORMAL

Todas as vezes que é uma segunda-feira após eu ter passado um final de semana em Teresina, chego com a sensação de que acordei de um sonho. Eu não sei explicar muito bem, mas parece que tudo que vivi em poucos dias fez parte de um outro mundo, sabe. Eu não sei explicar de verdade essa sensação que só sinto aqui.

Na madrugada, não consegui dormir direito. O frio do ar condicionado me incomodava juntamente com o fato de ter que compartilhar a cama com alguém. Eu em um sono normal já me mexo, imagine quando estou ansioso... Havia colocado o despertador, como em todo domingo pra voltar, às 4h30. No intervalo de 22h até esse horário, fiquei acordando pra verificar o celular... O meu medo era do despertador tocar e acordar não só a gente, como a toda vizinhança. 🤯

Com a calma de sempre, consigo cronometrar o tempo certinho: acordar, tomar banho, colocar uma roupa, comer algo (quando tem fácil), mexer no celular um pouco e depois pedir Uber. O Uber é bem difícil nas madrugadas, mas até que nas ultimas três vezes, consegui com certa rapidez.

Cheguei em Timon e peguei o ônibus um pouquinho próximo de 6h, que é justamente o horário que ele parte para Coelho Neto. Nessas ultimas vezes também ele tem atrasado a sair, bem estranho, mas penso que tudo no tempo de Deus e é sempre Ele agindo.

Como em viagem não consigo dormir, meu pensamento vai a mil. Eu tenho muita gratidão e penso com carinho nas pessoas que me fazem bem. Geralmente tenho um flashback de como conheci as pessoas, como elas representam pra mim e nisso meus olhos vão enchendo de lágrimas. Me seguro e busco “curtir” a viagem. Ao mesmo tempo, penso nas pessoas que me sentia na obrigação de ficar perto pra não me sentir sozinho, mas é aí que a estupidez fala mais alto. Sou tão rancoroso e isso acaba passando por cima do bem, mesmo sendo quase raro, que as pessoas fizeram por mim. Amizade é uma troca, e não só de favores.

Ao chegar em casa, um pouco mais de 8h20, só tirei o calção e pus uma calça para trabalhar. Cheguei cansado, mas dei conta do que tinha que fazer. Ao chegar em casa, um pouquinho antes de meio-dia, coloquei o despertador para 14h30 e apaguei. O sono foi pesado mesmo, mas ainda assim acordei antes do despertador.

Ah, já ia esquecendo... Lá em Teresina vi os tios do Pedro que vieram de Portugal, Edivan e Fabricia. Percebi que Edivan continuava do mesmo jeito e Fabrícia estava mais ativa, conversadeira e carinhosa – não que ela não fosse, mas foi a primeira vez que a vi assim. O nosso encontro foi bem rápido. Nos encontramos às 22h do sábado e fomos embora um pouquinho mais de 23h. O shopping estava fechando, as barracas de comida também e o parque de diversões que eu queria tanto... Ainda assim, por sorte, comi um brownie e bebi água. Eu estava morrendo de fome!!! 

Foi basicamente isso. Tive uma folguinha aqui e resolvi registrar um pouco o meu final de semana. Nada de mais, mas tudo bem especial e fora da casinha, fora da casinhaaaaaa... 🎵

quinta-feira, 26 de maio de 2022

RESUMINHO DE ABRIL

Estou aproveitando um momento de folga aqui no trabalho pra registrar aqui. ⏳

No começo do ano, além de me prometer várias coisas que estou cumprindo, prometi também que pelo menos uma vez por mês eu apareceria aqui pra contar alguma coisa, mesmo que fosse pra contar que não fiz nada, ou que estava na mesma rotina. Eis que o mês passado não dei as caras, olha só que irresponsável. E, mesmo querendo dar uma desculpa, nem é, pois estava de férias. Fui ao Rio de Janeiro ver os desfiles das escolas de samba com Pedralton. Além de, claro, fazer meus “encontrinhos” e viver as férias à minha maneira.

Ver o Cristo é coisa de louco!!!

Não tem como não agradecer a Deus.

Olha a Mangueira passando... - rs.

No Rio, conheci pessoalmente, após mais de 15 anos de amizade virtual, o Saulo Veloso. Nos encontramos no Shopping Praia Bota Fogo que era bem próximo de onde estávamos hospedados. A Thaís, namorada dele, também estava lá com a mãe dela. Passamos à tarde toda papeando e comendo. Foi muito f*da!!!

A vista atrás é real.

Em outro dia, após sair do Bondinho do Pão de Açúcar (cof! cof! 😮‍💨), fui encontrar o Nuno (Anderson Bruno) próximo a praia de Copacabana – ou era lá? Fui sozinho de Uber e deu tudo certo. Era final da tarde e passei por uns momentos de insegurança, sei lá, não me senti bem e quase fomos assaltados. Sim, há lugares no Rio que são realmente perigosos. Talvez se eu estivesse com os meninos (Pedralton), certeza que não estávamos mais com celular e carteira. A minha sorte foi que o Nuno era um carioca característico. O sotaque, a camisa do flamengo e o jeito dele me deixou um pouco mais seguro. “Confia em mim” foi a frase que deixava o meu coração mais tranquilo. Por fora, acredito eu, estava normal, mas por dentro era uma mistura de medo, tensão, “o que eu tô fazendo aqui?” e muitas outras questões. Nos livramos de um assalto por isso. Queria muito poder detalhar isso aqui, mas tenho preguiça de repetir sempre a mesma história. Quem sabe um dia, né!? O f*da é que no dia seguinte, quando fui pra Praia de Ipanema com os meninos, fiquei o tempo todo com a cara de c*, pois não queria estar lá e me senti obrigado a ir, meio traumatizado da noite anterior. É estranho a abordagem dos vendedores, a forma como eles falavam me dava nos nervos... Nesse dia enesolarado, fiquei embaixo do guarda sol, com o celular grudado com força na mão e torcendo pra não acontecer um arrastão. 😕

Andersons.

No último dia, reencontrei a Becky. ❤️ Nos conhecemos pessoalmente, também após uns anos de amizade virtual, quando fui ao Rio pro último show da turnê de retorno de Sandy e Junior, em 2019. Nesse segundo encontro, ela disse que mudei muito e que eu estava até bebendo – rs. SIM, eu bebi com ela em um barzinho super vibes que ela indicou. A comida lá é bem diferente do que estamos acostumados aqui no Nordeste. Provei um pouco da comida dos meninos e eu, com medo de gastar dinheiro com algo que não conheço e acabar passando mal depois, pedi uma pizza só pra mim com uma cervejinha que tinha a mesma pronuncia do nome da Becky. Jamais vou esquecer do drink de coco – quem me conhece sabe que eu amo tudo que tem coco – que não tinha mais no cardápio, mas que Becky pediu pra fazer. Delícia demais!!! 🍸

Becky is back.

Ao voltar do Rio pra Teresina, tivemos uma conexão de muitas horas no Recife. 🛬 Por que não dar uma voltinha por lá? Já havia combinado com o Filipe Lima e deu tudo certo. Assim que chegamos no aeroporto, chovia, mas isso não impediu de sairmos. Vimos anoitecer dentro do Uber até chegarmos no condomínio do Filipe. Ele nos levou pra comer, depois fomos pro Marco Zero, Centro Histórico, paramos pra batermos mais papo e seguimos de volta pro aeroporto. Agora, sim, com Recife, conheço 10 estados do Brasil. O meu sonho é conhecer um pouco de todos.




