Primeiramente, vou logo dizendo que não quero – e nem vou – fazer apologia a esse assunto – até porque não concordo nem um pouco com isso. Nessa postagem, simplesmente, irei dar a minha opinião.
Ontem estava na casa da Nayenne e por conta de ela ter lido a postagem anterior, comentamos sobre o fato e chegamos ao assunto pedofilia. Começamos a conversar não necessariamente sobre pedofilia, mas um assunto acaba levando ao outro, né?
Ela me contou que aconteceu, em outra cidade, um caso de dois meninos entre 9, 10 anos, que estavam na calçada da casa de um dos dois e começaram a insinuar sexo. Ela disse que não viu tal fato, mas que seu primo que havia contado – ele não mentiria sobre um assunto desses. Falou em detalhes o que os dois tinham feito – até então de roupa. Concluíram que as mentes das criaturinhas se tornaram “férteis”, devido ter visto seus pais fazendo o ato. Pais irresponsáveis, não!?
A partir daí, Nayenne e eu, deixamos de fazer o que estávamos fazendo e começamos a conversar. Contei a história de uma criancinha que, depois de voltar de outra cidade, começou a ter “distúrbios mentais”. Ela já fez coisas com outras crianças da própria família que só vendo mesmo pra crê. Todos se preocuparam quando perceberam o comportamento da criança e procuraram encontrar o porquê daquilo. Alguns lembraram um sumiço dela. Nesse dia, ela passou horas desaparecida e foi encontrada, brincando, no meio de um matagal. Outras pessoas falaram que vira ela de moto com um maior de idade, e quase certo, todos suspeitaram que ela fosse abusada em troca de chocolate, pois, se não me engano, ela estava com a boca lambuzada de chocolate quando foi encontrada. Mas será mesmo isso? Depois suspeitaram também que ela poderia ter visto sua mãe tendo relação com seu companheiro e acabou aprendendo.
Contando tudo isso, e voltando para o assunto da postagem anterior, eu disse pra Nayenne, num tom de humor, que estava tudo errado, que pelo que aconteceu comigo, mostrou que não são os adultos os pedófilos, mas, sim, as crianças, pois elas que alienam os adultos para o desejo sexual e depois se fazem de santas - rs. Veja só o que aconteceu na noite anterior, eu estava distraído com meus pensamentos e... Rum hum!
Hoje pela manhã, antes de ir ao trabalho, me perguntaram uma coisa sobre um amigo. Quiseram saber se eu sabia que esse meu amigo tinha abusado uma criança de 10 anos. Eu como, de fato, não sabia – e sem querer defendê-lo –, não acreditei e respondi que não, mas confesso que fiquei com uma pulga atrás da orelha. Assim que vê-lo, vou entrar nesse assunto e perguntar, mesmo já sabendo que, se for verdade, não irá me confirmar a história.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
RAIOS!!!
Agora eu arrumei alguma coisa pra postar, né? =)
Embora eu comece essa postagem demonstrando alegria, é totalmente diferente do que estou vivendo agora.
Primeiramente queria que se lembrassem da postagem do dia 23 de maio. Nela eu contei uma raiva que estava passando naquele dia. Pois bem, essa mesma raiva, sobre a mesma coisa, voltou.
Eu não aguento mais passar por isso, já até desabafei tal fato para alguns amigos íntimos, desabafei total, sabe. Eles me deram alguns conselhos, algumas dicas de como encarar essa “situação”, mas eu acabo pensando, bolando um jeito de afugentar e não agindo. Não é nenhuma necessidade, é uma repulsão, algo que mesmo sabendo que um dia sentiria falta, queria me livrar. Eu queria de alguma forma poder contar aqui para todos o que é, maaaas... tenho os meus motivos para não me coagir. Só adianto que por causa disso, eu não consigo respirar, sobreviver. Oh raiva do cãão!
Ah, e pra acabar de completar, agora à noite, assim que cheguei do trabalho, fui à casa de uma amiga pra ver se ela já preparou um negócio que eu pedi pra ela. No entanto, na volta, passando em uma esquina pouco iluminada, avistei um meninozinho que aparenta ter uns 10, 12 anos. Nisso, eu entretido com meus pensamentos, nem liguei quando ele estava vindo. Quando menos esperei, quando o menino passou do meu lado, quis pegar no meu p... Pode uma coisa dessas? Foi tão rápido, algo de segundos. Ele quase que aperta, pois só não apertou porque joguei a mão dele longe. “Huum, veaado!”, pensei. Eu sei que essas coisas acontecem no carnaval, mas em qualquer dia? Eu também sabia que eram as meninAs que pegavam no dos meninOs – já até vivenciei uma cena dessas com um amigo meu que mora em outra cidade –, mas não meninos que pegam no dos meninOs. Era só o que me faltava pra hoje mesmo.
