segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

CARNAVAL

Os foliões que me perdoem, mas nunca gostei de carnaval. Melhor dizendo, nunca gostei de comemorações que pudessem juntar muitas pessoas, bebida, cigarro...

Mais uma vez, assim como o recesso de final do ano, vim pra Teresina ficar com o meu eu. Os dez dias que passei do recesso do final de ano estavam preenchidos, mas esse agora nem tanto. É meio estranho estar aqui só, mas ao mesmo tempo é bom. Não consigo me entender!

No sábado preenchi minha tarde vendo algumas programações de TV pela internet, que não consigo deixar de perder. Aproveitei o embalo e assisti ao retorno de TWD, querendo mesmo que tivesse mais séries para que eu pudesse assistir. A tarde foi passando que eu nem via, mas no final da tarde, quando vai escurecendo, me bate aquela melancolia. Eu sempre faço planos quando venho pra cá, que tenho que comprar algo, que tenho que sair pra tal lugar, mas acabo nem indo, por sempre ter um pouquinho de medo de me jogar nessa cidade aqui.

Meus amigos estão aproveitando o carnaval nas cidades deles, o que acontece também com os meus amigos daqui, que são de CN e que voltam pra lá nesse período. Mesmo não indo para a folia, isso é um motivo para rever a família, descansar...

Ainda são 11h44 e pra acabar o dia ainda tem chão. Vou ficar vendo uns canais no youtube mesmo, já que não tem quem faça eu dormir.

domingo, 4 de janeiro de 2015

O BRINQUEDO ASSASSINO: A SEQUÊNCIA DOS FILMES

Quem me conhece sabe o quanto sou fã de filmes de terror antigo. E nesses meus dias de recesso do trabalho, resolvi baixar toda a sequência do filme que me trazia muito medo quando criança: Child's Play, ou O Brinquedo Assassino.

Deixei pra assistir um filme por dia, já que são cinco, ou melhor, seis, pois saiu outro algum tempinho atrás, em 2013. Sempre pela tarde eu colocava um pra ir assistindo, pois era o único horário que eu não poderia ficar com tanto medo.


Assistindo todos, resolvi fazer algumas observações, logo abaixo:

O primeiro filme me causou muito medo, juro! Acho que casou mais por já ser psicológico. Eu já estava criando uma imagem sobre ele. O filme é super legal e por ser o primeiro, conta o que muitos não sabem: que a alma de um serial killer acaba sendo transportada para o brinquedo através de um ritual. Os efeitos são ótimos, mesmo sabendo que naquele tempo (1988) não se tinha muitos recursos para tal.

O segundo filme da sequência, intitulado  Child's Play 2 (O Brinquedo Assassino 2), de 1990, continuou mesmo como uma continuação. Eles seguiram a linha dos mesmos personagens, embora alguns não estando presentes no filme diretamente, mas vez ou outra eram lembrados. Assim como o primeiro, foi tenso, deu aquele medo, e foi bom, sim.

O terceiro (Child's Play 3 - O Brinquedo Assassino 3) já foi mudando um pouco a figuração, mas não deixou de ser bom. Assim como os anteriores, os personagens principais não foram esquecidos e tudo se passou em uma escola militar. A dublagem é incrível dos anos 90 e, claro, não pude deixar de lembrar do Doug ao escutar a dublagem do personagem Andy - que, inclusive poderia ter permanecido loiro, mesmo depois de anos.

O quarto filme, do final dos anos 90 foi deixado enfim os títulos clichês anteriores, intitulado dessa vez de Bride of Chucky (A Noiva de Chucky), o que, a meu ver, é mais levado para a comédia. Acho que eles estavam um pouco sem criatividade quando resolveram escrever ele, pois, como falei, foi uma mistura de comédia e drama, mas que deu tudo certo e não deixou de ser bom, aliás, nem tão bom assim. Ver a maturidade e perversão dos boneco foi estranho, mas como eu já sabia qual seria o próximo filme da sequência, entendi.