Chegamos um pouco mais de 00h em Teresina e teríamos que pegar estrada pro Ceará. O combinado seria chegarmos em casa, tomar banho, tirar uma soneca e umas 3h pegar estrada. Quem disse? Só foi banho, arrumar outras malas, jogar tudo no carro e seguir. Eu nunca tinha feito uma viagem tão ruim na minha vida! Estávamos virados, cansados, meu Deus!!! Pedro e Dalton ficavam reversando a direção enquanto eu rezava para que nada acontecesse de ruim na estrada. Atraquei dois cintos do banco de atrás em mim: o do lado, que passa pelo ombro e vai para a cintura e o do meio que pega somente a cintura. Ali, tentei dormir, mas não conseguia. Minha vista via sempre dois e no meio da madrugada eu acordava com faróis em cima de mim, parecia que ia acontecer uma colisão. Vi, em alguns momentos que estive acordado, Pedro se espantando no passageiro quando o Dalton dirigia e vice-versa. Foi tenso! Chegamos em casa umas 7h e pouquinho, nem lembro se tomei banho, só tirei a camisa, o calção e, de cueca, me entreguei àquela cama. 🛌🏻

Passei o restante das semanas antes de encerrar as férias no Ceará. Fomos à Praia, aos Lençóis, comemos fora, maratonei a série De Volta aos 15, vi vários capítulos da novela A Viagem, vi com o Pedro um pouco do reality Túnel do Amor e acompanhei No Limite nas noites da Globo. 🤓


No ultimo dia de férias, um dia antes de voltar a Coelho Neto, namorei um pouco. 🥰 O nosso quinto encontro não foi como eu queria, mas o sexto foi incrível. Não tenho certeza das coisas da vida, mas estou buscando ter calma pra conhecer, pra que tudo dê certo e que eu não sofra num futuro próximo. Tudo indo no tempo de Deus e se for pra ser, será. 🤞🏻

Voltar a realidade foi bem difícil. 🥺 Na segunda (09/05), eu estava rente no trabalho. Era como se eu tivesse sido acordado de um sonho, sabe. Mas o que me motivou mais era fazer mais dinheiro pra curtir muito mais nos próximos meses ou ano. Depois da pandemia, a minha cabeça ecoa “aproveita, mermão, se joga”. Felizmente não houve nada de errado no meu trabalho com a minha ausência. Também, deixei tudo pronto, as anotações, os problemas que poderia sugir... Amém, amém, amém! 🙏🏻

👀 Acabei de ver o quanto escrevi e, meu Deus, eu não contei nenhum detalhe pra valer desses dias. Se o resumo foi assim, a viagem toda seria um livro. 👀

Na verdade, o desabafo que eu queria fazer aqui nem era sobre as férias, sobre os acontecimentos de abril, mas sobre o meu choro de ontem antes de dormir, por descobrir algo que me deixou feliz por um lado e triste por outro. Eu continuo precisando de ajuda pra entender certos sentimentos que tenho e o meu maior medo é ser possessivo. 💔❤️‍🩹😢

Estar digitando aqui me fez bem, depois de ter contado sobre a viagem, vivi em pensamentos os momentos que registrei acima e isso me deu um gás de alegria que nem preciso mais falar de tristeza aqui. 🙂 O tempo vai resolver essas minhas angustias, eu tenho certeza disso. 

Obrigado e tchau! 🫰🏻

terça-feira, 14 de agosto de 2018

O DIA QUE EU CONHECI LORELAY FOX (DANILO DABAGUE)

Há alguns dia, vendo os stories do Instagram, apareceu Lorelay Fox falando algo com a menção @nordx_. Ativei os volume e ela foi logo dizendo que estaria em Teresina e tal, tal tal... Mandei logo por direct o story para o Pedro e comentamos sobre. De fato, ele já iria pra Teresina e, no meu caso, só dependeria se o meu dinheiro caísse na conta um dia antes, na sexta, já que ela iria apresentar no sábado.

Quem me conhece sabe que boate não é pra mim pelos seguintes motivos: música alta, gente esbarrando em mim, bebida, loucura e dança. Eu não consigo gostar disso, sério. Mesmo assim, quis me atrever.

Na sexta, 10, minha grana caiu na conta e à tarde fui de "carona" com Vitor e Thalys pra Teresina. Chegamos lá um pouco mais de 16h... Mais tarde, Dalton e eu teríamos que pegar o Pedro na rodoviária.

Até então, tudo certo.

Na madrugada, combinei com Pedro de acordamos cedo, umas 6h, 7h, irmos para a piscina e depois, umas 10h, irmos ao shopping comprar esses benditos ingressos.

E assim se fez. Deu tudo certo!

Quase 11h do sábado, fomos ao Teresina Shopping, compramos o ingresso. Pedro aproveitou pra comprar uns presente pra dar de Dia dos Pais, que seria no domingo. Além disso, ele foi procurar uma "bruzinhas" pra ele ir mais tarde para a balada.

Novamente, tudo certo... Aliás, não tão certo assim.

Como as opções no Teresina Shopping eram poucas, resolvemos procurar algo mais em conta dno Shopping Rio Poty e foi ali que começou tudo.

Desde cedo, quando acordei, fiquei ligado no Instagram para acompanhar os stories do Danilo. Lembro que ao acordar, já se faziam duas horas que ele havia publicado na fila de entrada da aeronave. Após isso, por várias horas, não postou nada.

No Shopping Rio Poty, em uma loja de roupas, tentei conectar meu celular nos dados móveis para ver se havia atualizado algo, mas a conexão estava ruim, não conseguia abrir nada. Pedro, antes de ir provar a roupa, me deu o celular, para tentar a conexão com a operadora dele. Na verdade, eu pedi o celular dele pra ver. Foi aí que Danilo havia postado há 3 minutos um story comentando sobre o calor de Teresina. O filtro que ele usou era preto e branco, mas quis entender o cenário de onde ele estava. E sabe onde ele estava? No mesmo Shopping que eu, só que no andar de cima.

Rápido, entregue uma sacola que estava para o Pedro e disse que iria lá, encontrar ele. E, com o coração na mão, meio nervoso, fui.

Ele estava em uma mesa grande, redonda, rodeado de pessoas, acho que os contratantes da festa de mais tarde. Um pouco tímido, cumprimentei todos com um "boa tarde!" e pedi licença. Danilo nem olhou para minha cara, sequer me respondeu de volta. Estava concentrado no celular, usando os fones de ouvido e tomando um milkshake. 

Foi quando fui ao lado dele e o chamei pelo nome: "Danilo!?". E ele foi logo abrindo um sorriso.

Confesso que eu estava bem nervoso, mas só queria um abraço ali.

Ele ficou olhando para mim enquanto eu ficava hipnotizado na cor daqueles olhos e naquela pele branca. Perguntei como ele estava, se estava gostando de Teresina e, claro, comentei sobre o calor. O calor estava mais fora do que dentro do Shopping, foi o que expliquei pra ele. Ele ficou zoando com o meu nervosismo e, com carinho, me abraçou, ouvindo, certeza, o meu coração acelerado. A primeira tentativa da foto foi fail, pois eu estava tremendo. Foi aí que sentei, pedi pra ele sentar também e dei meu celular pra ele tirar.


Segundo depois, um fã apareceu e foi cumprimentar também. Nisso, meio de canto, avisei que só iria chamar Pedro e Dalton e que voltaria logo, para que não saísse dali.

Desci de volta pro andar onde estavam os meninos e já fui chegando mostrando a foto. Em seguida, só disse: "Vocês estão ligados que ela só está esperando vocês, né?". Falei a verdade e com uma forma para que eles se apressassem.

Uns 20 minutos depois, fomos novamente.

Cheguei na mesa onde estava Danilo, pedi licença novamente e apresentei meus amigos.

Depois disso, muitas horas de conversa, risos e abraços e fotos. Acredito que fomos os únicos a conversar mais tempo com ela ali. Eu ri tanto e fiz tudo que eu queria fazer. Eu segurei a mãozinha dele e ele, por algumas vezes, fez carinho na minha barba. Ele realmente é IGUAL o do youtube, bem mais bonito, claro e com todos aquele palavreado que é único dele.


Foi uma tarde bem feliz.

Ahhh, já ia esquecendo. Em um dos momentos, pedi pra ele mandar um áudio pra Dalila que surtou, claro - rs.