Rum hum!
Embora eu comece essa postagem demonstrando alegria, é totalmente diferente do que estou vivendo agora.
Primeiramente queria que se lembrassem da postagem do dia 23 de maio. Nela eu contei uma raiva que estava passando naquele dia. Pois bem, essa mesma raiva, sobre a mesma coisa, voltou.
Eu não aguento mais passar por isso, já até desabafei tal fato para alguns amigos íntimos, desabafei total, sabe. Eles me deram alguns conselhos, algumas dicas de como encarar essa “situação”, mas eu acabo pensando, bolando um jeito de afugentar e não agindo. Não é nenhuma necessidade, é uma repulsão, algo que mesmo sabendo que um dia sentiria falta, queria me livrar. Eu queria de alguma forma poder contar aqui para todos o que é, maaaas... tenho os meus motivos para não me coagir. Só adianto que por causa disso, eu não consigo respirar, sobreviver. Oh raiva do cãão!
Ah, e pra acabar de completar, agora à noite, assim que cheguei do trabalho, fui à casa de uma amiga pra ver se ela já preparou um negócio que eu pedi pra ela. No entanto, na volta, passando em uma esquina pouco iluminada, avistei um meninozinho que aparenta ter uns 10, 12 anos. Nisso, eu entretido com meus pensamentos, nem liguei quando ele estava vindo. Quando menos esperei, quando o menino passou do meu lado, quis pegar no meu p... Pode uma coisa dessas? Foi tão rápido, algo de segundos. Ele quase que aperta, pois só não apertou porque joguei a mão dele longe. “Huum, veaado!”, pensei. Eu sei que essas coisas acontecem no carnaval, mas em qualquer dia? Eu também sabia que eram as meninAs que pegavam no dos meninOs – já até vivenciei uma cena dessas com um amigo meu que mora em outra cidade –, mas não meninos que pegam no dos meninOs. Era só o que me faltava pra hoje mesmo.
Rum hum!
segunda-feira, 19 de abril de 2010
UM ANO SÓ
Hoje o dia passou tão rápido que quase não me lembrava de uma coisa: hoje faz um ano que estou sozinho. Ou seja, a carência me acompanhou por todos esses 365 dias.
Eu não fiquei com ninguém depois daquela pohha da ML. Pensei que essa minha fase fosse ser mais dolorosa, porém pude controlá-la. Como sabem, lógico que apareceram, durante esse longo período, pretendentes, mas não sei o que aconteceu comigo que não fui em cima. Quando aparecia alguma, eu pensava em tudo que aconteceu comigo, pensava até que poderia voltar tudo de novo. E eu não queria isso novamente. Não sei se a ML me deixou com trauma, mas, também, ela serviu de ensinamento com as futuras “outras”.
Aprendi nesse tempo que, embora não pareça, sofrer é bom. O primeiro sofrimento serve para os demais, sabia? Pelo menos pela segunda vez que for sofrer você já vai preparado e talvez saiba até lidar com a situação (ou aflição).
Enfim, pensei que não chegaria tão rápido esse dia, mas chegou. Ele não fez com que eu tivesse nenhuma mudança nessas poucas horas do dia 19, graças! Estou normal, por incrível que pareça, estou tranquilo.
Eu não fiquei com ninguém depois daquela pohha da ML. Pensei que essa minha fase fosse ser mais dolorosa, porém pude controlá-la. Como sabem, lógico que apareceram, durante esse longo período, pretendentes, mas não sei o que aconteceu comigo que não fui em cima. Quando aparecia alguma, eu pensava em tudo que aconteceu comigo, pensava até que poderia voltar tudo de novo. E eu não queria isso novamente. Não sei se a ML me deixou com trauma, mas, também, ela serviu de ensinamento com as futuras “outras”.
Aprendi nesse tempo que, embora não pareça, sofrer é bom. O primeiro sofrimento serve para os demais, sabia? Pelo menos pela segunda vez que for sofrer você já vai preparado e talvez saiba até lidar com a situação (ou aflição).
Enfim, pensei que não chegaria tão rápido esse dia, mas chegou. Ele não fez com que eu tivesse nenhuma mudança nessas poucas horas do dia 19, graças! Estou normal, por incrível que pareça, estou tranquilo.
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