Agora o quinto filme... Foi o que eu mais assisti sem vontade. Ele acabou me lembrando um dos últimos filmes da sequência de Freddy Krueger (A Hora do Pesadelo), onde eles acabam nos enganando. Eu acho isso muito legal, mas como já tinha visto a mesma linha do Freddy, não me surpreendi tanto e acabou dando pra deduzir o que aconteceria por ali. A atriz é podre e só depois percebi que a própria atriz fez o personagem de si própria. Aí me veio a pergunta: "Será se ela é mesmo puta?". Foi legal, mas esqueceram um pouco do Andy, que para mim deveria ser eternizado em todos da sequência. O final do filme foi triste. Engraçado, o que menos gostei é o que mais estou comentando aqui, então é melhor parar.

Enfim, A Maldição de Chucky que acabei de ver. São exatamente 00h45 e estou impressionado. Esse último filme da sequência foi legal, um jogada com algumas coisas modernas e aquela volta ao passado que eu gosto. A seleção foi legal e a matança foi menos. Tudo se passa dentro de uma casa e com o passar do filme tudo vai se encaixando. O massa de tudo foi saber o que tinha acontecido um pouco antes do primeiro filme com Charles Lee Ray. Apareceram, inclusive, cenas do primeiro filme, o que eu achei o maior barato. Senti muita falta de Andy e por um momento comecei a ficar um pouco revoltado com isso, já que com ele que começou tudo. E não é que depois de todos os créditos começou outra cena. E adivinha que estava? O próprio ator que interpretou Andy aos 6 anos de idade em 1988. Achei muuuuuuuuuito massa isso!!! O filme andou, andou e voltou ao mesmo cara. (aplausos!).

Gostei de assistir todos e já quero escolher outra sequência pra ver.

OBS.: Tô com sono e certamente este post deve ter alguns erros que depois serão corrigidos. Desculpem!

domingo, 28 de dezembro de 2014

IDA À JERICOACORA – CE #3

Pronto, vou voltar a escrever aqui enquanto estou com coragem. Nunca pensei que fosse passar tanto tempo sem registrar no intervalo de um mesmo post. Dessa vez espero que o calor e a falta de uma mesa não me impeçam. Um dia termino!


As mulheres já estavam de biquíni, os homens de camisetas e short curto e todos estavam ansiosos para o primeiro passeio que nos esperava. O dia estava quente e junto da claridade que estava por ali, meu olho começava a lacrimejar, mas não poderia perder o passeio por isso.

O carro que nos levou para a pousada foi o mesmo que nos levou, em grupos, para os passeios. As pessoas não paravam de rir, de admirar tudo que se passava.

A primeira parada foi na árvore penteada (não sei realmente se é esse nome). Todos se juntaram lá e tiram uma foto só. Ela era enorme. Eu não participei da foto, pois estava tímido. Perdi a oportunidade de tirar uma foto bem criativa lá, mas... Como sou lezo.

Me distanciei um pouco de todos e fui em direção ao mar. Aquela areia branca feita de pequeniníssimos pedaços de conchas me causavam um reflexo nos olhos que só eu pude sentir. Um pouco incomodado, vi de longe um camelô vendendo óculos, chapéus e outras coisas que só vendem na/para praia. Não hesitei em comprar um óculos, por mais simples e caro que fosse. Só foi eu começar a comprar que juntou vários comprando também e a alegria do vendedor aumentou naquele momento. E ele sempre falando que deixaria por tantos reais se fosse comprar dois, até mesmo quando as pessoas pediam um valor menor, já que o preço era mesmo bem mais caro. Entendo, praia, sol, turistas... Tem que arrochar mesmo.

Após comprar o óculos, voltei a me distanciar dos demais. Eu queria sentir o vento, o barulho do mar e tirar algumas fotos, sem ter vergonha. Utilizei em algumas fotos a minha lente fisheye que havia comprado há poucos dias para dar uma melhoradinha nas fotos do instagram:

Uma foto publicada por Anderson (Funnie) Rodrigues (@andersonfunnie) em

Apesar do filtro na foto acima, o sol estava gritante. E eu não via a hora de seguir e conseguir uma sombra.

CONTINUA...