sábado, 4 de outubro de 2014

QUARTO "NOVO"

No post que dei início ao que estaria devendo em registrar aqui, comentei que estava digitando ele mesmo enquanto reformam o nosso quarto. Pois bem, e vamos lá!

Quando o Dayson conseguiu um emprego, antes mesmo de começar a trabalhar, já estávamos fazendo planos para reformar nosso quarto. A nossa imaginação ia além do esperado e o que era pra ser simples, acabava sendo um luxo só ~ na nossa cabeça. No final do assunto, quando a gente lembrava que tinha dinheiro envolvido no meio, voltávamos a realidade.

Depois disso a gente fez uma acordo em questão da divisão do dinheiro, quanto ia sair na real para cada um por mês, tendo em vista que o salário dele é metade do meu.

No dia 09/08, fomos animados já comprar o material. Já tínhamos comprado cimento, já tinha areia em casa e fomos ver a questão da cerâmica e argamassa. Pegamos a moto da prima e fomos na K-Construções saber quanto sairia tudo à vista. O nosso plano era de fazer a diferença no quarto, por mais simples que ele fosse ficar, então compramos metade das cerâmicas na cor preta e metade na cor branca, mas com alguns detalhes quase imperceptível, mas que faziam uma diferença.

Imediatamente fomos atrás de um pedreiro, daqui da rua mesmo que havia chegado há pouco tempo na cidade. Eu não sabia como era o serviço dele, mas pelo preço baratíssimo, já imaginei que o serviço não seria o "O Serviço". Eu tenho isso comigo desde quando comecei a receber dinheiro. Eu nunca gostei de pagar barato por uma coisa, sendo que sei que sempre o barato sai caro. Do que adianta compramos uma coisa barata se em menos de um mês essa coisa nos decepciona, quebra, acaba. Eu fico p*to com isso!

Achando que o serviço seria rápido e que em menos de três dias estaríamos em quarto novo, o serviço acabou levando um pouquinho mais de uma semana. Eu ficava impaciente em chegar em casa e ver que não estava pronto. O serviço era feito muuuuuuuuito devagar e dormir todos os dias na casa da prima nem era tão bom. Tudo bem, lá eu tinha a TV só pra mim, o sinal de wi-fi daqui de casa pega lá, mas estar na casa dos outros não se torna tão agradável. Eu queria acordar tarde nos finais de semana, mas nem poderia, né!? Num desses finais de semana, tive que armar uma rede no quintal bem cedinho e dormi por lá mesmo. Detalhe: nunca gostei de dormir em rede porque sempre acordo todo doído.

Detalhes a parte, o quarto, ENFIM, ficou pronto. O chão ficou lindo, visualmente, mas... Pouparei esses detalhes que me fazem ficar mais p*to ainda. Colocamos as camas de volta e organizamos tudo. Ficou tudo legal, mas o calor meio que aumentou, pois um ventilador para nós dois não dá conta.

Se eu soubesse, esperaria mais tempo pra poder juntar dinheiro e fazer um serviço que me agradasse cem por cento.

Ainda não terminamos definitivo ele. Falta pintar as paredes e colocar a porta, mas isso não dependerá só de mim. Espero que ele fiquei pelo menos próximo do quarto dos meus sonhos, enquanto não tenho a minha própria casa.

Até!

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

IDA À JERICOACORA – CE #2


Não consegui contar o tempo passar após a nossa entrada dentro do carro rumo ao município de Jericoacoara. A BR estava ótima e a imagem que eu via pela janela era mais do que linda. Se o mato diferenciado era fascinante para mim, imagine quando visse as dunas. Juro, NUNCA tinha visto dunas na minha vida. Foi maravilhoso sentir, mesmo dentro do carro, a areia, as ondulações do chão incerto e um pouco de frio na barriga. Aquele barulho suportável de vento e pessoas rindo, tirando foto, gostando do que estava vendo, me fez bem. Ainda, pelo carro, consegui tirar algumas fotos, que não ficaram tão boas e que nem por elas dá pra descrever o quanto foi bom esse pedacinho de tempo ali, preso aquilo tudo:


Tudo ali era novidade e por mais que eu estivesse muito sério por fora, estava sorridente demais por dentro. Apesar daquele aperto dentro do carro, me senti em liberdade por conta daquele vento. As dunas pareciam pedras grandes e claras e se perdiam na medida que outras ultrapassavam a sua visão. Os "loucos" que passavam voados em cima das motos, conseguiam um equilíbrio inexplicável quando passavam pela areia naquela velocidade. Eu ficava imaginando o motor da moto após chegarem ao destino - rs. Pude ver também no caminho muita gente fazendo reparo nas motos, outros até estavam atolados na areia, coitados.