Na conversa, perguntamos que hora seria a apresentação dele e ele disse que umas 3h da manhã. Como a gente não curte muito balada, então combinamos de ir bem mais tarde, já que ela começaria às 23h. Mas tem um porém: estávamos com os ingressos da Dalila e seu namorado. Ela ficou um pouco p*ta com a gente, mas tudo rolou bem.

Dalila, Pedro e Dalton dançaram muito enquanto eu ficava ali sendo mais um tentando me divertir, mas com a cara fechada, estranhando tudo aqui. Vi alguns amigos de CN e cumprimentei, já outros do Instagram também que falei, mas fiquei tímido.

Assistimos a apresentação e tiramos foto com ele, dessa vez como Lorelay Fox.

Ao sair de lá, amanhecendo, fomos comer hambúrguer e seguimos de volta pra casa.

Foi um dia pra guardar. A gente teve muita moral.

"E é nessa que eu vou!" 💋

Até! 

domingo, 8 de maio de 2016

FÉRIAS: CN → THE → GYN → UDI #24

(...)

Na verdade eu estava bem ansioso pra voltar pra Teresina. Eu queria entrar em um avião novamente, sentir aquela sensação, mas dessa vez, na luz do dia.

O engraçado é que Mister Job sempre estava comigo, ali vendo tudo. Quando entrei na aeronave de BSB para THE, logo na entrada a mesma aeromoça do meu voo de vinda de Teresina disse:

- Você que veio de Teresina, né?
- Aham!
- Sim, eu conheci pelo boneco.

E sorrimos antes de ela me desejar uma boa viagem.

Tudo se passava como em uma cena de filme. Eu olhava pela janela enquanto ouvia umas músicas no fone de ouvido. Era tudo bem dramático, meio que uma avanço, um sonho, algo que não sei descrever com palavras o sentimento de estar ali.

Já um pouco mais sem vergonha, peguei o celular do bolso da calça e resolvi fazer alguns vídeos curtos do registro que jamais sairá da minha cabeça: da terra vista de cima - isso quando as nuvens resolvem deixar.


Acima, o primeiro vídeo que fiz, me surpreendendo ao ficar por cima das nuvens.

Abaixo, o momento em que estávamos quase descendo em Teresina:


O que mais me incomodou durante essa viagem de volta foi uma dor horrível de ouvido que senti. Eu juro que é uma dor insuportável, muito pior do que os frios na barriga que às vezes dava durante a viagem.

Embora antes muito ansioso, eu já não via a hora de sair dali. Eu queria a terra, eu queria voltar pra casa, tomar um banho, dormir... Eu estava tão agoniado para descer que quando saí da aeronave em Teresina, ia esquecendo de pegar a minha mala. Fiquei totalmente desorientado por conta do meu ouvido. Eu ouvia tudo bem distante, bem baixo. A minha garganta para completar estava seca e quando eu engolia saliva sem querer, sentia um estouro. A sensação é a pior!

Peguei um táxi e me mandei pra casa. Como sempre, o sol estava matando, juntando com aquele calor insuportável e a camisa manga longa que eu usava, mesmo o táxi com ar condicionado.

Ao chegar em casa, um pouco mais de meio-dia, na correria e desespero, tirei toda minha roupa e deixei jogada no chão. Entrei no banheiro e rapidamente liguei o chuveiro. Fiquei ali por mais ou menos uns 20 minutos direto, sentindo uma sensação boa, como se estivesse limpando toda a minha alma e descarregando todo o meu cansaço com aquela água fria.

Coloquei um calção e apaguei na cama,  vindo a acordar morrendo de fome no final da tarde com o Dalton acabando de chegar do trabalho.

Sem demora, preparamos o jantar e na mesa contei toda a minha viagem. Ficamos comparando tudo, fiquei falando como eram os pais do Augusto, o Augusto, o Breno, a Tássya, o Igor e como foi dormir no mesmo quarto do Weuller.

Sendo assim, encerro aqui toda a minha trajetória - demorada! - da minha primeira viagem sozinho, de avião em busca de coragem e amizades para a vida toda.

Ahh!!! Quem me acompanha nas redes sociais, viram que Augusto também veio conhecer o nordeste no começo desse ano. Claro, para compensar tudo que ele tinha feito por mim quando estive em Goiânia, dei toda a moral que ele precisava por aqui. Fui buscá-lo na rodoviária, levei em alguns pontos turísticos de Teresina, restaurante e apresentei os meus melhores amigos... Tenho certeza que disso ele não tem nada a reclamar.

Obrigado a quem acompanhou até aqui e, depois de tantos posts sobre, espero que vire livro - rs.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

FÉRIAS: CN → THE → GYN → UDI #6


O avião saiu do lugar. Percorremos um caminho devagarzinho até que as turbinas foram ligadas. Olhei para meu lado direito onde a menina estava e ela estava com as mãos dadas, entre as pernas e com a cabeça baixa, como se pensasse: "Seja o que Deus quiser!" - rs.

A sensação de voar é tão boa, mas tão boa, que se eu soubesse que seria assim, já teria juntado dinheiro e comprado um jatinho só pra mim - rs.

Brincadeiras a parte, é como voar mesmo, sem sentir os pés no chão. Não sei bem como explicar isso, mas a sensação é a melhor possível - tirando frios na barriga surpresa - rs. Você vê que tudo está cada vez ficando menor e que a cidade acaba virando maquete de luzes acessas. Aqueles pontos de luz em movimentos dos carros e os parados de poste, lhe dão uma gratidão imensa por estar vivo e ver tudo aquilo.


A minha ansiedade, após já ter saído do chão, claro, era que o dia amanhecesse logo, pra eu ver como seria tudo no claro.

Na foto acima, estava amanhecendo ainda. O degradê no céu é maravilhoso, são cores que se transforam em outras, mas sem deixar a sua cor. O branco vai virando azul, que vai virando amarelo, que depois fica alaranjado e que dá pra ver as nuvens e, enfim, céu azul.

E assim se passaram as minhas duas horas de viagem...

FÉRIAS: CN → THE → GYN → UDI #5

(...)

Ao subir a escada da porta da aeronave, pensei muitas coisas. Pensei, inclusive, em mais uma coisa que riscarei na minha lista de desejos que fiz assim que comecei a escrever aqui. Preciso voltar depois nesses arquivos para saber quais os "sonhos" que já foram realizados.

Em cima, a aeromoça (ou é comissaria de bordo?) olhou para mim e mesmo estando tudo escuro da noite, me desejou um "bom dia!" bem fingido, o que numa fração de segundos cai na real de que já havia se passado das 4h e o dia logo mais iria clarear.

Fui procurando o meu assento. Nele, ainda na poltrona do meio, apenas uma menina, jovem, tímida, morena, usando roupa de frio e com sua feição bem simpática. O que eu mais queria ali era conversar com alguém. Poder demostrar o meu medo e felicidade de estar dentro de um avião.

Ela me deu espaço para passar, já que meu assento era o da janela e, passeando com meus olhos, observei tudo que estava a cerca de mim. Inclusive, achei que estava encarando demais a aeromoça que me deu bom dia - rs.

Tudo normal, até a hora da aeronave sair do lugar. Tipo, respirei fundo e VAMOS LÁ!

Ahh, já ia esquecendo de um detalhe meio que engraçado que me aconteceu nessa hora. Após a aeromoça ter dado as informações do voo, a menina que estava do meu lado tentava apertar o cinto. Ela tentava, tentava e tentava e nada de conseguir. Acho que a bichinha estava tão "atarentada" que tinha vergonha de perguntar. Nessa hora, tentei ser um cavalheiro e falei:

- Posso colocar!?

Ela me olhou meio tímida e confirmou com a cabeça que sim.

Mostrei discretamente como se fazia e ela agradeceu. Em seguida, alguém que parecia ser avó dela, sussurrou alguma coisa em seu ouvido e deu alguns chicletes pra ela, que não guardava nos bolsos da camisa e que mexia e apertava enquanto as pessoas entravam ali, como se fosse algo que pudesse aliviar a sua tensão.

