quarta-feira, 13 de julho de 2011

TESTE PSICOLÓGICO

A minha ansiedade acabou hoje à tarde, fiz o meu primeiro teste psicológico.

Falei com a minha chefe há alguns dias avisando sobre esse teste, afinal, ela tinha que me liberar. E concordou, claro. Fui então para casa no horário de almoço, almocei, fiz hora e me arrumei. Tive que esperar um amigo do meu pai para me levar à fábrica, e, a cada minuto que passava, chegando às 14h, ficava mais aperreado pelo fato de não gostar de esperar.

Tudo deu certo, bem na hora que eu saí de casa, o amigo do meu pai apareceu. Conversamos no caminho e assim ganhei um "boa sorte!" e me despedi dele. Lá, encontrei com a Fabrícia e depois com um amigo... Conversávamos, enquanto víamos nosso nome na parte dos classificados.

Quase 14h30, a psicóloga chega e faz a chamada. Eu, nervoso, não via a hora de ela chamar o meu nome, e por um minuto achei que aquele não fosse o meu horário do teste, pois fui um dos últimos  ser chamado. Já que não tinha nem pisado na portaria da fábrica para ver o resultado, soube de tudo por um amigo e pelo meu pai em relação a horário, classificação, que documento levar... essas coisas.

De lá, fomos para uma sala distante, onde é preciso subir uma escada. Lá, nos acomodamos nas carteiras e as psicólogas se apresentaram e pediram para que preenchécessemos nossos dados em uma ficha. Eu, já sabendo de todos os documentos precisos (o Junior tinha me dito), não passei vexame, ao contrário de outros. Após preencher a ficha, troquei de lugar, pois eu estava gelado debaixo do ar condicionado.

O primeiro teste foi desenhar duas árvores em folhas diferentes. Desenhei uma normal (há pouco até vi em um site, comparando os traços do desenho com a minha personalidade... e decepcionei comigo mesmo) e do mesmo jeito na outra folha.

Logo após, fizemos um teste riscando algumas setas que já estavam sido mostradas, ou seja, teríamos que marcar, no meio de muitas setas diferentes e com direções idem, somente a que o teste nos pediu, em um tempo estipulado por ela de 5 minutos. Não marquei todas, mas acho que me dei bem.

O último teste foi o que começou fácil, mas terminou super difícil. Eu tinha que saber a sequência dos desenhos, só mostrando mesmo pra descrever como que era. Um dos exemplos que gostei foi de uma sequência que mostra uma caixa de fósforo, um vela normal e depois uma vela acesa. Abaixo, uma bala, uma arma e depois o desenho de um tiro, e a última era a que eu tinha que responder: havia o desenho de uma chave, um cadeado e um quadrado em branco pra eu responder. Resposta: chave + cadeado = cadeado aberto. Não sei o que isso tem a ver com meu psicológico, mas achei bem interessante.

No mais, saí animado, mas temendo, principalmente, o desenho da árvore que eu fiz.

(yn)'

quinta-feira, 30 de junho de 2011

TRISTE COM BRUNA SURFISTINHA

Primeiramente, queria contar tudo aqui, mas me sinto obrigado a omitir algumas coisas.

Acompanhando os tweets da Raquel Pacheco (Bruna Surfistinha) há alguns meses, pude ver que ela viria pra cá, em Teresina (estou aqui agora). Fiquei feliz ao ler tudo, e me programei, visto que tive também a empolgação dela.

Comprei presentes, fiz amigos na rede e me dediquei o bastante para que nada desse errado ao nosso encontro. Aguardei ansiosamente esse dia chegar, e esse dia chegou: hoje.

Cheguei aqui ontem, e me conectei no twitter pra ver se ela soltava alguma coisa, algo como “hoje estarei na livraria tal, às tantas horas, em Teresina-PI...”.

Fiquei o dia me comunicando com amigos que só conheço pelo twitter, alguns deles até tenho telefone, e assim foi o dia, ligando pra elex e perguntando novidades sobre ela, já que ambos poderiam me ajudar, pois são amigos de pessoas que trabalham na livraria onde a Raquel iria estar.

Me sacrifiquei, chamei uma amiga para ir ao shopping comigo, pois ainda não sei andar em cidade grande. E lá fomos, animados até então. Mesmo não sendo a hora combinada para a tarde de autógrafo, lá eu ficava me enganando ao ver as mulheres de costa com o cabelo igual ao dela, com os gestos iguais aos dela, transitando por lá. Nisso, meu coração acelerava e voltava ao normal, era aquele vai-e-vem danado que eu não podia me controlar.

A Bárbara, que foi comigo ao shopping, estava me empolgando, conversando sobre ela. Confesso, estava extremamente ansioso até chegar a livrara aonde a Raquel iria autografar os livros.

Ao chegar lá, fui para o primeiro andar e, vendo somente uma funcionária, perguntei se tinha o primeiro livro pra eu comprar. E tinha. Sem vergonha, falei: “Me diz uma coisa, hoje a Raquel Pacheco não estaria aqui. não?” E ela pediu para que eu aguardasse enquanto iria perguntar para não sei quem. Alguns segundos depois, lá se vem ela com a cara nada boa. “Era para ela estar hoje aqui, sim, mas não veio, pois vai participar do A Fazenda!”, foi a resposta decepcionante que recebi. Ao escutar, olhei para a Bárbara, olhei para a cadeira onde tinha certeza que se ela viesse estaria sentada autografando os livros, e baixei a minha cabeça. O meu sonho não pôde ser realizado naquele momento.

Mesmo assim, comprei o livro e saí de lá triste.

Fui então ao outro shopping, o Teresina, e falando demais sobre a minha decepção, resolvi pegar um cineminha pra ver se esqueceria pelo menos por algumas horas o que aconteceu. Acabei assistindo ao filme “Qualquer Homem Vira-lata”, que me fez rir com e sentir meu coração apaixonado suspirar.Foi só por um curto período, já que depois voltei a pensar na Raquel.

Enfim, acabei de receber no twitter, um link onde mostra ela (eu tenho certeza que é a Raquel) ainda anônima na chamada da a A Fazenda 4. Se já estava triste, fiquei mais ainda. Eu tenho certeza que é ela, de verdade.

Não sei se vou assistir ao reality, e nem sei se depois dessa vou continuar gostando dela. Ok, pode ser que isso passe, mas estou registrando o que estou sentindo nesse momento: RAIVA. Desculpa, mas eu não estou conseguindo compreender o que aconteceu.