Como havia falado no começo deste post, não consegui contar o tempo e depois que ele passou foi que me dei conta que já estava em frente a pousada chamada Pôr-do-sol, em frente ao mar. *-*

Esperamos o restante das pessoas em outros carros chegarem e fomos divididos em quartos. Fiquei em um quarto bem próximo da entrada da pousada, sendo que tinha outros no primeiro andar - que eu queria demais ser escolhido para ficar lá. O quarto era simples, porém confortável. Tinha duas camas, uma de casal e outra de solteiro; Uma cômoda - se é que posso chamar assim; Um ventilador de teto; Um tamborete e um banheiro. A decoração era simples e artesanal e as camas estavam com colchas brancas e travesseiros de vento que mais lembravam de motel - rs.

Tomei banho, organizei as roupas, deitei um pouquinho, passei protetor e fomos tomar café.

A mesa já estava pronta, mas não tão farta quanto eu imaginava. Tinha pães, bolos (o de banana com canela estava delicioso!), molho de cachorro quente, duas opções de suco - que não tinham açúcar e que era de manga e outro sabor que não lembro, mas que mais parecia vitamina de laranja, por isso a minha confusão -, frutas e que eu lembre, só. Comi, comparado a minha fome naquela hora, pouco, mas foi o suficiente pra me segurar até a hora do almoço.

Depois do café, uns ficaram vendo TV, outros se balançando na rede, outros tiravam foto, outros batendo papo... e eu no quarto, deitado, curtindo a preguiça e esperando a hora do passeio chegar.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

ANIVERSÁRIO 2.4 ϟ

Hoje percebi no caminho do trabalho para casa que sinto muita necessidade de estar aqui quando me acontece alguma coisa triste. Através deste "sentimento" (não sei se realmente é), vou aproveitar pra registrar o meu aniversário deste ano, omitindo a minha tristeza. Não preciso mais registrar tristeza aqui. AQUI!!!

O meu aniversário a cada ano fica mais parado. Quanto mais fico velho, mais fica mais tranquilo, sem lembranças, sem comemoração e sem abraço. Observando tudo isso, queria me esconder desta data. Por ter sido em um dia de terça-feira, queria que fosse um dia normal de trabalho, um dia qualquer. Porém as coisas nem sempre são da forma que a gente quer e prefere que seja... Quase no final do expediente, uma comemoração básica no trabalho. Calado a partir de agora!

Ahhhh, não posso esquecer das crianças do Paraíso Infantil - Reforço Escolar e Recreação, que antes de irem embora, foram me dar um abraço e um cartão feito por eles mesmo. Fiquei emocionado com o jeito que eles escreveram, ainda com palavrinhas escritas da forma que são faladas - rs. Lindos! Obrigado.


À noite, a Larissa Osório me ligou sendo uma ótima atriz: "E aí, como é que foi teu dia?"; "O que tu vai fazer hoje à noite?"; "Vamos comer pizza aqui na Moderna, então!". Querendo salvar o meu dia, ela veio me buscar aqui em casa e fomos. Até então, tudo bem. Eu não estava desconfiando de nada, mas cobrava a presença de mais pessoas ali, as mais próximas, claro. Nada de multidão.

E eu via a Larissa no celular, mandando mensagem, ligando pra Gaby, dando umas olhadas pros lados meio que desconfiada. Juro, não percebi NA-DA, até o momento de entrarem na Padaria com um bolo. Aos gritos, cantaram os parabéns e fizeram eu passar vergonha - no melhor sentido da frase. Foi uma vergonha boa. Nas mesas próximas estavam algumas pessoas que, óbvio, observavam a nossa mesa em cantoria e minha cara de toba - rs. Nunca imaginei que isso iria acontecer comigo ali.


Gostei demais daquilo. Recebi abraços mais do que sinceros e ri demais durante aquela noite que começou em pizza e terminou em bolo - rs. "E o dia foi salvo!", como legenda da selfie postada no instagram naquele dia.


Mesmo atrasado, agradeço aqui não só a Larissa Osório, Gaby, Fabrícia e Adriano, como a todos que escreveram para mim nas redes sociais. Gostei demais de um monte de comentários no instagram e fiz questão de responder todos individualmente.

Um obrigado individual ao Marllon, pela "depois" da sinceridade - rs - no skype. Valeu!


E assim termino o post - rs.
Obrigadex! ;-)