Sem querer deixar pra lá e ainda com aquela vontade enorme de conversar com alguém, puxei assunto:

- É tua primeira viagem de avião? - perguntei baixinho para que ninguém pudesse escutar, nem ela se sentir constrangida.

- Sim! - me respondeu seco e no mesmo tom que eu.

- A minha também! - retruquei na mesma hora, concluindo a frase com um sorriso amarelo, tentando deixar ela super a vontade.

Imaginei toda aquela cena de filme, de dizer pra ela que quando estiver com medo, apertasse a minha mão ou algo do tipo, mas logo apaguei esse pensamento quando lembrei que eu não tenho essa audácia toda. E mesmo assim, a mão do Mr. Job estava ali para o que der e vier, mesmo sendo de madeira.

Tentando continuar o papo, fiz uma pergunta um tanto quanto besta:

- Tu é daqui de Teresina mesmo?

- Não! - deu uma pausa para olhar pros lados, talvez com medo que sua avó visse que ela estava sendo cantada por mim - rs. - Eu sou de Brasília e estou indo pra lá, e você?

Observando o seu sotaque nessa frase um pouco mais longa no nosso pequeno diálogo, não tinha como duvidar de que ela realmente era de Brasilia.

- Sou de uma cidade pequena do Maranhão, mas também me considero daqui. Estou indo pra Goiânia, de férias do trabalho...

Fim de papo. Paramos de conversar quando, enfim, a aeronave começou a sair do lugar e seguimos toda a viagem calados.

Foi aí que respirei fundo e, mais uma vez, VAMOS LÁ!

FÉRIAS: CN → THE → GYN → UDI #4

(...)

Não lembro a hora exata que chegamos no Aeroporto de Teresina, mas eram umas 3h e alguma coisinha. Como eu já tinha feito check-in e tudo mais, fiquei agarrado ao meu outro companheiro, o Mr. Job, no qual caracterizo muito, através dele, algumas situações na conta do instagram dele aqui.


Como na foto acima, essa foi a hora em que eu estava esperando o horário de embarque. Tudo para mim naquela hora era novo, mas nem parecia, acredita? Eu estava tomando a frente de tudo, de todos, e a libertação foi quando me despedi do Dalton e fui para próximo do portão de desembarque.

Depois de uma abraço rápido de boa sorte despedida, passei por uma pequena porta que se encontrava um segurança. Eu, desorientado, cheio de coisas da viagem, após ter despachado a bagagem, perguntei a ele aonde teria que ir. Vendo o meu documento de identidade junto da passagem nas mãos, pediu pra eu seguir.

Estava uma fila não muito grande. As pessoas estavam passando pelo detector de metais, enquanto eu observava tudo e já apalpava os bolsos pra saber se tinha algo por ali que poderia ser tirado. E tinha. Tanto meus bolsos da frente da calça, quanto os de trás, estavam lotados. Seguindo a ordem dos seguintes itens, de como eu estava cheio: dois celulares nos bolsos da frente; chaves e carregador portátil; lente de olho de peixe; carteira; Mr. Job; jaqueta de frio (porque fiquei morrendo de medo do frio de Brasília mesmo sem nunca ter sentido) e a mochila nas costas. Era tanta coisa que faltava mão mesmo.

Na esteira que tinha lá, peguei uma bacia (não sei como chamava aquilo, mas pra mim era uma bacia mesmo) e coloquei todos os itens lá dentro. Eu estava todo atrapalhado, que até joguei o casaco e Mr. Job que estavam nos meus braços.

Segundinhos antes de passar pelo detector de metal, me assegurei que ele iria apitar, mas, não - e mais uma vez o meu pessimismo de criar situações na mente. Tudo certo! Weeee are the champions... ♫ - rs.

Aguardei alguns minutinhos, comprei um trident de melancia em uma "birosquinha" que tinha por lá (por R$ 3,30 - ôh porra!!!) para mascar enquanto estivesse viajando. Um cara abriu o portão - que nada mais é do que uma porta estreita -, informou sobre duas filas, uma para prioritários e outra para pessoas normais foi conferindo as passagens junto com os documentos de identidade.

Mais uma libertação: a aeronave a minha frente no pátio e eu indo em direção a ela, tudo em câmera lenta na minha mente, enquanto meu coração acelerava de tensão.

CONTINUA...

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

FÉRIAS: CN → THE → GYN → UDI #1

Em março desse ano peguei um pouco do meu salário e algumas economias para fazer algo diferente. Eu nunca tinha feito nada de tão estranho, então me propus alguns desafios. Que tal pegar um avião e sair do nordeste? Saber como é lá fora e ver como o povo reage com os meus costumes e dialetos. O detalhe mais assustador é que não tenho parentes em outros estados, muito menos amigos que são da minha cidade e foram para fora. Daí que veio outro desafio: ficar na casa de alguém virtual.

Há algum tempo, que não lembro, mas como me bateu a curiosidade, vou tentar procurar agora... (só um minutinho!) Depois de mais de meia-hora subindo a conversa do inbox do Facebook, vi aqui que conheci um cara num grupo de Windows Phone no Facebook em janeiro de 2014. Não lembro muito bem como fomos conversar por lá, mas acho que eu (ou ele) publiquei algo e depois respondemos nos comentários. E assim, foi...

De lá pra cá, entre várias atualizações do WP e de rumores, nos entrosamos e nos tornamos melhores amigos - até então virtual. Conversávamos todo santo dia e na falta de um melhor amigo presente, ali tinha ele, no visor do meu celular.

A amizade se tornou cada vez mais forte e, vendo isso, nos ajudamos e trocamos algumas besteiras pelos correios. Como não tenho acesso às lojas físicas da (antiga) Nokia, ele comprava algumas coisas e me mandava pelos correios. A mesma coisa eu fazia da minha cidade. Tudo bem, eu não tinha o que mandar, mas sempre mandava alguma lembrancinha besta. Como exemplo disso, uma vez mandei uma latinha de coca-cola com o nome dele - rs.


Com o passar do tempo, em conversas sobre nordeste, descobri que todo final de ano a família dele aparece em Teresina em direção a Parnaíba, então o que parecia impossível, poderia se tornar bem mais fácil para mim e para ele trazermos essa amizade para o real.

Mas como eu tenho muuuuita sorte, não deu certo. No final do ano passado, a família toda dele veio para o nordeste, menos ele, que estava precisando resolver uns problemas na sua cidade. Lógico, fiquei triste, mas achei que aquilo poderia me trazer algumas vantagens mais na frente.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

CARNAVAL

Os foliões que me perdoem, mas nunca gostei de carnaval. Melhor dizendo, nunca gostei de comemorações que pudessem juntar muitas pessoas, bebida, cigarro...

Mais uma vez, assim como o recesso de final do ano, vim pra Teresina ficar com o meu eu. Os dez dias que passei do recesso do final de ano estavam preenchidos, mas esse agora nem tanto. É meio estranho estar aqui só, mas ao mesmo tempo é bom. Não consigo me entender!

No sábado preenchi minha tarde vendo algumas programações de TV pela internet, que não consigo deixar de perder. Aproveitei o embalo e assisti ao retorno de TWD, querendo mesmo que tivesse mais séries para que eu pudesse assistir. A tarde foi passando que eu nem via, mas no final da tarde, quando vai escurecendo, me bate aquela melancolia. Eu sempre faço planos quando venho pra cá, que tenho que comprar algo, que tenho que sair pra tal lugar, mas acabo nem indo, por sempre ter um pouquinho de medo de me jogar nessa cidade aqui.

Meus amigos estão aproveitando o carnaval nas cidades deles, o que acontece também com os meus amigos daqui, que são de CN e que voltam pra lá nesse período. Mesmo não indo para a folia, isso é um motivo para rever a família, descansar...

