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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

RUM HUM...

Desde quando comprei o meu brinquedinho, venho recebido críticas dos invejosos sem costumes. Não sei por que, mas algumas pessoas não sabem deixar a felicidade dos outros quieta. Assim que comprei ele, um amigo que pensei que iria detonar o meu celular, elogiou, mas no fundo, no fundo, ele estava mesmo era detonando com ele. Mas gostei dessa mudança dele, pelo menos respeitou a minha felicidade.

Dias depois, um rapaz que nem conheço do meu trabalho se aproximou de mim e, vendo eu mexendo no celular, falou enquanto estendia a mão pra pegar: "Deixa eu ver esse 'tijolo' aí!". Dei. Ele pegou, virou, revirou e nem soube desbloquear... Ótimo! Visto que estava sem saber de nada, me entregou de volta.

Já ontem eu estava na minha cama mexendo nele quando uma amiga da minha mãe passou pelo meu quarto e falou: "Olha só, ele não é fraco, todo de tablet...". TA-BLET!!! Quem disse que isso é tablet? Deixei pra lá e fingi que nem escutei. Sério, não acho o meu Lumia 920 grande, já vi celulares piores, agora ser chamado de tablet foi uma ofensa grande pra ele. Acho que já passou o tempo em que as pessoas eram apaixonadas por celulares pequenos.

E hoje foi a gota d'água. Pela manhã, fui pegar um exame de uma menina que trabalha comigo, aproveitando que iria na rua resolver uma coisas e fiz esse favor pra ela. Chegando lá na recepção, fiquei aguardando a recepcionista procurar o exame. Depois que ela encontrou, pediu alguns dados da minha amiga do trabalho, mas eu não sabia o endereço dela. O que eu fiz: peguei meu celular e liguei pra ela. Nisso, uma vereadora que nunca conseguiu se eleger, chegou e, ao ver eu desligando a chamada, perguntou: "Isso é um celular?". E eu confirmei com a cabeça. Ela: "Deixa eu pegar!?". Dei meu celular pra ela e quando ela tocou nele, ela: "Ai! Ai!". Isso porque segundo ela, estava muito pesado. Mas precisava desse exagero? Ela olhou, virou o celular e me entregou de volta da mesma forma que o rapaz que n]ão conheço do meu trabalho fez. Não gostei disso, mas fiquei na minha.

O fato é que continuo gostando do meu celular. Confesso que o peso às vezes me incomoda, mas não algo que possa fazer eu querer trocar ou causar arrependimento. As suas funções supera tudo isso.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

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Que mundo é esse que estamos vivendo no qual as pessoa incomodam com grande e PEQUENAS coisas? Isso mesmo, coloquei a palavra em letras maiúsculas porque são pequenas mesmo, aliás, minúsculas.

Assim que entrei neste mundo no qual estou todos os dias (estou falando do virtual), tive minhas manias, principalmente em redes sociais, onde pensamos que estamos livres para escrever e formatar algo da forma que a gente quer, afinal, os dedos só redigem nossos pensamentos.

Em meados de Orkut - rs, eu adorava usar os emotions e cores nas palavras. Não vou mentir, já fui de escreverr assiiiim tremendo, mas hoje vejo que isso só foi fase, assim como vejo as pessoas que criam uma conta hoje e escrevem desta mesma forma e ainda se achando o máximo. Dentre todas as manias que todo mundo teve - sim, eu sei que você, leitor, também já escreveu diferente -, a única que não deixei de usar foi a do tracinho. Inclusive, quem me tem nas redes sociais, principalmente no twitter, sabe que eu sempre coloco o "-" (tracinho) antes de qualquer frase. Não vejo nenhum problema nisso, e considero até uma marca minha, mas tem gente que não gosta, acredita?

Um amigo tinha comentado algo sobre, mas só um comentário mesmo no qual nem liguei.

Mais tarde, há três dias, recebi uma pergunta anônima no ask:


O meu humor nem estava muito bom quando respondi, como podem ver aí na minha resposta. Tudo que pensei na hora, escrevi ali, quando eu poderia muito bem só ter rejeitado essa pergunta e ter deixado anônimo chupando dedo esperando a minha resposta. Eu, mais do que muitas pessoas, sei que o desprezo é a melhor arma, mas nessa hora não souber usar isso.

O mesmo amigo, no qual comentei acima, perguntou, reclamou e debochou de novo sobe o bendito tracinho, mas, claro, não dei ouvidos mas também não fiquei criticando e nem encontrando manias parecidas dele. Ele disse que o modo como a gente escreve nos define e que muitas pessoas poderiam pensar diferente de mim... ÃH!? Simplesmente só aceitei sua opinião, disse que não ia mudar isso por causa de ninguém e ponto. Me senti ofendido, lógico, mas deixei pra lá, tentei engolir essa crítica.

Na verdade, fiquei p*to demais e depois disso ele nem falou mais comigo. Tô nem aí! Eu não acho legal a pessoa ficar apontando "erros" nos outros e querendo que a pessoa seja da forma que ela queira. Todas as pessoas devem escrever do jeito que quer, aliás, levando pro mundo real, a pessoa deve ter livre arbítrio e ser/fazer o que der na telha dela. A única coisa que eu não admito, internamente, pois não reclamo de nada quando me incomoda, é o fato de muitos por aí escrevem errado, aquela questão de falta de estudo, sabe. Mas nem por isso ando corrigindo e nem reclamando.

Mais uma vez, que mundo é esse que as pessoas não aceitam sequer UM TRACINHO?

Pronto, registrado minha revolta! :-/ 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

THE WALKING DEAD NA BAND

Para polpar a minha paciência pelo fato de ainda ter que ficar usando o "o" no "Control + V" (quem vem acompanhando por aqui sabe o porquê), já deixo o print da minha revolta de quarta-feira, 09, sobre The Walking Dead na Band.

Clique para ampliar

Depois dessa, é com você! A série é ótima, mas desse jeito...


#FICADICA