Ainda são 11h44 e pra acabar o dia ainda tem chão. Vou ficar vendo uns canais no youtube mesmo, já que não tem quem faça eu dormir.

domingo, 4 de janeiro de 2015

O BRINQUEDO ASSASSINO: A SEQUÊNCIA DOS FILMES

Quem me conhece sabe o quanto sou fã de filmes de terror antigo. E nesses meus dias de recesso do trabalho, resolvi baixar toda a sequência do filme que me trazia muito medo quando criança: Child's Play, ou O Brinquedo Assassino.

Deixei pra assistir um filme por dia, já que são cinco, ou melhor, seis, pois saiu outro algum tempinho atrás, em 2013. Sempre pela tarde eu colocava um pra ir assistindo, pois era o único horário que eu não poderia ficar com tanto medo.


Assistindo todos, resolvi fazer algumas observações, logo abaixo:

O primeiro filme me causou muito medo, juro! Acho que casou mais por já ser psicológico. Eu já estava criando uma imagem sobre ele. O filme é super legal e por ser o primeiro, conta o que muitos não sabem: que a alma de um serial killer acaba sendo transportada para o brinquedo através de um ritual. Os efeitos são ótimos, mesmo sabendo que naquele tempo (1988) não se tinha muitos recursos para tal.

O segundo filme da sequência, intitulado  Child's Play 2 (O Brinquedo Assassino 2), de 1990, continuou mesmo como uma continuação. Eles seguiram a linha dos mesmos personagens, embora alguns não estando presentes no filme diretamente, mas vez ou outra eram lembrados. Assim como o primeiro, foi tenso, deu aquele medo, e foi bom, sim.

O terceiro (Child's Play 3 - O Brinquedo Assassino 3) já foi mudando um pouco a figuração, mas não deixou de ser bom. Assim como os anteriores, os personagens principais não foram esquecidos e tudo se passou em uma escola militar. A dublagem é incrível dos anos 90 e, claro, não pude deixar de lembrar do Doug ao escutar a dublagem do personagem Andy - que, inclusive poderia ter permanecido loiro, mesmo depois de anos.

O quarto filme, do final dos anos 90 foi deixado enfim os títulos clichês anteriores, intitulado dessa vez de Bride of Chucky (A Noiva de Chucky), o que, a meu ver, é mais levado para a comédia. Acho que eles estavam um pouco sem criatividade quando resolveram escrever ele, pois, como falei, foi uma mistura de comédia e drama, mas que deu tudo certo e não deixou de ser bom, aliás, nem tão bom assim. Ver a maturidade e perversão dos boneco foi estranho, mas como eu já sabia qual seria o próximo filme da sequência, entendi.

Agora o quinto filme... Foi o que eu mais assisti sem vontade. Ele acabou me lembrando um dos últimos filmes da sequência de Freddy Krueger (A Hora do Pesadelo), onde eles acabam nos enganando. Eu acho isso muito legal, mas como já tinha visto a mesma linha do Freddy, não me surpreendi tanto e acabou dando pra deduzir o que aconteceria por ali. A atriz é podre e só depois percebi que a própria atriz fez o personagem de si própria. Aí me veio a pergunta: "Será se ela é mesmo puta?". Foi legal, mas esqueceram um pouco do Andy, que para mim deveria ser eternizado em todos da sequência. O final do filme foi triste. Engraçado, o que menos gostei é o que mais estou comentando aqui, então é melhor parar.

Enfim, A Maldição de Chucky que acabei de ver. São exatamente 00h45 e estou impressionado. Esse último filme da sequência foi legal, um jogada com algumas coisas modernas e aquela volta ao passado que eu gosto. A seleção foi legal e a matança foi menos. Tudo se passa dentro de uma casa e com o passar do filme tudo vai se encaixando. O massa de tudo foi saber o que tinha acontecido um pouco antes do primeiro filme com Charles Lee Ray. Apareceram, inclusive, cenas do primeiro filme, o que eu achei o maior barato. Senti muita falta de Andy e por um momento comecei a ficar um pouco revoltado com isso, já que com ele que começou tudo. E não é que depois de todos os créditos começou outra cena. E adivinha que estava? O próprio ator que interpretou Andy aos 6 anos de idade em 1988. Achei muuuuuuuuuito massa isso!!! O filme andou, andou e voltou ao mesmo cara. (aplausos!).

Gostei de assistir todos e já quero escolher outra sequência pra ver.

OBS.: Tô com sono e certamente este post deve ter alguns erros que depois serão corrigidos. Desculpem!

domingo, 17 de agosto de 2014

IDA À JERICOACORA – CE #1

Um amigo de Teresina ficou semanas e mais semanas perguntando se eu queria viajar para Jericoacoara, que ele tinha outros amigos que estavam organizando uma excursão, que o pacote da viagem estava super barato... e que queria muito que eu fosse, sabendo que a minha última ida a praia foi em 2008, com meus amigos do ensino médio. Falei pra ele que não tinha condições, que não tinha dinheiro, que além do dinheiro do pacote, tinha que ter dinheiro pra me manter lá, blá, blá, blá... Ele disse que ele poderia me ajudar, que depois pagaria ele. Mesmo assim, não aceitei.

Ele ficou mais dias me incentivando até que cedi. Juntei a grana, depositei na conta dele e fiquei aguardando o dia chegar. Ainda com um mês de antecedência, falei com a minha chefe que acabou liberando do trabalho. Fiquei feliz, nervoso, mas ansioso demais pra poder ver e sentir uma praia novamente.

A viagem estava marcada para sexta, 11/07, e na quinta-feira me mandei pra Teresina no final da tarde. Eu tinha planos de na sexta-feira pela manhã ou pela tarde ir ao Centro ou Shopping em busca de roupas e outras coisas para essa viagem. Lógico, eu tinha levado umas roupas daqui de CN, mas quando cheguei lá usei a maioria. Não sei por que, mas quando estou em Teresina fico trocando de roupa com mais frequência do que aqui em CN.

Fui com esse meu amigo ao Centro, andamos demais à tarde toda e a única coisa que eu comprei foi um par de havaianas – rs. Senti que ele estava p*to por dentro, por estar me acompanhando em todas as lojas. Eu até entendo, pois eu no lugar dele estaria me sentindo da mesma forma, ainda mais eu que tenho a paciência mais do que curta.

Cheguei em casa do Centro no final da tarde, cansado e com as pernas “friviando”. Eu estava quase morto naquela hora. Mesmo assim, fui tentar arrumar minha mochila quando me dei conta que não tinha basicamente NA-DA, além de cuecas e meias, que eu nem poderia usar muito estando na praia.

Fiquei doido e fui correndo ao Shopping, tamanha 21h. Eu tinha uma hora pra me virar lá, escolher algumas peças (baratas, claro!) e pagar antes que as lojas fechassem. Cheguei sozinho lá e senti falta de alguém que pudesse me ajudar. Passou várias pessoas pela minha cabeça que eu poderia chamar, mas quem iria me encontrar naquela hora, ainda mais com demora de ônibus e outras coisas? Foi aí que lembrei do Ítalo, que nem conhecia pessoalmente e que, para a minha sorte, mora basicamente ao lado do Shopping.  Liguei pra ele e perguntei se ele poderia dar um pulinho no shopping pra poder me ajudar nas compras. E, com uns 20 minutos, ele apareceu. Nos encontramos e já ficamos amigos de longas datas - rs. Ele me ajudou a comprar as peças e até paramos para comer esfiras – aliás, só eu que comi, pois, segundo ele, tinha acabado de jantar.

Esperando o nosso meu pedido ficar pronto...

Nos despedimos e voltei pra casa quando já era quase 23h: o horário da saída do ônibus. Na verdade só faltava eu e meu amigo, todos já estavam nos aguardando.

A viagem teve duração de mais ou menos 8 horas e foi tranquila. O ônibus onde estávamos não tinha aquele cheiro insuportável de ar condicionado misturado com cheiro das poltronas, tinha copos de água mineral a vontade e era super confortável. Não consegui dormir na maior parte da viagem, mas quando estava amanhecendo, adormeci que nem percebi. Lembro que durante a madrugada passamos por uma cidade de ruas estreitas, eu fiquei meio com medo, pois parecia que qualquer manobra errada do ônibus poderíamos bater. Mas foi legal ver isso.

Chegamos em uma rodoviária bem cedo onde o ônibus estacionou e descemos. Outros carros estavam nos esperando para começar a aventura. Os carros já estavam inclusos no pacote que pagamos, demos nossas mochilas, arrumaram tudo na parte de cima, entramos e seguimos ruma a Jericoacora! \o/

CONTINUA...

domingo, 29 de junho de 2014

STAND UP COMEDY COM WHINDERSSON NUNES EM TERESINA - PI

Estive por várias dias abrindo e deixando em rascunho este post. Juro, não me sinto estimulado mais para escrever aqui, acho que pelo design que nunca mais troquei. Se alguém, por favor, estiver lendo isso e se manisfestar, posso até pagar.

Mas vamos lá...

Quando soube que o vlogueiro Whindersson Nunes iria se apresentar em um teatro em Teresina, fui logo ligando para um amigo pedindo para que ele comprasse nossos ingressos. De todas as minhas idas ao shopping de Teresina, ou melhor, ao Teresina Shopping, tive esperança em encontrá-lo por lá, pra poder tirar uma foto e parabenizá-lo por representar muito bem a nossa região, afinal, diminuiu, mas ainda há um preconceito contra os nordestinos. Mas nunca consegui...

Compramos os ingressos antecipados para garantirmos logo as nossas vagas, também pelo medo do preço no dia aumentar.

Na sexta-feira, 13, me mandei pra Teresina e por lá fiquei aguardando um pouco ansioso pra esse stand up. Confesso que tive aquele meu lado "rural" de não saber me portar em um teatro, mas preciso perder esses meus medos do desconhecido.

No dia seguinte, sábado, a primeira sessão do stand up estava estava marcada para às 18h. Sugeri para o meu amigo que saíssemos de casa meia hora antes de começar, ou seja, 17h30. Como combinado, foi. O Teatro da Assembléia fica no mesmo bairro da casa onde eu sempre fico, dava até para irmos de pé, mas, pela segurança, fomos de moto.


Chegando lá, já tinha uma fila considerável (foto acima) com muito jovem. Me senti velho no meio deles, mas isso não poderia me fazer ficar constrangido. A menina que estava na minha frente estava preocupada, pois o ingresso dela só tinha a parte grande, a destacável não se sabe o que aconteceu. Segundo ela, pelo que ouvi, tinha comprado na rua de alguém, e essa pessoa que vendeu, tinha entregado sem a menor parte. O desespero dela aumentou quando viu eu tirando a foto abaixo:


Passamos acho que uns 20 minutos na fila, quando liberaram a porta de entrada do teatro. Como acho que já falei, nunca tinha ido em um teatro e sempre quando me deparo com o desconhecido, meu coração fica em disparada. Não me sinto nervoso, mas dá tipo um medo, uma coisa que não sei explicar. É um drible mesmo que ocorre comigo. Eu estou de boa por fora, mas por dentro sinto uma pressão, sei lá...

Ficamos na segunda fileira. Tudo bem, eu poderia ter ficado na primeira, mas por já saber que seria de comédia, a vergonha de ser zoado perante as pessoas falou mais alto. Quando a luz acima do palco acendeu em nosso rumo, quase fico cego. Eu não gosto de luz em minha direção, ainda mais aquele clarão do lado direito e esquerdo - eu estava bem no meio da plateia. Fiquei com mão na horizontal na testa até que as luzes se apagassem. Eu já estava com o olho vermelho, um pouco antes delas serem desligadas.

E começou com um apresentador lá, um humorista também jovem. Não me recordo o nome dele, era alguma coisa com "Bo", "Boby", sei lá... Se via o nervosismo dele pelas mãos trêmulas segurando uma cola que continha os nomes dos patrocinadores e o microfone. Mas só bastou isso, pois ele foi quebrando o gelo na medida que o tempo passava.

Foram várias apresentações. Eram humoristas jovens, que tinham um jeito próprio de nos fazer rir. Tinha de São Luis, de Teresina e outros lugares. Eu ri demais de uns, de outros nem tanto. Às vezes algum deles falava o nome do Whindersson e todos gritavam. Por aí eu tirei que não era só eu que estava ali pra ver ele.

Passou, passou, ri, fiquei sem graça... E a última apresentação foi a do Whindersson. Ao chamarem ele, todos já estavam com o celular apontado em direção ao palco, tudo ficou escuro e ele entrou. Ele chegou colocando o celular na tomada pra carregar e já nos fez rir desta situação. E continuou a falar...

Ele interagia com o povo e, embora já percebendo que eu já tinha assistido aquela apresentação dele no youtube, ri do mesmo jeito. Foi legal. E tirei algumas fotos.

Whindersson agradecendo à platéia no final.
Ao final, só ouvi alguém na platéia dizendo: "E as fotos?" - era a mesma pergunta que eu me fazia naquela hora. Acho que o apresentador acabou ouvindo e comentou no microfone que "quem quiser tira foto, organize uma fila lá fora...". Só vi gente correndo, desesperada... Eu ria dos gritos histéricos das meninas enquanto seguravam presentes e cartazes para dar a ele. "Pra quê isso?" - pensei.

Lá fora a fila estava sendo feita pela organização do teatro e eu estava com toda a paciência do mundo, contanto que chegasse a minha vez.

E de repente, em meio a fila e muita ansiedade não contida pelas meninas, Bryan (o melhor amigo de Whindersson - também vlogueiro) aparaceu do nada. Só ouvi gritos e "Bryan, eu te amo!" seguidos de mais gritos. Pensei "Meu Deus, pra quê tudo isso?". Mas mesmo assim filmei este momento, já que estava sem fé que poderia tirar foto com ele.

Enquanto Whindersson atendia as fãs com vários flash, eu ainda ficava aguardando ali a minha vez. Como tenho sorte na minha vida - sqn! -, quando estava bem próximo de ser a minha vez, não-sei-quem chamou o Whindersson e disse para que ele terminasse ali a sessão de fotos. P*rra, fiquei p*to, pois logo bem na minha vez... As fãs ficaram desesperadas falando "por favor! por favor!", para que não deixassem ele ir embora. E assim ele continuou até que fila acabasse.

Estava entrando de cinco pessoas por vez, na minha vez, bem na hora que abracei ele e o cumprimentei, quando pus na câmera, o desespero: uma mensagem na tela do celular dizendo "processando...", no caso, a câmera. Whindersson ficou parado, achando que fosse rápido, mas, nada... Humildemente ele pediu para que eu ficasse ainda ali e o esperasse do lado. E foi o que fiz enquanto resolvia o problema no meu celular. Enquanto isso, ele tirava foto com algumas meninas.

E foi a minha vez. Meu amigo esperto tirou três fotos na sequência, como se não tivesse dado certo as anteriores. Agradeci pela foto e o resultado foi este:


Saí dali meio orgulhoso de mim mesmo. Eu queria ter visto de perto as tatuagens dele, mas nem lembrei disso. O problema com a câmera do meu celular fez eu esquecer tudo isso.

Ao sair de lá, quase indo embora, topei com o Bryan à toa e não quis perder a oportunidade, pedi para que ele tirasse uma foto comigo. Fiquei meio estranho, mas tudo bem...


Gostei demais da minha primeira vez no teatro, e mais uma vez do fato de ter ido por vontade própria, com algo que não fosse obrigatório, afinal, ver algo pra fazer a vontade dos outros nem é legal. Essa situação foi igual com a minha primeira vez no cinema. Eu tinha várias oportunidades de ir ao cinema, mas esperei por um filme bom, que fosse do meu agrado. Faço isso porque sei que a primeira vez a gente nunca esquece.

domingo, 11 de maio de 2014

O DIA EM QUE EU FUI À UM CINEMA 3D

Estou passando por dias mais do que estressados na minha vida. Como acho que falei no post anterior, são muitas responsabilidades e pouco ganho.

A última vez que tinha viajado foi no carnaval. Fiquei estressado e decepcionado com uma besteirinha que aconteceu e o que eu mais queria era fugir dela. Já tinha combinado tudo e me mandei em um dia pela manhã para Teresina. O meu carnaval lá nem foi carnaval, pois a tranquilidade foi o que tomava de conta.

De lá para cá, vim passando por muitas outras coisas, muitas mesma, Não só no trabalho, mas na vida também – que continuaram sendo omitidas aqui neste blog.

E no dia 25 do mês passado fui dar o ar da graça de novo em Teresina. Conversei com a minha chefe e fui naquela sexta no final da tarde.

Sempre quando vou em Teresina tenho todo um cronograma de horas. Já saio daqui sabendo com quem vou sair, pra onde vou pela manhã, pela tarde ou pela noite e os momentos que irei ficar sozinho, usando internet boa... Falando em internet, ainda hoje estou sem aqui em casa, e olha que esse desespero vai fazer dois meses no dia 17. Mas acho que essa história toda fica para o próximo post.

Enfim, chegando na sexta à noite lá, sai com um amigo e voltamos cedo ainda, antes de 00h. No dia seguinte, sábado, havia combinado com ele e mais dois amigos, que também estavam em Teresina, de irmos assistir algum 3D juntos. Acho que não era estreia do filme “O Capitão América 2”, mas, mesmo assim, queria logo garantir meu ingresso, embora não fosse fã de filmes dele. Meus amigos estavam lá desde à tarde e pedi para que eles comprassem logo o meu ingresso e o do meu amigo. E compararam.

O filme estava marcado para às 18h40, se não me engano, e, devido atraso do meu amigo, chegamos lá em cima da hora, quando os ingressos já tinham sido esgotado. Já imaginou se deixássemos para comprar na hora? Não ia ver! Na verdade até que tinha outra seção às 20h e pouco, mas era legendado. Por mim não tinha problema, mas pro meu amigo aquilo não era uma boa ideia, ele odeia filmes legendados.

O pior de tudo foi já sair de casa apertado, sendo que o filme tinha duração de um pouco mais de duas horas.

Quando começou a apresentação de instrução dos óculos na tela, fui com meu amigo comprar pipoca e refrigerante. Pra quê...? Me lasquei demais. Fiquei comendo, bebendo e quando dei por mim já estava para explodir sem nem antes o filme ter começado, mas estive seguro ali fingindo que nada estava acontecendo comigo. Para piorar, o meu amigo do lado estava comentando umas partes e triscando em mim com a mão gelada. Aquilo me fazia querer mais ainda sair dali correndo para o banheiro... Mas fui forte!

Pipoca e óculos à postos!

O filme estava interessante, as imagens estavam perfeitas e, por algumas vezes, voltava o meu corpo para trás quando o Capitão América resolvia jogar seu escudo na tela. A precisão é impressionante, por mais que dizem que o cinema 3D de Teresina ainda nem é tão bom. Para mim que estava vendo tudo aquilo pela primeira vez, estava ótimo. Preciso ver um melhor para, claro, dar minha opinião.

Olhei pro relógio do celular e já era um pouco mais de 20h, me deixando calmo, mas ao mesmo tempo aperreado para querer sair dali. Sinceramente, fui burro, pois não sabia que no cinema existia banheiros e não quis pagar esse mico de perguntar. Ao sair da sala, corri, mas não literalmente, para o banheiro do outro lado da praça de alimentação. Juro, achei que não fosse mais sair dali, acho que passei mais de meia lá dentro – rs.

Mas compensou demais e ganhei dos aprendizados para a próxima vez: 1- Passar no banheiro antes de começar o filme. 2- Lembrar que existem banheiros no cinema – rs.

Até!

domingo, 4 de agosto de 2013

FÉRIAS

Não foi muito bem como pensei. Achei que iria passar o mês todo em Teresina, como já havia planejado, mas não. Infelizmente, tive que ficar um pouco mais de 20 dias por aqui, esperando conseguir mais dinheiro pra poder gastar lá, no qual foi até convertido um pouco com problema.

Não consigo entender o fato de uma pessoa dever outra e não pagar, mais ainda de ser cobrada e ainda se zangar, montar o maior barraco e achar que ainda tem a razão. Sou tranquilo, mas esses dias fiquei como uma fera internamente. Me conscientizei que deixar essa ultima semana de férias que passei em Teresina sem cobrar ninguém seria o melhor, mesmo não tendo a quantia suficiente para curtir a cidade. Após as férias e minha volta de Teresina, ainda tentei resolver o problema, mas foi pior ainda. O fato é que NÃO desistirei e irei até o fim pra conseguir o meu dinheiro, afinal, não considero a quantia pouca e não dei nada de graça à ninguém. Posso parecer rude, mas comigo é assim: comprou, pagou!

Enfim, não vim aqui pra descarregar essa minha revolta, vim mesmo para falar das minhas férias, que por sinal foram poucos dias que valeram, sim, a pena.

No dia 22, arrumei minha mochila com roupas que queria usar durante a semana, incluindo as de sair no finais de semana, claro. Eu praticamente quero levar todo o guarda-roupa, mas a única mochila que tenho não permite isso. A viagem foi super tranquila e de muita conversa, afinal, sentei ao lado de um "teen" do tempo de escola, o Rinaldo. Me surpreendi quando ele disse que tinha casado e outras histórias, entre elas, claro, do tempo de escola. Esse momento nostalgia sempre faz bem.

De Timon, fui com o Flávio para Teresina, conversamos muito no caminho e ele foi me deixar em um certo ponto, pois acho perigoso andar sozinho em cidade grande, ainda mais com mochila, celular e computador.

Os primeiros dias foram de tédio, a maioria das vezes fiquei dentro de casa, conectado a esse mundo aqui, então, na quinta (25), resolvi sair pra lanchar com um amigo. Passamos a tarde toda no Centro conversando e rindo muuuito na Panificadora Modelo.

Com Breno Allex

Depois de lá, no final da tarde, voltei pra casa sozinho... Foi até bom, eu gosto de observar, ouvir meus pensamentos enquanto caminho, sentindo o vento daquele vuco-vuco dos ônibus e carros passando na avenida.

No dia seguinte (26), não sei por que, acordei com uma dor de cabeça enorme. Eu acordei somente para pedir um comprimido para Nayenne e voltei a dormir, pois me sentia péssimo de verdade. Acordei mais tarde um pouco melhor. Eu tinha marcado com Flávio de irmos ao shopping no final da tarde, mas eu tava com aquele ar de doente, não estava me sentindo bem e nem disposto. Liguei pra ele explicando tudo e, com um pouco de dificuldade, me entendeu.

No sábado (27), após às 11h, fui encontrar com Flávio para irmos almoçar no Centro. Almoçamos no Cup Lanches. A refeição de lá estava ótima, porém o único problema - pelo menos para mim - era o preço. Quando vi que a refeição do Flávio tinha sido pouca e tinha dado um preço maior do que eu imaginava, fiquei ligado que a minha ainda sairia mais cara, já que não abro mão de uma boa quantidade comida e da minha satisfação.

Foto roubada do instagram @flafigueredo. Ele na foto.

De lá, fomos ao Shopping da Cidade. Como estávamos à toa, resolvemos dar uma voltinha por lá, aproveitar que Flávio estava procurando, mesmo sem muita necessidade, uma case pro celular dele. Na verdade isso era só um motivo pra gente andar mais um pouquinho naquele calor insuportável - rs.

Voltei pra casa quando eram mais de 14h. Fui apressado ao banheiro tomar banho porque o calor que eu senti naquela hora estava de matar.

Após voltarmos do almoço.

O domingo foi um tédio só, mas sei que tenho uma ponta de culpa por isso; porém na segunda (29), meu penúltimo dia de férias por lá, no final da tarde, fui ao Teresina Shopping com Flávio. Eu estava precisando ver gente, me sentir arrumado, e também saber como estava o "novo" shopping. Demos muitas voltas por lá, fomos em algumas lojas ver se tinha carrinhos para o coleção de Flávio e a fome estava começando a bater.

Ficamos horas tentando achar comida que pudesse nos satisfazer. Fomos em muitos lugares dentro do shopping, mas não nos agradamos de nada até então. E foi aí que me lembrei do Poty Cabana que fica logo em frente ao shopping. Procuramos um quiosque que tivesse alguma comida que nos sustentasse, mas nada de interessante. Até ficamos um bom tempo por lá, como foi a minha primeira ida, queria dar uma olhada em tu-do. O lugar é super bacana.

Atrás de mim, há um rio. A frente, uma quadra aberta de esporte.

Mesmo curioso, não olhei tudo como eu queria, já que a barriga gritava de fome. E, assim, voltamos ao shopping. Decididos, pedimos esfirras. Comemos umas dez esfirras abertas (frango, carne e calabresa) com Fanta Uva. A combinação estava ótima e não demorou muito para que tudo acabasse.

Já um pouco mais de 21h, resolvemos ir embora.

Na terça, voltei para a realidade, embora minha rotina só começasse na quinta. Na verdade, quis deixar a quarta-feira para poder arrumar o cabelo, fazer a barba e efeituar o pagamento de algumas coisas que comprei.

Essa semana de férias foi ótima, não só pelo que aconteceu que descrevi acima, mas por outras coisas que prefiro deixar registrado somente em meu diário normal. Agora de volta a labuta, ao restante dos meses que pode decidir - ou não - o meu futuro. Espero que tudo dê certo.

Ahhhh! Hoje é meu último dia com 22 anos - se bem que considerando a hora que nasci, só terei 23 anos após às 22h30. Amanhã é meu aniversário e não estou como das últimas vezes, graças a Deus. Pelo menos por agora não estou com aquela depressão que sempre vem, mas sei que ainda tem o resto desse dia e o amanhã. Que tudo ocorra bem! Independente se o dia de amanhã seja alegre ou triste, aparecerei aqui para registrar como faço em todos os anos.

Até! ;-)

domingo, 30 de junho de 2013

SONHO E MEDO DE AVIÃO

Ultimamente venho sonhado frequentemente com avião caindo. Não sei o que isso significa - se é que significa alguma coisa -, mas acabei ficando curioso pra saber e joguei na internet:


De maneira geral quando o avião aparece em nossos sonhos é sinal que algo grande está para acontecer em sua vida. Significa que grandes mudanças surgirão. Sonhar com avião caindo não é um bom pressagio, pois significa que declínio na vida, esse declínio pode ser tanto material como emocional. Também pode representar algumas preocupações que tem passado ou assuntos que ainda não foram resolvidos. Também pode ser um aviso de que algo de ruim está para acontecer em sua vida, o melhor é durante 37 dias não viajar de avião. Caso você tenha sonhado com avião caindo o melhor é se apegar naquele que tudo pode. Para se manter protegido sobre futuros acontecimentos negativo faça orações. Sonhar com avião caindo não é o fim do mundo, fique tranquilo apenas siga os conselhos citados acima que tudo vai ocorrer bem. Tenha um bom dia e até a próxima.


Ao ler acima, levei um susto e fique imaginando mil coisas. Será se não vou me dar bem em breve? Será se vou perder alguém querido? Será se vou sofrer por amor? O que enfrentarei? Embora não acredite em significado de sonhos, querendo ou não fico com um pé atrás, porém não irei ficar deixando isso consumir a minha cabeça, senão vou acabar ficando doido e achando que tudo é por causa desses malditos sonhos.

Na madrugada passada eu sonhei que estava em Teresina e que vi um avião caindo há quilômetros na minha frente. Eu vi tudo numa visão panorâmica e ao cair, vendo aquela explosão, um dos estilhaços quase me atingiu. A minha sorte foi que ele bateu no teto do terraço onde eu estava.

Esse foi o último que sonhei, mas teve outros muito mais tenso. Era avião caindo no campo de futebol da escola, era avião passando por cima de mim, bem próximo... É tanto sonho esquisito que dou graças a Deus de esquecer todos minutos depois que acordo.


Há alguns dias, fiquei vendo vídeos na internet de avião caindo, do desespero das pessoas. Imagino aquelas pessoas que olham o avião caindo bem na sua frente, que gritam, que acabam ficando loucas imaginando até que aquilo não poderia ter acontecido. Passei por uma experiência parecida em 2010, onde fui para um encontro de aviação no aeroporto aqui na minha cidade (comentei até aqui no blog), onde eram aviões simples, mas que faziam manobras arriscadas. Em um momento, um avião ficou subindo na vertical até uma determinada altura, depois, ainda no ar, o motor parou, tudo ficou em silêncio, o avião mudou a sua posição, ficando dessa vez com o bico pra baixo e começou a descer rodando. Nem preciso dizer como estava o meu coração numa horas dessas, né!? Achei que ia terminar ali, que o avião ia mesmo cair e que todo mundo iria gritar, mas, não. Isso era mesmo o que o piloto queria: que a gente ficasse tenso. Ao chegar próximo ao chão, ele ligou o avião, inclinou para cima e seguiu normal. Todos nessa hora aplaudiram.

E também, como não lembrar dos Mamonas Assassinas. :'-(

Enquanto digito este post, estou vendo uns vídeos no youtube de uma matéria no Fantástico sobre o acidente deles. É muito emocionante assistir isso. Embora já tenha muitos anos do acontecido, sinto como se fosse nos dias atuais.

Durante esse tempo, pesquisando sobre aviões, me deparei em um blog um post sobre um aeroporto próximo a uma praia:

Saint Martin é uma ilha de cerca de 87 Km² situada no arquipélago das Caraíbas. Apesar de ser pequena, encontra-se ainda dividida em duas partes pertencentes à França, a Norte, e à Holanda, a Sul. Por este motivo também é denominada Sint Maarten, em língua holandesa. Mas não são estas particularidades geográficas que tornam a ilha especial. O que a torna especial e famosa é o seu Aeroporto Internacional Princesa Juliana, conhecido como SXM, situado no lado holandês. Este aeroporto, que recebe aviões de grande porte, possui na cabeceira da pista… UMA PRAIA.


Fonte: minilua

Li também que como isso acaba se tornando uma atração turística, há até barracas que avisam numa tela o próximo voo a decolar ou a pousar para que os banhistas já preparam suas câmeras ou fiquem em um ponto estratégico para ver todo esse show.

Alguns vídeos que encontrei no youtube:




Talvez eu teria coragem de ver isso por perto, mas tenho certeza que isso faria o meu coração faltar sair pela boca. Acho que, mesmo assim, vou colocar isso na minha lista de sonhos. Quem sabe, né? - rs.

Enfim, meu medo de estar dentro ou ver um avião caindo ainda continua. Nem preciso ouvir a palavra turbulência pra imaginar que seria um desespero só para mim. Ainda mais por todas as perguntas que faço aos amigos sobre isso, sempre vem com respostas negativas. Uns dizem que é normal isso acontecer, que já estão acostumados, mas preciso passar dessa fase, ou seja, perder esse medo.

Até!

F5

E o vídeo do vlogueiro Whindersson Nunes que eu mais esperava, vi hoje. Eu estava mesmo querendo saber como foi a experiência de mais uma primeira vez no avião. O melhor de tudo é que mesmo com toda tensão que ele passou, ele ainda conta tudo com o bom humor. Mesmo assim, fiquei preocupado e me imaginando na situação dele. Sei que não morrerei sem entrar em um, porém, é sempre bom saber pra não passar vergonha.

Curtam o vídeo aí também:


Obs.: Como ele é do meu nordeste, no qual tenho muito orgulho, queria passar alguns links dele para ajudá-lo na divulgação do seu trabalho como vlogueiro:

TWITTER: http://www.twitter.com/whindersson
INSTAGRAM: http://instagram.com/whinderssonnunes
FACEBOOK: http://www.facebook.com/whindersson.n...

Valeu! :-)